História Amor Próprio - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias BtoB
Personagens Ilhoon, Personagens Originais, Sungjae
Tags Btob, Demônio, Deus, Drama, Ilhoon, Magia, Sungjae
Visualizações 32
Palavras 1.603
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Perdoem-me por qualquer erro ortográfico.
Eu me atraso um pouco para tentar manter uma boa história, não gosto muito de escrever as coisas rápidas.

E pessoal, eu sei que esse capítulo veio muito tarde, é porque tenho que terminar milhares de imagines que ainda não finalizei, fora que estou fazendo uma fanfic que contém SHINee com uma amiga, e a gente sempre tem que manter um capítulo lá certo. Então é meio dificil ter um pouco de tempo e cabeça, mas não se preocupem, eu posso atrasar um pouco, mas eu vou postar. PROMETO! Amo vocês. ♥

Capítulo 3 - Alunos novos.


Acordo com o despertador do meu celular tocando, fazendo um barulho alto e irritante que já estava me deixando mal-humorada sem nem o dia ter começado. Dou um pulo pra fora da cama e apertei o botão de silenciar. Passo meus olhos nas horas e vejo que faltavam poucos minutos para o colégio. Sigo até o guarda-roupa, abrindo-o e tirando outro uniforme já que eu tinha dormido sem tomar banho por conta do cansaço.

Depois de alguns minutos, eu já tinha feito toda minha higiene e já estava arrumada. Caminho até a mesa do computador, pegando minha mochila e saio do quarto caminhando até a cozinha a procura da minha mãe. Enquanto caminhava, lembrei-me de que não fiz minhas tarefas escolares, então eu teria que terminar no colégio.

- Mãe? – Pergunto enquanto a procurava pela cozinha. – Ué? Onde ela está? – Olhei por toda a cozinha e nada. Caminho até a sala e noto um bilhete amarelo sobre a mesa.

“Soo, tive que sair para fazer compras. Consegue ir para o colégio como dinheiro de ontem? Se não tiver sobrado, pegue um pouco no pote em cima da geladeira. Eu te amo.
De sua mãe: Kyung Ja”

- Como sempre. – Falo sozinha, seguindo até a geladeira e pegando o enorme pote. Abri e encontrei oitenta reais. Pego apenas trinta e coloco o pote no mesmo lugar.

Na verdade eu ainda tinha dinheiro sobrando, mas peguei um pouco a mais porque não sabia quanto era a passagem de ônibus atualmente, já que fazia muito tempo que eu não andava em um. Sempre fui levada pelos meus pais.

[...]

Chegando ao portão do colégio, vejo meus amigos parados como sempre me esperando. Abro um sorriso e sigo até eles, vejo-os acenarem em minha direção. Assim que passei pelo portão, esbarro em alguém que tentou passar junto comigo.

- Aish! Não olha pra onde anda? – Reclamo enquanto acariciava meu ombro que doía um pouco.

- D-Desculpe. – Aquela voz era familiar. Olhei para o lado e era o mesmo rapaz de ontem. Senti meu coração acelerar por um breve momento, me deixando confusa do porque ele estar assim.

- Sem problemas. Eu que não vi. – Digo colocando a mão em minha nuca, envergonhada.

- Vamos irmão. – Disse um rapaz com uma expressão séria. Eles deram um sorriso curto junto, fizeram uma reverencia e se retiraram.

- Está tudo bem Soo? – Jihu pergunta fazendo-me sair de meus devaneios.

- Sim. Vamos? – Pergunto e vejo os dois afirmarem, logo nós começamos a caminhar juntos para a sala.

[...]

Dentro da sala, eu e meus amigos ficamos conversando sobre o que faríamos sábado. Eu não queria sair, mas Minseo marcou de irmos a um cinema ver algum filme que estava em lançamento. Jihu queria ir ao shopping para entrar na área de jogos. Eu queria muito jogar boliche, então acabei respondendo que iria pensar na proposta deles.

- Pessoal! Atenção! – O professor disse com um tom de voz alto entrando na sala e indo até o seu balcão.

- Parem de conversar. – Ele deu um tapa forte na mesa, fazendo todos o encararem em silêncio.

- Temos dois alunos novos hoje para nossa turma. Quero que todos os tratem muito bem e façam com que se sintam a vontade. – O professor falava e eu apenas encarava meus amigos, mostrando a língua e brincando com eles.

- Podem entrar. – O professor disse e eu continuei a ignorá-lo.

Vejo Minseo encarar o balcão onde estava o professor, ela estava boquiaberta e isso acabou me deixando curiosa, fazendo-me olhar para onde ela tanto encarava. Acabo ficando no mesmo estado de surpresa quando percebo que os dois garotos eram os rapazes que acabei esbarrando hoje na entrada do colégio.

- M-Muito prazer, meu nome é Yook Sungjae. – O rapaz da lanchonete, de cabelos escuros disse. Ele fez uma reverencia e assim que se levantou, abriu um largo sorriso fazendo novamente meu coração acelerar.

- Eu sou Jung Ilhoon. – O outro ao seu lado disse, era um rapaz muito bonito também, mas sua expressão séria me assustava.

- Encontre algum lugar para vocês dois. – O professor disse e os dois rapazes caminharam vindo em minha direção.

Minseo me encarou dando um sorriso malicioso assim que o rapaz cujo seu nome era Sungjae sentou-se atrás de mim. Correspondi o sorriso quando percebi que Ilhoon também sentou atrás dela. Olhei para Jihu e notei que ele estava com a cara fechada, encarando o quadro e anotando tudo o que o professor dizia. O que era raro isso acontecer.

Comecei a prestar atenção na aula e terminar a tarefa escolar que eu não tinha feito em casa. Minseo também continuou suas tarefas e Jihu não estava falando conosco, o que me deixou incomodada do porque essa atitude repentina. E também, eu estava com uma enorme vontade de olhar para trás apenas para ver aquele belo garoto novamente.

- Droga. – Digo assim que vejo minha borracha cair no chão e rolar.

Abaixo para pegar a bendita borracha e me assusto quando a mão de alguém encostou à minha. O que realmente me assustou foi quando senti esse toque, eu senti algo dentro de mim, como se fosse um sentimento de perigo e ao mesmo tempo de cuidado. Olhei para ver quem era o dono da mão e vejo que era de Sungjae. Ele estava me encarando fixamente e eu fazendo o mesmo.

- Está tudo bem? – Ouço uma voz e sacudi a cabeça quebrando essa troca de olhares. Pego a borracha e volto a me sentar direito.

- Desculpe. Queria ter pegado pra ti. – Ouvi Sungjae dizer perto de meu ouvido.

- Obrigada. – Digo me virando um pouco para trás e depois voltando a encarar o quadro.

O tempo passou rápido e aquela sensação que senti ao tocar nas mãos de Sungjae foi algo amedrontador. Parecia que eu o conhecia e ele queria me machucar. Nunca senti esse tipo de coisa e talvez isso seja apenas coisa da minha cabeça.

~x~

“Na cadeira atrás de Soo Yeong, o pequeno anjo Yook Sungjae estava um pouco nervoso e ao mesmo tempo curioso. Assim que ele foi tentar ajudar a moça a sua frente, ele tocou na mão dela sem querer. Ele nunca imaginou que sentiria o toque de outra pessoa desconhecida tão cedo assim.”

“Assim que ele sentiu o toque dela, seu pequeno e puro coração começou a bater um pouco mais rápido. Ele pensou se estava doente ou se isso era algum problema espiritual, já que ele nunca se quer se apaixonou por alguém em sua vida. Então os sintomas de amar outra pessoa além de sua família, era misterioso e principalmente diferente pra ele. O que mais o deixou impressionado foi que ele sentiu-se triste quando seu irmão o chamou e fez com que aquela troca de olhares entre ele e a garota foi quebrada.”

Sungjae POV#

- Está tudo bem Jae? – Meu irmão pergunta em sussurro.

- Acho... Que sim. – Respondo ainda encarando a minha mão que tinha tocado a da moça a minha frente.

O sinal tocou e já era hora da refeição. Vi a menina e seus amigos se retirarem da sala, mas me surpreendi quando assim que olhei para a porta, vi a garota me olhando e dando um pequeno sorriso. Pisquei meus olhos várias vezes para ver se era real e logo a vi se retirando da sala. Novamente meu coração acelera e sinceramente, eu estava com medo.

- Irmão. – Chamo Ilhoon que estava arrumando seu material.

- O que foi? – Ele fecha o zíper da mochila e me encara.

- Acho que estou doente. – Digo colocando a mão sobre meu peito.

- Como assim Jae? – Ele segurou meu braço de forma preocupada.

- Meu peito... Está doendo. – Falei e ele continuou a me encarar.

- Vem, vamos para a enfermaria. – Afirmo e com nossas mochilas, seguimos para fora da sala.

Seguimos até a enfermaria. Não tive nenhum sinal da garota e de seus amigos, o que me deixou um pouco triste. Eu não queria vê-la, mas ainda sim, essa dor começou porque eu a toquei e talvez isso seja um aviso, ou algo de ruim pode estar acontecendo comigo. Meu medo aumentava cada vez que eu pensava nisso e me lembrava das histórias de meu pai.

- Alguém? – Pergunto enquanto abria a porta lentamente com meu irmão.

- O que precisam jovens? – Uma moça perguntou. Ela vestia um jaleco branco, fazendo-a parecer um anjo. Eu sempre gostei de pessoas que se vestiam de branco.

- Meu irmão está sentindo fortes dores no peito. – Ilhoon disse e eu apenas confirmava com a cabeça, calado.

- Você começou a ter essas dores recentemente querido? – Ela perguntou enquanto pegava um estetoscópio e colocando sobre meu peito.

- Sim. Começou agora pouco. – Falei baixinho e ela me olhou com um sorriso no rosto.

- Quando isso começou? – Ela perguntou.

- Assim que eu toquei na mão de uma garota. – Digo e a vejo abrir novamente um sorriso.

- Não se preocupe, não é nada demais. – Ela disse e eu apenas confirmei com a cabeça novamente.

- Obrigado Doutora. – Meu irmão agradece e nós dois nos reverenciamos, e assim saímos da enfermaria.

- Quer comer algo? – Meu irmão pergunta e eu começo a encarar o teto pensando.

- Macarrão! – Digo animado e ele ri.

Fomos até a saída do colégio a caminho da lanchonete que ficava a frente. Lembrei-me que eu vi aquela garota pela primeira vez exatamente nesse lugar. Pergunto-me se isso é destino ou obra do grande senhor. Espero que essa dor que eu senti não seja nada de ruim, rezo com todas as minhas forças.



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