História Amor Psicopata - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Álcool, Assassinato, Gay, Hot, Morte, Psicopata, Romance, Violencia
Exibições 22
Palavras 1.334
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


BOA LEITURA MEUS AMORES 💖💖💖💖💖❤❤❤❤❤❤❤❤❤

Capítulo 12 - Capítulo - 12


           P.O.V On Thomas 

 Após nosso beijo visualizamos o corpo sem vida do Marcelo no chão frio da rua.

- oque vamos fazer com o corpo - Perguntei.

- vamos nos livrar dele. Bruno se afastou de mim é foi até sua mochila tirando de dentro um par de luvas e colocando em minhas mãos nuas

- pra que isso ?- Perguntei

- pra não deixar suas digitais, por isso as luvas, segura os braços que eu seguro as pernas - Ele ordenou, eu estáva um pouco assustado com toda sua sabedoria de como matar e sumir com um corpo, meus sentidos diziam que essa não era a sua primeira experiência em matar ou pedir pra outra pessoa fazer isso, será que ele é algum tipo de assassino e um bem experiente ? Apenas isso ficava na minha mente.

- aonde vamos deixa-ló? - Perguntei.

- vamos jogar esse merda num rio que tem aqui perto.

- ok - Como a rua estava deserta séria fácil, eu ficava preucupado com aquela rua ainda eram seis e quarenta da noite e não havia uma pessoa na rua ou que passasse ali até mesmo de curiosidade mas é aquele ditado, a curiosidade matou o gato. Não demorou muito pra acharmos o rio ficava praticamente do lado da rua sem saída, colocamos o corpo dele em cima de uma grade enferrujada que separava a rua do rio .

- 1...2...3 empurra - Bruno disse e eu empurrei, fiquei vendo seu corpo cair e atingir a água do rio, fazendo um barulho um pouco alto mas nada com que se preocupar, seu corpo no mesmo instante que atingiu a água afundou como uma pedra. Ainda com a rua deserta tomamos o rumo pra minha casa já que era o lugar mais perto pra Bruno e seguro também, chegando lá a primeira coisa que fiz foi tira as luvas que ficaram ensanguentados e jogar no chão da sala e lavar as mãos e tirar todo o sangue da minha vítima, liguei a torneira da pia do banheiro e vi todo o sangue sair das minhas mãos e descer pelo ralo apoiei minhas mãos na borda da pia e fitei meu reflexo no espelho é pude ver em meus olhos a memória do assassinato que eu havia cometido sem dó e nem piedade somente vingança.

- ta tudo bem? - Ouço Bruno falar do outro lado da porta do banheiro.

- sim - Na verdade não estava tudo bem pelo contrário estava tudo horrível, naquele momento parecia que o Thomas "inocente" havia morrido e dado espaço pro Thomas maldoso e acima de tudo assassino sem coração, comecei a sentir um enjoo e um embrulho no estômago fui em direção à privada e comecei a vomitar tudo que tinha dentro de mim pra fora, ouvi o barulho da porta abrindo e vi Bruno acaixado enquanto passava a mão nas minhas costas me sentia aliviado e livre como se algo ruim tivesse saído de dentro do meu corpo, estáva me sentindo tonto e via tudo ao meu redor girando até começar a ver tudo escuro e depois não ver mas nada.

               P.O.V on Bruno 

Thomas chegou em casa é não disse nada apenas foi pro banheiro me deixando sozinho em casa, reparei que a mãe eo irmão dele ainda não chegaram em casa, ouvi um barulho estranho vindo do banheiro onde Thomas estava cheguei bem devagar e coloquei meu ouvido na porta, ouvi ele vomitando, sem autorização alguma entrei no banheiro e vi ele ajoelhado vomitando tudo dentro da privada me aproximei de seu corpo que estava fraco e pálido e fiquei passando minha mão em suas costas para acalma- ló odiei ver ele naquela situação, fraco e sem forças nem pra levantar. Thomas saiu da direção da privada e sentou no chão vi seus olhos começarem a se fechar lentamente e do nada, ele apagou me aproximei de seu corpo e coloquei meu dedo indicar e médio na direção de suas narinas e sentir o ar saindo, coloquei meu braço em baixo de suas axilas e o levatei, coloquei o braço direito dele em volta do meu ombro eo puxei deixando seu corpo sobre meu ombro, por incrível que pareça Thomas era muito leve. Subi lentamente as escadas de sua casa, andei pelo comprido corredo que levava ao seu quarto, abri a porta e coloquei seu corpo em cima do colchão de sua cama arrumada e super limpa, tirei seus sapatos e cobrir ele, dei um beijo em sua bochecha e outro em sua testa.

- amanhã te explicarei tudo - Eu disse em seu ouvido, eu já sabia que chegaria a hora de falar pra ele toda a verdade de mim e do que eu fiz no passado e que me orgulho mas não sabia se sua reação séria positiva ou negativo, mas eu arcaria com as consequências dos meus atos passados, por Thomas eu falaria toda a verdade sem esconder o menor detalhe da minha vida de assassino. Desci as escadas da casa e fui pra saída da porta chegando ao mesmo olhei pra trás e resolvi que ficaria em sua casa, não por medo ou pela preguiça de ir embora, mais em si o medo de algo acontecer com meu amado sem saber, andei até a cozinha e deixei a luz ligada, voltei pra sala e resolvi assitir um pouco de televisão pena que não havia nada que valece minha atenção, comecei a ouvir ruídos vindo de fora da casa e pelo que pude ouvir era na porta de acesso a casa, fui andando devagar pra pessoa não ouvir eu chegando, olhei pro chão e vi uma sombra e vi a maçaneta girando lentamente deduzi que seria algum xereta pra agir com tango silêncio não esperei e pessoa abri apenas coloquei a mão na maçaneta e girei rapidamente tendo a visão de uma mulher branca, cabelo até acima do ombro da cor castanho claro a mesma cor do cabelo de Thomas, olhos claros e usava uma roupa um pouco estranha.

- quem é você? - Perguntei.

- sou a dona da casa, é eu é quem pergunto quem é você.

- há desculpa, então a senhora ea mãe de Thomas ? - Perguntei e ela já foi entrando na casa.

- sim é quem é você ?- Há mulher disse.

- desculpe minha falta de educação, sou o Bruno - Iria dizer namorado, mas não a conhecia e se ela não soubesse que Thomas e gay ?.

- Bruno. Então você eo namorado do meu filho ? - Confesso que fiquei assustado.

- sim, como a senhora sabe ?

- ele fala muito de você - Fiquei feliz de saber que meu namorado havia faldo de mim pra mãe dele.

- que legal, desculpe mas ainda não sei o nome da senhora.

- meu nome é Roselaine, mais pode me chamar de Rose ou como você se sentir melhor em me chamar, cadê o Thomas querido ?

- ta dormindo.

- ok.

- desculpe Rose mais gostaria de saber se posso dormir aqui ? - O medo me dominou é eu nunca havia sentido medo antes.

- claro que pode meu anjo, pode dormir lá no quarto do irmão dele ou pode dormir com Thomas - Ela havia permitido mas como não queria se abusado e muito menos fazer Thomas dormir desconfortável, resolvi que dormiria no quarto do irmão dele.

- posso ficar no quarto do irmão dele ?

- claro que pode.

- muito obrigado.

- de nada meu querido - Subi rapidamente para O quarto do irmão de Thomas mas antes fui até o quarto do menino desacordado vi que dormia tranquilamente oque me deixou despreocupado fechei a porta e saí, fui pro quarto de seu irmão que,  quando entrei fiquei impressionado com a extrema bagunça que era, cama desarrumada, roupa por toda parte, livros no chão, roupa suja do lado do guarda-roupas, vi que Thomas e seu irmão eram completamente diferentes so pela arrumação do quarto, fui até a cama tirei meu tênis entrei em baixo das cobertas e fechei meus olhos, estáva tão cansado que nem percebi e vi tudo escuro.


Notas Finais


Espero q tenham gostado amores por favor comente e favoritem isso me ajuda muito.

E você que é novo aqui ja favoritou ? Porque leitor fabuloso favorita com amor ❤❤❤❤❤❤. Por favoritem e comentem isso me ajuda muito

Beijinhos de luz 😘😘😘💥💥💥


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...