História Amor-sexo sexo-amor.. - Capítulo 66


Escrita por: ~

Postado
Categorias Giovana Antonelli
Personagens Giovana Antonelli, Personagens Originais
Visualizações 73
Palavras 3.713
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção
Avisos: Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 66 - Louco de dar palmadas


 O roçar de lábios através de minha testa, deixando beijos ternos e doces em seu rastro, faz parte de mim girar e responder, mas principalmente eu quero ficar dormindo. Eu gemo e me refugio em meu travesseiro. 

 — Giovanna , acorde. — A voz de Alexandre é suave, bajulando. 

 — Não, — eu gemo. 

 — Nós temos que sair em meia hora para jantar com meus pais. — Ele está se divertindo. 

 Eu abro meus olhos relutantemente. É crepúsculo. Alexandre está debruçando sobre mim, olhando-me atentamente. 

 — Vamos dorminhoca. Levante-se.

 — Ele se inclina e me beija novamente. 

 — Eu comprei-lhe uma bebida. Eu estarei no andar de baixo. Não volte a dormir, ou você estará em apuros 

— ele ameaça, mas seu tom é aprazível. Ele me beija brevemente e sai, deixando-me sonolenta, a piscar os meus olhos no quarto fresco. Eu estou um pouco recuperada, mas de repente, nervosa. Caramba, eu vou conhecer a sua gente! Ele apenas me bateu com o chicote, me amarrou, usando uma algema que eu mesma lhe vendi, pelo amor de Deus, ag1a vou encontrar seus pais. Será a primeira vez de Amora encontrá-los também, pelo menos que ela estará lá para me dar suporte. Eu enrolo os meus ombros. Eles estão duros. Sua exigência por um instrutor particular de ginástica não parece tão estranha agora, de fato, parece obrigatório, se eu tiver qualquer pretensão de acompanhá-lo. Saio lentamente da cama e noto que meu vestido está pendurado fora do guarda-roupa e meu sutiã está na cadeira. 

Onde está a minha calcinha? Eu verifico embaixo da cadeira. Nada. Então, lembro-me, que ele colocou-a no bolso de sua calça jeans. Eu ruborizo com a lembrança, depois dele, eu não posso mesmo pensar sobre isso, ele é tão bárbaro. Eu franzo a testa. Por que ele não me devolveu a minha calcinha? Eu vou para o banheiro, perplexa com a minha falta de roupa íntima. Enquanto me enxugo, depois de minha agradável, mas extremamente breve chuveirada, eu percebo ele fez isso de propósito. Ele quer que eu me sinta envergonhada e peça a minha calcinha de volta, e ele pode dizer sim ou não. Minha deusa está rindo de mim. Inferno… dois podem jogar esse jogo em particular. Resolvendo não lhe perguntar por ela e não dar-lhe satisfação, eu decido encontrar seus pais sem calcinha. Giovanna Antonelli ! Meu subconsciente me repreenda, mas eu não quero escutar, quase abraço a mim mesma com alegria porque eu sei que isso o deixará louco.

 Volto ao quarto, coloco meu sutiã, deslizo em meu vestido e calço os meus sapatos. Eu removo a trança e apressadamente escovo meu cabelo, eu então olho para a bebida que ele deixou. É cor-de-rosa de pálido. O que é isto? Cranberry e água com gás. Hmm… o sabor é delicioso e extingue minha sede. Voltando ao banheiro, eu me verifico no espelho, olhos brilhantes, bochechas ligeiramente coradas, o olhar um pouco presunçoso por causa de meu plano sobre a calcinha, e saio para o andar de baixo. Quinze minutos. Não é ruim, Gio. 

 Alexandre aguarda ao lado da janela panorâmica, vestindo as calças de flanela cinza que eu amo, aquelas que penduram dessa forma incrivelmente sensual fora de seus quadris, e, claro, uma camisa de linho branco. Ele não tem alguma outra cor? Frank Sinatra canta suavemente nos alto-falantes de som surround. Alexandre se vira e sorri quando eu entro. Ele olha para mim com expectativa. 

 — Oi, — eu digo baixinho, e meu sorriso de esfinge encontra o seu.

 — Oi, — ele diz. — Como você está sentindo? — Seus olhos estão iluminados com diversão.

 — Bem, obrigada. Você?

 — Eu me sinto bem poderoso, Senhorita Antonelli . 

 Ele está tão à espera que eu diga alguma coisa.

 — Frank. Eu nunca imaginei que você fosse um fã de Sinatra. Ele levanta suas sobrancelhas para mim, seu olhar é especulativo. 

 — Gosto eclético, Senhorita Antonelli , — ele murmura, e ele dá alguns passos em minha direção, como uma pantera, até chegar na minha frente, seu olhar tão intenso que me tira o fôlego. Frank começa a cantar… uma velha canção, uma das favoritas de Ray. “Witchcraft”. Alexandre passa vagarosamente a ponta do dedo pela minha bochecha, e eu sinto todo o caminho até lá embaixo. 

 — Dance comigo, — ele murmura, com voz rouca. Tomando o controle remoto fora de seu bolso, ele aumenta o volume e mantém a sua mão para mim, seu olhar Negro cheio de promessas, desejo e humor. Ele é totalmente sedutor, e eu estou encantada. Eu coloco minha mão na sua. Ele sorri preguiçosamente para mim e me puxa em seu abraço, seu braço enrolando ao redor minha cintura, e ele começa a balançar. Eu ponho minha mão livre em seu ombro e sorrio para ele, pego em seu humor, brincalhão, infeccioso. E ele começa a mover. Rapaz, ele sabe dançar. Nós cobrimos o chão, da janela até a cozinha e de volta novamente, girando e girando, no tempo da música. E ele faz isto tão fácil para mim. Nós deslizamos em torno da mesa de jantar, para o piano, e de lá para cá na frente da parede de vidro, fora, Seattle piscava um mural escuro e mágico para nossa dança, e eu não posso evitar a minha risada despreocupada. Ele sorri para mim quando a música chega ao fim.

 — Não existe nenhuma bruxa mais agradável que você, — ele murmura e então me beija docemente. 

— Bem, isso comprou um pouco de cor para suas bochechas, Senhorita Antonelli . Obrigado pela dança. Nós devemos ir e encontrar meus pais?

 — De nada, e sim, eu não posso esperar para encontrar com eles, — eu respondo sem fôlego. 

 — Você tem tudo que você precisa? 

 — Oh, sim, — eu respondo docemente.

 — Você tem certeza? Concordo com a cabeça tão indiferente quanto eu posso administrar sob o seu escrutínio intenso, divertido. 

Seu rosto se divide em um sorriso enorme, ele balança a cabeça. 

 — Ok. Se esta é a maneira que você quer jogar, Senhort Antonelli . 

 Ele agarra minha mão, recolhe a sua jaqueta que está pendurada em uma das banquetas, e me leva através da entrada para o elevador. Oh, as muitas faces de Alexandre Nero. Será que jamais serei capaz de compreender este homem volúvel? Eu espio para ele no elevador. Ele está curtindo uma piada privada, um vestígio de um sorriso que flerta com sua boca bonita. Eu temo que seja a minha custa.

 O que eu estava pensando? Eu vou conhecer os seus pais e eu não estou vestindo qualquer roupa íntima. Meu subconsciente me dá um inútil aviso, eu te disse. Na segurança relativa de seu apartamento, parecia uma ideia divertida. Agora, eu estou quase fora de mim sem calcinha! Ele olha para mim, e está lá, a tensão aumentando entre nós. O olhar divertido desaparece de seu rosto e suas linhas de expressão, a escuridão de seus olhos… oh meu Deus. As portas do elevador se abrem no andar térreo. Alexandre balança a cabeça ligeiramente como se para limpar seus pensamentos e gesticula para que eu saia antes dele, em gesto cavalheiresco. Com quem ele está brincando? Ele não é nenhum cavalheiro. Ele tem minha calcinha. Taylor dirige o Audi grande. Alexandre abra a porta traseira para mim, e eu entro, tão elegantemente quanto posso, considerando meu estado de nudez lasciva. Eu sou grata pelo vestido ameixa de Amora ser comprido até os joelhos. Nós aceleramos pela I-5, nós estamos em silencio, sem dúvida inibidos pela presença de Taylor, na frente. O humor de Alexandre é quase tangível e parece mudar. 

O humor está se dissipando lentamente enquanto nos dirigimos para o norte. Ele está pensativo, olhando para fora da janela, e eu posso senti-lo deslizar para longe de mim. O que ele está pensando? Eu não posso perguntar a ele. O que eu posso dizer na frente de Taylor?

 — Onde você aprendeu a dançar? — Eu pergunto como tentativa. 

Ele gira olhar em mim, seus olhos ilegíveis sob a luz intermitentes das lâmpadas das ruas no percurso. 

 — Você realmente quer saber? — Ele responde em voz baixa. Meu coração afunda, e agora eu não quero, porque eu posso imaginar. 

 — Sim, — eu murmuro, relutantemente. 

 — A Sra. Robinson gostava de dançar. Oh, minhas piores suspeitas confirmadas.

 Ela o ensinou bem, e o pensamento me deprime, não existe nada que eu possa lhe ensinar. Eu não tenho nenhuma habilidade especial. 

 — Ela deve ter sido uma boa professora.

 — Ela era, — ele diz suavemente. Meus couro cabeludo pinica. 

Será que ela teve o melhor dele? Antes dele se tornar tão fechado? Ou será que ela o trouxe para fora de si mesmo? Ele tem esse lado, divertido, brincalhão. Eu sorrio involuntariamente ao recordar de estar em seus braços enquanto ele girou comigo ao redor sua sala de estar, de forma inesperada, e ele tem minha calcinha, em algum lugar. E depois há o Quarto Vermelho da Dor. Eu esfrego meus pulsos reflexivamente, as tiras finas de plástico fizeram o mesmo com outra menina. Ela lhe ensinou tudo ou o arruinou, dependendo do ponto de vista. Ou talvez ele teria encontrado o seu caminho de qualquer maneira, apesar da Sra. R. Eu percebo, naquele momento, que eu a odeio. Eu espero nunca conhecê-la, porque eu não serei responsável por minhas ações se o fizer. Eu não posso me lembrar de sentir esta raiva sobre qualquer pessoa, especialmente alguém que eu nunca conheci. Olhando para fora da janela, eu medito sobre a minha raiva e ciúme irracional. Minha mente voa de volta à tarde. Dado o que eu entendo de suas preferências, penso que ele tem pegado leve comigo. Eu faria isso novamente? Eu não posso fingir ter algum argumento contra isto. 

Claro que eu faria, se ele me pedisse, contanto que ele não me machucasse e se for à única maneira para estar com ele. Essa é a linha divisória. Eu quero estar com ele. Minha deusa interior suspira aliviada. Chego à conclusão que ela raramente usa seu cérebro para pensar, mas outra parte vital de sua anatomia, e no momento, é uma parte bastante exposta. 

 — Não, — ele murmura. Eu franzo a testa e viro para olhar para ele. 

 — Não faça o que? — Eu não o toquei. 

— Não pense sobre as coisas, Giovanna . — Alcançando-me, ele pega minha mão, ergue-a até seus lábios, e beija meus dedos suavemente.

 — Eu tive uma tarde maravilhosa. Obrigado. E ele está de volta comigo, novamente. 

Eu pisco para ele e sorrio timidamente. Ele está tão confuso. Posso fazer uma pergunta que está me incomodando.

 — Por que você usou uma braçadeira? Ele sorri para mim.

 — É rápido, é fácil e é algo diferente para você sentir a experiência. Eu sei que elas são bastante brutais, como dispositivo de contenção. — Ele sorri ligeiramente para mim. 

 — Muito eficaz para mantê-lo em seu lugar. 

 Eu ruborizo e olho nervosamente para Taylor, que permanece impassível, com os olhos na estrada. O que eu deveria dizer sobre isso? Alexandre encolhe os ombros inocentemente.

 — Tudo parte de meu mundo, Giovanna . — Ele aperta minha mão e lá estava, olhando para fora da janela novamente.

 Seu mundo realmente, e eu quero pertencer a ele, mas em suas condições? Eu simplesmente não sei. Ele não mencionou aquele maldito contrato. Minhas reflexões internas não fazem nada para me alegrar. Olho pela janela e a paisagem mudou. Nós estamos cruzando uma das pontes, cercados pela escuridão. A noite sombria reflete meu estado de espírito introspectivo, fechando, sufocante. Olho brevemente para Alexandre , e ele está olhando para mim.

 — Um centavo por seus pensamentos? — Ele pergunta. Eu suspiro com tristeza. 

— Tão ruim, hein? — Eu gostaria de saber o que você estava pensando. Ele sorri para mim. 

 — Idem, bebê, — ele diz suavemente, enquanto Taylor acelera na noite em direção a Bellevue. É um pouco antes das oito, quando o Audi entra na calçada de uma mansão de estilo colonial. É de tirar o fôlego, até mesmo as rosas em torno da porta. Um perfeito retrato de livro. 

 — Você está pronta para isso? — Alexandre pergunta, enquanto Taylor para o carro na frente da porta impressionante. 

 Concordo com a cabeça, ele dá a minha mão outro aperto tranquilizante. 

— Primeira vez para mim também, — ele sussurra, então sorri maliciosamente.

 —Aposto que você gostaria de estar vestindo sua roupa íntima agora, — ele brinca. Eu coro. 

Eu tinha já esquecido da minha calcinha. Felizmente, Taylor saiu do carro e está abrindo minha porta, assim ele não pode ouvir nossa troca de palavras. 

Eu faço uma careta para Alexandre , que sorri amplamente enquanto eu giro e saio do carro.

 Dra. Grace -Nero está na porta esperando por nós. Ela parece elegantemente sofisticada em um vestido de seda azul claro, por trás dela está o Sr. Nero , eu presumo, alto, moreno, e tão bonito ao seu próprio modo como Alexandre . 

 — Giovanna , já conhece a minha mãe, Grace. Este é o meu pai, . 

— Sr. Nero , que prazer conhece-lo. — Eu sorrio e agito sua mão estendida. 

 — O prazer é todo meu, Giovanna . 

 — Por favor, me chame de. Gio. Seus olhos são suaves e gentis. 

 — Gio, o quão adorável vê-la novamente. — Grace me envolve em um abraço caloroso. 

— Entre, minha querida. 

 — Ela está aqui? — Eu ouço um grito alto de dentro a casa. Eu olho nervosamente para Alexandre . 

 — Esta é Mia, minha irmã caçula, — ele diz quase irritado, mas não completamente. Existe uma subcorrente de afeto em suas palavras, a forma como sua voz cresce mais suave e seus olhos ondulam, quando ele menciona seu nome. 

Alexandre obviamente a adora. É uma revelação. E ela vem correndo solta pelo salão, cabelos escuros, alta e curvilínea. Ela deve ter a minha idade. 

 — Giovanna ! Eu ouvi tanto sobre você. — Ela me abraça apertado. Caramba. Eu não posso deixar de sorrir com o seu entusiasmo ilimitado.

 — Gio, por favor, — eu murmuro enquanto ela me arrasta pelo grande vestíbulo. O piso é todo de madeira escura, com tapetes antigos e uma escadaria para o segundo andar. 

 — Ele nunca trouxe uma garota para esta casa antes, — Mia diz, com seus olhos escuros brilhando de excitação. Vislumbro Alexandre revirando os olhos, e eu levanto uma sobrancelha para ele. Ele estreita seus olhos para mim. 

 — Mia, acalme-se, — Grace aconselha suavemente.

 — Olá, querido, — ela diz enquanto beija Alexandre em ambas as faces. Ele sorri para ela calorosamente, e então aperta a mão de seu pai. Todos nós entramos na sala de estar. Mia não soltou a minha mão. A sala é espaçosa, decorada com bom gosto em creme, marrom e azul claro, confortável, discreta e muito elegante. 

Amora e Elliot estão aconchegados juntos em um sofá, segurando taças de champanhe. Amora salta para me abraçar, e Mia finalmente solta a minha mão.

 — Oi, Gio! — Ela sorri. — Alexandre . — Ela acena com a cabeça bruscamente para ele. 

 — Amora. — Ele é igualmente formal com ela. 

 Eu franzo a testa com essa troca. Elliot me pega em um abraço todo abrangente. O que é isto, a semana de abraçar Gio? Esta deslumbrante exibição de afeto, eu apenas não estou acostumada com isso. Alexandre está ao meu lado, envolvendo seu braço ao redor de mim, colocando sua mão em meu quadril, ele estende seus dedos e puxa-me para perto. Todos estão olhando para nós. É enervante. 

 — Bebidas? — O Sr. Nero parece se recuperar. — Prosecco?

 — Por favor, — Alexandre e eu falamos em uníssono. 

 Oh… isso está além de estranho. Mia bate palmas. 

 — Vocês estão até falando ao mesmo tempo. Eu vou buscar.

 — Ela sai da sala. Eu fiquei escarlate, e vendo. Amora sentada com Elliot, ocorreu-me, de repente, que a única razão para Alexandre me convidar era porque Amora estaria aqui. Elliot, provavelmente, livre e alegremente pediu a Amora para conhecer seus pais. Alexandre estava preso, sabendo que eu descobriria via Amora. Eu fiz uma careta com o pensamento. Ele foi forçado ao convite. Uma compreensão triste e deprimente. Meu subconsciente acena com a cabeça sabiamente, um olhar 

‘você finalmente entendeu sua estúpida’, apareceu em seu rosto. 

 — O jantar está quase pronto, — Grace diz, enquanto ela segue Mia fora da sala. Alexandre franze a testa e olha para mim.

 — Sente-se, — ele comanda, apontando para o sofá de pelúcia, e eu me sento, cuidadosamente cruzando minhas pernas. Ele se senta ao meu lado, mas não me toca. 

 — Nós estávamos falando sobre férias, Gio, — o Sr. Nero diz amavelmente.

 — Elliot decidiu seguir Amora e sua família para Barbados por uma semana. Olho para Amora, ela sorri, seus olhos estão grandes e brilhantes. Ela está encantada. Amora Mautner , mostre alguma dignidade! 

 — Você está tomando uma pausa agora que você terminou a faculdade? — O Sr. Nero pergunta. 

 — Eu estou pensando sobre ir para Geórgia por alguns dias, — eu respondo. 

 Alexandre olha para mim, piscando um par de vezes, sua expressão é ilegível.

 Oh merda. Eu não comentei isso com ele.

 — Geórgia? — Ele murmura.

 — Minha mãe vive lá, e eu não a vejo há algum tempo. 

 — Quando você estava pensando em ir? — Sua voz é baixa

 — Amanhã, final da noite.

 Mia passeia em volta na sala abastecendo as taças de Prosecco rosa pálido.

 — A sua boa saúde! — O Sr. Nero levanta a taça. Um brinde apropriado para um marido de uma médica, que me faz sorrir.

 — Por quanto tempo? — Alexandre pergunta, com sua voz enganosamente suave.

 Puta merda… ele está com raiva. 

— Eu não sei ainda. Dependerá das minhas entrevistas, amanhã. Sua mandíbula apertou, e Amora fica com aquele olhar interferindo em seu rosto. Ela sorri excessivamente doce. 

 — Gio merece uma pausa, — ela diz intencionalmente para Alexandre . 

Por que ela é tão antagônica em relação a ele? O que é o seu problema? 

— Você tem entrevistas? — O Sr. Nero pergunta.

 — Sim, para estágios em duas editoras, amanhã. 

 — Desejo-lhe boa sorte. 

 — O jantar está na mesa, — Grace anuncia. Todos nós levantamos. 

Amora e Elliot seguem o Sr. Nero e Mia para fora da sala. Quando vou seguir, Alexandre agarra o meu cotovelo, trazendo- me para uma parada abrupta. 

 — Quando você ia dizer-me que estava partindo? — Ele pergunta com urgência. Seu tom é suave, mas ele está mascarando sua raiva. 

 — Eu não estou partindo, eu vou ver minha mãe, e eu estava só pensando sobre isto. 

 — Que tal o nosso acordo?

 — Nós não temos um acordo ainda. 

 Ele aperta os olhos, depois parece lembrar-se. Soltando a minha mão, ele toma meu cotovelo e me leva para fora da sala.

 — Essa conversa não terminou, — ele sussurra ameaçadoramente quando entramos na sala de jantar. 

 Ah, É. Não fique tão chateado e … e me devolva a minha calcinha.

 Eu olho para ele. A sala de jantar me faz lembrar nosso jantar privado Um lustre de cristal pendurado sobre a mesa de madeira escura e há um espelho enorme e esculpido, na parede. A mesa está servida e coberta com uma toalha de mesa de linho branco, uma tigela de peônias rosas pálidas como o peça central. É impressionante. Tomamos nossos lugares. 

O Sr. Nero está na cabeceira da mesa, enquanto eu me sento no seu lado direito, Alexandre está acomodado ao meu lado. O Sr. Nero agarra a garrafa aberta de vinho tinto e oferece um pouco para. Amora. Mia toma sua cadeira ao lado de Alexandre e pega a sua mão, aperta firmemente. Alexandre sorri calorosamente para ela..

— Onde você conheceu a Gio? — Mia pergunta a ele. 

 — Ela me entrevistou para a revista estudantil da WSU. 

 — A que Amora edita, — eu adiciono, na esperança de desviar a conversa para longe de mim. 

 Mia sorri para Amora, sentada em frente, ao lado de Elliot e eles começam a conversar sobre a revista dos alunos. 

— Vinho, Gio? — O Sr. Nero pergunta. 

 — Por favor. — Eu sorrio para ele. O Sr. Nero levanta para encher o resto dos copos. 

 Eu olho para Alexandre . Ele se vira para olhar para mim, sua cabeça está inclinada para um lado.

 — O que? — Ele pergunta. 

 — Por favor, não fique bravo comigo, — eu sussurro. 

 — Eu não estou bravo com você. Eu fico olhando para ele. Ele suspira. 

 — Sim, eu estou louco com você. — Ele fecha seus olhos brevemente.

 — Louco a ponto de dar palmadas? — Eu pergunto nervosamente. 

 — Sobre o que vocês dois estão cochichando? — Amora interrompe.

 Eu coro e Alexandre olha para ela em um olhar ‘tire o seu rabo fora do caminho’ Mautner , de modo que até Amora murcha sob o seu olhar. 

 — Apenas sobre a minha viagem para a Geórgia, — eu digo docemente, com a esperança de encerrar a hostilidade mútua. Amora sorri, com um brilho perverso em seu olhar. 

 — Como estava Joca quando você foi para o bar com ele na sexta- feira? 

 Puta merda, Amora . Eu arregalo meus olhos para ela. O que ela está fazendo? Ela arregala seus olhos para mim de volta, e eu percebo que ela está tentando deixar Alexandre ficar ciumento. Como ela sabe pouco. Eu pensei que tinha conseguido acabar com isso. 

 — Ele estava bem, — eu murmuro. Alexandre se inclina. 

 — Louco de dar palmadas, — ele sussurra. —Especialmente agora. 

— Seu tom era calmo e mortal. Oh não. Eu me contorço. Grace reaparece carregando dois pratos, seguida por uma mulher muito jovem, com tranças loiras, vestida elegantemente de azul claro, carregando uma bandeja de pratos. Seus olhos imediatamente acham Alexandre na sala. Ela cora e olha para ele sob seu rímel nos longos cílios. O que! Em algum lugar na casa o telefone começa a tocar. 

 — Com licença, — O Sr. Nero levanta novamente e sai.



Notas Finais


Ta muito grande? Aff queria termina esse cap aqui mesmo mais eu achei que esta muito grande 😕 bjs ate a próxima


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