História Amor Proibido (Imagine Jung Hoseok) - Capítulo 42


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Cherry_hoseok, Imagine, J-hope, Você
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Palavras 1.041
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei, lindas.. 💜


Desculpa pela demora, eu me enrolei com os capítulos.

Capítulo 42 - Capítulo 42


- Como é?


- Não quero que fique preocupada com isso, querida.


- Mas como não vou ficar preocupada, Hoseok? 


- Calma, princesa. - Levantei-me da cama e fui para o banheiro.


Isso não pode estar acontecendo, aquele monstro vai voltar. E sabe lá o que pode fazer.

Entrei no box e liguei a água, entrei complemente de baixo do chuveiro.


Minhas lágrimas se misturaram, com a água. Lembrei de Hoseok caído no chão, Tay baleada sangrando. Minha mente está uma bagunça.


Eles vão voltar... Eu tenho certeza.



- Princesa... - Ouvi a voz de Hoseok, suas mãos rodearam minha cintura em um abraço por trás - Não fique assim.. Meu pai não ira fazer nada.


- Como pode ter certeza disso,  Hoseok? - Tirei suas mãos da minha cintura e virei de frente para ele. - Neste exato momento eles estão, arquitetando um plano para me matar ou matar você.. - Apontei o dedo para ele, que franziu o cenho pois alterei um pouco meu tom de voz.



- S/n, meu pai nunca iria fazer algo contra mim, eu sou único filho dele, e eu não vou deixa-lo tocar em um fio de  cabelo seu..


 Não é possível  que ele vai ficar falando um absurdo desse.


- Hoseok, olha só o que ele fez com nós dois, aquele homem é um monstro, e , você não é filho dele.  Você nem sabe quem  são seus pais, porra. Pare de ficar se justificando com isso, o Chang é um criminoso. Para ele não importa quem é, ele vai matar. Entendeu


Hobi piscou algumas vezes e ficou com uma carinha esquisita. Acho que eu exagerei.


- Termine seu banho, depois conversamos. - Acho não, tenho certeza. Seu olhar se tornou tão triste.


- Espera, amor...


- S/n.. Só termine seu banho.


- Mas onde você vai?


- Vou tomar banho no outro banheiro. - Segurei em seu braço.


- Desculpa, eu não queria dizer aquilo. Estou com medo, você sabe...


- Depois conversamos.


Hoseok tirou minha mão  carinhosamente do seu braço, e saiu do box. Ele ficou magoado, eu não devia ter falado daquele jeito com ele.


Ai que DROGA! Eu faço tudo errado.


Terminei meu banho, fui até meu closet peguei  uma calça e uma blusa qualquer, vesti tudo rapidinho e fui até o banheiro onde Hobi estava.


 Não ouvi barulho de água, então pensei que ele já havia terminado e estava se vestindo.


- Hobi.. - Bati na porta mas não obtive resposta - Amor, você está ai?


Bati novamente, tentei abrir a porta mas estava trancada. Comecei me desesperar.


- Hoseok...


- Que foi? - Respondeu com a voz embargada, ele com certeza estava chorando.


- Porque trancou a porta?


- Nem percebi...


- Entendi. Abra, por favor!


- Eu ainda não terminei.. - Sua voz saiu baixa, quase não consegui ouvir.


- Você está bem?


- Estou.



- Vou te esperar na sala, ta bom?


- Sim, S/n.



Fiquei alguns segundos, encostada na porta e ouvi ele fungando baixinho. Senti um aperto em meu coração.


Porque eu fui dizer aquilo?
Mas saiu sem querer.


Hoseok não é homem que fica chorando pelos cantos, mas  percebi que depois da história da minha mãe, ele ficou muito sensível.


Fui para sala e fiquei esperando ele.




( ... )



Depois de quase meia hora Hobi apareceu na sala, seus olhos estavam vermelhos e um pouco inchados.


- Hobi meu amor... - Levantei-me rapidamente e o abracei, ele demorou um pouco para corresponder aquele ato - Me desculpe... Eu falei sem pensar...


- Mas suas palavras me machucaram.


- Eu... Sei. - Olhei em seus olhos - Mas eu só queria dizer, que ... O Chang deve saber que você não é filho dele. Ele tentou matar nos dois.


- Eu sei, princesa. Você tem razão.. - Selou nossos lábios - Mas tome cuidado, eu também tenho sentimentos, e só de lembrar dessa história maluca eu... Eu.. Fico um pouco incomodado.


- Entendo.. Eu já passei por isso, sei o quanto é chato ficar jogando na cara... - Abracei ele novamente.



- Precisamos conversar sobre outras coisas, a Késia vai saber explicar melhor. Depois tempos que ligar para ela.


- Okay..



Ficamos ali na sala trocando carinho, até minha barriga resolver soltar um ronco bem alto de fome.



- Acho que estou com fome.. -  Rimos.



- Também acho que estou... - Hobi levantou puxando-me junto com ele -  Vamos preparar algo, ou terminar o que eu havia começado.



- Preciso fazer compras, minha despensa está quase vazia... - Sentei-me no banco ao lado do balcão.


- Depois que a gente terminar de comer, nos vamos ao supermercado. Pode ser?



- Ou eu posso ir agora, enquanto você termina ai. - Hoseok olhou para mim no mesmo instante.


- Claro que não, S/n. Ficou louca? - Sorri com seu jeito de falar. - Nos dois.. Entendeu?


- Sim.. - Mandei um beijo no ar para ele.


Apesar de eu ter pedido desculpas, ele parece ainda magoado. Sorri forçado quando falo algo para diverti-lo.


Estávamos tão bem, até eu decidir estragar tudo.


Hoseok fez tudo em silêncio, depois comemos, trocamos de roupa e fomos para um  supermercado no centro da cidade.


- O que você vai querer, amor? - Perguntei olhando algumas prateleiras.


- Não sei, princesa..  Você é mulher da casa! - Riu.


- Tudo bem, então! - Dei um selinho nele - Vou buscar um carrinho, olha os preços ai. Pode ser?


- Huum, vou com você!



- Não precisa, amor. Tem muitas pessoas aqui, não se preocupe.. - Afastei-me dele - Já volto!



- Aish, vai rápido.



Assenti com a cabeça e fui buscar o carrinho.


Hoje o mercado estava cheio, não tinha como voltar no mesmo caminho com o carrinho.


No meio de tanta gente, eu  sentia alguém me observando, olhei para os lados. Mas estava tudo normal.


- Tenho que parar com essas paranóias! - Murmurei baixinho, voltando minha atenção as prateleiras.


Coloquei algumas coisas no carrinho, olhando preços e tentando me distrair.

Mas aquilo só aumentava.



- S/n... - Ouvi uma voz atrás de mim, e ao reconhecer aquele timbre não consegui mover nenhum músculo - Como é bom vê-lá aqui...



Não acredito que isso está acontecendo!





....


Notas Finais


👀


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