História Amor Verdadeiro - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Tags Captainswan, Colifer, Colino'donoghue, Jennifermorrison, Onceuponatime
Visualizações 57
Palavras 3.103
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi, gente!!!
Bom restinho de domingo para vocês.
Esse capítulo tá longuinho.
Então vamos a ele.
Boa Leitura!

Capítulo 31 - Capítulo XXX


Fanfic / Fanfiction Amor Verdadeiro - Capítulo 31 - Capítulo XXX

- E então? Por que você e o Colin brigaram?

Flainn estava sentado na cama da atriz, ela foi se juntar a ele. Antes de responder, fez uma respiração profunda e longa, durante o banho já havia decidido que não esconderia nada de seu namorado. Se queria que esse relacionamento desse certo, tinha que ser honesta.

- É uma longa história...

Foi assim que começou e só terminou depois de ter contado cada detalhe dos acontecimentos, desde a aposta na Irlanda até a recente briga no set. O namorado ouviu tudo em silêncio e, no fim do relato, tinha apenas duas dúvidas.

- O que você faria se ele resolvesse deixar a esposa por você? – Foi sua primeira pergunta.

Ainda que surpresa, a atriz entendeu bem a cilada em que o namorado a colocava.

- Colin jamais deixaria Helen, ele sofreu muito quando ela foi...

Flainn a interrompeu. Não aceitou a resposta evasiva.

- Suponha que ele a tivesse deixado, você ficaria com ele?

- Não sei... - Jennifer percebeu que não fugiria da pergunta. Ser sincera era a melhor saída. – Colin e eu temos uma ligação muito forte, mas acho que me sentiria culpada... – Desistiu de falar. Dar explicações demais não ajudaria em nada. – Realmente eu não sei. – Concluiu simplesmente e prendeu a respiração com medo da reação dele.

O silêncio se estabeleceu por alguns momentos, o irlandês estava sério, reflexivo. Sua postura aumentava a tensão da namorada.

  - Sinto muito. – Ela falou quando não conseguiu mais suportar o silêncio. – Eu estou com você agora e estou feliz, o que aconteceu entre Colin e eu está no passado.

- Vocês se veem todos os dias no set, fazem cenas românticas um com o... – Ele não terminou, respirou fundo, ainda reflexivo, não a olhava diretamente.

- Temos sido totalmente profissionais, depois da briga nem cumprimentos trocamos. E a sexta temporada já está acabando, você sabe que eu não renovei meu contrato. – Segurou no braço do namorado e olhou profundamente em seus olhos. – A única pessoa com quem quero estar agora é você.

A expressão de Flainn se suavizou, ele se aproximou da namorada e beijou delicadamente seus lábios.

- Era tudo que eu precisava saber. – O rapaz obteve a resposta para sua segunda dúvida antes mesmo de questionar. – Não que eu esteja confortável com a situação... Vou ter que aprender a lidar com isso. Afinal você poderia ter inventado qualquer coisa, mas me contou a verdade então...

Antes que terminasse, a loira o abraçou antes que ele terminasse e atacou suas bochechas com beijinhos.

- Você é incrível, sabia? – Perguntou entre os beijos.

- Calma aí, senhorita! - Afastou-se do carinho dela. - Ainda sou um homem que vai ter que ver a namorada em cenas de amor com um homem com quem ela tem uma “ligação forte”, enquanto estou em outro continente. Preciso de um tempo para digerir isso. – Sorriu maliciosamente. – Talvez se eu tivesse alguma ajuda...

Em um movimento repentino ela jogou uma perna por cima dele e se sentou em seu colo.

- Era exatamente isso que eu estava tentando fazer. – Uniu seus lábios aos dele. Se separou não muito tempo depois. – Se eu dissesse que agora sou indiferente a Colin, estaria mentindo. Sei que vai ser difícil para você, mas eu te respeito e respeito a família dele também.

- Confio em você, Jen. – Tocou o rosto dela.

Parada no farol vermelho, Jennifer sorriu ao lembrar da conversa. Era obvio que Flainn estava fazendo um esforço enorme para suportar aquilo, para compensar, fazia questão de contar a ele cada passo de seu dia, agora que estavam distantes.

Sentia-se bem mais leve por ter sido honesta com seu namorado.

***

Helen tirou o casaco e o colocou no carrinho de compras.

- O ar condicionado está quente demais – reclamou. Passou a mão pelo rosto do filho que estava entretido em empilhar as latinhas de mantimentos a sua própria maneira. – Está com calor, Evan? – Perguntou.

- Ahãm – respondeu o menino, rapidamente abrindo o zíper de seu casaco. Helen o ajudou a tirar a peça de roupa e a colocou junto a sua no carrinho.

Imitando a mãe o menino colocou duas latas de atum ao lado dos casacos.

- Não querido, nós não queremos atum. – A mãe colocou o produto de volta no lugar.

- São do papai! – O menino protestou franzindo o sobrecenho.

Helen achou graça, abaixou-se para ficar na altura do filho.

- Seu pai também não quer atum – explicou olhando nos olhos dele.

- Tem barco – indicou com seu dedo infantil o desenho estampado na lata. – Igual do papai na TV.

- Como é que você enxergou esse barquinho minúsculo? – Helen apertou o filho em seu abraço e lhe beijou a face com carinho. – Está bem, pegue uma para o papai.

Feliz o garoto colocou uma lata de atum no carrinho. Mãe e filho seguiram com as compras, foram para a fila do açougue.

- Pois não, senhora. – Prontificou-se o açougueiro depois que uma mulher de origem asiática saiu carregada de pacotes e deu lugar a Helen. A mãe de Evan fez seus pedidos que foram prontamente atendidos.

Ajeitando tudo no carrinho, falou com o filho.

- Agora é só pagar. – Olhou para a criança que deveria estar atrás de si, mas não estava. – Evan!!! – Chamou olhando em volta. Tentou manter a calma, largou as compras onde estavam e saiu a procuro do filho pelo supermercado. O pânico a atingiu depois de percorrer cada corredor sem encontrar a criança.

***

A atriz estacionou o carro, fechou o casaco e ajeitou o gorro para cobrir melhor as orelhas. A diferença de temperatura dentro do carro e fora dele era muito grande, teve a certeza de estar com a garganta bem protegida, não podia correr o risco de pegar uma faringite ou laringite, sua voz era instrumento de seu trabalho. Desceu do carro, ligou o alarme do carro e percorreu o estacionamento a passos rápidos para fugir logo do frio. Deteve-se quando viu o menino abaixado na beira da calçada observando alguma coisa.

- Evan?! – Chamou-o após uma inspeção rápida não ter revelado nenhum de seus pais por perto.

- Tia Jen! – O menino correu abraça-la.

A moça sentiu seu coração aquecido. Achava que depois de tanto tempo sem ter contato ele não se lembraria mais dela. Envolveu o menino em um abraço terno e beijou seu rosto gelado. Ele estava pouco agasalhado. Tirou o próprio casaco e colocou em volta da criança.

- Por que não vai mais na minha casa? –  Ele parecia tão adulto construindo a frase certinha, que Jennifer teve que se segurar para não o apertar ainda mais.

- A tia tá trabalhando muito. – Respondeu de maneira que ele pudesse entender.

- Eu sei! – Ele falou orgulhoso. – Com o papai, na TV. Olha! – Levantou a latinha de sardinha que estava em sua mão. – Tem o barco do papai.

- Não é que tem mesmo! – Tocou o barquinho estampado na lata e então perguntou: – Cadê o papai, Evan?

- Tá em casa. Eu vou levar o barquinho para ele. – Segurou a mão dela.- Você vem comigo.

- Quem está aqui com você? A mamãe? – Jennifer estava tentando entender porque ele estava sozinho na rua.

- A mamãe tá lá! – Apontou o supermercado no outro lado da rua. – Você vai lá em casa?

Jennifer segurou firme na mão dele, assustada por imagina-lo atravessando a rua sozinho.

- Agora não. Nós vamos lá encontrar sua mamãe. Não pode ir para casa sozinho, Evan.

- Mas eu já sei o caminho. – Protestou o menino.

- Claro que sabe, mas tem um monte de carro e gente que você não conhece na rua. – Pegou-o no colo. – Só pode sair se estiver com a mamãe e o papai. Vamos lá encontrar a mamãe.

***

Pálida e com as pernas bambeando, Helen correu para a saída do supermercado. O alívio foi tão grande quando o viu entrando pela porta no colo de Jennifer que precisou se segurar para não perder os sentidos.

- Nunca mais faça isso, Evan! – Repreendeu o menino enquanto o pegava do colo da atriz. – Já te disse que não pode sair sozinho.

- Porque tá chorando, mamãe? – Quis saber o garoto, tocando a lágrima que escorria pelo rosto da mãe.

- Porque a mamãe achou que fosse te perder.

O menino a abraçou com carinho, enquanto ela agradecia a Deus, por ter o filho de volta em seus braços. No meio da oração se lembrou que outra pessoa era também responsável por isso. Abriu os olhos e a avistou alguns metros distante, de costas, caminhando em direção a saída.

- Jennifer?! – Chamou. Viu a moça parar e dar meia volta, nitidamente tensa, mal a olhava nos olhos. – Obrigada.

- Eu... Não tem de quê.

Helen deu um passou em direção a salvadora de seu filho, mas a viu recuar.

- O seu casaco – tirou a peça de roupa que envolvia Evan e ofereceu de volta a dona.

Jennifer aceitou ainda evitando encara-la.

- Me desculpe – pediu em um impulso, na mente ainda ecoavam as acusações que tinha ouvido na festa de Natal.

Entretanto a mulher a sua frente não estava pensando nisso. Muitos sentimentos se misturavam dentro de Helen. Raiva, sim a raiva ainda estava lá, de mãos dadas com o ciúme. Mas tinha também a gratidão, que se agarrava a um restinho de carinho pela ex-amiga, tentando resgata-lo. Foi o traço mais marcante de sua personalidade que assumiu o comando, quando o olhar verde de Jen passou rapidamente pelo seu e pode visualizar a sinceridade na alma da atriz.

Sem obter qualquer resposta, a atriz virou-se de volta à porta.

– Eu tenho que ir – explicou.

- Ei?! – Helen a chamou, depois deu passos apressados para alcança-la. – Podemos conversar?

Recebeu uma expressão de receio em resposta.

- Tô com fome, mamãe. – Reclamou Evan, virando o rosto da mãe para si.

- Já vamos comer, querido. – Helen acalmou o menino e então se virou novamente para Jennifer. – Posso ir até sua casa mais tarde?

- Pode. – Respondeu simplesmente a atriz.

***

Uma mão apertava a outra ansiosamente, tudo parecia conspirar para deixa-la apreensiva, até o tic-tac do relógio de parede da sala parecia anunciar com suspense o que estava por vir. Seja lá o que fosse que Helen queria falar com ela, certamente não era coisa boa. Ela descobriu que trocamos presentes de Natal. – Concluiu a atriz e ficou ainda mais nervosa com esse pensamento. Só podia ser isso, pois desde que tinha discutido com Colin, dias atrás, só falava com ele as falas de sua personagem. Tinha isso a seu favor, nem cumprimentava mais seu colega de trabalho.

Cada minuto parecia demorar anos com aquela espera. Preferia que Helen viesse logo, que ouvisse logo todas as suas acusações, era como tirar um band-aid, a dor pode ser aguda quando se tira rápido, mas dura menos.

Pensou em mandar uma mensagem para Flainn, falar com ele sempre a acalmava. Era uma pena que as três semanas junto dele tinham passado tão rapidamente. Pegou o celular e digitou uma mensagem. Enviou sem esperança de uma resposta rápida, ele estava em uma entrevista para uma emissora britânica, sabia disso.

Foi até seu quarto e busco o livro que estava lendo, sentou-se no sofá e tentou se concentrar na leitura. As palavras foram lidas, mas não assimiladas.

Até que finalmente ouviu o som da campainha algum tempo depois. Respirou fundo, deixou o livro sobre a mesa de centro e foi determinada a enfrentar o que quer que a esperasse.

- Entre, por favor – Falou para Helen depois de cumprimenta-la. A irlandesa obedeceu. – Fique à vontade. – Era irônico dizer isso, quando ela própria não estava à vontade. – Gostaria de tomar alguma coisa?

Helen negou e se sentou no sofá. Jennifer a acompanhou, sentando-se de frente para ela. Tentou pensar em algo para dizer, mas não conseguiu, apenas esperou que a convidada iniciasse a conversa.

- Você e Colin estão se falando?

A anfitriã negou com um movimento de cabeça.

- Conte o que aconteceu? O que vocês dois fizeram naquele dia.

- O que aconteceu aquele dia foi exatamente o que seu marido te contou. Só um... beijo, um grande erro, na verdade. – Jen falou com a calma que lhe restava, tinha decidido enfrentar essa batalha, não fugia mais do olhar da convidada.

 - E depois, enquanto estive fora? Vocês dormiram juntos? – Quis saber Helen com uma tranquilidade assustadora.

- Não! - Jennifer afirmou com confiança. – Eu nunca dormi com seu marido... Quase aconteceu, mas... Foi só porque ele ficou devastado quando você foi embora e estava buscando algo para se consolar. – Esperou a reação de Helen, mas esta apenas manteve a sinistra tranquilidade.

Após um breve silêncio que pareceu durar horas, a anfitriã começou a falar. Pôs para fora, tudo o que vinha guardando apenas para si.

- Me sentia responsável pelo sofrimento que causei a sua família, eu só queria que estivessem juntos de novo. Sei que me odeia, mas eu digo a verdade quando afirmo que nunca quis separar vocês dois.

- Acredito em você. – Helen falou com seriedade. – Colin me contou tudo. Como você o parou antes de... dormirem juntos. Contou como você o ajudou a fazer as pazes comigo. – Helen mordeu os lábios e desviou o olhar para o chão. Lágrimas grossas vieram a seus olhos e caíram por sua face.

Jennifer não sabia o que fazer. Talvez devesse pedir desculpas outra vez, mas não achou que isso ajudaria. Pensou também em se aproximar e colocar a mão no ombro de sua convidada a fim de consola-la, mas não se sentia confortável com isso, afinal, era a responsável por aquele choro. Foi buscar lenços de papel que entregou a sua convidada e esperou pacientemente até que ela se recompusesse.

– Eu também contei tudo a ele. – Disse Helen engolindo o choro para conseguir formar direito as palavras. – Que reencontrei John, meu antigo namorado, na Irlanda... – Suspirou. Enxugou as lágrimas que ainda teimavam em cair. – Que... dormimos juntos... – Confidenciou a convidada, depois tentou se justificar emendando rapidamente. - Eu estava com raiva de Colin, criei na minha cabeça que vocês dois tinham um caso há anos...

Jennifer estava perplexa com a revelação, embora pudesse compreender os sentimentos de sua convidada.

- Nós nunca tivemos um caso Helen. – Reafirmou Jennifer com a voz firme.

- Eu sei disso mas, por Deus, como eu queria que tivessem ao menos dormidos juntos... Não, não queria, mas acho que não me sentiria tão mal se vocês tivessem. – Confessou a convidada com os olhos marejados. – Eu traí meu marido. – Desatou a chorar novamente.

Aliviada, ainda que com pena de sua convidada, Jennifer se sentou a seu lado no sofá e apoiou a mão em seus ombros, agora bem à vontade com isso.

- Não o traiu. Estavam separados. – Consolou-a.

- Eu contei tudo, achando que assim, Colin se entregaria. Como eu estava enganada, Meu Deus! Ficou irritado na hora, muito bravo mesmo, tivemos a nossa pior briga, no fim, ele acabou me perdoando, sabe por que?

Jennifer negou com a cabeça.

- Porque disse que se você não o tivesse parado, teriam dormido juntos, disse que por isso me entendia. – Inspirou profundamente. – Por que você o parou?

A atriz refletiu um pouco sobre a questão.

- Porque não era certo! E ele se arrependeria, assim como você agora. – Explicou, com a consciência tranquila ao menos nessa parte daquela confusão toda. – Helen, Colin te ama, ele só me procurou porque estava desesperado.

- Eu fui uma bruxa com você. Me desculpe, Jennifer? – Helen pediu sinceramente. – Descontei em você a culpa que eu sentia.

- Bom... Se nós dois não tivéssemos dado motivos, nada disso teria acontecido. – Acariciou o ombro da convidada, aguardando pacientemente até que ela parasse de chorar.

- Volte a falar com Colin, voltem a ser amigos. – Pediu Helen, assim que o choro cessou.

A atriz foi pega de surpresa.

- Não sei se essa é uma boa ideia. É melhor deixar as coisas como estão, todos estão bem assim.

- Colin não está! Ele sente a sua falta, percebo isso. Colin gosta muito de você, Jennifer, ele sempre chegava do trabalho me contando alguma coisa que fizeram no set. Agora ele nem fala mais do trabalho.

- A última vez que Colin e eu nos falamos, nós discutimos, Helen. – Contou a atriz não querendo deixar nada escondido. – Eu fiz de tudo para ver vocês dois juntos e felizes. Mas ele fez pouco caso de meu relacionamento com Flainn...

Helen abriu um largo sorriso.

-Seu relacionamento?! Então já fizeram a segunda opção? – Perguntou Helen com sorrisinho fino cheio de malicia e animação, a convidada estava fazendo referência a conversa que tiveram na primeira vez que Jen e Flainn saíram.  

- Fizemos a segunda e acho que até uma terceira. – Contou em meio a um suspiro de satisfação. – Estamos namorando.

- Fico tão feliz por vocês! – Exclamou Helen empolgada e a anfitriã sentiu sua antiga amiga de volta. – Colin deve estar com ciúme.

Era espantosa a naturalidade com que Helen tinha dito isso.

- Ele tem ciúme de você. Colin é muito ciumento com todas as mulheres da vida dele. – Helen, acariciou a barriga já aparente. – Eu fico pensando o que vai ser da vida da minha princesinha quando nascer.

- É uma menina?! – Vibrou a atriz. – Parabéns, Helen! Vocês devem estar radiantes. – Tocou a barriga dela. – Será muito bem-vinda, princesa.

A convidada sorriu para sua anfitriã.

- Estou feliz que tenhamos resolvido isso – confidenciou.

- Eu também! – Jennifer sorriu de volta. – Que tal um drink? Como nos velhos tempos.

- Acho que é uma boa maneira de recomeçarmos.

Beber no meio da tarde não era usual, mas a ocasião merecia.

***

Era a jovem Emma de novo, dessa vez ainda mais jovem do que antes. Olhou para o próprio corpo, nem seio tinha ainda. E o bem-mais-jovem Killian estava lá também, mas dessa vez não estavam juntos. Ele estava com outra moça, uma que ela julgou bem mais bela.

- Emma e eu? – O jovem Killian dizia à mulher em meio a gargalhadas.

A menina ficou imóvel, não queria que a vissem, se escondia atrás da vegetação, interessada em ouvir o que falavam sobre ela.

- Ela é só uma criança. – Ele continuou.

- Você não é muito mais velho do que ela. – A moça argumentou.

Ele riu debochadamente.

- Emma nem parece uma menina, se comporta feito menino. Somos só amigos.

A menina colocou a mão sobre o estômago, jamais imaginou que ouvir aquilo poderia doer tanto.

***

Jennifer acordou com uma sensação ruim no peito.

- Droga! – Praguejou. – Porque continuo sonhando com isso?


Notas Finais


Me contem, o que acharam dessa reconciliação Jen/Helen?
E Helen ter dormido com o ex?
E a Jen como salvadora do Evan?
Será que finalmente Jen e Colin vão ao menos voltar com a amizade?
Obrigada por acompanharem. Beijos


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