História Amor por contrato - Capítulo 3


Escrita por: ~

Exibições 110
Palavras 1.776
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiii, gente, miiil desculpas pela demora, acontece que eu fui para a casa da minha vó, e as coisas da fanfic toda no meu notboock, e eu não levei ele comigo! Da próxima vez, eu levo kkkkkk foi mal mesmo!

--Obrigada a todos aqueles que comentaram e curtiram!
--Desculpa pelo título enorme nos capítulos... É que se repararem cada título é uma fala do capítulo da vez!
--Os trajes da história: (traje 1: http://vignette3.wikia.nocookie.net/animal-jam-clans-1/images/9/98/Mcl6k9-l-610x610-shorts-short%2Bshorts-high%2Bwaisted%2Bshorts-aztec-summer-summer%2Boutfits-outfit-outfit%2Bidea-tumblr-tumblr%2Boutfit-fashion-fashion%2Bvibe-pants-short-purple-tribal%2Bpattern-maroon%2Bburgundy.jpg/revision/latest?cb=20160916215128 ) (traje 2: https://loucaspornewyork.files.wordpress.com/2016/08/catnap.jpg )

Boa leitura!

Capítulo 3 - "...temos que ser amigos primeiro.."


POV Caro

Depois de terminar de me vestir ( Traje 1: link nas notas iniciais ) , fico no quarto esperando por Agus. O espaço é bem grande, com uma cama de casal, TV, um mini sofá, e uma varanda incrível com vista para o fundo da casa, dá para ver a área de lazer com a enorme piscina. Se passa alguns minutos e ouço um bater na porta.

-Entra... –digo, já sabendo quem é.

-Vamos? –Agus está com uma bermuda jeans mais escura, blusa de meia manga xadrez e um cabelo ainda molhado do banho. Tento ignorar a beleza da pessoa, mas é quase impossível.

-Sim... –respondo simplesmente. Ele estende a mão e eu a seguro me sentindo desconfortável.

Seguimos para a sala de jantar, e somos os primeiros a chegar. Sentamos um do lado do outro à mesa e por algum motivo continuamos de mãos dadas. De repente começa a bater aquele nervosismo e estar segurando a mão dele, não me parece tão ruim assim.

-Isso é tão estranho... –falo quebrando o silêncio- Eles não vão acreditar!

-Vão sim! Você deveria ter visto a cara do meu pai ontem quando eu contei para ele sobre o “noivado”! –diz claramente muito mais tranquilo que eu.

-Você já contou?! Quando você planeja me inteirar das coisas, antes delas acontecerem?! –começo a ficar brava.

-Que diferença faz?

-Toda! Se você não me contar as coisas isso não vai dar certo!

-Dá para parar de ser tão pessimista?! –ele retruca- E eu ia te contar, mas eu estava ocupado tendo que ir tomar banho em outra suíte!

-Ah agora a culpa é minha?! –falo em um tom baixo para ninguém ouvir o quanto estou com raiva.

-Eu não disse isso! Agora vamos parar de discutir antes que alguém chegue! –responde com o mesmo tom.

-Tá bom! Mas essa conversa ainda não acabou! –aviso ainda com cara fechada e ele suspira.

Ficamos em silêncio novamente, e então chega o irmão dele Jorge e sua irmã mais nova Karol. Jorge eu já conhecia, ele trabalha na mesma empresa obvio, sempre que ele passa no andar do Agus, ficamos jogando conversa fora, posso considera-lo um amigo. E a menina conheço só de nome mesmo.

-Ah agora eu entendi porque a mamãe fez a gente vir comer aqui hoje! –o mais alto falou assim que nos viu.

-Agus! –Karol corre para abraçar o irmão.

-Oi, baixinha! –o mesmo responde. Ela olha para mim com um sorriso amigável.

-Oi! –estendo a mão- Eu sou Carolina, mas pode me chamar de Caro! E você deve ser a Karol!

-Eu mesma! Como você sabe? –pergunta surpresa.

-O seu irmão fala muito sobre você! –minto. A única coisa que eu sei sobre ela, é que tem 17 anos.

A adolescente se senta ao lado de Agus e Jorge vem me cumprimentar com “beijo de bochecha”.

-Oi! –ele sorri- Caro, o que faz aqui? Com o meu irmão? –junta as sobrancelhas me olhando com uma cara de “wtf!?”, e eu rio.

-Estamos juntos! –Agus responde rapidamente e levanta nossas mão entrelaçadas.

-Ah, não sei se te dou parabéns ou desejo boa sorte! –o mais velho responde me fazendo rir novamente.

-Oi, Jorge! –falo finalmente- E o boa sorte, está bom! –digo, ele ri e se senta na minha frente.

Assim que ele desvia o olhar, Agus se aproxima mais de mim e em um tom nada satisfeito sussurra:

-Desde de quando você e meu irmão são tão amiguinhos?

-Ele conversa comigo, quando passa por mim na empresa, diferente de certas pessoas... –respondo no mesmo nível.

-Eu converso com você! –diz e eu viro meu rosto para olhar para ele. Estamos muito próximos.

-Desculpa, mas eu não considero um “bom dia” mal humorado uma conversa!

-Sou uma pessoa muito ocupada! Não tenho tempo para bater um papo com você!

-É eu vejo como você é ocupado, “batendo um papo” com aquelas garotas de mini saia, que entram na sua sala e saem meia hora depois toda descabelada e com a maquiagem toda borrada! –falo tudo de uma vez só. Ele me olha incrédulo com a boca meio aberta. Sinceramente, eu não sei de onde me saiu essa coragem.

Agus ia falar algo, mas é interrompido por uma voz já conhecida:

-Desculpem pelo atraso! –o pai dele chega com uma mulher e nos afastamos um pouco. Eles se sentam e a moça olha para mim sorrindo.

-Olá! –diz – Sou Claúdia! A mãe do Agus, mas você provavelmente já sabia disso!

-Claro que sim! –sorrio. Mentira, não sabia nada.- Meu nome é Carolina, mas pode me chamar de Caro!

-Ah, Carolina, a secretária? O Jorge já me falou de você! –responde. E eu olho para Agus sugestivamente o fazendo revirar os olhos.

-Eu também teria falado, mas queríamos manter nossa relação em segredo! –o mesmo se pronuncia.

-Estão juntos há quanto tempo? –Karol pergunta.

-Dez meses! –ele responde e sorri para mim. Sorrio de volta.

Amanda e os outros empregados começam a colocar a mesa, e todos se servem. Apesar de estarmos no México, o jantar é italiano. Tudo parecia estar delicioso, pelo menos uma coisa nesse jantar eu tenho certeza que vai estar ótimo.

-Nossa, isso é um bom tempo! –Jorge comenta- Mas você não estava com aquela... Qual era o nome mesmo? Ah, Mariana!

-Quem é Mariana? –pergunto me virando para Agus.

-Eu não sei do que ele está falando! –responde rapidamente.

-Como não?! Aquela ruiva bonita! –irmão rebate. E eu me lembro da garota que vi entrando na sala dele semana passada.

-Ah ela é minha assessora de imprensa! Você conhece ela, amor! –diz.

-Sim, agora me lembrei! –forço um sorriso e bebo um gole do meu suco.

-Então... Onde foi o primeiro encontro de vocês? –a mãe dele quebra o clima gelado que se formava entre nós.

-Em um restaurante! –digo, porém Agus responde ao mesmo tempo:

-Em um museu!

Olho para ele com uma cara de “what?”. Por que ele falou museu???

-É que... Fomos jantar naquele restaurante temático, que fica na saída do museu de história! –Agustín explica tentando não soar nervoso.

-Naquele que tem um esqueleto de Dinossauro Rex no meio? –o pai pergunta estranhando a situação.

-Sim! Esse mesmo! –meu péssimo mentiroso noivo fake, diz rapidamente.

-Levou ela, no primeiro encontro, no mesmo restaurante que você ia quando tinha nove anos? –Karol ri do irmão, junto com Jorge- Você sabe mesmo conquistar uma garota!

-Eu falei para ele que gostaria de saber mais sobre ele e a sua infância, por isso ele me levou lá! Foi muito divertido! –respondo nos salvando.

-Exatamente! –concorda.

[...]

 

POV. Agus

Depois de conversarmos muito no jantar, eu e a Caro demos a velha desculpa, que estávamos cansados da viagem, o dia foi longo... E fomos direto para o nosso quarto.

-Você me salvou lá na mesa, com aquela história do encontro! Obrigada! –digo enquanto coloco minha calça de moletom que uso para dormir. Carolina está no banheiro se trocando.

-Temos que combinar essas coisas antes! –responde- E sério um museu? Essa é sua ideia de primeiro encontro?

-Eu falei a primeira coisa que veio na minha cabeça! E qual o problema de um museu?

-Nada... Só que se realmente nosso primeiro encontro tivesse sido em um museu, a gente não teria tido um segundo encontro! –diz me fazendo ir- Está pronto para dormir?

-Sim...

Então ela sai do banheiro, com uma miniatura de shorts, e no automático meus olhos vão para suas pernas, novamente porque no jantar ela estava linda. Eu não tenho culpa, coisas bonitas devemos olhar, não é mesmo? Nunca me neguei a isso. (traje 2: link nas notas iniciais)

-Ei! –ela me assusta- Você disse que já estava pronto!

-E eu estou...

-Sem camisa? –cruza os braços e só agora percebo o rubor em suas bochechas.

-Eu durmo assim! –dou um sorriso- Algum problema?

-Sim! Vários! Começando por não termos um quarto separado! –resmunga e se deita na cama de casal.

-Ah... –suspiro revirando os olhos- Você vai começar com isso de novo?!

-O que você pensa que está fazendo? –fala assim que me sento na cama.

-Indo dormi? –sou obvio.

-Não, não, não. Você vai dormir no sofá! –aponta para o móvel e eu rio.

-Há há há! Só porque você está pedindo, querida noiva! –sou sarcástico e me deito ao seu lado. Ela senta na cama e me encara brava.

-Essa era uma das minhas condições! Eu avisei quando assinei aquele bendito papel!

-Eu não achei que você estava falando sério!

-Mas eu estava!

-Eu não vou dormir no sofá... –dou ombros- Deita logo aí e dorme! Você acha realmente que eu vou fazer alguma coisa?

-Você não é nem louco! Sorte sua, que essa cama é grande! –responde e deita novamente, dessa vez virando para o lado oposto ao meu.

-Vamos ter que nos acostumar um com o outro de qualquer jeito... E quanto mais levarmos essas coisas na boa... Será melhor! –digo encarando o teto escuro, ela não fala nada, então acrescento: -Assim acontecimentos como aquele antes do jantar não seriam tão constrangedores!

-Podemos não falar sobre isso? –resmunga e eu rio silencioso.

-Tá bom... –digo ainda sorrindo.

-Obrigada.

-Belas pernas aliás! –completo para irrita-la e como resposta ganho uma bela travesseirada- Ai! –reclamo sem conseguir conter a risada, então a escuto rir também.

-Isso que você ganha por ser atrevido! –diz ainda virada de costas para mim.

O silêncio no ambiente se instala. Eu fecho o olho, mas simplesmente não consigo dormir. Passa uns 15 minutos e nada do sono chegar. Droga de fuso horário. Olho para Caro, que por conta do escuro, só consigo ver sua silhueta e seu cabelo espalhado no travesseiro.

-Você ainda está acordada? –sussurro.

-Não... –responde e eu sorrio.

-Me desculpa por não falar direito com você na empresa... –digo e ela vira de barriga para cima.

-Tudo bem... –suspira- Lá eu sou só sua secretária, eu entendo.

-Isso não é motivo para eu ser um mal educado!

-Me desculpa por falar daquela forma com você... –diz- Não é da minha conta sua vida privada...

-Eu deveria manter minha vida privada, longe do trabalho...

-Isso eu concordo! –responde e eu rio novamente.

-Não vai acontecer de novo! Eu prometo! –falo e ela finalmente virar a cabeça na minha direção. Com a pouca luz que passa pela cortina da sacada, me esforço para ver seus olhos e seu sorriso, mas é meio difícil.

-Para isso dar certo temos que ser amigos primeiro.... –sussurra e eu apenas balaço a cabeça devagar concordando- Ok... Boa noite! –dá um mini sorrio e se vira de costa.

-Boa noite! –respondo sorrindo. Fecho o olho e como mágica, adormeço.


Notas Finais


Gostaram? Estão achando os capítulos muito grandes??? Se sim, foi mal! kkkkk Continuo colocando os trajes ou não? Me digam aí nos comentários por favor!

Beijinhos!


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