História Amor proibido - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias X-Men
Personagens Anna Marie (Vampira), Rémy LeBeau (Gambit)
Tags Amor, Gambit, Remy, Rogue, Romance, Vampira, X-men
Visualizações 43
Palavras 2.846
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - A fuga


Fanfic / Fanfiction Amor proibido - Capítulo 2 - A fuga


Prisão para mutantes - Estado de Nova York 00:25 da madrugada


Vampira despertou com uma forte luz  sobre seus olhos,oque os fizeram arde. Depois de forçar para que eles se acostumassem com a claridade do local,ela olhou em volta e não reconheceu onde estava. Parecia ser em uma espécie de enfermaria,haviam várias macas, todas ocupadas por corpos moribundos.  As pessoas pareciam estar mortas. Tinham um tom de pele acinzentada. Ela olhou para si mesma, ainda estava com a camisola preta que usava na noite em que tudo aconteceu. Sentando-se na maca,ainda desnorteada. Fleches de memórias surgiram em sua cabeça. Ela esfregou os olhos com força em uma fracassada tentativa de acordar. Em um ato de desespero tentou levanta-se,mais vacilou e por pouco quase caiu. Quando finalmente firmou os pés descalços no chão, Vampira começou a andar se escorando nas outras macas. 


De repente ouviu um barulho. Parecia ser algo caindo no chão. Vampira recuou por um momento,mais começou a  caminhar lentamente em direção aonde achou que tinha ouvido o barulho. A sala era comprida e todas as macas tinham cortinas as separando,oque dificultava a visão.Quando chegou mais perto, escultou a voz de um homem. Ele murmurava algo. Tinha um sotaque estranho. A primeira coisa que veio a cabeça de Vampira foi achar alguma para se defender caso fosse necessário. Procurou por perto,achou uma seringa e uma ampola de remédio. Do qual ela nem sabia do que se tratava.


A passos lentos, Vampira caminhou até a voz. Lá estava, um homem agachado em um canto da sala tentando arrancar a grade do duto de ar,ele nem notou a presença da garota. Vampira  pensou em falar com ele, mais temeu. "Em situações como essa não se deve confiar em ninguém,guria." Era isso que Logan diria,pensou ela. Vampira se aproximou sorrateiramente e fincou a agulha no pescoço do homem que deu  um grito de espanto. Antes que pudesse aperta a seringa,ele se virou-se e puxou seu braço. Vampira então tentou ataca-lo com a mão livre,um golpe que ele também parou. Era ágil. Ela agora estava imobilizada,mais ainda tinha em vantagem. Com uma joelhada no estômago Vampira o fez cair. Não havia nada a se fazer além de uma saída estratégica, mais quando foi dar o primeiro passo ele segurou o tornozelo de Vampira que despencou de cara no chão. O homem em um movimento rápido subiu em cima dela e segurou seus punhos ao lado de sua própria cabeça, enquanto suas pernas impediam que as dela o atingissem. Os olhos verdes de Vampira se cruzaram com os olhos rubros dele.


-Você é uma fille muito mal criada, savait? Disse o homem com um sorriso de satisfação no rosto.


Por um instante Vampira pareceu abalada. Com o olhar intrigado ela observou cada traço do rosto dele. O sorriso largo,sua pele levemente  bronzeada, seus cabelos castanhos,e seus olhos flamejantes. Ah, esses olhos a fizeram estremecer. Além da petulância de chegar tão perto dela. De certo não sabia com quem estava lidando. Seu ponto alto era a luta corporal,e ela iria se aproveitar disso.


Vampira tocou os lábios dele com os seus. Fechou os olhos com força e esperou pela pior parte: quando as lembranças, os segredos tomavam sua mente. Segundos mais tarde e nada aconteceu. Ela não sentiu absolutamente nada. Algo estava errado, Vampira soube na mesma hora. Ela se afastou e abriu os olhos.


-Que técnica de luta é essa? Achei Intéressant. Disse ele agora com um sorriso malicioso estampado no rosto.


Vampira o olhou apavorada.Vendo o rosto transtornado dela,ele a soltou. Ela tentou se levantar, mas caiu sentada no mesmo lugar.


-Não aconteceu nada. Sussurrou ela olhando para as próprias mãos. -Não é possível.


-Oque era pra acontecer? Eu me apaixonar? Ele  apoiou os braços no chão e suspirou. -Por que se for isso.. deu muito certo, chèrie. 


Vampira ignorou tudo oque ele disse. Estava sem cabeça pra xinga-lo. Tentava desesperadamente achar alguma explicação para a perda repentina de seus poderes.


-Oque você fez comigo? Indagou ela em tom ameaçador.


- Quoi? Perguntou ele aturdido.


Vampira se levantou desajeitadamente.


-Oque você fez comigo? Reiterou ela. Apontando o dedo para ele.


-Je, nada. Foi você quem me atacou. Disse ele em tom sério.


Vampira começou a andar de um lado para o outro como um animal enjaulado com as mãos na cabeça. Nada estava fazendo sentido. Ela parou em frente ao homem que a observava  ainda sentado no chão aturdido.


-Oque diabos está acontecendo? Quem é você? E que lugar é esse? Esbravejou ela enquanto seu rosto ganhava uma fisionomia cada vez mais feroz.


Ele se levantou e ajeitou a roupa despreocupadamente. Enquanto Vampira o encarava com sangue nos olhos.


-Eu te fiz uma pergunta.Ou melhor,eu te fiz três perguntas. Disse ela entre os dentes.


-Oui. E eu vou responde-las. Por bom senso, não por que você está mandando.  Por um instante Vampira percebeu os olhos curiosos dele percorrendo seu corpo quase nu. Era assim que ela estava se sentindo estando tão desprotegida. Instintivamente ela fechou cara,cruzou os braços e o fitou. Ele deu um sorrisinho meia boca quando percebeu ela corando.


-E então? Reiterou Vampira novamente.


-Meu nome é Remy LeBeau. Muito prazer petit. Disse ele fazendo um gesto cavalheiresco e estendo a mão em sua direção. Gesto esse que Vampira apenas olhou com indiferença.


-Très bien. Disse ele sem jeito,escondendo a mão. -Qual foi a outra pergunta, Vraiment?


-Oque é esse lugar? Perguntou Vampira impaciente.


-Aqui é onde eles trazem os mutantes capturados. Disse ele inexpressivo.


-Estão capturando mutantes? Porque?  Vampira ficou surpresa e espantada com que ouviu.


-Você não sabe? Ele franziu o cenho.


-Se eu soubesse não estaria perguntando. Falou  ela rispidamente. Remy revirou os olhos e lhe deu as costas.


-Se ficar de ignorância non respondo mais nada. Vampira correu atrás dele depressa.


-Não,não.Me desculpe. Só responde mais uma coisa... Você sabe onde estão os meus amigos? Remy parou. Permaneceu de costas por um instante antes virar-se para Vampira novamente.


-Amigos? Quem são os seus amigos? Perguntou ele com certa curiosidade.


-São mutantes,assim como eu. Nós somos uma equipe,ajudamos pessoas,e orientamos outros mutan..


-Os X-men? Perguntou ele a cortando.


-Isso.  Ao ouvir o nome de sua equipe Vampira sentiu uma mistura de alívio e euforia e não conseguiu se conter abrindo um enorme sorriso. -Você já ouviu falar de nós?


-Clair. Vocês são ridicule.  Remy soltou uma gargalhada alta. O sorriso de Vampira sumiu  instantaneamente,dando lugar a uma cara fechada.


-Ridículo é você, frânces idiota. Disse ela irritada. Remy soltou outra gargalhada ainda mais provocativa que a primeira.


-Vocês X-men,são todos iguais. Sempre tentam salvar o mundo e esquecem de salvar a própria pele. Ele lhe deus as costas e voltou a seus afazeres. Vampira bateu o pé e foi atrás dele exaltada.


-Nós somos especiais.Usamos os nossos dons pra salvar vidas. Mais você nunca vai entender.. não é igual a nós. Tinha um certo desprezo na voz de Vampira. Remy virou o rosto para ela,seu semblante sério.


-Oque você quis dizer com isso? Ele se aproximou bruscamente.Vampira se sentiu recuada e  de um passo para atrás. -Por acaso acha que eu não sou especial igual ao seus amiguinhos, ou acha que eu não sou um mutante? 


-Os dois.  Disse Vampira com desdém. Remy não gostou do ar de superioridade que  Vampira se referiu ao seus amigos.


-Pois está redondamente enganada, chèrie. Eu sou muito melhor que seus X-men. E se je quiser,posso fazer esse prédio inteiro ir para os ares. Disse Remy com convicção frisando cada palavra.


-Então porque não faz? Provocou ela.


-Porque eu quero fugir daqui na surdina. Sem fazer algazarra. E explosões não são o método mais indicado para se fazer isso.  Disse Remy já sem muita paciência.


-Então você vai fugir? Indagou Vampira com um sorriso estranho.


-Era isso que eu estava tentando fazer,antes de você me atacar. Disse Remy voltando-se para o duto.


-Ótimo. Eu vou com você.  


-Non,não vai não. Eu não quero responsabilidades. Disse Remy ríspido,sem olhar para ela.


-Não é você quem decide. E eu não preciso que ninguém seja responsável por mim. Já sou bem grandinha pra isso, obrigada. 


-Merveilleux. Se é tão grandinha assim,fuja sozinha.  Vampira abriu a boca para dar uma boa resposta,mais se calou. Preferiu mostrar sua indignação de outro jeito. Dando meia volta, ela passou pela fileira de macas gritando a plenos pulmões que havia um mutante fugindo. Quando já estava quase alcançando a porta,Remy a puxou pelo braço.


-Você ficou maluca? Esbravejou ele. -Para já com isso.


-Mais eu ainda nem comecei, docinho. Vampira voltou a gritar.


Remy tentou cala-la e os dois começaram a praticamente se estapear. De repente ele parou ainda segurando firme os braços finos de Vampira.


-Você ouviu isso? Disse uma voz do lado de fora.


-Não,não ouvi nada. Respondeu outra voz.


-Eu juro que ouvi alguém gritando. E foi por aqui.


Eram dois guardas e estavam se aproximando.


-Viu oque você fez?  Sussurrou Remy entre os dentes.


-Você ainda não viu nada francês. Eu posso fazer bem pior. Respondeu Vampira da maneira mais provocativa que pode. Remy fechou a cara e os punhos.


Não dava mais tempo pra nada. A  maçaneta da porta já estava girando. Em segundos os dois seriam descobertos. Remy agarrou Vampira rapidamente,tampou sua boca com uma mão e prensou seu corpo com o dela com a outra a arrastando para o canto da parede atrás da porta.


Duas sombras masculinas apareceram. Uma ficou  na porta, e a outra caminhou até a metade da sala,um pouco antes da maca que era para Vampira estar. Mais não estava.


-Eu disse que era coisa da sua cabeça. Os mutantes estão sobre controle. Disse o que estava na porta.


Os segundos pareciam se arrastar por uma eternidade. Remy segurava Vampira  tão forte que ela mal conseguia respirar. Ele também não fazia nem sequer um ruído. O homem olhou e olhou de novo, até ficar convencido.


-É,você tem razão. Vamos embora. 


Assim que a porta se fechou Remy respirou aliviado e por um instante baixou a guarda,o suficiente para Vampira lhe dar uma mordida na mão.


-Ah! Mon dieu. Gritou ele tentando abafar o som da sua voz com a outra mão.  -Você me mordeu. 


-Você estava me machucando. Esbravejou Vampira.


-shiuuu. Remy a olhou irritado. -Fala baixo.


-Você estava me machucando. Repetiu ela,agora sussurrando.


-Por culpa sua. Se tivesse ficado quieta, merde. 


-Quer que faça um escândalo de novo? É só falar. Vampira já tinha mostrado que não estava para brincadeiras.


-Non. Não faça isso, S'il vous plaît. ImplorouRemy,agindo em total impulso.


-Então eu vou com você e ponto final. Disse ela com insistente.


Vampira sabia como conseguir oque queria,e que técnicas usar para isso. Receber um não, pra ela,era como receber um desafio. Remy cruzou os braços. Refletiu por um momento. Enquanto Vampira o fitava impaciente. Por fim, ele respirou fundo e tomou sua decisão,a qual foi praticamente obrigado a tomar.


-Trés bien. Você vem,mas vai ter que seguir as minhas regras,não vou mais me encrencar por sua causa. É pegar ou largar, alors? Vampira deu de ombros e Remy deduziu que isso seria um sim.


-Então vamos logo, já perdi tempo demais aqui.  Disse Remy com indiferença.


Assim que terminou de abrir a grade do duto os dois se arrastaram pelo pequeno espaço. O lugar era apertado e quente. O que fez Vampira se perguntar se aquilo foi mesmo uma boa ideia, detestava lugares assim. O duto ia parar em um longo corredor branco. Remy chutou a grade e pulou, não teve nenhuma dificuldade. Vampira foi bem,até que olhou para baixo.


-Oque está esperando? Perguntou Remy impaciente.


-É..É muito alto. Balbuciou ela. -Eu não consigo.


-Consegue sim. Eu te seguro. Remy estendeu os braços para o alto. 


-Você promete? Peguntou ela com a voz um pouco manhosa. Remy suspirou.


-Prometo.Agoravai,pula logo. Resmungou ele apressando-a.


Vampira respirou fundo, tomou coragem e pulou. Remy a pegou como tinha dito. A segurou firme pela cintura fazendo seus corpos colaram um no outro. Seus corações batiam em ritmo parecido,acelerados. Vampira engoliu em seco e desviou rapidamente seu olhar. Remy fez o mesmo a soltando.Não disseram uma palavra, apenas atravessaram o corredor até a porta onde ficavam as escadas de emergência. Eles desceram o mais depressa que podiam. Quando chegaram ao térreo, Remy espiou por uma fresta antes de saírem.


Era um pátio enorme a céu aberto. Estava escuro,nem lua ousou dar as caras aquela noite. A poucos metros um homem armado vigiava as redondezas. Remy levou o dedo aos lábios sinalizando para que Vampira fizesse silêncio. Ele se aproximou e imobilizou o homem apenas com um único golpe na nuca.


-Você o matou? Perguntou Vampira incrédula quando viu o homem estirado no chão.


-Non,non, ele só está dormindo um pouquinho não se preocupe.  Disse Remy vasculhando os bolsos do homem. -Aliás,chèrie. Eu ainda não sei seu nome. Ele a olhou de soslaio. 


-Não é hora pra isso.Concentre-se em me  tirar daqui. Vampira virou a cara e ele bufou.


Depois de Remy pegar um maço de cigarros,um isqueiro e uma chave de carro. Eles seguiram para o estacionamento que ficava a uns 20 metros. Estavam quase chegando quando todo o pátio  do nada se iluminou.


-MUTANTES FUGINDO... MUTANTES FUGINDO. Gritou um homem do alto do muro apontando uma arma para os dois.


-Será que nos descobriram? Perguntou Remy fazendo graça.


-Oque é que cê acha? Disse Vampira com sarcasmo,mais não escondendo o nervosismo.


-Bien,eu acho que essa é nossa deixa,chèrie. Remy segurou  Vampira pela mão e juntos correram até o estacionamento. No curto trajeto eles podiam ouvir coisas como "Peguem eles"  "Não deixem que eles escapem" e muitos,muitos tiros. 


Remy disparou o alarme do carro. Os dois entraram depressa. Ele acelerou. Tiros vinham de todos os lados.Vampira se abaixou e cobriu a cabeça. Não demorou até chegarem ao portão de entrada. Remy deu ré e foi até onde conseguiu.


-SAIAM DO CARRO COM AS MÃOS PARA CIMA. Gritou um homem com a trupe toda cercando carro.


-Você não vai fazer,oque eu acho que você vai fazer,vai? Perguntou Vampira,mesmo já sabendo qual seria a resposta.


-Oui.E é melhor por o cinto mon amour,porque as coisas vão ficar rápidas por aqui. Remy pisou no acelerador com toda a força. Em segundos o portão foi arrancado.O baque foi grande mais eles conseguiram sair ilesos. Agora estavam do lado de fora,mais não livres.


-Uhuuu.. Gritou Remy eufórico.


-Acho melhor não contar vitória antes do tempo,queridinho. Vampira olhou pelo retrovisor.Dois carros os seguiam logo atrás.


-Oh la vache. Resmungou Remy dando um soco no volante.


O primeiro carro colou neles. Dois homens. Um dirigia enquanto o outro atirava. Remy tentou acelerar,mais já estava em velocidade máxima. Eram sequencias de tiros. Remy tentou tira-los da pista mais quem iria acabar capotando eram eles.Se vendo sem alternativa Remy tirou uma carta do bolso e a energizou.


-AU REVOIR. Ele deu um tchauzinho e as jogou pela janela direto dentro do carro que os seguiam.


As cartas explodiram fazendo o motorista perder o controle e o carro capotar barranco abaixo. Mais ainda restava um,e não davam sinais de que desistiram fácil. Mais tiros vieram.


-Anna Marie. Disse Vampira de repente.


-Quoi? Perguntou Remy confuso. Ele não havia escultado muito bem oque ela havia dito.


-MEU NOME... É ANNA MARIE. Gritou Vampira.


-É UM BEAU NOME,CHÈRIE. Um tiro passou entre os dois e atingiu o vidro dianteiro.


-MAIS OS X-MEN ME CHAMAM DE VAMPIRA. Remy deu um sorriso afetado. Não entendeu o porque dela está falando aquilo,naquele momento. "-Será que ela acha que vai morrer?" Pensou ele. "-Mais morrer não esta nos meus planos,pelo menos não hoje."


-VOCÊ SABE DIRIGIR VAMPIRA?Perguntou Remy.Ela meneou a cabeça positivamente. -ENTÃO ASSUMA PRA MIM.


Vampira não pestanejou,só obedeceu. Remy foi para o banco de trás. Segundos depois um dos pneus do carro estourou. O carro balançou,mais com muito esforço Vampira conseguiu manter o controle.


 -EU PRECISO QUE VOCÊ DESACELERE E DEIXE ELES NOS ALCANÇAREM. Gritou Remy.


Vampira olhou preocupada. Achou a ideia maluca mais fez oque ele disse. Desacelerou,e em pouco tempo estavam colados com eles. Começaram a jogar o carro em cima dos dois. Vampira tentava mante-los na pista.


-OQUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO? ELES VÃO ACABAR MATANDO A GENTE. Gritou ela já se arrependendo de te-lo ouvido.


-QUANDO EU MANDAR VOCÊ ACELERAR,VOCÊ ACELERA, ENTENDEU?


Remy não esperou para ouvir a resposta.Se pendurou na janela e colocou as duas mãos na lataria do outro carro,usou  todo o seu poder para energiza-lo. 


-AGORA.  Gritou ele se jogando pra dentro.


Vampira acelerou. O carro explodiu atrás deles. Um pedaço da lataria voou e caiu no chão em frente,o carro passou por cima e perdeu de vez o controle e eles acabaram entrando em um canteiro. Houve um forte impacto e tudo ficou escuro de repente.


Continua...

GLOSSÁRIO:
Fille - Garota/ Menina
Savait - Sabia?
chèrie - Querida
Quoi - Oque?
Je - Eu 
Oui - Sim
Petit -Pequena
Trés bien - Está bem
Vraiment - Mesmo
Clair - Claro
Merveilleux - Ótimo/ Maravilhoso
S´il Vous plaît - Por favor
Oh la vache - Puta merda
Au revoir - Tchau/ Adeus
Beau - belo


 


Notas Finais


Mais um capítulo,espero que gostem. Até a próxima.


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