História Amor Secreto - Capítulo 5


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Categorias 50 Tons de Cinza
Exibições 20
Palavras 724
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 5 - Capítulo 5


Eles casaram -se na mais rápida cerimônia já realizada na capela do convento. Alianças, troca de votos, um beijo sem paixão, no banco de trás da limusine, Silvia cerrou as mãos no colo, fazendo tudo para ignorar o pesado anel de diamante e esmeralda em seu dedo. Jorge já lhe havia dito que não fazia parte da herança de família, diamantes de três quilates nunca fizeram parte da fortuna de sua família, não, o anel havia sido comprado recentemente, para ela mas ela não o usaria por muito tempo.

Prometera a si própria que no dia seguinte já não o teria no dedo,. deixaria-o para trás, sobre o aparador do banheiro. Foi tomada por uma estranha calma, pela primeira vez em anos sentia-se novamente no controle, estava agindo em vez de reagindo, decidindo ao invés de se sentir manipulada. De soslaio, notou o perfil de seu novo marido, as espessas sobrancelhas sobre os olhos de trigre.

Usava os cabelos penteados para trás, mas um leve ondeado nas têmporas atenuava a severidade do semblante orgulhoso. Ficaria surpreso, ou melhor, furioso, quando descobrisse que ela havia ido embora não esperava ser enganado por ela isso não lhe passaria pela mente. Como um verdadeiro homem grego, presumia que tudo sairia de acordo com seus planos ele se sentara muito próximo de Silvia, próximo até demais, a perna musculosa apertada contra a dela. Sentiu pânico diante de tal intimidade, não estava preparada para ser tocada daquela forma....  Comprimiu-se contra a porta do carro, posicionando-se no canto gostaria de poder desaparecer.

— Você está se comportando como uma virgem — ele disse baixinho, lançando-lhe um olhar sardônico.

Realmente, ela se sentia como uma virgem, depois de anos e anos sem ser tocada, sem ao menos um beijo e agora estava ali sentada, colada a um estranho, alto musculoso, que pretendia que ela lhe desse filhos. Confusa, Silvia se perguntava o que havia feito, como pudera se casar com ele? Se não conseguisse escapar, na certa morreria apesar dos conselhos da mãe e das irmãs, não queria constituir família não queria filhos nunca. Não podia facilitar com Jorge Salinas não permitiria que ele sequer se aproximasse, na tentativa de seduzi-la...... na primeira oportunidade, fugiria.

— Relaxe — ele murmurou, irônico, não vou atacá-la.

Disfarçadamente ela, olhou para ele. Ele parecia frio e distante já não ria, sua expressão era austera, o luxuoso sedan descia pela estreita estrada sem asfalto devido a um buraco, o carro deu um solavanco, fazendo com que Silvia, mesmo usando o cinto de segurança, fosse praticamente parar no colo de Jorge.

Rapidamente, endireitou-se, enquanto Jorge cerrava os dentes o silencio tornou-se palpável, a tensão aumentou..... trêmula e consciente de que colaborara para criar aquele clima de hostilidade, Silvia procurou dizer alguma coisa.

— Você gosta de Oinoussai?

— É pequena.

— Como a América. Ele sorriu.

— Sim, como a América, entretanto ele logo voltou a demonstrar a anterior expressão endurecida.

Silvia sentiu o olhar penetrante pairar sobre ela numa observação fria.

— Já esteve nos Estados Unidos?

— Não. — Sempre quisera visitar a América. Tinha curiosidade acerca de Nova York e São Francisco, mas não tivera oportunidade de ir.

Graças ao pai, estivera muito ocupada gozando dos prazeres especiais de um sanatório e de um convento.

— Tenho uma reunião em Cephalonia, para onde iremos de navio e depois, poderemos terminar a nossa lua-de-mel em outro lugar que você ache interessante antes de voltarmos à minha casa na costa leste lua-de mel... Silvia se retesou, Jorge havia dito que não a forçaria a nada, que ficaria contente em esperat lua-de mel implicava em intimidade. Em fazer amor... Tremeu aquilo era um engano, um erro terrível! Precisava voltar para o convento. Imediatamente tinha de fazer com que ele a levasse de volta...

— Não vamos voltar ao convento, ele avisou, fitando-a com os olhos escuros semicerrados.

Ela ficou espantada. Como ele poderia ter adivinhado o seu pensamento?

— Clara senhora Salinas, não é difícil ler seus pensamentos suas emoções são perceptíveis em sua expressão deu uns tapinhas na mão dela... Tente se acalmar não vou querer seus favores sexuais esta noite não vou exigir nada.... Você precisa de tempo....  Primeiro, vamos nos conhecer melhor.... Sentindo raiva daquele tom racional, quando não havia nada de racional naquele casamento, ela enfrentou o olhar de Jorge.




Continua...... 😘😘😘😘😘😘

Bjos...... 💋💋💋💋💋💋👅

      💘💘Silva&Jorge💘💘



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