História Forbidden Love - Capítulo 48


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtanboys, Bts, J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rapmonster, Suga
Visualizações 252
Palavras 1.810
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Fluffy, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii, voltei um pouco rápido!
Esse capítulo está mais ou menos, é mais para entenderem um pouco de tudo oque aconteceu!
Acabei de escrever, ignorem os erros.
Boa leitura! 💖

Capítulo 48 - Feliz natal, Suga.


Fanfic / Fanfiction Forbidden Love - Capítulo 48 - Feliz natal, Suga.

Como estou passando o natal?

 De um jeito nada legal de se começar. Sozinha eu estou. Se eu contei a ele? Disse. Eu disse tudo oque aconteceu, disse sobre meus sentimentos, abri todo o jogo.

A reação dele?

Ele sente nojo de mim. Quando eu contei sobre quando eu e Suga acabamos na cama, ele levantou da cama, bateu na parede, dizia que sentia nojo de mim. Nunca tinha visto ficar estressado daquele jeito, mas eu não poderia fazer mais nada. Aconteceu.

O que senti quando disse a ele?

Nojo de mim mesma. Eu não poderia ter essa sensação, se não amasse o cara que quase destruiu toda a minha família. Sinto-me a pessoa mais suja do mundo, mas não tenho como voltar atrás, não tenho para onde correr.

 

 

Rondando pelo centro de Seul, surpreendentemente havia vários restaurantes e lojas abertos, são 18:30. A qualquer lado que eu olhava, eu sentia vontade de chorar. Por um momento senti saudades do natal do Brasil. O meu maior desejo era olhar para ruas e não ver casais apaixonados comemorando, parece ser meio egoísta, mas a dor em meu peito... já não suporto mais.

Peguei meu carro com rapidez e fui fazer meu trajeto para outro lugar, tirei meu carro do estacionamento e eu fui lá, eu precisava ver ele. Primeiro passei em uma padaria, comprei um mine bolo e pedi para embrulhar com uma caixa decorada, esperei um tempinho e meu pedido já estava pronto. Paguei, e sai.

Cheguei enfrente ao presidio. Estava um pouco mais cheio  do que o normal, muitas famílias veem comemorar o natal com os detentos. E parece que vou me juntar a eles. Passei por todo o processo de segurança, esperei um pouco, pois iam arrumar uma sala reservada para mim. Esperei mais ou menos uns 15 minutos e um policial veio me chamar para acompanha-lo. Fui andando pelos corredores, quando vi uma sala com uma janela grande de vidro.

 

 

– Precisamos ficar de olho nele, ainda não respondeu todos os processos. Vamos observas vocês por essa janela, mas sinta-se vigiada. Vocês não conseguem nos ver de lá. – O Delegado diz. Assinto e abro a porta da sala. Ele me olhou surpreso e arregalou os olhos.

– O-o que está fazendo aqui? – Gagueja.

– Vim passar meu natal com você... – Digo.

– Você não tem namorado? Por que está perdendo seu tempo aqui comigo, em um lugar como esse? – Ele suspira. – Pode ir.

– Não tenho mais namorado. – Sento na cadeira em sua frente, percebo em suas mãos livres, sem algemas. Fico um pouco desconfortável, com medo do que possa acontecer com ele solto. Acho que ele percebe e limpa a garganta.

– Não tenha medo, eu não vou fazer nada com você. – Ele diz, passando as mãos em suas mãos. – E como assim você não tem mais namorado? O que aconteceu?

– Eu disse a ele. – Digo, sem dar importância. – Contei tudo oque aconteceu.

– Por que disse a ele? – Ele diz. Seu tom de preocupação me deu um pequeno susto. – Me responda! – Yoongi bate devagar na mesa. Eu com o susto, me afasto, chegando a cadeira para trás. – Me desculpa.

– Para quem fez certas coisas, por que se importa? – Rebato. Por que ele estaria se importando com essas coisas?

– Eu não estou me preocupando... – Suga, diz. Rapidamente ele abaixa a cabeça e passa a mão na nuca.

– Quando eu devo acreditar em você?

– Acho que nunca mais acreditará. Eu não mereço o perdão. – Ele responde. Suga observou  a janela e riu de lado. – Eles estão nos observando, não é?! – Pergunta.

– Estão. Nunca se sabe.

–  Se for para jogar piadas o tempo todo, não precisa ficar. Obrigado por ter vindo. – Ele direciona a mão para a porta.

– Desculpa. – Digo. – Enfim... eu trouxe uma coisa para você. – Pego a minha bolsa do lado da cadeira no chão e pego a caixa.

– Não posso aceitar. – Ele diz.

– Mas você nem olhou para ver oque era.  – Bufo. – Olha, Suga... eu não sei como vai ficar minha vida daqui para frente, mas sei que não quero passar a noite de natal sozinha.

– Ok. – Responde. – Eu deveria morrer de fome, ficar em um lugar podre.

– Não vamos falar do quão bonzinho você quer ser agora. – Respondi, seca.

 

Para não correr o risco de acidentes, pedi para que fatiassem o bolo. Eu não me sentiria segura com uma faca em mãos. Separei um pedaço em um prato e lhe dei, depois fiz o mesmo para mim. Comi sem pressa, quando eu resolvi esclarecer todas as duvidas que eu tinha.

 

– Posso lhe perguntar algo?

– Sim. – Ele diz.

– Sobre o telefone... era verdade? – Eu pergunto  e ele me olha sem graça.

– Eu não lembro de nada disso, Sophia. Do que está falando? – Ele diz, tentando disfarçar.

– Imaginei. Nunca seria verdade, eu sou uma tola. – Levantei rapidamente e fui em direção a porta, então Suga puxou meus braços e me pressionou na parede. Perdi um ar por um tempo com a surpresa. Os policias entraram na sala e seguraram Suga.

– Não vou machuca-la. – Ele diz, debatendo-se. – Me soltem.

– Soltem-no! – Digo, firme. Os policiais obedeceram e largaram Suga. – Me deixem sozinha com ele, completamente sozinha. – Me referi a vigia.

– Ok, senhorita. – Eles disseram em conjunto e saíram rapidamente.

– Parece que alguém é muito respeitada pela policia. – Diz, Suga.

– Não comece com suas bobeiras. – Bufo. – Eu só quero passar meu natal... – Não tive tempo de falar, quando fui interrompida pelos lábios de Suga nos meus. Ele me beijou, eu estava quase cedendo, quando volto a vida real e o afasto de mim. – O que pensa que está fazendo? – Limpo minha boca com a minha camisa.

– Eu... Eu... – Ele senta na cadeira, de novo. – Quer saber mesmo a verdade? – Ele pergunta e eu concordo com a cabeça. – Mesmo você acreditando ou não, eu vou dizer. Eu me arrependi de tudo! Vou contar de como tudo aconteceu.

 

» Suga «

Quando tudo começou...

Meu pai era um dos maiores empresários do momento, ele cuidava de cada detalhe por si próprio, não gostava que ninguém administrasse seus queridos bens. Eu acho que ele ama mais o trabalho do que a própria família. Família, uma palavra que ficou desconhecida depois de um tempo para mim.

O relacionamento dos meus pais já não davam mais certo, depois que minha irmã MinHee nasceu, as coisas começaram a piorar. Minha mãe fazia tudo por MinHee, dava todo o amor, carinho que ela não me deu por estar trabalhando. Os motivos das brigas era o mesmo de sempre. Bebidas e mulheres. Com tanto tempo de trabalho e de preocupações, meu pai começou a contratar mulheres para ajuda-lo a administrar, mas não sabíamos as segundas intenções dele. Ele chegava soado, com cheiro de perfume barato e com cheiro podre de bebidas alcoólicas. Como minha irmã era criança, precisava de cuidados. Mas meu pai não deixava minha mãe cuidar dela, mandava contratar empregadas – Que acabavam virando suas amantes. – Ela depois de aturar tudo isso, pediu divorcio, mas meu pai não cedeu. A ameaçou.

Eu cresci ouvindo meu pai sempre dizer que eu ia administrar as empresas que tínhamos, que eu deveria honra-lo. Eu deveria mostrar minha virilidade de macho, ser o homem da família. Que todos respeitam. Quando eu estava na minha faculdade, eu comecei a ir trabalhar com meu pai, ajudar nos negócios, vendas, ia em reuniões. Até que um dia, um ano antes de eu me formar na faculdade, meu pai acaba entrando em uma falência em menos de 24 horas.

Ficamos desesperados, não entendo como aquilo aconteceu. Meu pai disse que a culpa era toda minha, que ele tinha vergonha de mim. Aquilo foi um choque tão grande, foi onde eu encontrei um general.

 

 

– Você está dizendo que meu pai foi o culpado de ser pai ter falido em menos de 24 horas? - Pergunta, Sophia.

– Sim. Não. Deixe-me continuar. – Respondo.

 

Eu estava com ódio dessa tal pessoa que fez isso, eu queria de qualquer jeito me vingar. Entrei para policia, fiz provas para entrar onde o tal general trabalhava. O plano era arrancar não só a grana que meu pai perdeu, mas sim, tudo. Sabia que o general tinha muito mais que meu pai.

 

– Mas quando descobriu que ele não tinha nada com isso? – Ela pergunta, sem entender muito bem.

– Quando eu vim parar aqui. – Respondo. – Sophia, eu realmente me arrependi. Eu disse a Tae... – Fiquei quieto. Merda, disse o nome dele.

– Taehyung? Kim Taehyung também estava nisso? – Ela me olha surpresa, com o susto, ela bate na mesa e bufa. – Eu não acredito nisso! Tudo estava bem na nossa frente. Continue.

– Quando eu disse a Tae que tinha me arrependido, que isso não valeria apena, porque eu pensei em você e na raiva que eu sinto do meu pai. – Fecho as mãos com força. – Eu não suporto aquele homem.

– Por que tem raiva dele? – Pergunta.

– Ele bateu e abusou da minha mãe por muito tempo e ainda continua, é por isso que eu o odeio.

 

 

» Sophia «

Era muita coisa em um dia só, ainda mais em um dia de natal. Assustada que eu tinha escutado, sentei na cadeira, comi um pedaço de bolo e levantei. Com os pensamentos a mil, alguém bate na porta.

 

– Senhorita, o tempo acabou. – Um policial, avisa.

– Já estou indo. – Digo. – Bom... – Levanto da cadeira. – Eu já vou indo. Feliz natal, Suga. – Falo olhando para a porta, mas viro para dar um sorriso.

– Sophia... antes de ir eu preciso te falar uma coisa. – Suga diz.

– O que você precisa falar?

– Muito obrigado por vir aqui, realmente fico muito grato. Eu não esperava vir ninguém, além de Tae. – Suga diz. Eu dou um sorriso e saio da sala.

 

Saio da sala e rapidamente policias entram e pegam Suga, ando rápido até a saída e ligo para Namjoon. Chama, chama e ninguém atende. Merda! Ele deve estar com a namorada dele. Hoseok disse que não era para ninguém atrapalha-lo. Jungkook está com Hyuwa. Meu pai, meu irmão e Mari. Jin foi passar com a mãe. Eu não tenho mais ninguém, estou completamente sozinha.

 

 

Hoje faz uma semana que disse a Jimin oque houve depois disso tudo, apesar de não o amar como eu amava, eu o amo como amigo. Mas agora, a ultima coisa é: Ser amiga dele. Os únicos que sabem sobre isso, são: Hoseok, Namjoon e Hyuwa (Provavelmente, Jungkook.) Como os comentários rolam na mesa, parece que todos passaram seu natal maravilhosamente bem.

 

– Como passou de natal, querida? Onde Jimin a levou? – Meu pai pergunta, e os três sem querem deixam o garfo cai.

– Pai... – Olhei para todos na mesa (Jungkook, Hyuwa, Namjoon, Hoseok, meu pai e Mari.) Eu não sabia exatamente o que falar. – Eu não queria falar sobre isso agora, mas depois eu não vou ter coragem de dizer. Eu contei toda a verdade para Jimin, contei que me envolvi com Suga. – Saio da mesa e saio correndo para o meu quarto.


Notas Finais


Comentem oque acharam, comentários são muito importantes para mim!
Bjss, até o próximo! 💜
tt: @_secretwriter_

Uma divulgação básica:
→ Minha fanfic com o Tae: https://spiritfanfics.com/historia/dream-5987131


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...