História Amor proibido - Capítulo 25


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
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Palavras 714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 25 - Capitulo 25



Pov. Johnny

A casa que estava construindo para mim e para o Miguel estava quase pronta, só faltava colocar os moveis nos quartos e decorar o quarto do bebê, para podermos nos mudar.

No domingo a formatura ocorreu tudo bem, minha mãe não veio mais pode sentir o cheiro dela longe observando.

- Vamos comprar algumas pizzas para comemorar - meu tio Vik falou e fomos para alguma pizzaria.

Peguei meu celular para poder falar para o Miguel ir na minha casa enquanto pegava as pizzas mas meu celular tinha descarregado, guardei ele de novo.

Meus tios saíram da pizzaria com dez caixas de pizza e fomos para o carro, eu só pensava no Miguel e como daqui a poucos meses teríamos nosso filhote.

Eu não estava prestando muita atenção, então foi rápido demais. o carro estava rolando para a floresta e so parou quando batemos em uma árvore. 

Por sorte, já que éramos lobisomens, não saímos muito feridos. Saí do carro com um chute na porta do carro para ele abrir, e depois ajudei as crianças a saírem.

Quando percebi, estávamos cercados de lobisomens e vampiros que se encaravam com ódio mas não tiravam os olhos de nós.

- Quem são eles? - o Dylan perguntou sussurrando para o Manuel, mas com nossa audição podíamos ouvir perfeitamente.

- O da esperda é o lider de todas as alcadeias do norte, mas não sei quem são os da direita - o Manuel sussurrou a responda para ele.

- Nós somos os lideres da sociedade dos vampiros - o cara de cabelos logos negros falou com uma expressão seria e assustadora.

- O que querem? Porque estão nos atacando? - perguntei com altivez, não podia me deixar abalar por nenhum deles. 

- A criança que você ajudou a fazer é um perigo para nossas espécies. Ela é uma aberração - o vampiro de cabelos longos disse. meu sangue começou a ferver de raiva, não ia permitir que alguém chamasse meu filhote de aberração.

Antes de perceber, já estava quase me transformando, estava na metade da minha transformação.

- Não vou deixar você tomar deles - disse em meios a rosnados.

- Então teremos que passar por você - o líder da alcadeias dos lobisomens falou, também se transformando e os outros fizeram o mesmo.

Ataquei o primeiro que veio na minha frente, estava sendo controlado pelo meu lado animal.

Mordia quase arrancando pedaço dos meus ativersarios mas isto também me cansava.

- Parem - a voz do pai do Miguel disse, vez o corpo de todos travarem.

- Damien - o vampiro de cabelos longos disse com os olhos cheios de raiva.

- Eu quero fazer um acordo. Um acordo de sangue - arregalei os olhos surpresos como todos ali, um acordo de sangue era algo perigoso que poderia matar quem o assinasse por isto ninguém mais fazia isto - Nós não atacaremos vocês, nunca. E vocês pararam de atacar meu filho.

Se vez um longo silencio, eu achava aquilo muito perigoso, minha mãe já tinha me explicado como eram estes contratos, você assinava com seu próprio sangue e se você ou alguém de sua família, com o mesmo sangue que você, quebrasse este contrato, sofreriam uma terrível maldição que podia levar a morte ou a loucura, e era uma difícil, quase impossível, quebra-lá.

- Tudo bem - o vampiro de cabelos longos e o líder da alcateia disse se aproximando do meu sogro.

A mãe do Miguel desenrolou um papel e vez todos verem o que estava escrito ali, era em uma língua antiga, mas resumindo era o que Damien tinha falado.

Os três assinaram o papel com seus próprios sangues, um clima ainda pesado estava no local.

- Já vamos - os dois lideres falaram e partiram como tinham chegado, rapidamente.

Meus tios falaram um pouco com os pais do Miguel e decidimos voltar para casa. Os pais do Miguel recusaram o convide de ir para a minha casa comemorar a formadora. 

Como o carro estava todo quebrado tivemos que ir a pé.

Assim que parei em frente à porta de casa senti um cheiro fraco de sangue, comecei a me desesperar e corri para onde estava sentindo me deparando com o Miguel que segurava um pequeno enbulho e olhou para mim sorrindo. 



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