História Amor próximo - Capítulo 38


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Palavras 1.165
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Slash, Violência
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 38 - Capítulo 38 - Polissexual, gray-A, cupiossexual


Fanfic / Fanfiction Amor próximo - Capítulo 38 - Capítulo 38 - Polissexual, gray-A, cupiossexual

Quem é esse ser que a Kasumi trouxe para casa? Ela é louca?! Espero que ele seja confiável ou eu acabo com os dois sem dó e piedade.

— Eu sou o Takeshi, é um prazer conhecê-los.

Pensando bem, esse nome não me é estranho. É aquele idiota do bate papo com quem ela tanto fala e eu preocupada sem motivo.

Mesmo assim ela vai sofrer depois que ele sair daqui, pois não se trás alguém sem avisar!

Agora eu tenho que invocar meu lado fofo ou teremos problemas, espera ai! Ela fez de propósito! Que tática genial, dessa vez ela não merece sofrer.

— É um prazer conhecê-lo, sinta-se em casa.

— Obrigado.

Ele exala timidez e isso me impressiona, parece comigo no colegial e por isso ele vai sair dessas amarras.

Claro que deve ser difícil de socializar pela aparência, mas posso dar um jeito nesse estilo sem problema algum.

— Quer ajuda para se socializar?

— Eu aceito!

Foi engraçado ver a sua surpresa por eu saber do seu problema e por mais que o colegial esteja acabando, valerá para faculdade e últimos eventos no ano, sem contar os do ano que vem.

— Então vamos lá!

Os olhos brilhando acabaram com qualquer vontade de acabar com o sossego dos meus namorados, causando uma vontade de ser mais calma, ainda que não faça parte da minha personalidade repentina.

— Você acha que vai ensinar sozinha? Quem do relacionamento que é extrovertido e sem quase nada de timidez? Pois é, sabe bem a resposta dessa pergunta e não tem como negar então te ajudarei com esse trabalho.

— Agradeço e não agradeço, mas é sempre bom ter a opinião de uma pessoa que não tinha os nossos problemas, no final, vai entender porque eu mal conseguia falar e vai conseguir transmitir a sua áurea para esse jovem.

O primeiro passo foi pedir a ele que sentasse do lado da Kasumi, observando-a bem enquanto ela usa a sua roupa do colegial, a vergonha nele estava tão evidente que eu me senti envergonhada também.

Nisso pedi para que ele tentasse trocar falas com ela, não importa o assunto, apenas que tentasse criar um papo, algo que é difícil para quem sofre com seu lado tímido de maneira constante.

Quando fez as primeiras tentativas, o movimento da boca acontecia, mas a fala não saia ou saia mais cheia de gaguejos e nem sequer olhava para o rosto dela, somente para baixo e ainda ao lado, sem contar que segurava a sua camiseta, algo que eu realizava muito na mesma época.

— Olá. — Uma palavra tão simples sendo interrompida por vários gaguejos, me causa estranheza ver como ele é um caso demorado para reparar, porém se nós desistirmos dele ai que não vai dar de jeito nenhum.

— Olá, tudo bem? — Ver o tom fofo de voz que ela fez me lembrou do dia que a conheci naquela data eu tentei puxar assunto e falhei de um jeito miserável, lembro-me que ela era uma das chefonas das delinquentes e comandava várias garotas, tanto que só pudermos nos ver quando a Kasumi ficou depois da escola para tratar de assuntos importantes com as meninas e eu acabei ouvindo, nisso ela me encurralou de jeito e falou que eu deveria esperar ainda mais.

Claro que eu senti um medo inexplicável, mas foi só um grande mal entendido e nós viramos amigas no segundo ano, boas memórias.

— Tudo e você? — Os olhos castanho-escuro e azul, continuavam desviando o foco dela e isso me preocupou, pois já estavam na terceira fala e nada dele conseguir sequer ver a cor dos olhos dela.

Nesse tempo em que ela formulava uma resposta, ouvi-o disser frases em um tom baixo que me assustaram, porque eu era igual e parece até que estou me vendo em outra pessoa.

— Você, pare de reclamar que é assim, pare de se culpar o que você precisa é de treinamento para melhorar e só, não adianta ficar nesse estado sem motivo e eu sei como isso é prejudicial. — Tentei usar o tom menos cruel possível para que ele não sentisse ainda mais medo e se culpasse ainda mais, além disso, senti-me como uma professora e é isso que eu quero ser.

— Está tudo bem comigo, quais são as suas bandas e grupos favoritos? — O sorriso, a forma doce que usava na expressão, é tudo tão a nossa época do colegial, dá até vontade de repetir tudo de novo.

A conversa durou uma meia hora e eles decidiram parar por ai, pois de acordo com a Kasumi, já era tempo demais e ela não aguentava mais ver e usar o uniforme dela, ainda que gostasse daqueles anos.

Pelo menos sei que valeu a pena, pois vi um sorriso discreto nele e notei que estávamos no caminho certo para ajudá-lo a vencer dos seus males, que por mais singelos que fossem, atrapalhariam o resto da vida dele.

— Obrigado por esse dia, posso voltar amanhã?

— Claro, mas pega o endereço por precaução, pois não viemos da sua casa até aqui.

Mas de uma coisa eu tenho total certeza, ele é muito fofo! Se eu não estivesse namorando e o visse na rua, sem dúvida alguma eu tentaria puxar assunto e tudo mais, se bem que foi por conta do namoro que eu consegui melhorar até porque eu comecei a conviver com o Rin, um cara muito extrovertido.

— Ele não me parece um serviço difícil, pelo contrário, ele me parece fácil só que resistente.

— Eu notei isso também nele, mas logo esse lado sociável vai vencer do lado tímido, pode ter certeza.

— Você mudou mesmo em, nem parece à pessoa que eu conheci há quatro anos.

Nós dois rimos e logo pensamos em como seria o dia de amanhã, mal sabíamos como seria a faculdade no dia de hoje, quanto mais às próximas horas, não é?

Deitei no sofá e liguei a televisão, coloquei em um canal de animações e comecei a assistir, pois é sempre bom dar uma aliviada no estresse usando comédias, principalmente essas que conseguem colocar as piadas no momento certo.

— Nem pense! Temos que estudar e você está inclusa, porque vai hoje à faculdade!

— Já entendi!

Desliguei pouco depois que havia começado a minha obra favorita, sentei com eles e começamos a estudar em três partes, o meu curso, o curso do Rin e o curso da Kasumi, nessas horas seria mais fácil se todos nós fossemos da mesma área.

E eu me surpreendo com eles, porque conseguir estudar sem achar qualquer objeto mais interessante, é uma dificuldade sem tamanho, acho que é por isso que eu nem ouso fazer a revisão das matérias sozinha.

— Lembre-se que os professores amam fazer uma prova surpresa nesse dia da semana em que estamos então se preparem do melhor jeito possível.

Concordamos e intensificamos o estudo, até que chegou o jantar e eu tive meu tempo de ver animações, com certeza é a melhor parte do dia, se bem que teremos mais uma parte boa, ajudar o Takeshi com o seu problema.



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