História Amor Possessivo - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Carrossel
Personagens Personagens Originais
Tags Pauléria, Romance
Visualizações 212
Palavras 1.930
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Mais um capitulo

Perdoe se tiver algum erro de português

Boa Leitura

Capítulo 11 - Capitulo 11


{Ponto de Vista Paulo}

Acordei com dor de cabeça. Havia dormido no sofá do escritório. Me levantei. Peguei minhas chaves e sai dali. Caminhei pela boate que estava vazia, só alguns funcionários limpando. Sai e entrei no meu carro, indo pra casa

[....]

Entrei em casa e dei de cara com o Jaime sentando no sofá, parecia que estava me esperando 

— Cara, minha cabeça tá doendo. Minhas costas tá doendo, por causa daquele sofá. Me lembra de trocar de sofá - digo e ele me olha e cruza os braços — Por que está me olhando com essa cara ? - me joguei no sofá 

— Você sabe muito bem por que eu estou te olhando assim, não se faça de idiota - disse se levantando e sentando na mesinha de centro na minha frente 

— Se você está se referindo a Valéria, só fiz a coisa certa - digo cansado daquele assunto 

— A coisa certa ? Está de brincadeira né ? - diz e antes que eu pudesse responde ele continua — O que você fez foi crueldade, forçou a Valéria se deitar com aquele nojento. VOCÊ PASSOU DO SEUS LIMITES - ele grita — Ela foi estuprada Paulo, tem noção do que é isso ? Eu estou com uma vontade de socar a sua cara - diz nervoso 

— Ei calma aí - debocho — Ela só fez o que devia fazer. E não foi a primeira, não sei por que está nervoso. Jaime ela é minha propriedade e eu faço o que bem entender com ela - explico 

— Ela é um ser humano antes de tudo - ele me olhava inconformado — Você não tem o direito de tratá-la assim 

— Tenho sim. O pai dessa garota ficou com muito dinheiro meu, o mínimo que ela pode fazer é retribui - ele se levanta da mesinha 

— Aquele homem a machucou, ela estava sangrando. Paulo, foi horrível vê-la naquele estado - ele começa a andar de um lado para o outro

— Ta bom Jaime, você venceu. Eu exagerei - admiti. 

— Ótimo. Agora faça ela te perdoar - Jaime disse categórico

— Não preciso do perdão dela - reviro os olhos 

— Precisa sim. E da próxima vez que você fizer algo tão cruel com ela, eu tirarei ela daqui - arregalo os olhos

— Não pode tirar ela daqui - me levanto do sofá. Ele vem até mim

—  Posso sim. Sou como seu irmão e tia Lílian deixou eu de olho em você - ele ri debochado — Falando nisso, adivinha quem está vindo pra cá - ele riu. Minha mãe ainda tinha um certo controle em minha vida e isso fez eu ficar muito ligado a ela, mesmo um morando longe do outro 

— Achei fosse meu amigo Jaime 

— E sou, por isso não vou deixar você acabar com outra vida - ele cruza os braços. Jaime defende demais a Valéria, já fiz coisas piores com outras garotas e ele nunca ficou tão bravo assim, só me dava umas broncas 

— Tá Jaime, vou pedir desculpas a ela. Mas me dá uma dica. Eu não sei o que dizer - ele ri e da de ombros

— Se vira - dito isso, ele sai e me deixa sozinho 

{Ponto de Vista Valéria}

Acordei com dores pelo corpo, gemi pela dor. Me levantei e tomei um susto. Paulo estava sentado na cama

— O que está fazendo aqui - perguntei e me encolhi na cama 

— Vim falar com você - disse baixinho 

— Não tenho nada para falar com você. Agora pode sair - digo alterada. Estava com uma vontade incontrolável de chorar. Olhar pra ele, me lembrava da pior noite da minha vida

— Eu vim te pedir desculpas. Trouxe isso para você - ele estendeu as flores para mim. Empurrei as flores de sua mão, fazendo assim, as flores caírem no chão 

— Você acha mesmo que flores vai resolver tudo ? - ele afirma. Pego um copo de vidro que estava em cima do criado mudo e estendo em sua direção — Pega aqui - peço e ele pega o copo — Agora joga no chão - ele me olha sem entende — Joga - digo. Ele joga o copo-o fazendo quebrar — O copo quebrou certo ? Agora pede desculpas pra ele e vê se ele volta ao normal - digo e ele me olha um pouco triste — Desculpas não vai concertar o que aconteceu ontem. Então desculpas não adianta 

— Eu estava fora de mim Valéria e por isso peço desculpa - reviro os olhos 

— Você sabia muito bem o que estava fazendo. Você tem prazer em me ver sofrer, mas Paulo, você tem noção do que você fez comigo ? Paulo, você deixou eu ser estuprada - digo e ele tenta me tocar — Não me toca - eu estava com nojo de mim e principalmente com nojo dele — Você é um monstro Paulo. Um monstro - digo e me encolhi mais 

— Eu já pedi desculpas - ele começou a se exaltar 

— Eu não te desculpo, quero que você morra. Eu odeio você - digo, tomando coragem, me aproximei dele e cuspi em seu rosto. Sei que ele vai ficar bravo e querer me matar, mas nessas condições, eu não tô ligando pra isso 

Percebi que ele respirou fundo,tentando controlar a raiva. Lentamente ele levou a mão ao rosto, limpando-o 

— Sabe, eu tentei ser legal, mas com uma garotinha mimada como você, não dá para ser assim - ele diz entredentes — Vou deixar passar o que você fez agora - ele se levanta da cama — Vamos lá, minha mãe está vindo passar alguns dias aqui, ela não sabe do estilo de vida que eu levo. Portanto ela não sabe que tem uma garota presa em casa - ele da uma pausa — Eu poderia  acabar com você de uma vez, mas não vou fazer, por causa do Jaime, que é um idiota e quer que eu te trate melhor - ele diz andando de um lado pro outro.  

— E por que você achou que eu queria saber disso ? - perguntei desinteressada 

— Porque vamos negociar. O que você prefere, fingir ser minha namorada e a nora perfeita para minha mãe ou morrer ? - ele para na minha frente 

— Morrer ! - respondi sendo sincera. 

— Vamos tentar de novo - ele diz impaciente 

— Não precisa tentar de novo - eu o interrompo — Eu prefiro morrer ao fingir ser sua namorada. Então é melhor você já me matar para não ter trabalho depois - digo decidida e ele me olha 

— PAULO - escutamos alguém gritar. Paulo deu meia volta e saiu sem mais nem menos 

— Imbecil - digo e vou ao banheiro fazer minhas higienes. 

Tomo um banho relaxante. Me enxugo, vejo que as marcas de ontem estavam bem visíveis. Saio do banheiro e vou ao guarda roupa. Visto peças íntimas, pego uma calça jeans, uma regata preta e visto um moletom, por que estava muito frio. Penteio meu cabelo e deixo ele solto para secar naturalmente 

— Estou com fome - reclamo. Visto meu chinelo e vou até a porta, abro a mesma e saio do quarto, vou caminhando pelo corredor, quando eu escuto vozes femininas no andar debaixo 

Será que Paulo trouxe mais mulheres pra cá ? 

Desço as escadas cautelosa. Vejo Jaime perto da escadas 

— Quem é ? - sussurrei,fazendo ele tomar um susto 

— A Mãe e a Irmã do Paulo - responde me olhando, engulho em seco. Jaime me empurra, fazendo eu tropeçar em uma mesinha fazendo barulho. O olho inconformada e ele da risada 

— Vejam só, se não é a namorada do meu filho - Uma mulher muito bonita e elegante se aproxima de mim e uma jovem vem logo atrás  — Como você é linda - ela segura minha mão 

— Obrigada, mas eu não sou.... - Paulo me interrompe 

— Sim mãe é ela. Val essas são, Lílian Guerra minha mãe e Marcelina Guerra minha irmã - Paulo me apresenta à elas — Gente, essa é a Valéria, minha namorada - Ele me puxa pela cintura. Eu o olho raivosa 

— Muito jovem em maninho. Quantos anos você tem ? - a Marcelina pergunta 

— Dezesseis - elas arregalam os olhos 

— Mas para o amor não tem idade não é mesmo - A mais velha diz,deu uma vontade imensa de desmentir aquele teatrinho, mas decidi ver até onde ia 

— Vem, vamos conversar - elas me puxam até a sala — Me conte, a quanto tempo conhece meu filho ? 

— Algum tempinho já - digo desorientada 

— Paulo é muito chato né ? - Marcelina 
pergunta 

— Muito - digo e ela começa a rir. Do nada ela pega minha mão 

— Nenhum anel ? Nossa Paulo, como você está sendo mão de vaca - Paulo sorri com o comentário da Irmã 

Ficamos conversando por muito tempo, eu até gostei delas. Gostei de ter presenças femininas naquela casa e não apenas homens. 

— Mãe,maninha. O quarto de vocês já estão arrumados, quando quiserem descansar por conta da viagem, podem ir - Paulo chega na sala 

— Então vamos né filha ? Estamos muito cansada. Eu gostei de você Valéria, meu filho tem bom gosto - sorri em agradecimento. Então ela e sua filha saíram da sala. Viro para o Paulo 

— Por que você confirmou que era sua namorada ? Eu disse que não queria participar disso - digo 

— Eu já tinha dito para minha mãe que tinha uma namorada, não seria legal ela chegasse e visse que não tenho - ele explica 

— Mas você não tem mesmo. Ninguém quer namorar um idiota como você - digo cerrando os dentes — Vou para o quarto - digo e caminho até a escada 

— Seu quarto agora é no meu quarto - escuto ele dizer

— O que ? Por que ? - pergunto me virando pra ele 

— Porque, seria estranho a gente dormir em quarto diferentes e também eu dei o seu quarto para minha irmã - ele da de ombros 

— Era só o que me faltava - digo irritada indo até a cozinha comer algo 
[...]

— Você está morando com o Paulo Valeria ? - estávamos terminando o jantar 

— Não, só estou passando um tempinho aqui - 'assim eu espero' penso 

— Ah entendo. Vamos passar um tempinho aqui também - a mais velha diz sorrindo 

— Vou adorar a presença de vocês - sorrio

—  E a gente vai se divertir muito - Marcelina disse. Sorrio alegremente com isso 

Terminamos o jantar e cada um foi para seu quarto. 

— Você vai dormir no chão - digo para ele que me olha indignado 

— Por que ? O quarto é meu ! - diz. Pego um travesseiro

— Então eu durmo - digo pronta pra deitar 

— Por que não podemos durmo juntos ? - pergunta 

— Não quero ficar perto de você por muito tempo - respondo 

— Então deixa que eu durmo no chão - ele diz exausto indo para o chão. Me deito na cama. Estava muito frio,não queria ter que fazer isso 

— Paulo ? - o chamei 

— Que ? - perguntou ríspido 

— Pode dormir na cama,está muito frio para dormir no chão - digo e em poucos segundos Paulo já estava na cama — Mas vamos manter uma certa distância - digo e coloco alguns travesseiros no meio da cama 

— Valéria, me desculpa mesmo - ele pedi novamente. Eu não estava entendendo, o por que do Paulo estar tão calmo e arrependido 

— Não quero falar disso, eu só quero dormir - digo. Não queria lembrar do acontecido

Quando estava pegando no sono sinto o braço do Paulo me puxar pela cintura,colando seu corpo no meu. 'E os travesseiro ?' 

— Paulo.... - começo e ele me aperta mais em seus braços 

— Xiii Valéria, vamos dormir - não era a hora de reclamar, estava cansada, decidi dormir 


Notas Finais


Próximo capitulo em breve


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