História Amor próximo - Capítulo 33


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Palavras 1.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 33 - Capítulo 33 - Gray-A, polissexual e cupiossexual


Fanfic / Fanfiction Amor próximo - Capítulo 33 - Capítulo 33 - Gray-A, polissexual e cupiossexual

Logo pela manhã recebi uma mensagem no celular de uma garota de outro curso da faculdade, nisso resolvi ler, pois se ela me mandou deve ser importante.

“Você que trabalha na polícia me mantenha avisada caso a Asashio chegue ao seu ponto desesperada, porque isso determinará um acordo que eu fiz com uma pessoa, um homem que tralhava como professor na faculdade”

Ao terminar de ler percebi que não era um boato que estava circulando pela universidade, mas sim a verdade quanto ao fato, por mais que a vontade seja de não acreditar, é a mais pura realidade.

Respondi a mensagem e senti um aperto no meu coração e não foi só comigo, mas também com todos aqueles que estão sofrendo pela possível perda da menina mais fofa do nosso local de estudo.

— Então era verdade?!

— Infelizmente sim.

Nós três nos olhamos e falamos que nada nos afetaria, afinal se ela já está sofrendo com a ajuda de alguém, imagina sem essa ajuda.

Saber que eu sou ignorado na vida só por sentir atração sexual poucas vezes e em alguns momentos me machuca, mas me quebra ainda mais em saber que estamos ao passo de ver um ato horrível em dias.

Espero que o tal acordo seja o que eu pensei, pois ele não pode achar que está tudo bem acabar com a vida de uma pessoa por loucura e pelas vozes interiores.

— Vamos esfriar a mente um pouco ou logo estaremos como vulcões em erupção, então, o que vocês viram pela última vez na internet?

— Vídeos de uma cantora que vocês tanto amam Hatsune Miku.

— Vídeos de danças, eu quero vencer dessa barriga que tanto me incomoda.

A conversa durou horas e decidimos pedir algo para comer, já que estamos sem ter o que preparar em casa, por conta de uma pessoa que não fez as compras da semana e ela vai comer menos em troca.

Demoramos 20 minutos até decidirmos de fato o que comeríamos naquela noite, nisso cada um escolheu um prato e uma entrada, nem preciso contar quem que pagou por essa janta explosiva, não é?

— A culpa não é nossa se você não arcou com as consequências dos seus atos e saiba que essa semana ainda é sua.

O tom de voz da Chou era assustador e eu nem me atrevi a falar qualquer coisa a mais ou ela me quebraria no meio de tão furiosa.

Na espera pela entrega chegar, olhamos uns aos outros, suspiramos e quando eu menos percebi já havia perdido no jogo.

Tentei de novo e consegui uma vitória da nossa campeã do jogo, ainda mais quando ela só usa pedra na maioria das vezes, o que me facilitou na hora de usar papel, um dos que eu menos uso em campo.

O que interessa é que a sua vitória inigualável não era palia para mim, se bem que nem estou acreditando nisso de tão estranho que é.

— Pode ter vencido dessa vez, mas na próxima não será tão fácil.

— Sei bem disso, só estou feliz.

Vê-la corada é uma raridade, mais do que capturar o Arceus com uma pokébola normal, mas adoro observar as bochechas em um tom mais rosado e a sua tentativa de esquecer-se desses momentos.

Adoro ainda mais por ter um instante com seu lado fofo, que ela diz jamais existir e ser tudo da nossa cabeça, tanto que quando eu uso fofa em uma conversa, reclama como se não houvesse alternativa.

— Pare de esconder seu lado fofo, ele é lindo, assim como você.

— Não me elogia!

Começamos a rir bastante para ela não ter desculpa alguma quando nos atacar de novo.

Minutos depois estávamos contentes com a chegada da nossa comida em nossa casa, era um alívio poder comer depois de passar o dia sem almoço e café da manhã, tudo culpa de quem não fez seu trabalho.

Pegamos os pratos e os hashis descartáveis para saborear essa beleza de refeição, só espero que esteja tão boa quanto a minha mente me faz acreditar pela vontade irritante de ingerir um alimento.

— Obrigado pela comida!

Sem demorar muito pegamos os copos e brindamos um costume comum do nosso relacionamento e de várias pessoas também.

Nada melhor que comer nessas horas, parece que a minha felicidade está acima do normal, não sei como eu viveria se faltasse comida sempre ou quase sempre todos os dias, com certeza teria sérios problemas.

— Que delícia!

— Nada melhor que uma refeição quentinha!

Observá-las alegres e sorridentes causou a mesma reação em mim, é ótimo quando somos contagiados pela felicidade e horrível quando isso acontece pela tristeza, então fizemos de tudo para que esse sentimento durasse o máximo possível.

Horas depois mal sabíamos o que realizar de tão cheios que estávamos por conta dessa refeição enorme, sem contar que a reação da Kasumi foi exagerada demais, ela mereceu por ter nos deixado com fome durante esse tempo.

— Vocês são cruéis!

— Não somos já falamos que você tem toda a culpa dessa fome insuportável que tivemos de passar nessas horas.

Quer se pagar de vítima só pelo tom que estamos usando, mas é uma pessoa insuportável, nem sabe que precisa sofrer os danos da sua atitude horrível, mas como somos bons namorados podemos perdoá-la.

Vendo o estado dela não pensamos duas vezes em beijarmos as suas bochechas, fazendo-a sorrir depois de tanto tempo que fingiu estar triste, pois conhecemo-la bem o suficiente para vermos as suas enganações.

— Não faça isso de novo.

— Não farei, porque não quero ver vocês tão irritados comigo quanto hoje, é horrível ser tratada dessa maneira.

É mesmo a pessoa que eu conheci no colegial, assim como a Chou, as duas completam em mim o que eu não consegui completar sozinho e eu completo cada uma, sem contar que cada uma se completa, que complexo.

O fato de eu ter me apaixonado por duas pessoas ao mesmo tempo e elas terem se apaixonado por duas pessoas ao mesmo tempo, é estranho, mas é ótimo, tirando quando ocorrem as brigas em que eu sou o perdedor de tanto que elas se juntam para ver meu lado podre.



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