História Amor proibido - Capítulo 18


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
Exibições 291
Palavras 1.023
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 18 - Capitulo 18



Pov. Miguel 

Um mês já tinha se passado deste que fomos atacados pela primeira vez, sim primeira, porque não tinha sido só está.

Uma semana depois que tínhamos sido atacados pela primeira vez, um vampiro também nos atacou, mais uma vez o Johnny me protegeu, eu queria lutar também mas o bebê consumia todas as minhas energias me deixando tão fraco como um humano, embora eu nunca tenha sido muito forte, mas por sorte o Manuel nunca estava muito longe e conseguia chegar antes do Johnny ficar muito ferido.

- Miguel? - ouvi a voz do meu pai me chamando no andar de baixo. Desci para a sala vendo meus pais sérios sentados no sofá.

- O que foi? - perguntei preocupado indo me sentar no sofá.

- Descobrimos uma coisa sobre estes ataques que você tem tendo... - meu pai começou.

- O que descobriram? - perguntei alterando meu olhar entre os dois.

- O médico que fomos, falou sobre você para uma alcatéia e eles espalharam. Eles estão se sentindo ameaçados, estão com medo da criança ser mais poderoso do que os vampiros e os lobisomens - minha mãe explicou.

- Eu não quero nada disso - falei começando a chorar, odiava estar chorando tanto e por ser por causa da segurança do meu filho ainda nem nascido.

- Eu sei amor - minha mãe sussurrou para mim.

Só foi parar de chorar pelas três da manhã e fiquei vendo uma série de comédia sobre seis amigos.

Quando amanheceu foi tomar um banho para poder ir para a escola, a água caindo pelo meu corpo gelado.

Quando passei pelo espelho do meu quarto, notei algo diferente do meu corpo, minha barriga parecia mais dura, o primeiro sinal do meu corpo que estava se adaptando a gravidez, meu filho estava ali.

- Filho, o que aconteceu? - minha mãe apareceu na porta do meu quarto preocupada.

- Não é nada, e só que senti que minha barriga está dura - expliquei meio enrolado por causa do choro.

Minha mãe deu um sorriso gentil e compreendendor. Parei de chorar e foi me trocar para depois ficar esperando o Johnny aparecer para me pegar, ele tinha começado com isto deste que foi atacado pela segunda vez. Ele me pegava e me trazia para casa.

Quando ouvi a buzina do carro dele, desci para o andar de baixo e me despedi da minha mãe indo para o carro dele.

- Bom dia amor! - falou assim que entrei no carro me tanto um selinho.

- Bom dia lobinho!

- Como está o nosso filhote? - perguntou tanto partida no carro.

- Está muito bem, olha - falei pegando sua mão e colocando na minha barriga.

- Está um pouco dura - disse apertando de leve.

- Sim, nos próximos meses vai crescer e vai dar para notar - expliquei para ele e vi pequenas lágrimas se forma nos seus olhos.

- Nosso filhote está crescendo! - falou emocionado. E só pode concordar com ele.

Pegamos na escola e o Johnny não desgrudava da minha barriga era até um pouco estranho para os outros, mas eu não ligava até achava bem fofo.

As aulas se passaram normalmente, tirando a parte que estava com muita fome e tive que pedi para sair no meu da aula para comer e tive que pedi para a minha mãe vim aqui trazer outro copo de sangue porque fiquei com fome de novo no intervalo.

Depois das aulas foi para o treino de futebol com o Johnny, já que tinha que esperar ele para ir embora, mas não me importava muito, gostava de ver ele treinando.

- Ei! Você - olhei para onde tinham gritado para ver se era comigo e quando confirmei que era, caminhei até o treinador do Johnny - Você pode ir com ele comprar algumas garrafas d'água?

- Claro! Vamos - fomos até o mercado próximo da escola comprar vinte e arte garrafas d'água para os jogadores. No caminho acabei conversando mais com o Dylan e conhecendo ele melhor também, mesmo sendo um dos amigos do Johnny e eu tendo me aproximando deles, eu ainda era mais amiga da Julieta.

Quando entramos no estacionamento da escola comecei a sentir um cheiro de cachorro, mas muito mais forte. O cheiro de um lobisomem.

- Vem - peguei a mão do Dylan e comecei a correr para a quadra, mas o outro foi mais rápido e pulou na nossa frente, ele estava na forma de besta, metade humano e metade lobisomem, o Johnny tinha me explicado um pouco sobre isto.

- O-O que é isto? - o Dylan perguntou assustado, compreensível mas não tinha tempo para explicar para ele, segurei sua mão mais forte e corri para o outro lado, por azar era para fora da escola.

Corri pelas ruas tentando despistar ele mas ele continuava nos seguindo até chegarmos em um beco sem saída.

- Agora você e está aberração que carrega vão morrer - disse com uma voz sinistra que vez todos os pelos do meu corpo se arrepiarem.

O lobisomem pulou para cima de mim com os dentes afiados todos a mostra, fechei os olhos protegendo minha barriga mais nada veio e quando abri meus olhos o Dylan estava na minha frente com o pescoço mordido

- Ahhh! - gritou alto, estava saindo muito sangue por onde o outro tinha mordido.

O outro lobisomem estava prestes a atacar novamente quando ouvia uma voz.

- Se afastem - a voz do Manuel falou e ele apareceu pulando na nossa frente. Ele também se transformou em um lobisomem e começou a atacar ele, não estava vendo nada da luta só ouvindo ela, tirei minha blusa para cuidar superficialmente da ferida do Dylan.

- Miguel? - a voz do Manuel me tirou da concentração que estava cuidando do Dylan.

- Cadê o outro lobo? - perguntei olhando para atrás dele.

- Fugiu! - disse e viu o corpo quase desacordado e a mordida horrível do Dylan - Precisamos levar ele para a minha casa?

Concordei e fomos até o carro dele, colocando o Dylan no branco de trás.

- O que vai acontecer com ele? - perguntei preocupado vendo ele se contorcendo de dor no branco de trás.

- Ou ele vai se transformar em um lobisomem ou vai morrer no processo de transformação - disse sério acelerando o carro.



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