História Amor Secreto - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias 50 Tons de Cinza
Exibições 20
Palavras 736
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 7 - Capítulo 7


— Você.

— Nesse caso, você não teve sorte.

Ele deu de ombros.

  — Depende do ponto de vista de qualquer forma, seu pai está feliz ele não vai importuná-la mais. Havia um estranho calor nas suas palavras. - Eu não permitirei.

  Silvia pressentiu uma promessa na voz dele, e um tom de ameaça, também por momentos, Jorge demonstrara uma violência dissimulada, mas depois sorriu calorosamente, fazendo com que ela se sentisse derreter....  Uma sensação de calor que fez seus temores se dissiparem, ainda que momentaneamente.... Na realidade, ela agradecia pela interferência dele em sua relação com o pai.

Tornaria sua vida um pouco mais suportável, mas precisava escapar, assim mesmo.... Elegantes casas caiadas de branco surgiram ao longo da margem do porto... Os derradeiros raios do sol da tarde lançavam reflexos brilhantes nas águas calmas da baía.

— Lá está o meu iate - Jorge disse, inclinando-se para apontar a enorme e luxuosa embarcação.

Silvia admirou-se, contendo a respiração... Vários barcos de pesca pontilhavam a área do porto, assim como alguns iates e lanchas. Nenhum, entretanto, se comparava à soberba embarcação, que devia ter custado uma fortuna não percebeu que pensara em voz alta com um sorriso, Jorge respondeu:

— Realmente, foi caro, mas não tanto quanto você.

Ela corou de indignação.

— Você não me comprou, senhor Salinas. Comprou o meu pai!

Entretanto, ele estava certo numa coisa, Silvia pensou soturnamente enquanto a limusine adentrava o porto....  A imprensa estava toda ali, repórteres e fotógrafos se digladiavam para melhor se posicionar. Avançaram para o carro, e ela se sentiu tomada pelo pânico todas aquelas câmeras... todos aqueles microfones...

— Tudo vai acabar num minuto - Jorge  assegurou, virando-se para ela.

Examinou-a de alto a baixo, o rosto, os cabelos, o vestido ela alarmou se quando ele inesperadamente começou a retirar os grampos que lhe prendiam os cabelos...As suaves ondas cor de mel caíram em cascata sobre os ombros de Silvia, enquanto Jorge procurou ajeitar os cachos com os dedos.

— Assim está melhor — ele murmurou.

O simples toque de seus dedos lhe haviam provocado um estranho arrepio repulsa, ela disse para si mesma, embora o mais profundo do seu ser revelasse o contrário.

Ela não queria desejá-lo... Não podia desejá-lo! Mas, quando ele lhe ajeitou uma mecha atrás da orelha, ela se sentiu enfraquecer. Fazia muito tempo que não era tocada com tanta gentileza sua própria carência a deixou chocada. Sentiu-se como uma mulher faminta de calor masculino e de paixão, sem poder evitar, olhou para Jorge, amaldiçoando-se por não poder dissimular o que sentia.

— Terminou? — sussurrou, quase sem ar.

— Ainda não — ele murmurou, inclinando a cabeça.

Ela se enrijeceu apoiando a cabeça no encosto do banco. Não! Não, não, não... Ele não podia fazer aquilo. Não podia beijá-la... Especialmente ali na frente de todo mundo...  Tudo lhe parecia muito novo, muito estranho... uma loucura! Jorge ignorou a resistência dela e a segurou pela nuca, os dedos enredados nos cabelos macios.

Ela sentiu-lhe o perfume. Uma fragrância doce, diferente, profundamente familiar... Algo que lhe despertava lembranças... Ele a beijou...  Ela inspirou fundo o perfume de almíscar de rosas  antigas... Tudo combinava... O beijo, a boca de Jorge, o calor da. pele e o vigor dos seus braços.

Trêmula, Silva sentiu-se possuída pelo desejo de se entregar às sensações... Com os lábios entreabertos e receptivos, ela se sentia totalmente consciente da reação do próprio corpo.

Com os lábios colados, as línguas buscavam-se no clamor do desejo... O beijo tornou-se mais profundo e, inconscientemente, Silvia se moveu contra Jorge, procurando prolongar o contato.

O peito largo, a calor da pele, o odor do corpo misturado ao perfume da colônia, tudo isso despertava nela sensações incríveis. Vozes abafadas chegaram-lhe à consciência... Aquelas pessoas... Abriu os olhos, voltando à realidade... As câmeras estavam pressionadas contra os vidros das janelas da limusine... Havia dezenas de lentes, os flashes espocavam.

— Senhor Salinas, acho que temos companhia...

Ele ergueu a cabeça, os lábios  entreabertos num sorriso satisfeito. Nem mesmo se deu ao trabalho de olhar para os repórteres.

— Deixe-os trabalhar. Foi para isso que vieram.

Tomada pelo pânico, ela tentou se esgueirar para fora do carro, pensando somente em se livrar daquela multidão, das câmeras... e de Jorge. Ele a prendeu firmemente pela cintura.

— Senhora. Salinas... — a voz profunda de ele interrompeu-lhe o pensamento — sorria para as câmeras.






Continua...... 😚😚😚😚😚

Bjos..... 💋💋💋💋💋💋💋

      💘... Silvia&Jorge... 💘



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