História Amor proibido - Capítulo 26


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
Exibições 300
Palavras 1.138
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 26 - Capítulo 26


Fanfic / Fanfiction Amor proibido - Capítulo 26 - Capítulo 26


Pov. Miguel

- Minha bolsa estourou - falei desesperado e com medo.

- Se acalme-se. Respirei devagar e fundo - Luisa, a mãe do Johnny disse vindo ate mim - Vou tentar ligar para seus pais.

- Não vá, por favor - implorei, estava com muito tempo, a cada minuto a dor ficava mais forte e o Johnny não estava aqui, e nem sabia se estava no tempo certo.

- Respire devagar e fundo - pediu mais uma vez e desta vez eu fiz e me senti acalmar um pouco - Tente se levantar, vou te levar para um dos quartos.

Me levantei com dificuldade pela dor latejante e acompanhei ela em passos lentos até um quarto no primeiro andar.

- Agora se deite - concordei e foi me deitar na cama - Vou ligar para os seus pais.

- O Johnny... Por favor - pedi quando senti uma contração mais forte.

- Espera um pouco vou ligar para ele também.

- Háaaa - gritei empurrando meu corpo para frente e o celular que a Luisa estava ligando quebrou - S-Sinto m-muito.

- Parece que eu vou ter que fazer isto sozinha.

[...]

- E um menino... Miguel - a mãe do Johnny falou depois que senti meu corpo amolecer e um choro alto invadi o quarto. Ela veio até mim me entregando meu filho, meu menino.

- Ele é lindo - falei analisando cada traço do seu rosto, mesmo ele ainda estando coberto de sangue, seus cabelos, mesmo sendo ainda poucos, pareciam que seriam castanhos como o meu e os olhos também verdes, ele tinha muito pouco do Johnny, mas o cheiro dos dois era igualzinho.

- Preciso ligar para seus pais e limpar ele - disse limpando o suar da testa.

- Posso segurar ele mais um pouco? 

- Tudo bem. Vou ligar para os seus pais primeiro, qual o numero? - falei o número dos meus pais e dois minutos depois que ela saiu, o Johnny entrou correndo pela porta com os olhos arregalados.

- E um menino Johnny -  falei emocionando sorrindo tanto que minhas bochechas estavam doendo.

- N-Nasceu? Meu deus! Eu sou pai - disse a cada palavra se aproximando da cama e se sentando do meu lado vendo melhor o nosso filho - Ele ainda esta coberto de sangue.

- Ele acabou de nascer, sua mãe ainda não teve tempo de limpar ele, ela foi ligar para os meus pais.

- Eu posso fazer isto - o tio dele, Lion,  falou aparecendo na porta.

- Obrigado! - disse entregando o meu pequeno filhote para ele que começou a chorae assim que saiu dos meus braços, isto me deu um aperto no meu peito.

- Temos que pensar em um nome para ele - o Johnny falou me abraçando carinhosamente por trás.

- Sim - disse aproveitando o carinho que ele fazia em mim sem tirar os olhos do meu filho que tomava seu primeiro banho.

- Filho, chegamos - ouvi a voz da minha mãe e logo ela estava entrando no quarto com duas malas - Trouxe as roupas para o meu netinho e bastante sangue para você.

- Obrigado mãe - agradeci pegando um copa já bebendo, estava morrendo de fome e estava muito cansado.

- Deixa eu ver meu netinho - meu pai falou entrando e atrás dele vieram os tios e os primos do Johnny, e meu irmão.

- Calma, deixa eu da-lo para os papais primeiro - o Lion disse já com o meu filho banhando e com um macacão verde e enrolado em um lençol que cobria ele todo.

- Oi meu amor, voltou para o papai - falei com uma voz fininha.

- Vamos conhecer meu neto - meu pai disse se aproximando da cama e todos vieram juntos.

- Ele é tão pequininho - a prima mais nova do Johnny, Mirella, falou admirada.

Todos ficaram por um bom tempo admirando o nosso filho até que decidiram deixar eu e o Johnny sozinhos no quarto aproveitando ele.

- Precisamos escolher um nome para ele - falou depois de um tempo ficando com seus dedinhos.

- Que tal Julio? - sugeri primeiro, achei lindo este nome que foi o primeiro que veio na minha cabeça.

- E Hugo? E um nome bonito.

- Julio... Hugo - falei os dois nomes tentando comparar - Julio Hugo - gostei do som que teve.

- Julio Hugo Adams Garcia.

- Gostei - disse sorrindo para o meu pequeno tesouro que tentava pegar meu dedo e levar até sua boca - Acho que ele está com fome.

Mordi meu dedo fazendo sair um filete de sangue que ele logo começou a sugar com rapidez mostrando como estava com fome.

- Você acha que ele está bem? Ele nasceu de 6 meses - falei meio preocupado, mas ele estava grande para quando meses ele tinha.

- Ele parece bem forte, e crias de lobisomens nascem com cinco meses então acho que ele está bem - disse tanto de ombos.

- Pega ele um pouco, meus braços estavam ficando dormentes - falei um tempo depois, o Julio já tinha mamado e estava dormindo, mas quando ia passar para os braços dele, o Johnny se afastou -O que foi?

- Estou com medo. Ele é tão pequeno, se eu machucar ou não segurar ele direito... 

- Não precisa ter medo amor, vamos tente segurar ele - insisti mais não teve jeito, ele não segurava, então deitei ele no colchão.

[....]

- O que foi? - perguntei depois que percebi como o Johnny estava pensativo.

- O que?

- Parece que você está me escondendo alguma coisa.

- Acho que não iremos ser mais atacados.

- Porque você acha isto? - ele começou a me explicar o que tinha acontecido depois que eles saíram da pizzaria - Isto foi muito perigoso.

- Mas agora esta tudo bem, e poderemos viver sem temer que nosso filhote seja atacado - mesmo preocupado com o que poderia ter acontecido, ele agora estava bem e comigo, ele também tinha razão, era bom não que nosso filho não seria mais alvo de vampiros nem lobisomens.

Quatro dias depois finalmente pode sair da cama e o Johnny tinha acabado de arrumar todo na nossa casa. E eu finalmente a conheceria.

- Está pronto amor? - o Johnny perguntou enquanto tranpava meus olhos para eu não poder ver nada, estávamos indo para a nossa nova casa para eu conhecer enquanto eu tinha o Júlio nos meus braços.

Concordei e finalmente ele tirou as mãos dos meus olhos e fiquei sem reação, a casa era linda, todo feita de madeira, as janelas de vidro e era bem aberta.

- É lindo amor!

- Aqui começa nossa nova historia! - sussurrei no meu ouvido e sorri feliz pensando no nosso futuro.

Fim da primeira parte.



Notas Finais


A segunda parte será postada aqui mesmo ;-)

Vou postar dois extras antes da segunda parte

O que acharam da primeira parte?

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💛- 8

💗- 10.  


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