História Amor proibido - Capítulo 27


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Híbrido, Lobisomem, Mestiço, Mpreg, Vampiro
Exibições 315
Palavras 1.189
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Há casa deles

Capítulo 27 - Extra 1


Fanfic / Fanfiction Amor proibido - Capítulo 27 - Extra 1

Pov. Miguel

Já fazia cinco meses que o Júlio tinha nascido e tínhamos nos mudado para a casa que o Johnny junto da família tinha construído para a gente.

Eu estava me acostumando pouco a pouco a morar com o Johnny e cuidar de um recém-nascido que precisava ser alimentado com sangue e leite a cada duas horas, também trocar as fraldas dele e dar banho. Mas o Johnny também me ajudava, claro que depois que ele perdeu o medo de segurar o Júlio.

Estava quase acabando de terminar o jantar para o Johnny que era o único que comia, ainda nessa casa, talvez o Júlio poderia comer no futuro.

- Miguel, eu cheguei - gritou, mesmo sem necessidade, na porta.

- Bem vindo! Pode pegar o Júlio? - disse um pouco alto também.

- Pode deixar.

Minutos depois vi meus dois homens entrando pela porta da cozinha.

- O cheiro está ótimo querido - o Johnny falou vindo me dar um beijo no meu pescoço me fazendo arrepiar todo.

Peguei o Júlio no colo para o Johnny poder comer enquanto eu tava um pouco de sangue para ele.

Algumas horas depois consegui fazer o Júlio dormiu, era muito difícil fazer ele dormir mas por sorte ele quando dormia, dormia a noite toda.

- Amor, já dormiu?

- Ainda não. Você acha que ele vai ser igual a você, não vai dormir?

- Não sei, mas por enquanto ele dorme depois de muito colo e músicas.

- Vou fazer você relaxar - falou beijando meu pescoço.

- Não fazemos isto deste que o Júlio nasceu - disse.

- Temos que tirar o atraso - falou chupando meu pescoço e descendo para a minha barriga tanto chupões fortes ali - Se você gemer alto demais, o Júlio vai acordar.

Eu quis bater dele quando disse isto com um sorrisinho provocador, ele estava adorando me tordorar deste jeito. Mas dois podiam jogar este jogo.

inverti nossas posições, eu ficando por cima dele, e comecei a rebolar em cima do seu membro já bastante duro.

- Se você gemer muito alto, o Júlio vai acordar - repeti o que ele tinha tido para mim com o mesmo sorriso provocador.

[....]

Quando amanheceu, me levantei e foi preparar o café da manhã para o Johnny e mamadeira para o Júlio.

- Que cheiro delicioso amor - o Johnny apareceu com o Júlio no colo que estava quietinho deitado nos ombros dele.

- Obrigado. Aqui amor, sua mamadeira - disse pegando ele no colo e tanto a mamadeira com leite para ele.

-Eu vou ter que ir na cidade vizinha resolver algumas coisas com o alfa de lá, mas chego ainda hoje - falou começando a comer o café da manhã.

- Tudo bem, então não preciso fazer o seu jantar?! - perguntei só para confirmar.

- Não - respondeu e ficamos em silencio com ele comendo e o Júlio acabando de mamar.

- Vamos tomar banho meu principezinho - falei com uma voz fininha fazendo ele gargalhar.

Me levantei e foi para o quarto do Júlio encher a banheira dele. Dez minutos depois o Johnny apareceu na porta.

- Eu já estou indo - o Johnny falou aparecendo na porta.

- Tchau amor - falei tentando segurar o Júlio que nao parava quieto na água.

- Tchau amor, meu bebé - disse tanto um beijo no meu pescoço e ou nas bochechas toda coberta de espuma do Júlio.

- Você vai ajudar o papai a arrumar a casa? - perguntei enchendo a barriga dele de beijinhos e coloquei ele em um andador com briquetos para ele se distrair - Fiquei brincando aqui.

Fiquei arrumando a casa por algumas horas até sentir o cheiro da minha mãe se aproximando.

- Vim ver meu netinho - disse tentando pegar o Júlio.

- Fala com a vovó - falei e ele veio se esconder no meu pescoço.

- Ele ainda é bem tímido, né?

- Sim, quando saímos ele vive no meu pescoço, mas teve ser só a idade.

[....]

No domingo como sempre íamos almoçar na casa da família do Johnny. O almoço já estava todo na mesa quando chegamos.

Todos vieram paparicar o Júlio que se escondia no meu pescoço, até mesmo a Luísa, mãe do Johnny, quis pegar o neto, ela tinha mudado bastante em relação comigo, também tinha se tornado uma avó coruja, isto me deixava muito feliz saber que ela aceitava completamente o neto agora.

- Temos algo para contar - o Manuel falou chamando a atenção de todos.

- Vocês estão juntos - Camélia falou e depois tampou a pouco pedindo desculpas.

- Sim! Obrigado por estragar Camélia.

Todos foram dar os parabéns para eles, eu também dei e ouvi o Johnny sussurrando para o primo como ele estava feliz por ele encontrar seu companheiro.

Minutos depois todos já estavam assistindo o futebol. Eu estava no lado do Johnny mais não entendia nada do jogo, só olhava de vez em quanto mais minha concentração maior estava no Júlio que brincava.

- Papa - disse com o bracinho estendido para mim. Fiquei sem palavras, uma emoção enorme se encheu em mim. Todos pararam o que faziam para olhar o Júlio.

- E-Ele falou Miguel! - o Johnny disse

- Sim, amor - falei pegando ele no colos aconchegando ele nos meus braços.

[....]

Mais dois meses tinham se passado tranquilamente.

Miguel se levantou no meio da noite por sentir que tinha algo errado com o meu filho e foi até o quarto dele fazendo ele acordado de olhinhos bem abertos com uma cara de sofrimento que partiu meu coração e me fez ficar preocupado com ele.

Quando foi pegar ele, meu sangue gelou, ele estava muito quente, corri para o meu quarto.

- Johnny? Johnny acorda - falei desesperado balançando ele forte para acordar.

- O que foi ?

- O Júlio está com febre - falei apavorado.

- O que? - perguntou ainda confuso intormecido pelo sono, mas quando as minhas palavras chegaram nele, se levantou as pressas conferindo a temperaturado do Júlio - Ele realmente esta quente. Vou ligar para os nossos pais. 

Correu até o telefone e ligou, depois voltou.

A minha família chegou primeiro todos alarmados e logo em seguida a família do Johnny que chegou do mesmo jeito.

- O que aconteceu? - todos perguntaram juntos.

- Ele está com febre - falei e todos começaram a falar juntos, começaram a vim para cima dele ver se ele estava bem mas ninguém sabia dizer o que ele tinha.

- Talvez mel ajude, vou pegar um pouco - Sofia falou e foi para a cozinha.

O Júlio ainda chorava selenciosamente mas depois de um tempo começou a chorar mais alto e isto acabava comigo.

Algumas horas depois não ouvi mais o Júlio chorando e corri para ver o que tinha acontecido e vi ele no colo do Dylan que passava a mão na boca dele.

- Como você fez ele parar de chorar?

- Só lembrei que os humanos ficam com febre quando os dentes estão nascendo - explicou e tentei fazer o mesmo até ele parar de chorar.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...