História Amor Sem Medida - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Amor, Lesbicas
Exibições 181
Palavras 1.063
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


HI

Capítulo 13 - É muita coincidência


                                     Dani on

 

Segurei o choro entalado na garganta, mas as lágrimas rolavam sem permissão.

Ela disse que gostava de mim e eu boba acreditei

Quando dei por mim já estava na porta de casa, entrei e fui direto para o quarto, me joguei na cama e deixei que o choro saísse.

- Filha, o que foi que aconteceu? - ouvi a voz da minha mãe, não consegui responder - Se acalma meu amor, respira...

O choro foi cessando aos poucos

- Agora me conta - acariciou meus cabelos

Expliquei à ela toda a situação

- Eu acho que ela não faria isso, apesar de não à conhecer muito bem - Ouvi meu celular tocando.

- É ela.

- Pensa um pouco e fala com ela. Por mais que vocês ainda não estejam em um relacionamento sério, e mesmo que essa moça tenha feito coisa errada ela merece se explicar, pra ser justo com ela e com você!

- Okay mãe - foi se retirando do quarto

- AH! Lembrei, à noite vamos jantar com a patroa do seu pai.

- Sério? Não gosto desses jantares que o papai vai, restaurantes chiques com todas aquelas pessoas engomadinhas.

- Não se preocupe, ela é diferente

- Como assim?

- O jantar vai ser em uma pizzaria, você pode ir com a roupa que quiser, será só para nos conhecemos.

Assenti, legal adoro coisas simples.

Peguei no sono e só acordei às 18:25 com meu pai batendo na porta

- Vai se arrumar Dani, temos que chegar cedo.

- Tá bom pai! - falei alto

Tomei um banho, coloquei uma roupa bem casual , fiz uma maquiagem leve e fui para sala esperar meus pais.

 

                                           Vanessa on

 

Fui para casa, passei a tarde toda jogando vídeo game e tentando falar com Dani. Sem sucesso!

Minha mãe veio me chamar, até esqueci que tinha um jantar para ir.

Chegamos na frente da pizzaria às 19:15 minha irmã fugiu pra não vir, minha mãe entrou na frente e eu fui pegar uma pasta que ela pediu.

 

Dani on

 

Meus pais e eu já estávamos sentados em uma mesa mais reservada.

- Olha ela aí - meu pai se levantou

Era uma mulher de uns 47 anos e aparência simpática. Minha mãe e eu também levantamos

- Olá dona Noeli - lhe estendeu a mão

- Carlos eu já lhe disse, apenas noeli - disse divertida - Olá Juliana

- Olá, como vai? - mamãe à abraçou

- Vou bem , e você?

- Também, essa é minha filha...

- Prazer, Danielly - me apresento

- Muito prazer, Noeli - também me abraçou

Nos sentamos e conversamos sobre coisas banais.

Peguei meu celular para olhar as redes sociais, sei que é falta de educação mas não me aguentei.

- Até que enfim essa criatura chegou, minha filha é sempre a última - Ouvi Noeli comentar

- Ela é sua filha? - tinha espanto na voz de mamãe.

- Demorei mas consegui mãe - conheço essa voz

Ergui meu olhar rapidamente e dei de cara com a Vanessa.

- Mas o que? - perguntei sem acreditar.

- Vanessa querida, mas que coincidência - mamãe e papai levantaram para cumprimentá-la

- Né? É muita coincidência - concordou

- Vocês já se conhecem? - a mãe dela perguntou curiosa

- Mãe... Dani! - Vanessa falou e Noeli me olhou chocada

- É ela?

Vanessa balançou a cabeça concordando

- Licença, vou ao banheiro - me retirei.

 

                                             Vanessa on

 

Mas gente é coincidência demais, Dani saiu e eu tinha que fazer alguma coisa.

- Dona Juliana, será que nós podemos conversar? - perguntei sem jeito

- Claro Vane Nos afastamos um pouco

- Bom acho que você já sabe de tudo

- Quase tudo, falta sua versão - disse séria.

- Eu não fiquei com aquela garota, foi um mal entendido. Eu nunca magoaria sua filha.

- Eu acredito em você, é por isso que vou te ajudar

- Como?

- Também não sei, mas fica esperta norinha - me abraçou.

Voltamos para a mesa e Dani já estava lá.

                                                       

                                                               [...]

 

- Depois de tanto comer acho que vou voltar para a academia - brinquei

- Você não precisa - o garçom se intrometeu.

- Que isso? Respeite a moça! - Carlos estava irritado

- Desculpe - saiu sem graça

- Palhaço - ouvi Dani murmurar

- Sua filha é sempre cobiçada assim? - Juliana falou brincando

- É até difícil sair com ela na rua - mamãe entrou na onda

- Mãe! Que mentira - ri

- Vou ao banheiro, filha vem comigo - Juliana saiu puxando Danielly e fazendo sinal pra mim, fui atrás cuidadosamente.

Entrei no banheiro e Dani me olhou brava

- Mãe, isso é coisa sua!

- Sim, vocês só vão sair daqui quando se acertarem - saiu e trancou a porta.

- Vamos conversar?

- Conversar? Sobre como vocês se beijaram?

- Não, sobre como tudo não passou de um engano.

- Sim, foi um engano! Você disse que gostava de mim...

- Dani, para! - interrompi me aproximando - Me deixa explicar!

- Tudo bem, pode falar - se deu por vencida

- Fui ao banheiro conversar com Isa, acabamos de falar e ela foi usar o sanitário. A Thaynara chegou, molhou o chão sem querer e depois veio com uma conversa de que nós poderíamos sair...

- Vadia, oferecida! - esbravejou

Abracei sua cintura por trás.

- Sai - me empurrou mas não a soltei

- Posso continuar?

- Deve.

- Então eu disse que já tinha uma pessoa e mesmo assim ela insistiu, resolvi sair de lá e ela foi atrás de mim, acabou escorregando e eu à segurei. Você chegou na hora e entendeu errado! - terminei.

- Foi só isso mesmo? - virou-se para mim

- Foi, eu jamais faria algo pra te magoar - silêncio - Fala alguma coisa amor! - opa

- Me beija

Obedeci, óbvio! A beijei lentamente, sua língua brincava com a minha.

Finalizei o beijo mordendo seu lábio inferior e puxando para mim

- Me desculpa? - colei minha testa na dela

- Não tem o que desculpar, você não fez nada amor.

- Repete - pedi boba

- Amor, meu amor - lhe dei um selinho - Eu te amo!

Senti meu peito inflar, uma felicidade incomum e uma sensação maravilhosa

- Eu também te amo.



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