História Amor proibido - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Aluna, Amor, Bissexual, Escola, Gay, Hetero, Lésbica, Professora, Proibido, Relação
Exibições 86
Palavras 991
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Festa, Lemon, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olarr, tudo bom? Espero que sim. Nesse segundo capítulo rola emoção e surpresas rs. Boa leitura.

Capítulo 2 - Valdivia


12:00 PM
A aula acaba e Leticia sai da escola para ir embora, no caminho, fica pensando na nova professora e como ela tinha sido gentil e simpática. Andando distraída, nem percebe que está sendo seguida, quando algo inusitado acontece.
- Perdeu! Perdeu! Passa o radinho!
- calma moço calma!
- calma o caral.. Leticia?
- Valdivia??
- Caralho, quase não te reconheci, eai mina
- Você me deu um susto garoto!
- foi mal, mas eai, tudo bem?
- tudo sim e você?
- to sim, ta indo pra casa?
- é, eu to
- ah, então eu te acompanho. É perigoso andar sozinha por ai
Valdivia era um ex de Leticia que havia entrado para o mundo das drogas e agora roubava para sustentar o vício.
- eai, rola um cinema hoje? Dar um remember
- claro, que horas?
- 16h passo na sua casa, agora deixa eu ir gata, falou - ele da um selinho nela e vai embora.
Leticia chega em casa, cumprimenta sua mãe e seus irmãos, deixa a mochila no quarto e volta pra cozinha pra ajudar sua mãe com o almoço. 
- mãe vou sair a tarde
- vai onde? Com quem?
- no cinema com o Valdivia
- ai Leticia, você sabe que não gosto desse menino. Ele é nóia!
- claro que não mãe
- cuidado hein, eu to de olho
A família senta para almoçar, eles comem e depois os irmãos e a mãe saem para trabalhar enquanto Leticia vai tomar banho e se arrumar para sair com seu amigo.
As 16h, Valdivia toca o interfone e Leticia sai de casa para encontrar ele.
- nossa gata
- oii
Ele beija ela e depois os dois sobem na moto dele e vão para o cinema. Lá, eles escolhem um filme e vão pra fila comprar pipoca. 
De longe, Leticia vê alguém que ela acha que conhece. E estava certa, era Débora, a nova professora de Química, e ela parece estar acompanhada. Leticia olha melhor e vê que ela está com uma outra mulher, e elas estão de mãos dadas. Sem perceber, ela range os dentes ao ver essa cena, não estava gostando nem um pouco do que via.
- gata ta tudo bem?
- oi? Ta, só vi alguém que conhecia e fiquei surpresa
- aquelas duas sapatonas ali?
- sapatão?
- é, não é? 
- elas são namoradas?
- ah, devem ser né, mo grudadas
- hm
- vem, vamo entra pra ver o filme
Um pouco antes de entrarem no cinema, Leticia viu Débora e a outra mulher trocando um beijo, ela tentou parar para olhar, mas Valdivia puxou ela pela cintura e a beijou, fazendo ela prestar atenção nele, mas nem assim ela conseguiu tirar o sentimento de raiva que ela havia sentido.
Durante o filme, Leticia não parava de pensar em Débora.
"Ela namora? Uma mulher?? Que raiva! Por que eu to sentindo isso? O que ta acontecendo comigo? Eu preciso falar com o Fernando, só ele sabe me ajudar"
O filme acabou, Valdivia e Leticia saíram do cinema e foram andando até uma praça, sentaram e ele tirou um baseado do bolso e ascendeu.
- vai querer?
- não, obrigada, ta ficando tarde.. Eu vou pra casa
- que isso mina? Puxa unzinho, rapidão, nem da nada
- não, sério, não quero
- ce é frouxa assim?
- eu so não quero
- que patricinha, você não era assim antes
- Valdivia, para, eu não quero
- vamo curtir mina, relaxa ai
- não, eu vou embora - ela se levanta e ele segura ela pelo braço - me solta!
- Para de ser mimadinha Leticia, fuma comigo
- me solta Valdivia, eu vou gritar!
- vai logo, fuma ai
- AHHHHHHH - Leticia grita e tentando se soltar de Valdivia, ele agarra ela com mais força, tentando calar a boca dela com beijo, mas ela continua se debatendo
- solta ela garoto! - Débora havia aparecido ao ouvir o grito de Leticia, dessa vez ela estava sozinha, e tinha ar de autoritária.
- ué, sai fora sapatão
- eu mandei você soltar ela agora, ou eu chamo a Polícia
- ta bom, ta bom, falou - Valdivia largou Leticia, e saiu correndo para sua moto no estacionamento.
- ele te machucou? 
- não.. Ta tudo bem, obrigada - Leticia disse alisando o pulso que estava vermelho
- deixa eu ver isso - Débora estendeu a mão para ver a marca no braço, quando relou, Leticia contraiu de dor - Vem, vou te levar numa farmácia, ai a gente passa algum remédio ai pra aliviar a dor
- não precisa professora
- já tivemos essa conversa hoje, não é? Vem logo
- af, é, ta
Leticia seguiu Débora até o carro dela, as duas entraram e Débora dirigiu até uma farmácia, o carro totalmente em um silêncio constrangedor. Ao chegar na farmácia, as duas desceram do carro, Débora comprou o remédio, voltaram para o carro, ela passou a pomada com maior cautela. 
- está melhor? 
- sim, obrigada professora. Bem, acho que ja vou indo
- relaxa, eu te levo até sua casa
- não precisa
- precisa sim, não quero aquele otário atrás de você de novo
Leticia deu as coordenadas até sua casa, chegando lá, Débora estacionou o carro na frente da garagem.
- obrigada mais uma vez Débora
- ei, han, 2 coisas, pode me chamar de deh, eu prefiro. E toma cuidado ta? 
- ta bom, deh. Tchau - ela deu um beijo no rosto da professora que sorriu e saiu do carro. Débora ficou esperando ela entrar em casa para dirigir novamente.
"Que dia" era tudo que Leticia conseguiu pensar. A professora tinha uma namorada, e por algum motivo, ela tinha raiva disso, Valdivia tinha sido um grosso com ela, a professora salvou-a e trouxe-lhe para casa. Sua cabeça estava numa confusão enorme. A única pessoa que podia ajudá-la, era Fernando.


Notas Finais


Deixa um oizinho ai, ajuda a dar vontade de escrever. Logo posto o próximo cap ♥


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