História Amor Sobrenatural - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope
Tags J-hope, Sobrenatural, Você
Visualizações 56
Palavras 1.910
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sim, já tô de volta. Eu falei apenas em voltar com um bônus se alguém quisesse, mas como EU quem estava com vontade, fiz como se fosse uma segunda parte. Espero que alguém goste, né...
Boa leitura!

Capítulo 2 - Bônus - Depois da briga, há a reconciliação


Pov’s Jung Hoseok

 

 Adorava visitar Daegu*. É uma cidade realmente bonita. Principalmente á noite, claro, ao meu ver.

 

 Me sinto feliz a ver a Daegu. E posso dizer, felicidade não tem pertencido á minha vida por um longo tempo.

 

 Fazem hoje exatamente 6 anos que ela se foi embora. Até hoje me dói e sofro por ela.

 

 Quando (S/N) se foi, pensei que a dor que sentia no meu peito era momentâneo. As suas últimas palavras era verdade…não eram…? Sim, eu pensei que sim, mas quanto mais o tempo passava, mais sentia aperto no meu peito e vontade de chorar era presente.

 

 Eu não devia ter me apegado a ela e ter construído sentimentos por alguém que no final iria me deixar. Me lamento por isso, mas não posso fazer nada, se não tentar viver e a tentar esquecer…

 

 Limpo minha boca ao sentir sangue escorrer pelo meu queixo. Minha fome ainda estava em alta, mas já devia ter matado umas 10 pessoas, mas simplesmente não me saciava!

 

 Continuo caminhando até ver luzes acessas de um lugar. Me aproximo e leio uma placa que tinha pregada na parede. Era um bar. Ótimo, beber talvez me ajude!

 

 Entro no lugar e tinha apenas umas duas ou três pessoas, além de um velhinho que estava atrás do balcão.

 

 - Um whisky, por favor.

 

 O velhinho me olha e assente. Enquanto ele enchia meu copo, eu admirava o lugar. Me lembrava de forma clara daquele tipo de decoração. Anos 40, talvez? Ser um vampiro de 368 anos ás vezes não fácil. Já vi e vivi muita coisas.

- Aqui tem, moço. – O velho coloca o copo na minha frente e eu sorrio de canto, o agradecendo –

 

 Peguei no copo e bebi o líquido de uma vez, fazendo minha garganta sentir uma ardência.

 

- Seu filho da puta, me solta!

 

 Minha audição ampliou de maneira que não tinha percebido até escutar uma garota falando. Ela devia estar no fim da rua. Olho pela janela, me concentrando na conversa.

 

- Que foi lobinha, você tem medo de mim? Quem é que tinha falado que não tinha medo de bruxos, hm?

 

- Aish… V-Você venceu… Para com isso que minha cabeça tá latejando, cacete!

 

- Não irei parar, querida (S/A). Você te intrometeu onde não devia!

 

 Um grito é escutado e não foi apenas por mim, já que as poucas pessoas que estavam lá dentro, olharam para a janela, assustados.

 

 Pego 7.964,761 wons*, que era o dinheiro que custava aquele copo de whisky e me levanto, saindo do bar rapidamente.

 

 Corro rapidamente até ao lugar dos gritos e vejo uma garota de ajoelhada, de cabeça baixa e com as mãos na mesma, enquanto um garoto recitava palavras, que muito provavelmente eram em latim.

 

- Sabe querido bruxo, devia de pensar que este lugar, por mais escondido que seja, não é impossível de achar. – Minha voz soa de maneira grave – E vampiros como eu te matam facilmente.

 

 O garoto se vira e me olha assustado. Por estar escuro e estarmos em um beco, vejo uma luz vermelha contra o rosto do rapaz. Meus olhos estavam vermelhos. Sorrio de canto e mordo seu pescoço com força. A força é tanta que arranco a cabeça do bruxo, a separando do corpo.

 

 A garota me olhava, mas pela falta de luz não a conseguia enxergar. Me ajoelho na sua frente.

 

- Você está bem?

 

- Sim… Apenas um pouco dolorida…

 

 Essa voz…

 

- (S-S/N)…? – Minha voz sai em um tom baixo – É você…?

 

- Sim, mas…

 

 A abraço com força e cheiro seu pescoço. É ela… seu cheiro é reconhecível, seja quanto tempo passe.

 

- Sou eu, meu amor…Hoseok…

 

 Sinto os músculos da menor se contraírem.

 

- H-Hobi…? – Ela sussurra – Não pode ser…

 

 Sorrio de canto e me levanto. A ajudo a se levantar.

 

- Eu acho que precisamos conversar. – Falo sério e vejo a mesma assentir –

 

(…)

 

 (S/N) abre a porta do seu apartamento e ela entra.

 

- Não repara na bagunça… - Ela me dá passagem pra entrar e eu entro – Hoseok…

 

 Não dou tempo pra ela falar e a prenso contra a parede. Agora com luz, consigo a olhar e ver o quão bela ela está. Seu cabelo estava mais comprido, talvez ultrapasse o seu bumbum. Ela parecia mais forte, no sentindo que os seus braços estavam um pouquinho mais grossos que antes, assim como as suas coxas e seu bumbum. Aquela mulher estava muito mais gostosa que antes, e eu pensava que não era possível.

 

- Eu estou realmente bravo com você, sabe? Me deixou, nunca mandou uma carta, uma mensagem, uma ligação… - Suspiro a olho nos olhos - … Apesar de 6 anos terem passado, eu nunca te esqueci…

 

- Hobi… - A garota segura minha camisa com força, como se tivesse medo que eu fosse embora – Eu estava com medo naquela época, sabe? Eu era relativamente fraca e seu pai facilmente me mataria. E eu não queria que você sofresse desse jeito. Era melhor sumir do que morrer.

 

- Mas você depois nunca me procurou! – Respiro fundo – Nunca quis saber de mim…

 

- Isso é mentira! – A garota rebate e a olho confusa – Á três anos atrás, fui á sua procura… Você já não morava no mesmo lugar, além que encontrei seu irmão, o Jimin, e ele disse que você iria casar…

 

 Suspiro e acaricio sua bochecha.

 

- É…eu ia casar… Mas eu fugi e depois confrontei o meu appa. Não iria deixá-lo comandar mais na minha vida. A partir daquele dia, comecei te procurando mas nunca te achei e já tinha perdido qualquer esperança.

 

- Pensava que esperança fosse seu nome, J-Hope – Ela faz uma brincadeirinha com o meu nome, arrancando risadas de nós dois – Mas falando a sério… Me perdoe…

 

- Eu te perdoou, jagi… Mas…

 

- Sim, eu nunca te esqueci. Nem aqui… - Ela aponta pra cabeça – … e muito menos aqui… - Ela coloca a mão no seu peito e me olha – Eu te amo…oppa…

 

 Sorrio e seguro no seu queixo. Me aproximo do seu rosto e a beijo, de forma delicada e (S/N) retribui do mesmo jeito.

 

 Nosso beijo demostrava todo o nosso amor e a carência um do outro.

 

 Minhas mãos descem, até parar na sua cintura, a segurando firme e fazendo (S/A) arfar. Sorrio entre o beijo e dou uma mordida no seu lábio inferior antes de quebrar nosso ósculo.

 

- Tá afim de perder todo o nosso tempo perdido. E claro, falo em todos os sentidos, Hobi – A mesma sorri maliciosa e sorrio do mesmo jeito, assentindo – Ótimo, porque eu sinto a sua falta e quero você me fodendo bem forte.

 

 Mordo o lábio inferior e a pego no colo e a mesma entrelaça as pernas na minha cintura. Volto a prensá-la na parede e a beijo de forma veroz, sendo retribuído da mesma maneira.

 

 Suas mãos envolvem meu pescoço e (S/N) arranha minha nuca, me fazendo arrepiar. Pelo que parece, ela não esqueceu meus pontos sensíveis…

 

 Uma das minhas mãos desce para a sua coxa bem torneada e aperto a mesma, fazendo a minha garota arfar. Nos separamos por falta de ar e ataco seu pescoço, com chupões e mordidas.

 

- Hmm… oppa… Você sempre gostou de me marcar… - (S/N) arranha minhas costas, que ainda estavam vestidas pela camisa – Você não mudou nada.

 

- Irei te marcar para todo o mundo saber de quem você pertence, baixinha. – Podia não estar olhando a garota, mas sabia que ela estava sorrindo – E sempre irá me pertencer, minha jagi.

 

 Coloco a garota no chão e a mesmo me encara. Ela volta a me beijar e retribuo o beijo. Em passos cegos e indo contra os móveis da casa, entramos em um quarto, que certamente era o dela. (S/A) me joga na cama e fica por cima.

 

 (S/N) Tira minha camisa e minha calça rapidamente. A mesma beija todo o meu peitoral e abdómen, arrancado arfares e sorrisos meus.

 

- Você tá com pressa, não é meu amor? – Ela assente e a mesma faz um biquinho manhoso – Tudo bem, irei te dar o que quer – Sorrio malicioso –

 

 Tiro a sua roupa e beijo todo o seu corpo, desde o seu rosto até ao seu pé, apenas a torturando e escutando seus múrmuros.

 

 Sem perder mais tempo, a penetro de uma vez, e (S/N) grita alto e arranhar minhas costas com força, me fazendo gemer baixo.

 

 A estoco com força, a fazendo gemer e a mesma morder seu lábio inferior com força, contendo seus gemidos.

 

- Amor, geme meu nome. Geme bem alto pra todo o mundo saber quem te dá prazer, vai! – Bato forte na sua coxa e a mesma geme alto. Sorrio de canto.

 

- O-Oppa, ma-mais forte! – A frase sai cortada pela sua respiração ofegante – M-Me foda com mais f-força, oppa!

 

- Seu pedido é uma ordem, lobinha.

 

 A estoco da forma mais forte possível. A cama bate de maneira forte contra a parede e provavelmente (S/A) terá problemas com o senhorio do prédio, mas são pensamentos que nenhum de nós dois se importa neste momento.

 

 Chupo um dos seus seios, dando atenção em especial no bico do seio, sugando e mordendo da forma que a minha garota gosta.

 

 - O-Oppa, eu vou gozar… hmm… - Sua fala se mistura com os seus gemidos e sorrio de canto –

 

- Goza, vai gostosa!

 

Dou uns tapinhas no seu clitóris e (S/N) geme bem alto meu nome, me arrepiando. Ela tinha gozado!

 

 Saio de dentro dela e a mesma me olha.

 

- Me chupa, amor. – Mordo o lábio inferior e a mesma sorri maliciosa.

 

 A garota engatinha até mim e segura no meu falo, que estava duro e deitava bastante pré-gozo. (S/N) me olha e passa a sua língua pela glande do meu membro e eu gemo baixo.

 

- O que você quer, oppa? – A mesma me olha de forma provocante –

 

- Eu já te disse, chupa o meu pau, sua gostosa! – Dou um tapa na sua bunda com força, a fazendo gemer –

 

- Vou adorar te chupar novamente, Hobi.

 

 (S/A) abocanha o que consegue do meu membro, fazendo o mesmo bater no fundo da sua garganta. A garota me olha e geme, fazendo uma sensação gostosa no meu membro e eu gemo. Os seus movimentos passam a ser rápidos, me fazendo gemer seu nome diversas vezes.

 

 Depois de vários minutos, gemo alto e chego no ápice. Encho sua boca com o meu líquido a mesma engole tudo, sem desperdiçar nada. Sorrio pela cena.

 

 Me deito na cama, ainda um pouco ofegante e a loba se deita no meu lado.

 

- Obrigada, Hoseok. Acho que nos termos encontrado é um sinal… então te agradeço por ter me encontrado.

 

 A olho e sorrio. Acaricio a sua bochecha.

  

- Não tem que agradecer de nada, jagi. E agora que te encontrei, não te deixarei ir!

 

- Oppa, nem eu quero ir embora mais. Não quero te deixar de novo. Eu sei que vai doer muito…Eu te amo e quero ficar com você! Pra sempre!

 

- Sabe lobinha… No final de tudo, parece que brigámos, mas então houve o sexo e aconteceu a reconciliação.

 

 Nos encaramos e rimos. Damos alguns selinhos e ela me olha e um sorriso malicioso surge em seus lábios?

 

- Amor… Segundo round?

 

- O que você acha? Claro que sim! Temos que matar as saudades!

 

 Sorrio malicioso e (S/N) ri. A puxo e nos beijamos, iniciando mais um dos rounds que fizemos naquela noite.


Notas Finais


Daegu* - Daegu (em Coreano: 대구; 大邱) ou Taegu é uma cidade da Coreia do Sul situada no sudeste do país.
Wons* - O dinheiro utilizado na Coreia do Sul.

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Gostaram? Espero que sim, meus amorzinhos!
Um beijo no kokoro de vocês e tchau <3


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