História Amor Psicopata - Capítulo 13


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Álcool, Assassinato, Gay, Hot, Morte, Psicopata, Romance, Violencia
Exibições 18
Palavras 1.302
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Ficção, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


BOA LEITURA MEUS AMORES ❤❤❤❤. GENTE COMEMTEM PRA EU SABER OQUE VOCÊS ESTAM ACHANDO❤❤

Capítulo 13 - Capítulo - 13


                  P.O.V Bruno 

 Há noite havia sido tranquila consegui dormir bem mesmo estando na cama do irmão do meu namorado, sai da cama e fui até a direção do quarto do Thomas e vi que ele ainda dormia do mesmo jeito que havia deixado ontem, fechei a porta do quarto e fui pro andar de baixo desci a escada e vi a mãe de Thomas vendo televisão.

- oi querido, dormiu bem ?- Ela disse.

- sim obrigado.

- Thomas ainda está dormindo ? - Perguntou ela.

- sim, oque a senhora ta vendo ?

- noticiário, parece que mataram um garoto ontem, pela avaliação da polícia e pelo IML o corpo era de um jovem atleta - Quando ouvi as palavras garoto e atleta sem permissão alguma meus lábios foram um sorriso.

"A Polícia está assutada com os acontecimentos que vem rodeando a cidade, hoje pela manhã encontraram o corpo de um jovem atleta dentro desse rio, a vítima foi identificado pelos parentes com Marcelo, que infelizmente foi morto a facadas, a polícia disse que o jovem foi atingido com duas facadas no abdômen e como finalização foi degolado, esse assassinato tem muito em comum com de outro jovem que também foi morto a facadas dentro de uma casa abandonada e queimada, as autoridades acreditam que o assasino seja o mesmo"

Aí eles nunca aprendem que pra mim o desejo de matar e como hobby mas como dessa vez não fui eu que matei esse ser humano desprezível e sim meu namorado, podia dizer que tinha orgulho de ter sido ele é tinha mais orgulho ainda dele ser meu namorado.

- nossa que horrível - A mãe de Thomas disse.

- verdade - Mentira horrível nada pelo contrário, foi lindo demais, aquele momento ficará para sempre na minha memória, saber que aquilo aconteceu realmente me faz ficar até excitado.

               P.O.V Thomas 

Acordei desesperado e suando frio, acabei tendo um pesadelo horroroso de que havia matado uma pessoa e parecia ser aquele atleta da escola mas acabei ficando aliviado por saber que era tudo um pesadelo sem futuro nenhum. Saí da minha cama e vi que ainda estava de uniforme ainda eu devia ter chegado tão cansado que nem devo ter tirado o uniforme, fui pro banheiro pra fazer minhas havia um cheiro horrível em mim um cheiro de algo morto, depois de tomar um longo banho esciveu os dentes e coloquei meu pijama já que era sábado e eu não teria aula mesmo então nem sairia de casa. Desci pro andar de baixo e vi minha mãe vendo televisão.

- oi mãe.

- oi meu filho dormiu bem ?- Ela disse com uma roupa toda branca.

- sim, vai aonde ?

- trabalhar, o hospital ta precisando de mim - Ela disse e ja foi saindo de casa me deixando sozinho, senti meu estômago roncar de fome, fui pra cozinha e tomei um susto vendo o Bruno lá.

- ai meu Deus Bruno.

- que foi ?.

- que susto, espera oque você tá fazendo aqui e com uniforme da escola - A confusão estava na minha mente.

- eu vim pra cá ontem é dormi aqui, não se lembra de nada ? - Bruno me contará que dormirá aqui.

- não.

- sério?

- que saber deixa, não tem problema, nossa tive um sonho muito louco.

- é como era ? - Bruno perguntou.

- estava eu, você é aquele atleta do Colégio, sonhei que nois havíamos matado ele - Eu disse rindo.

- não foi um sonho - Bruno disse e deu uma mordida na maçã que estava com ele.

- como assim não foi um sonho ?.

- Thomas você matou ele - Ão ouvi aquilo acabei caindo de bunda no chão não acreditando que tudo aquilo havia sido real. Bruno veio até mim e me levantou e me sentou na cadeira da mesa de jantar, ficando de frente pra mim.

- foi real ?- Perguntei.

- sim, ele ia matar você so que eu não deixei e acabei impedindo ele e deixei você dar um fim àquilo tudo, você deu duas facadas na barriga dele é depois cortou a garganta do desgraçado - Bruno estava tranquilo.

- então quer dizer que...que...que eu o matei ? - Eu ainda não acreditava.

- sim meu amor, você o matou.

- porque ?

- porque era necessário, era ele ou você , não se preucupe você fez o certo - Ele disse.

- como pode ser o certo Bruno? como? - Já está estressado.

- que saber eu... eu acho que você ka deve saber a verdade .

- que verdade?

- vou contar - Ele ne levantou e me levou até a sala de estar, chegando ao mesmo ele sentou em um sofá e eu sentei em outro. Então Bruno começou a me contar, contar coisas horríveis que me faziam ter medo e repulsa, ele me contará como havia matado aquele menino na casa abandonada e depois te-lá quimado até toda ou quais que evidências do crime, me contará como matou os próprios pais sem ter pena de matar o homem e a mulher que o deram a vida, me contou que como já era emancipado não havia razão pros pais deles existirem na vida dele, ele disse que colocou veneno no café dos dois e que tinha feito uma cópia da chave do vizinho e que quando o mesmo saiu pra trabalhar colocou os corpos de seus pais dentro do armário do homem e que havia chamado a polícia fazendo assim toda a culpa do seu assassinato cair pra cima de outra pessoa, mais o pior e que ele não demostrava arrependimento do que fazia e pelo contrário tinha orgulho de tudo e que faria de novo é de novo sem se arrepender.

- isso é tudo até agora - Ele disse.

- eu não acredito - Meus olhos já estavam ardendo tanto que não havia motivo pra prender minhas lágrimas.

- não acrdita no que ?

- não acredito que estou namorando um psicopata como você - As lágrimas ainda caiam dos meus olhos. Me levantei do sofá e joguei a almofada do sofá nele.

- você não entende ? Eu quero te mostra um mundo novo Thomas, um mundo cheio de riqueza, luxúria, prazer, poder e adrenalina, quero tira e de você toda essa inocência que você tem e te mostra todas as coisas boas da vida.

- NÃO EU NÃO QUERO - Meu coração estava doendo. Bruno rapidamente se levatou do sofá e me prensou na parede da sala prendendo meus punhos na parede ficando colado comigo. Bruno me fitou profundamente e chegou seus lábios nós meus me dando um beijo calmo e sem pressa deixando desacelerado e calmo, fomos separados pela falta de ar.

- vem comigo, e prometo que não vai se arrepender - Ele disse no meu ouvido.

- ta Bom - Sim, por mais que aquilo fosse loucura eu o amava e não importava oque ele havia feito ou ainda faria eu iria com ele pra todo lugar.

- ótimo vamos pra mimha casa - Ele disse.

- mais como vamos viver ?.

- não se preucupe o juiz deixou todos os bens dos meus pais pra mim, temos dinheiro o suficiente pra vivermos uma vida de luxo e conforto nessa vida e na outra.

- Ok - Não foi necessário mais nada, fui pro meu quarto fiz minhas malas rapidamente nem dobrei as roupas apenas joguei tudo lá dentro, desci pra sala e estava indo embora, mais sem antes deixar um bilhete pra mimha mãe explicando quase tudo, Bruno já estava lá fora me esperando dei uma última olhada pra sala fechei a porta, vi Bruno do outro lado da rua e fui até ele.

- vamos meu amor - Disse para Bruno.

- vamos meu príncipe - Não dizemos mais nada e segui meu caminho do lado de Bruno até aonde meu destino me aguardava, e pra mim não tinha problema ele ser oque é oque importa eo nosso amor e nada mais do que isso.


Notas Finais


E isso meus AMORES ❤❤❤. Comentem e favoritem isso me ajuda muito mesmo Thank You Beijinhos de luz


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