História Amor proibido - Capítulo 16


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Gay, Família, Família Gay, Gay, Gravidez Masculina, Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Novela Gay, Romance Gay, Sobrenatural, Vampiro, Yaoi
Visualizações 1.362
Palavras 1.167
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 16 - Capítulo 16



Pov. Miguel

Fiquei vendo o tio dele cuidando dos ferimentos e me senti horrível por não saber ajudar, mesmo depois dele ter me protegido.

- Ele vai ficar bem, não vai? - perguntei olhando para o Johnny preocupado.

- Vai sim, não se preocupe - falou com um sorriso e saiu do quarto.

Queria ficar ali até o Johnny acordar, mas sabia que não era bem vindo.

- Já está indo?

- Sim, é melhor. Sei que a mãe dele não gosta de mim...

- De um pouco te tempo para eles - falou com um sorriso gentil mais uma vez.

Concordei e me despedi dele.

Quando cheguei em casa, meus pais já estavam sentados na sala com o Cásper.

- Que cheiro de cachorro filho - meu pai falou trampando o nariz, assim como a minha mãe e o Cásper.

- Estava na casa do Johnny - expliquei.

- Então os pais dele já sabem? - minha mãe perguntou.

- Sim, mais ainda não aceitaram muito bem.

- Bom... Vai tomar um banho, seu irmão está quase sufocando aqui - minha mãe disse e concordei rindo. Já tinha me acostumado com este cheiro de cachorro por passar tanto tempo com o Johnny então nem ligava mais.

No banho fiquei pensando no ataque que tinha sofrido na colina, o Johnny podia ter morrido e o meu bebé também, comecei a chorar copiosamente abraçando forte minha barriga. Quando me acalmei, sai do banheiro e foi para sala para conversar com os meus pais.

- Mamãe, papai? - chamei a atenção deles.

- Sim?

- Eu e o Johnny fomos atacados - falei logo, antes cair em lágrimas novamente.

- O que? Conte isto melhor - minha mãe pediu tanto um espaço no sofá para eu me sentar.

- Estávamos numa colina e de repente um lobisomem apareceu e nos atacou, e falou que iria tirar esta abe... O bebê te mim - disse e não aguentei e comecei a chorar.

- Calma filho - minha mãe falou me abraçando.

- Se ele tivesse conseguido? Se o Johnny não tivesse lá... - perguntei com medo, chorando mais.

- Calma! Calma! Ele estava lá e nada aconteceu ao meu netinho - meu pai falou fazendo um carinho nas minhas costas.

- Porque você está chorando, irmão? O bebê não tá bem? - o Cásper perguntou fazendo uma carinha triste para mim.

- Ele está bem, sim, filho - minha mãe falou antes de mim

- Vou pegar um sangue fresco para você - meu pai disse se levantando e indo para a cozinha e voltando com um copo de sangue A , seu favorito!

- Obrigado pai - falei pegando e bebendo um pequeno gole. Fiquei bebendo em pequenos goles até me acalmar.

- Mas porque atacaram ele e quiseram machucar o bebê? - minha mãe perguntou aos cochichos para o meu pai.

- Não sei, mas vou investigar isto. Não se preocupe, ninguém vai machucar nosso filho e neto - meu pai respondeu com uma voz firme.

Passei a noite toda vendo filmes de comédia para me distrair um pouco, mas não conseguia relaxar, até pedi para os meus pais ficarem comigo.

Quando amanheceu foi me arrumar para a escola, mesmo meus pais falando para eu faltar hoje, mais tinha uma pequena esperança de quanto entrasse na sala de aula o Johnny estivesse lá. Mais minhas esperanças acabaram quando não vi ele sentado e o Manuel encostado na parede.

- O Johnny ainda não se recuperou?  - perguntei para ele.

- Ainda não.

- Entendo - disse mordendo meus lábios me impedindo de chorar.

- Você quer ir vê-lo depois da aula? - o Manuel perguntou me pegando de surpresa.

- Eu posso?

- Sim, meu tio Lion pediu para te convidar.

- Quero sim, obrigado - disse abrindo um sorriso sem mostrar os dentes.

- Você está bem?... Sabe... Depois do... - perguntou sem jeito.

- Estou, mais ou menos. Mais... Porque ele queria me atacar. Isto eu não entendo - falei e meu sangue começou a esquentar por eu estar nervoso e também comecei a respirar mais rápido.

- Ei! Calma, não é bom você se estressar.

- Você tem razão. Obrigado.

O sinal bateu e ele foi para a sala dele.

Na hora do intervalo, o Manuel também veio me acompanhar.

- Desculpa, mas porque você está me seguindo? - perguntei tentando não ser grosseiro.

- O tio Lion pediu, sabe... Como precaução pelo que aconteceu ontem - explicou e agradeci a ele.

Como no dia anterior foi para o banheiro para poder comer.

- Ei! Você está bem? Estou sentindo cheiro de sangue - perguntou e  podia sentir sua preocupação.

- Sim, estou... Comendo - disse meio sem jeito, eu lembrava quando disse isto para o Johnny, ele quase vomitou, embora seja uma informação comum para as pessoas, quem sabe que existimos ou não.

- Ok! Vou ficar lá fora - concordei com a garganta e ouvi ele sair, meu coração tinha ficado mais aliviado por saber que poderia ver o Johnny depois da escola.

Acabei de comer e saiu do banheiro vendo o Manuel parado do lado da porta e foi para sala de aula.

Quando o sinal do final das aulas bateram, peguei meu carro e segui ele até a casa deles.

- Oi Miguel!

- Olá Sr. Lion.

- Não precisa me chamar de sr. O Johnny está lá no quarto dele, segundo andar, última porta a esquenta - falou com um sorriso gentil e agradeci a ele. Subi as escadas com um pouco de medo da mãe do Johnny, a alfa da casa, me expulsar daqui.

Entrei no quarto que ele tinha falado e o Johnny estava lá deitado, mas não sabia se ele estava dormindo.

-Johnny? - perguntei baixinho

- M-Miguel?

- Sim! Você está bem?

- Sim, daqui a pouco vou estar melhor.

Alguém bateu na porta de leve só para chamar a nossa atenção, era uma menina de provavelmente 13-14 anos, ela lembrava um pouco o Manuel.

- Você que é o Miguel? - me perguntou.

- Sim! Prazer - falei e ela abriu um sorriso pequeno.

- Prazer Camélia! Parabéns pelo bebê - disse me tanto um abraços de cinco segundos.

- Obrigado - falei meio envergonhado.

Ela saiu do quarto e nos deixou sozinhos novamente mas começamos a ouvir vozes exaltadas no andar de baixo.

- Passamos a noite inteira vasculhando aquele floresta e nenhum rastro - a voz da mãe do Johnny falou alta e raivosa.

- Devia ser um profissional mas porque ele atacou o Johnny? - uma voz masculina perguntou e ouvi eles subindo as escadas.

- Johnny, você se lembra de alguma característica do lobisomem que o atacou? - um dos homens que estava com a mãe do Johnny perguntou.

- Não - negou com a cabeça.

- Eu... Eu lembro de algo - disse meio receoso, nenhum dos três tinha olhado para mim deste que entraram no quarto.

- E o que seria? - o homem mais velho dali, perguntou.

Um brasão que ele usava na camisa...  - parei um pouco procurando um papel para desenhar e levou uns cinco minutos para eu poder desenhar o brasão que tinha visto - Aqui.

- Este é o brasão de uma alcatéia da cidade do lado - a mãe do Johnny falou e ficou um silêncio desconfortável do outro, todos pareciam estar pensando em algo.



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