História Amor Proibido - Capítulo 49


Escrita por: ~

Postado
Categorias Black Veil Brides (BVB), Tokio Hotel
Tags Amor Proibido, Bill Kaulitz, Drama, Romance
Exibições 78
Palavras 2.775
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Famí­lia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoal! Tudo bem? Espero que sim!

Dedico esse capítulo com muito amor a DryMM e a Glamurous-chan qual me presenteou com um comentário maravilhosissímo que me fez pensar muito na fanfic, me fez levar mais a sério. Senti uma necessidade absurda de postar esse capítulo para vocês e, claro, para a DryMM. Valeu, gatas!


>>>>>>>>>>>>>>>>Notas finais são importantíssimas!<<<<<<<<<<<<<<<


Boa leitura!

Capítulo 49 - Por Mim, Por Você, Por nós Dois.


Fanfic / Fanfiction Amor Proibido - Capítulo 49 - Por Mim, Por Você, Por nós Dois.

 

 

Dois meses haviam se passado desde que eu disse sim ao seu pedido de namoro e, bem, as coisas se tornaram meio estranhas ao meu redor depois disso. Não é exatamente ruim, na verdade não é nada ruim, como posso explicar... Eu e Bill temos dado certo, tão certo que suspiro de amor - que gay - só de pensar em nós dois e somos um casal de namorados tão feliz quanto qualquer outro casal, apesar de todos os cuidados que tomamos em público. Bill tem uma alma jovem, carismático, bondoso, engraçado sem ser mal, facilmente alguém se apaixonaria por ele, principalmente uma pessoa jovem e problemática como eu sou e isso tem me feito refletir muito. Bill é um homem romântico, gosta de coisas práticas e, apesar de todo drama entre nós, gosta de desenrolares simples, não dá pra acreditar que é uma pessoa de uma cidade tão grande e movimentada feito Leipzig, tem um coração enorme e tem feito de tudo ao seu alcance para me dar conforto, para nos dar um futuro, isso tem causado mais impacto em mim do que eu pensei que causaria. 

 

Ele me faz pensar em tudo, tudo o que aconteceu e tudo que pode acontecer, Bill me dá uma perspectiva de futuro que eu pensei já estar morta, ele me faz querer viver, me faz querer ser uma pessoa melhor, me faz querer evoluir mentalmente e podem pasmar, eu tenho feito isso. Minha vida tem estado tipo, "uau!", é verdade, estou viva, estou bem, ele me faz bem, e depois de dois meses, apenas dois meses, eu tenho pensado em como ele é bom demais para mim. Bill é um coquetel de tudo mais doce e saboroso que se pode ter numa bebida, mas há aquele álcool que nos embriaga, nos faz ficar tontos, rir sem razão, ansiar por mais, Bill me deixa alta, entorpecida e eu o amo desgraçadamente. Desde nosso namoro eu decidi mudar, mudar por mim e por ele pois como eu disse anteriormente: Bill é bom demais para mim mas eu não estou disposta a abrir mão dele só porque eu sou uma pessoa fodidamente quebrada, então tenho feito pequenas mudanças, tenho aberto mão de uma adolescência perturbada, disposta a enfrentar meus males pelo bem do nosso amor pois tenho plena ciência de que se mentalmente eu estiver instável sempre então vou impedir meu amado de evoluir, estarei sendo uma âncora no seu pé e eu não quero isso, quero crescer junto com ele, quero que isso realmente dê certo, não por meses ou uns anos, Bill é uma pessoa sagrada, quero que nós sejamos eternos. 

 

Acendi mais um cigarro e bebi um gole de café, vendo a fumaça do meu trago se dissolver com o vento.

 

 Uma vez comentei com ele que me sinto assim, sabe, quebrada e que gostaria de mudar pelo bem de nós dois, lembro que foi a primeira conversa séria qual tivemos depois de nos entendermos, sorrio ao lembrar do modo carinhoso qual ele segurou minhas mãos e me olhou nos olhos, e havia tanta ternura e amor naqueles lindos olhos que imediatamente me senti em casa. Bill sempre disse que refletir sobre nós mesmos é um bom começo para reparar danos ao nosso redor, aconselhou-me pensar antes de qualquer atitude rude assim como qualquer atitude de desespero e segurando minhas mãos mais forte falou com todo o cuidado possível que eu nunca estive realmente sozinha e que deveria parar de me auto-danificar com coisas quais eu concluo sem saber se é realmente o certo. 

 

Ele exitou ao me dizer isso, lembro de seus olhos receosos procurando os meus quando eu senti o impacto das palavras e ele havia me deixado muda. Se fosse em outra ocasião e outra pessoa eu teria o mandado se foder da maneira mais rude qual uma pessoa possa falar, mas vindo dele aquilo me fez refletir. Ficamos uns dois dias mais afastados depois daquilo, não que tenhamos parado de nos ver, mas Bill me dissera que eu precisava de um momento para mim (isso, claro, depois de me bombardear com pedidos de desculpa pelo que havia dito, demorou um tempo até ele acreditar que aquilo de alguma forma tinha me feito bem, e que em vez de ficar chateada eu decidi olhar com mais carinho os conselhos que me dão) mas não ficamos longe, não conseguiríamos, ele estava sempre lá, seja em ligações ou mensagens carinhosas e, claro, uns amassos no seu carro depois de me deixar em casa. 

 

Traguei o cigarro de novo, sentada a beira do mesmo abismo velho qual eu tanto amo ficar. 

 

Bill tem razão, eu nunca estive verdadeiramente sozinha, Carol sempre esteve lá, quando não era Carol os meus avós paternos estavam sempre presentes depois do acidente e mesmo que Bill não goste Andrew também fez e faz parte de um momento importante na minha vida. Eu nunca estive sozinha e vejo agora o quão rude eu fora com as pessoas ao meu redor, o quão egoísta. Chorei horrores depois de perceber o quão infantil eu tinha sido, é óbvio que a morte do meu pai me afetou e sempre irá me afetar de uma forma dilacerante, creio que eu jamais aceitarei a sua partida, mas me conformar com o acontecido é um começo pois meu pai não vai voltar depois de todos os meus dramas em terra. Lembro também da conversa qual tive com Carol um mês depois de começar a namorar com Bill, resumindo eu a perdi perdão por tudo, por todas as minhas falhas, pelo que havia feito passar e agradeci por tudo que ela fez por mim, estou plenamente ciente de que pedidos de perdão não apagam o passado nem cicatriza as feridas, mas queria que ela visse o quão verdadeiramente arrependida eu estou. Carol foi uma mistura de mãe, irmã mais velha, psicóloga e namorada e eu estava a mantendo num relacionamento abusivo. Sempre a preocupando, sendo ingrata, a fazendo chorar. Eu fui horrível, e depois de longas sessões de choros dela ela revelou-me que estava de mudança.

 

- Não há porquê ficar se não precisa mais de mim, Dark -- ela disse sentada a minha frente numa distância segura, depois de minhas muitas indagações minhas, alegando que ela não precisava fazer aquilo -- Eu gostaria, realmente gostaria que todo esse bem mental que te ocorre fosse por minha causa -- ela baixou os olhos e apertou os nós dos dedos, senti minha garganta ficar seca -- Mas já que não é e já que você tem superado os seus traumas acho que é hora de seguir minha vida também, não é? -- Ela levantou os olhinhos azuis brilhantes pelas lágrimas e tristes, tão tristes que tive vontade de abraçá-la, mas não fiz, contato corporal com Dead só ia fazê-la ficar pior.
 

- É mais do que justo -- eu disse depois de um tempo, rouca, sentindo as palavras formigarem na garganta -- Eu sinto muito por tudo, Carol...-- Disse novamente tentando segurar as lágrimas, tentando parecer firme. Ela abanou as mãos frente o rosto fazendo pouco caso, dizendo por sinais que estava tudo bem quando na verdade ela chorava compulsivamente a minha frente -- Vai voltar pra Itália?

 

- N-Não, tenho pensado em conseguir um emprego e alugar um apartamento aqui e quem sabe recomeçar a faculdade -- ela sorriu triste e assenti compreensiva, realmente feliz por dentro por ela querer recomeçar -- Se eu ficar aqui não vou conseguir, eu preciso...-- ela exitou mordendo os lábios, fugindo do meu olhar -- E-E-Eu preciso...

 

- Ficar longe de mim -- completei compreensiva e ela assentiu enquanto mais lágrimas desciam pelo seu rosto -- Eu compreendo, não se sinta culpada, por favor. Fez por mim mais do que qualquer pessoa faria e eu sou eternamente grata, Dead -- olhei nos seus olhos desviando rapidamente, qualquer contado é delicado na nossa situação, eu poderia machucá-la ainda mais e definitivamente não quero isso -- Você sabe que nós iremos lhe ajudar em tudo que precisar, Carol. Desde um bom emprego até uma ótima faculdade, nossa família vai arcar com tudo.

 

- Obrigada, mas não precisa -- ela respondeu rápida, convicta -- Eu quero fazer tudo por mim mesma -- nos seus olhos eu entendi que Dead queria investir nela mesma, que precisava do seu espaço, que perto de mim ou qualquer coisa que me rodeasse ela nunca superaria, Carol precisava retomar a vida que eu parei ao chamá-la pra Alemanha. Ela estava bem na Itália, seguindo a vida, até mesmo achou que eu a tinha esquecido quando fui morar em New York mas bastou uma ligação pra que ela trancasse a faculdade e desistisse de tudo que acreditava para vir morar comigo. Ela estava indo, mesmo ainda não sendo forte o suficiente para tomar uma distância de país longe de mim, mesmo não voltando para a Itália, ela estava indo.

 

Carol... Quanta força seus braços tiveram para me levantar, quanta força suas pernas tem para se levantar.

 

Carol... A pequena guerreira, umas das pessoas que mais admiro e irei respeitar em vida. 

 

Depois da nossa conversa final ela se mudou, quatro dias depois. Achei mais saudável para nós duas se eu não soubesse onde é sua nova moradia nem o campus qual ela queria estudar ou o trabalho qual já tinha conseguido - porque estava correndo atrás antes mesmo da nossa conversa - mas negou veemente quando perguntei se era do desejo dela que eu excluísse seu celular, ela disse que não queria sair da minha vida, que éramos amigas e que eu deveria ligar sempre pra dizer como estava indo e se precisava de algo, ela se mostrou relutante quando fez a última proposta e entendi que se eu dissesse que precisava dela Carol desistiria de tudo de novo pra ficar comigo, dali em diante eu tomei como meta jamais interferir na vida dela novamente ou de qualquer outra pessoa, que a distância é uma medida segura para nós duas, mesmo que me doa no fundo do peito, Dead precisava se descobrir novamente, ter uma vida, um relacionamento saudável e se para isso eu devesse estraçalhar meu egoísmo e dizer adeus, então eu faria, e foi o que eu fiz.

 

 Nos falamos três vezes depois da sua mudança, ligações rápidas, eu sempre a ouvia em tudo e evitava veemente comentar sobre qualquer conflito relacionado a mim. Ela estava indo bem, creio que esteja se consultando com um psicólogo, os resultados já surtiram um efeito incrível, ela precisa acreditar que a vida dela é muito capaz sem mim ou qualquer outro ser. Ela alega ser uma besteira que eu não pudesse visitá-la, prometi que faria depois que ela se estabilizasse na nova vida que seguia, e assim eu seguia a minha também, um dia de cada vez..

 

Suspirei e bebi mais um gole de café. 

 

Eu me sentia diferente. Partes importantes da minha vida foram tiradas de mim, a partida de Dead também foi difícil mas um alívio para nossas almas, senti que ela estava no sentido certo e pela primeira vez senti aquele alívio de quem fez algo correto, pensando nisso não posso deixar de lembrar de Andy, no quanto eu fui egoísta com ele também. Andy precisava de ajuda, uma ajuda qual não estava preparada, eu deveria tê-lo colocado na reabilitação antes mesmo que isso me custasse mais umas semanas em transe. Não me arrependo dos momentos que tivemos mas compreendo nas palavras de Bill quando diz que foi tão perigoso pra mim quanto pra Andy. Eu estava em risco, poderia ter morrido, e se Andy fizesse algo mais grave comigo ele jamais se perdoaria, no seu estado poderia até ter cometido suicídio, poderia ter morrido de overdose quando eu estava na escola, poderia ser seguido por seja lá quem o fornecia drogas pesadas, uma infinidade de coisas poderia ter acontecido e em vez de ajudar eu estava dando a Andy falsas esperanças, eu não poderia suprir aquele vazio que ele tentava preencher com drogas, não poderia suprir aquele vazio que sua ex-maluca tinha deixado. 

 

Eu era Brenda Callengarii, uma adolescente de 17 anos tentando mudar o mundo com a força dos punhos, olhos e ouvidos fechados, não atenta que me machucava e machucava ainda mais quem me rodeava. Foi o melhor a ser feito, mesmo que todos os dias eu desejo vê-lo, abraçá-lo ou apenas ficar jogando conversa fora sobre coisas inúteis deitados numa rede na imensa floresta. 

 

Acompanho  canal de notícias do Portal BVB e sei que Andy ainda está na rehab, "estamos tendo um progresso lento, mas gratificante" fora o que um dos seus médicos disse numa coletiva á imprensa e só Deus sabe como meu coração se aliviou quando li a notícia. Aos poucos as coisas se encaixavam, aos poucos as peças estavam sendo colocadas no lugar e aos poucos eu sentia cada vez mais uma necessidade de conversar com minha mãe. É, isso mesmo, eu gostaria de entender o que se passanaquela cabeça. Ela se afastou quando papai morreu, depois disso não tivemos muitas chances de diálogos amigáveis e mesmo que ainda não a perdoe e sinta uma raiva a pensar na situação, eu estou disposta a ouvi-la, não hoje, não agora, mas sinto essa necessidade, eu sinto falta da minha mãe. Talvez um dia eu esteja preparada, sei que pode ser um caso longo -ou não-, mas acho que só o fato de querer ouvi-la já é uma evolução grande. 

 

Evolução. É a palavra chave da minha existência agora. Quero evoluir. Bill abriu uma série de portas de possibilidades que antes estavam fechadas a ferro e fogo, abriu minha mente para tantas possibilidades que perco o fôlego só de pensar e eu quero isso, eu quero esse conhecimento, eu quero essa evolução, eu quero esse bem por ele, por mim, por nós. Tenho dedicado mais aos meus estudos desde então, conselho não só de Bill mas de Georg e Gustav, eu achava que por meu ensino ter sido superior eu poderia menosprezar o conhecimento ao meu redor, fechando minha mente para novos conceitos. Tem sido difícil, admito, maus hábitos não mudam da noite pro dia, mas tenho me esforçado em dobro para dar essa impressão, que passei da água para o vinho, quero ser o vinho dele, quero que me saboreie como a bebida mais doce da adega, única. Não imagino um homem como Bill Kaulitz namorando uma garota problemática em todos os sentidos, ele merece alguém que o acompanhe e eu definitivamente quero ser esse alguém.

 

Quando tomei as pequenas decisões da minha vida pensei por um momento estar sendo inusitada, Bill se apaixonou por uma garota maluca que se jogou de um prédio só porquê não queria vê-lo, se eu mudasse ainda iria me querer com a mesma intensidade? Essa possibilidade me deu tremores por noites mas agora vendo o quão mais próximos nós estamos, ao ver o quanto nosso relacionamento está se desenvolvendo melhor eu acredito que estou no caminho certo. Ele tem mudado também - não que tivesse muitas coisas para mudar naquele homem - mas o vejo aceitando cada dia mais nós dois perante os olhares vigilantes, ao invés da culpa e preocupação a irritação de ser o alvo de comentário maldosos sem necessidade tem tomado o lugar. Bill é um homem sereno e são poucas as coisas na sua lista negra e acho que nosso relacionamento, aos poucos que nos viram trocando carícias, sendo alvo de críticas cruéis está no topo delas. 

 

Finalizei meu café guardando o copo na mochila para jogar numa lixeira depois, acendi outro cigarro e levantei arrumando minha calça Jeans clara e acomodando ainda mais o casaco de lã preta de Bill sobre meu corpo. Está frio. Quanto tempo devo ter ficado aqui? Quanto tempo dentre esses dois meses eu vim pra esse abismo refletir? Tem sido meu companheiro essa solidão, essa calmaria, aqui em cima é como se toda Magdeburg se silenciasse e só o som da minha respiração fosse ouvida. É aqui que eu tenho tomado minhas decisões mais importantes, nesse precipício, no calor dos braços de Bill acompanhado com um bom cigarro e um café quente.

 

Sorri comigo mesma abraçando meu corpo dos tremores do frio, olhei uma última vez para a paisagem a minha frente e me virei pronta pra voltar pra casa dele. Temos passado bastante tempo juntos, principalmente antes e depois do colégio, apenas hoje nossa manhã não foi no conforto do seu apartamento pois ele tinha uma papelada para resolver com Ottamar. Não faz mal, sei que quando chegar será todo meu.

 

Meu Bill.

 

O que um bom homem bom não pode fazer na vida de uma garota má? 




 


Notas Finais


Gente, me perdoem a demora, não era pra ter demorado tanto. O mês de junho é extremamente complicado pra quem tem bebê, muito frio e quando a gente menos espera, puf! Estão gripados e necessitando de atenção mais do que redobrada! E o mês de julho? Passei duas semanas com meus bebês internados e descobri que os dois tem asma, é hereditário, inevitável que não tivessem, mas lá se vai mais um mês de cuidado redobrado com a saúde dos pequenos. Os meses de agosto, setembro e até antes de ontem de outubro eu tive um porre de um problema com minha rede de internet, coisa de justiça, só quem já passou por um fiasco a ponto de levar para os tribunais sabe como é. Espero que me perdoe, gente <3

Tá bem, esse capítulo foi sim só texto e peço IMENSAS DESCULPAS por isso, mas depois de um comentário da DryMM eu senti extrema necessidade de adiantar as coisas logo, nossa Callengarii irá enfrentar novas etapas da vida dela, achei legal esse capítulo, espero que tenham percebido que o modo dela olhar e narrar a vida está muito mais adulto. Foi um capítulo de ligamento, gente. Logo, logo estarei postando o outro pra não ficar nessa furada aí.
AH, MUITO OBRIGADA PELOS LINDOS COMENTÁRIOS! 11 comentários de lindas garotas que animaram meu dia e me fizeram felizes mais uma vez, não sabem o quanto me fazem bem <3
E ME PERDOEM! Gente, tá legal que sou adepta a capítulos longos mas 11.000 palavras é demais, né? Me perdoem, eu estava empolgadíssima no anterior e agradeço quem chegou ao final do capítulo cansativo e ainda comentou <3


E sou muito grata aos 120 favoritos! Mesmo que seja pouco, mesmo que seja só um terço dos leitores que tenho eu amo vocês de paixão, não estaria aqui se não fosse vocês.


Nos vemos em breve? Digam o que achou do capítulo <3


Foto dos meus babys só pra alegrarem seu dia <3

Thomas: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=882908298480111&set=pb.100002828470262.-2207520000.1476808346.&type=3&theater

Charlotte: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=882908245146783&set=t.100002828470262&type=3&theater

A da foto não sou eu, é a avó adotiva deles.


Beijos, gente!


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