História Amor proibido - Capítulo 22


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
Exibições 359
Palavras 1.012
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 22 - Capitulo 22



Pov. Miguel

Senti o sol entrar pela janela do quarto do Johnny e bater bem nos meus olhos me fazendo mexer desconfortável.

- Bom dia amor! - Johnny disse e estava com uma voz rouca de quem tinha acabado de acorda.

- Bom dia lobinho! - falei o tanto um selinho, estava morrendo de saudades dele.

- Vou no banheiro - ele disse se levantando e voltou minutos depois.

- Eu preciso ir para casa, não comi nada deste ontem a tarde - disse quando ele voltou do banheiro.

- Ok! Eu passa na sua casa mais tarde.

- Ok! - saí da casa dele discretamente, os tios dele ficavam me olhando estranho, não posso culpa-los mais era melhor sair sem ser visto.

Quando cheguei em casa tomei dois copos de sangue e me joguei no sofá, estava muito cansado mesmo não tendo me movimentado muito. Me desliguei completamente vendo um programa de culinária que nem vi o Johnny chegando.

- Vendo o que amor? - me assustei quando senti ele do meu lado.

- Um programa de culinária - disse tanto de ombros me aconchegando no corpo dele. Ficamos vendo a televisão juntos, em alguma hora ele começou a fazer carinhos na minha barriga e era muito bom.

- Eu te amo! - sussurrou enquanto assistiamos um filme de ação.

- Também te amo... Muito - completei em um sussurro, me aconchegando mais no seu corpo. Ficamos o dia inteiro juntos assistindo filmes e ele também dormiu aqui para podermos ir juntos para a escola no dia seguinte.

- Já pegou sua maleta de sangue? - perguntou enquanto estávamos quase saindo de casa.

- Já, seis copos cheios - falei conferindo a maleta que deveria levar para a escola, já que deveria comer em três em três horas.

- Seis, pensava que eram só quatro?

- Meu apetite aumentou de um tempos para cá - expliquei e fomos para a escola.

Chegamos de mãos dadas e fomos para onde nossos amigos estavam, ficamos conversando até o sinal bater, Carolina ficou me olhando meio estranha mas não dizia nada. Como faltei por três semanas na escola estava com várias lições atrasadas e tinha que recuperar todo para não repetir de ano. No intervalo tive que falar com os professores para poder recuperar as notas e faltas perdidas, felizmente os professores me deixariam recuperar se fizeste uma prova depois das aulas.

- Vai conseguir recuperar as notas e as faltas? - o Johnny me perguntou quando estava no banheiro comendo.

- Sim, vou fazer algumas provas depois das aulas - falei acabando de tomar todo o copo.

- Que bom, amor! Vou ficar te esperando depois do treino.

- Obrigado! Eu te amo - disse indo até ele tanto um abraço e um selinho nos seus lábios lentamente.

Voltamos para a sala, como tinha tido fiquei depois das aulas para fazer cinco tipos diferentes de provas e quando acabei foi para o estacionamento esperar o Johnny que chegaria em uns cinco minutos. Mais como tinha uma cópia da chave do carro para esperar sentado no branco.

Meu olfato estava meio fraco deste que tinha entrado no quatro mês da gravidez e acabei percebendo muito tarde o cheiro de alguém desconhecido se aproximando. Me levantei rápido para correr mas não deu muito tempo, um corpo me jogou me fazendo sair rolando pelo chão, quando perdi a força gemi de dor.

Minha barriga estava doente extremamente. Logo em seguida ouvi um uivo furioso e tentei me levantar mesmo com todo meu corpo doendo, mais quando olhei, percebi que o uivo não era do meu atacante, mas sim o Johnny com o Manuel e o Dylan. Eles se transformaram em lobos e os três atacaram ele, não conseguia me concentrar na luta, minha barriga estava doendo e sentia um cheiro fraco de sangue saindo de mim.

- Miguel, calmo amor. Vai ficar todo bem amor.

- John-ny - gemi de dor procurando sua mão para me dar apoio.

- Calma amor, vai dar tudo certo.

- Nosso bebé... Nosso filho - comecei a chorar desesperando segurando minha barriga. Johnny me pegou no colo, no estilo noiva, e começou a correr em uma velocidade sobrenatural até a casa dele.

- Rápido, ajuda - entrou em casa. 

- O que... Meu Deus! Ponha ele rápido no quarto -

- Johnny -

- Calma, amor. Vai ficar todo bem - sussurrou no meu ouvido em seguida me tanto um beijo na testa. Comecei a ver borrões embasados e bolinhas, então todo escureceu.

Meus sentimos foram despertando lentamente, me sentia estranho, era a segunda vez que tinha esta experiência na vida, comecei a abrir os olhos devagar vendo todo escuro, não foi difícil me acostumar.

Olhei para os lados procurando por alguém e vi o Johnny todo encolhido na cadeira, parecia estar bem desconfortável, levei minha mão até ele tentando chamar sua atenção, por sorte ele estava bem do meu lado.

- Miguel! - acordou assustado olhando para mim

- Você acordou? Esta bem? Dói em alguém lugar? Sorri para a preocupação dele mais lembrei do porquê tinha vindo parar aqui.

- Meu... Bebé... Ele... Está... - tentei perguntar mas minha garganta está seca e dolorida.

- Ele está bem, ele é um guerreiro - sorri aliviado e lágrimas começaram a cair pelo meu rosto.

- Ele acordou? - minha mãe entrou no quarto e deu um suspiro aliviado quando me viu acordando

- Que bom que acordou meu amor! - Desse jeito até parece que dormir por duas semanas - falei divertido graças ao abraço apertado da minha mãe.

- Bem... - começou meio excitante e fiquei preocupado - Não foi duas, só uma semana.

Não consegui acreditar no que minha mãe tinha tido, tinha ficado uma semana desacordado.

- Mais agora você precisa comer bastante - Johnny disse me tanto um beijo na testa e saindo do quarto.

- Vou ajudar ele! - minha mãe acompanhou ele. Fiquei sozinho no quarto, pensando no que minha mãe disse. Mais só tinha que agradecer que meu filho estava bem mais nada.



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