História Amor Secreto - Capítulo 8


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Categorias 50 Tons de Cinza
Exibições 32
Palavras 823
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 8 - Capítulo 8


Deixando os jornalistas para trás, Silvia subiu a bordo do iate, o sol do entardecer tremeluzia na superfície da água, transformando a num mar de luz dourada. Rapidamente, Jorge a apresentou à tripulação, mencionando uma dúzia denomes, enquanto o barco oscilava ao sabor das ondas.

A agitação daquele dia somada ao contato com tanta gente estranha e ao novoambiente a havia deixado extenuada ou seria a súbita percepção de que até que estivessem em terra novamente, ela estaria realmente presa àquele casamento dementira?Talvez não pudesse escapar, estaria presa para sempre. Sua cabeça rodava inspirou fundo, tomada pelo pânico o que havia feito?

— N-Não posso - ela gaguejou, procurando uma saída. - Não posso fazer isso...Não posso...

— Você pode, sim - Jorge disse suavemente, postando-se ao seu  lado. -Já ofez.

Interrompeu as apresentações e a tomou pelo braço, conduzindo-a através do salãoprincipal para o elegante camarote decorado em tons pálidos de azul. Além das amplasportas francesas, o oceano brilhava... O cenário incrivelmente luminoso a acalmou, e ela se descontraiu um pouco.

— Você quer um drinque? - ele perguntou, tirando o paletó.

— Não.

— Um conhaque poderia ajudar.

Nada poderia me ajudar, ela pensou. Pelo menos até que saísse do iate,  mas nãopodia dizer isso, não podia permitir que ele suspeitasse de nadaJorge jogou o paletó no pé da cama.

— Talvez um banho demorado lhe fizesse bem, coisa que você não deve ter tido no convento.

— Não - admitiu ela. -Só banho frio.

Ele começou a desabotoar o botão superior da camisa.

— Acha que vai se sentir confortável aqui?

Silvia olhou para a enorme cama, com tantos travesseiros que ela perdeu a conta...  Cortinas de seda emolduravam as portas francesas, a mesma seda cinza-gelo revestia a chaise-longue, que ela acariciou com os dedos, sentindo-lhe a maciez seu quarto noconvento era espantoso, e todo aquele conforto a deslumbrava.

— Sim.

— Muito bom - ele murmurou.

Continuando a desabotoar a camisa, revelando opeito musculoso Silvia reteve a respiração, quela visão a fazia sentir-se invasora da privacidade de Jorge.

Assim mesmo, flagrou-se olhando para ele novamente, meio fascinada e meio temerosa Jorge demonstrava completa tranquilidade ao acabar de tirar a camisa,deixando à mostra os músculos definidos de seu abdômen.

— Seu closet fica logo ali - le acrescentou. - Vista algo mais confortável vamos tomar um lanche no deque. No iate, o jantar éservido por volta das dez horas.

Mas Silvia não assimilou a última informação aprimeira frase que ela disseraecoava em sua cabeça.

— Nós... vamos dormir no mesmo quarto?

— É claro que sim -ele respondeu, inalterado.

Silvia deu um passo para trás, apoiando-se na beirada da mesa.

— Senhor Salinas, o senhor conhece muito bem os termos do nosso acordo!

— Dormir na mesma cama não significa ter relações sexuais, minha querida esposa.

— Mas é próximo demais...

— Certamente, você já dividiu o quarto com alguém antes.

Jorge não fez menção ao seu primeiro marido não era preciso sabia exatamente o que ele estava pensando, e não gostava do que ele deveria estar supondo.

— Apesar disso, gostaria de ter um quarto só para mim por favor querido esposo.

Jorge fitou-a intensamente.

— Acha natural um casal em lua-de mel dormir em quartos separados? - desafiou ele.

Assim dizendo, virou-se e saiu para ir falar com o capitãoJorge correu para o chuveiro dentro do box, o jato forte de água quente espalhavadeliciosas ondas de vapor. Fazia muito tempo que não tomava um banho quente tão relaxante.

Lavou os cabelos com o xampu exclusivo que se encontrava no aparador demármore e que formava uma espuma abundante e perfumada Jorge Salinas, não se importava em gastar prodigamente, fosse com iates, esposas... ou artigos de toalete.

De repente, a embarcação deu sinal de vida o motor começou a funcionar, fazendocom que tudo vibrasse finalmente estavam deixando Oinoussai! Envolta na toalha, Silva encaminhou-se rapidamente para o quarto.

Emoçõescontraditórias a dominavam, um misto de excitamento e apreensão havia esperado muitotempo para sair de Oinoussai, mas não como esposa de um americano!Quando levantaram âncora, sentiu que sua vida se encaminhava para um novo destino, no qual tudo poderia acontecer.

Em muda satisfação, ela viu Oinoussai tornar-se cada vez menor, até que milhas deágua separavam o iate da terra rochosa. Finalmente, a ilha tornou-se apenas um pequenoponto no mar, para depois desaparecer agora havia somente o horizonte azul, o marinfinito e o sol se pondo entre raios dourados.

Silvia respirou fundo, sentindo os olhos arder e o coração bater acelerado. Agora, tudo lhe parecia mais fácil como se houvesse tirado um peso das costas, estava livre. Depois de voltar da Europa, estivera em Oinouassi por somente dois anos, que lhe pareceram uma eternidade não somente pela morte de sua mãe e estadano sanatório, como também pelo casamento desastrado com Gerardo e o bebê...

O seu  bebê Silvia jogou-se na cama e, com um soluço, cobriu o rosto com as mãos sentiacomo se estivesse sendo consumida pela dor. Envolveu-se em agitação, torturada pelalembrança que a mexi tanto, sinto falta de você. Tanta falta de você meu filho...Foi triste demais, foi horrível.







Continua..... 😘😘😘😘😘

Bjos.... 💋💋💋💋💋💋💋

     💘💘Silvia&Jorge 💘💘



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