História Amor proibido - Capítulo 17


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
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Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 17 - Capítulo 17



Pov. Johnny

Quando minha mãe disse que o brasão era da alcatéia vizinha, estranhei, tínhamos uma boa relação com as alcatéias vizinhas de todas as cidades, então porque nós atacariam. Provavelmente eu não era o único a pensar desse jeito pelo silêncio que ficou no quarto.

Mas o silêncio que se instalou no quarto foi interrompido pela chegada na Fiona afobada.

- E verdade que você está carregando um mestiço meio vampiro e meio lobisomem?

- Acho que sim - o Miguel respondeu meio perdido.

- Que incrível e a primeira vez que ouso um caso deste é tão demais. Mais ele vai nascer lobisomem ou vampiro, ou uma mistura dos dois, tipo uma nova espécie - continuou falando rápido.

- E-Eu não sei - falou e isto me fez começar a pensar, me lembro do Manuel já ter me feito está pergunta mas na hora não liguei muito, mais agora...

- E ele vai ser meu primo, né?

- Vai sim, Fiona. Agora para de incomodar ele - disse antes do Miguel poder responder.

- Tá bom! - disse saindo do quarto desanimada.

- Uma nova espécie... Johnny o que o cara que te atacou falou?

- Falou que ia matar a aberração que crescia dentro do Miguel - na hora não tinha prestando atenção no que ele tinha falado por ter ameaçado meu parceiro e meu filho e também por instinto, mas agora que minha mente estava mais clara conseguia raciocinar melhor.

- O que vamos fazer? - meu tio Vik perguntou para a minha mãe. Ela não falou nada, só saiu do quarto.

Fiquei um tempo vendo por onde minha mãe e o meus tios tinham passado até que ouvir uma fungada forte do Miguel.

- Amor, tudo bem? Aconteceu alguma coisa? - perguntou preocupado tentando me levantar enquanto todo o meu corpo gritava para eu deitar.

- Claro que tem. Você só se machucou por que eu engravidei e tem uma ou mais pessoas tentando matar nosso bebé - disse tudo entre soluços.

- Vem aqui - puxei ele para o meu peito que ficou encharcado pelas lágrimas dele - Não vou deixar ninguém machucar o nosso filhote ou você.

Demorou uns seis minutos até ele se acalmar e parar de chorar.

- Se acalmou? - concordou - Então isto foi você ou os hormônios? - falei e ele me deu um soco leve no braço.

- Seu bobo - falou com um bico e dei um selinho nele. Queria aprofundar o beijo mas meus ossos ainda doíam muito - Melhor eu ir embora e deixar você descansar.

- Vou sentir saudades - falei manhoso.

- Também vou. Vai demorar mais quanto tempo até você melhorar?

- Daqui a três dias já vou estar 100% - disse tanto um sorriso confiante.

- Tchau, lobinho! - sussurrou para mim me tanto um beijo lento.

Nos separamos e ele foi embora. Ouvi ele indo embora com o carro dele.

Fiquei olhando para o teto até o Manuel entrar no quarto.

- Ouvi o que eles estavam falando.  Você acha que pode ser isto?

- Infelizmente! Mas não vou deixar eles machucarem meu filho e o meu parceiro -  falei sério.

- Não se preocupe, vou estar com

- Obrigado - disse olhando nos seus olhos.

- Garotos - meu tio Lion falou entrando no quarto - Tenho que trocar seus curativos.

- Tio, o senhor sabe do que eles estavam falando? - perguntei me referindo a minha mãe e meus tios.

- Não - negou com a cabeça enquanto tirava meus curativos - Mas não precisa se preocupar.

Concordei e deixei ele acabar de trocar os curativos. Depois ele e o Manuel me deixaram sozinho no quarto.

Em menos de dez minutos já estava dormindo te tanta coisas que tinha na minha cabeça.

Três dias se passaram, o Miguel sempre vinha aqui em casa depois da escola.

No fim de semana, passei o sábado todo caçando para alongar meus músculos já que fiquei tanto tempo parado e no domingo os pais do Miguel me convidaram para passar a tarde lá.

- Vai ficar aí parado ou vai entrar? - o Miguel me perguntou depois de eu passar três minutos parado na frente da porta dele sem bater.

- Vou, desculpa! - disse meio envergonhado entrando na casa dele.

Eu já tinha entrando aqui, mas estava tão preocupado com o Miguel que nem reparei nos detalhes da casa.

O primeiro cômodo que entramos foi a sala, onde o pai dele e o irmão estavam sentados.

- Você é o namorado do meu irmão? - o menino que pensei ser o irmão dele, e parecia que tinha acertado, me perguntou, fiquei meio sem saber o que falar.

- E sim Cásper - o Miguel respondeu para mim e fomos nos sentar perto do pai dele.

- Parece que você já está bem! O Miguel me contou do ataque. Obrigado por proteger meu filho e meu neto - ele disse sério olhando nos meus olhos, mas dava para ver sua gratidão nos olhos dele.

- Eu protegeria eles com a minha vida - disse sem desviar os olhos dele, mostrando que estava falando sério.

- A comida está pronta - a mãe do Miguel anunciou na porta.

Nos levantamos e fomos para a cozinha, no meio da mesa tinha um prato de alguma coisa irreconhecível.

- Querida... - o pai do Miguel começou.

- Isto não parece comestível - o irmão dele falou direto.

- Vou pedir comida - a mãe dele falou suspirando desanimada, me senti um pouco mal por fazer ela cozinhar e eu ainda não comer.

A comida chegou uns dez minutos depois e nos sentamos novamente na mesa para comer, estranhamente o cheiro de sangue não me dava tanta náuseas como antes.

- Licença! - o Miguel correu para o que eu acho que era o banheiro e de repente ouvi som de vômito. Me levantei e foi correndo até ele para ver se estava bem.

- Amor, tudo bem? - perguntei fazendo um carinho nas suas costas.

- Sim, esta é a primeira vez que eu vômito - sua cara parecia estar mais pálida do que o normal.

Peguei ele no colo e levei para a cozinha para os pais dele me ajudarem.

- Tomé um pouco, sua cor vai melhorar - a mãe dele falou tanto um copo de sangue para ele e a cor dele foi melhorando.

- Melhor? - perguntei com um sorriso pequeno e preocupado.

- Sim - respondeu com um sorrisinho também e ficamos nos olhando, se os pais dele não estivessem ali eu puxaria ele para um beijo.



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