História Amor proibido - Capítulo 20


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor Gay, Família, Família Gay, Gay, Gravidez Masculina, Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Novela Gay, Romance Gay, Sobrenatural, Vampiro, Yaoi
Visualizações 1.453
Palavras 1.120
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 20 - Capitulo 20



Pov. Miguel 

Duas semanas e meia tinham se passado deste que o Dylan tinha se transformado em um lobisomem, o Johnny tinha começado a ensinar a ele como ser um e explicado porque tinha sido atacado daquele dia, também falou sobre o bebê que estava carregando, no começo ele ficou meio estranho comigo mas agora parecia estar se acostumando.

O dia estava amanhecendo então foi para o banheiro tomar um banho e voltei para me trocar e acordar o Johnny.

- Ouu! Que visão! - o Johnny disse quando eu estava me trocando de costas para ele - E uma visão do paraíso.

- Sua família Johnny - falei entre um gemido sofrido. 

- Não fazemos nada a três mês e meio - falou com um bico.

- Hoje é sábado... Podemos ir naquele hotel - sugeri.

- Vou esperar ansiosamente - falou com um sorriso malicioso que me fez ficar arrepiado e saio do quarto com uma toalha nas mãos.

Me troquei por uma roupa leve já que estava sentindo muito calor de um tempo para cá e saí do quarto me deparando com o Dylan.

- Oi Dylan - cumprimentei com um aceno.

- Oi Miguel - retribuiu e descemos juntos a escada.

No meio da escada senti um cheiro estranho, mas me deu uma enorme vontade de experimentar, minha boca começou a salivar de vontade. Corri até onde estava sentindo o cheiro.

- Bom dia Miguel - ouvi a voz do Lion falando mas não conseguia prestar atenção em nada a não ser no cheiro maravilhoso que saia das coisas que estavam na mesa.

Peguei a primeira coisa que vi,  coloquei na boca e engoli, nem vi direito o que estava pegando, só pegava e engolia.

- Você está bem Miguel? - ouvi a voz de alguém me chamando, mas não conseguia parar de comer - Dylan vai chamar o Johnny. 

-Amor? Miguel o que foi? Vou ligar para os seus pais - ainda não conseguia prestar atenção ao meu redor, não importava quando eu comia eu queria mais.

Mas quando eu coloquei sem lá o que na minha boca, uma náusea e uma vontade de vomitar bateu em mim que parei de comer na hora e corri para o banheiro.

Comecei a jogar todo para fora, quando acabei me sentia muito fraco, acho que se pudesse eu dormiria.

- Venha amor - senti o Johnny me pegar no colo e me levar para a sala. Senti sua mão fazendo um carinho na minha bochecha, mas minha visão estava toda nublada.

- Johnny chegamos. O que aconteceu com o meu filho? - ouvi a voz da minha mãe e depois senti o toque nela na minha bochecha - Ele está muito quente Damien.

- Filho, aqui. Tome um pouco -colocou um canudo na minha boca, mas me sentia muito fraco para puxar o sangue.

- O que aconteceu para ele ficar assim?

- Não sei direito, quando vim para a cozinha ele estava comendo todo que estava na mesa e depois vomitou todo - explicou e não conseguia senti mais nada.

- Comida? Mas o nosso organismo não é adaptado para isto - minha mãe falou.

E não ouvi e nem vi mais nada.

[....]

- Miguel! Miguel! Miguel! - ouvi uma voz fraca me chamando e quando foi tentar ver quem era, meus olhos começaram a doer.

- Acho que ele está despertando.

- Miguel, amor?

- Johnny? O que...? - falei me tentando me levantar mais quase me senti cair se não fosse o Johnny.

- Filho, você desmaiou. Deite um pouco mais - a voz do meu pai disse, não estava conseguindo processar muita coisa, mais eu desmaiei?

- Estou com fome - foi a única coisa que eu consegui dizer, minha garganta estava muito seca, parecia que não bebia nada a séculos.

- Aqui, querido! - minha mãe tentou enfiar o canudo na minha boca, mas afastei com nojo do cheiro.

- Não é isto que eu quero - falei choramingando, estava com muita fome, muita.

- O que você quer amor? - o Johnny perguntou e quando senti o cheiro dele, o cheiro do sangue dele, me levantei com uma força que não tinha e puxei o Johnny cavando minhas presas dele.

- Miguel?

- Largue ele! - ouvia uma gritaria do meu lado mais não prestava atenção, não conseguia prestar atenção, eu precisava daquele sangue, este era o meu único pensamento.

- Miguel! - ouvi a voz do Johnny perto do meu ouvido, mas parecia mais um simples sussurro ao vento, finalmente consegui perceber o que estava fazendo.

- Johnny? Johnny? Sinto muito lobinho - disse recuperando toda a minha energia enquanto o Johnny parecia ter perdido, comecei a chorar no peito dele pedindo desculpas.

- Calma amor, só preciso comer um pouco... - disse baixo tanto um sorriso fraco - Fico feliz que você está melhor agora.

Meu sangue ficou muito gelado, queria chorar até morrer, ele tentava parecer bem, mas estava muito óbvio sua fraqueza, os tios dele apareceram cheios de comida e cercaram ele tanto vários tipos de alimentos.

- Podemos ir para casa? - sussurrei para a minha mãe.

- Claro, vamos - minha mãe me ajudou a chegar até ao carro, mesmo eu já tento me recuperado. No meio do caminho pode sentir o olhar mortal da mãe do Johnny sobre mim.

O caminho todo até em casa foi silencioso, eu tentava pensar porque eu tinha feito aquilo.

Quando cheguei em casa, me tranquei no meu quarto e passei a chorar o dia inteiro. Me lembrando que poderia ter matado o Johnny se ele não tivesse falado comigo naquele momento e eu tivesse despertado.

Um medo devastador se instalou em mim, se eu não tivesse parado, ele estaria morto agora.

Passei a noite inteira chorando, só parei de madrugada quando minha mãe veio me trazer um comida e me levou para a banheira com óleos calmantes que finalmente relaxei.

O domingo todo não sai da cama, fiquei deitado abraçado com o lobo de pelúcia que o Johnny tinha me dado no nosso primeiro encontro. 

Na segunda-feira não tinha ânimo para ir para a escola, minha mãe entendeu e me deixou faltar.

De tarde, no horário que normalmente chegava da escola, ouvi um carro estacionando e pode sentir o cheiro inconfundível do Johnny dele. 

Ele começou a bater na porta chegando meu nome, mas não conseguia olhar para ele depois de ter quase matado ele. Ignorei as chamadas insistentes dele e fechei a janela do meu quarto também para ele não poder entrar.

Depois de dez minutos ele desistiu gritando um "eu te amo" bem alto e saiu.

Assim que não pode mais sentir o cheiro dele, desabei em chorar.



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