História Amor proibido - Capítulo 23


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
Exibições 372
Palavras 1.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 23 - Capitulo 23


Amor proibido

Capítulo 23 #

Pov. Johnny

Eu estava tendo um pesadelo quando senti o toque do Miguel e isto me despertou, meu coração se acelerou quando vi ele de olhos abertos. Senti muito medo dele não acordar.

Foi pegar a comida dele.

- Ele acordou? - meu tio Caem perguntou.

- Sim, vou dar comida para ele - falei pegando um copa de sangue, carnes e vegetais.

Enquanto ele estava desacordado tinhamos que alimentar ele, só o sangue não estava bastando para faze-ló se recuperar então decidimos tentar dar carne e outros alimentos aos poucos para ele e isto acabou funcionando.

Entrei no quarto junto da mãe dele com duas bandejas e nos sentamos perto dele.

- Mais eu não como...

- Querido... - a mãe dele começou a explicar o que tinha acontecido enquanto ele estava desacordado.

Depois que ela acabou explicar e Miguel começou a comer devagar, dava para ver que ele estava achando bastante estranho comer legumes e frutas.

- Não aguento mais - disse depois que acabou só um pedaço de carne com cenoura, uma maçã e um copa de sangue.

A mãe dele levou o resto, antes tanto um beijo na testa do filho. Foi para trás dele, tanto um abraço por trás e ele deitou sua cabeça no meu peito, fiquei fazendo carinho nos seus cabelos e na sua barriga.

O Miguel teve que ficar na cama por mais três dias até poder voltar para a casa dele.

Na segunda-feira foi ver o Miguel antes de ir para a escola com o Dylan e o Manuel. Minha preocupação com ele estava no nível máximo, meu lobo estava se culpando muito por não ter conseguido proteger meu companheiro e meu filhote.

Depois de ter me certificado que ele estava bem, foi para a escola, mas meus pensamentos estavam no Miguel. Quando saí da escola foi direto para a casa do Miguel ficar o dia todo com ele.

- Você não vai mais para há escola, né? - perguntei enquanto estavamos no quarto dele.

- Não! Já estou com cinco meses, não dar para esconder minha barriga mais. Mas só falta um mês e meio para acabar as aulas mesmo - falou se levantando para olhar para mim e alisando a barriga. Concordei com ele, ele era um bom aluno então não seria dificil ele ser formar. Mas ele também não poderia ir na formadura por conta da barriga já grande dele.

Depois de algumas horas estava quase dormindo quando senti algo estranho, como um chute bem leve na minha mão que estava na barriga do Miguel.

- Miguel... - chamei baixinho meio ansioso.

- Ele chutou - respondeu emocionando. Eu também não fiquei muito diferente, ficamos em silêncio esperando ele chutar de novo e dois minutos depois senti novamente um chute fraco na minha mãe.

- Oi bebê! Aqui é o papai - sussurrei próximo da barriga dele e ele deu mais um chute fraquinho, sorri emocionado tanto um beijo leve na barriga dele - Isto machuca?

- Não, é bem fraquinho - disse sorrindo e podia ver seus olhos brilhantes.

Acabei dormindo com a cabeça na barriga do Miguel enquanto ele fazia um carrinho nos seus cabelos.

Acardei com uma movimentação do Miguel tentando sair da cama, olhei para o relógio que marcava 4:15 da manhã.

- Miguel? O que foi? - perguntei saindo de cima dele.

- Pode voltar à dormir. Só fiquei com desejo - falou sussurando e saindo da cama.

- Desejo do que? - me lembrei do meu tio desejando coisas bem estranhas quando estava grávido da Mirella. É ele também estava comendo comida, que não tevia ser boas para ele, mas que estavam fazendo bem, ja tinha convesado com algumas pessoas sobre isto mas ninguém parecia entender ou poder explicar.

- Não sei explicar direito, vou lá embaixo ver se tem algo que quero - me levantei também para acompanhar ele até a cozinha e ele ficou meia hora procurando algo na cozinha - Não tem nada aqui que eu desejo.

- Podemos procurar algo na rua - sugeri quando ele se abraçou a mim choramingando. Claro que não conseguia resistir a ele.

Fomos para o meu carro e começamos a circular a cidade, pelo horário várias lojas estavam fechadas mas sabia onde tinha uma mercado vinte e quatro horas.

- Johnny é isto que eu quero... Que nós queremos - falou com a mão na barriga e com beicinho apontando para uma melancia. Peguei a melancia tanto um selinho dele e foi pagar.

- Aqui está sua melancia amor! - falei tanto a melancia ja cortada no carro para ele que comeu a melancia toda em menos de dez minutos. 

- Sabe... Eu não me senti comendo isto, parece que todo vai para ele - disse como se estivesse refletindo pensativo.

Isto foi como um lampejo na minha cabeça, claro que ele precisaria comer carne, frutas e verduras, o bebê era metade lobisomem e não podia só se alimentar com sangue, ele precisava de outros tipos de alimentos para se fortalecer e infelizmente o corpo do Miguel não era compatível com estes alimentos e isto acabava fazendo ele ter estes ataques de fome e desmaios.

Eu sentimento de culpado se transformou em mim, era por minha culpa que todo isto estava acontecendo com ele, por que eu tinha me apaixonado por ele e ainda o tinha o engravidado.

- Johnny? O que aconteceu ? Você ficou estranho - percebi que já tinhamos chegado na frente da casa dele e eu não tinha falado nada de tão imenso nos meus pensamentos que estava.

- Sinto muito - murmurei mais sabia que ele não tinha tido dificuldade para ouvir.

- Conseguimos atender ao meu desejo.

- Por você ter que passar por todo isto, se eu não tivesse te engravidado, você não teria que ficar desmaiando e tendo ataques - sussurrei sem olhar para ele.

- O que você está dizendo Johnny? Esta arrependido de ter se aproximado de mim? Não quer mais nosso filho? - perguntou rápido e senti um desespero nas suas palavras.

Olhei para ele surpreso entendo o que ele tinha entendido errado o que eu queria dizer.

- Eu amo você e já amo o nosso filho,... Só não queria que você tivesse que passar por todo esta dor.

- Eu não me importo de ter que passar por isto, esta dor mostra que ele esta crescento... Mais queria ver se esta todo bem, mas não podemos mais ir ao médico.

- Ele esta bem - falei colando nossas testas e tanto um beijo calmo e com paixão dele.



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