História Amore mio - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Drama, Gauzze, Gay, Máfia, Tony Santino, Vitto Gauzze
Exibições 6
Palavras 752
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Slash, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oi pessoal, estou escrevendo esse romance em honra a todos os amores proibidos.
Espero que se divirtam lendo tanto quanto eu me diverti escrevendo.
Beijinhos e até lá embaixo.
Capa do Capítulo: Tony

Capítulo 1 - Vitto


Fanfic / Fanfiction Amore mio - Capítulo 1 - Vitto

Vitto.
Um único nome e um rosto que me fizeram esquecer o mundo. Seria uma pena se esse amor fosse proibido, mas era, porque nós não somos um casal comum aos olhos da família... Me chamo Antônio, ou como me chamam por aqui: Tony, nascido na Toscana, filho de Gioconda e Giovanni Santino, mas criado desde cedo por Mário Gauzze, ao qual todos nós chamamos carinhosamente de Tio. Mas foi no verão de 1951 que minha vida e a de Vitto se cruzaram pela primeira vez.
Era um dia quente, Tio Mário estava conversando no jardim do Casarão com Tia Nina sobre o irmão do Tio.
_Ele morreu Nina... Meu irmão... Pobre Gino... - lamentou Tio Mário.
_Mas como?! Gino era tão moço! - arquejou Tia Nina, com as mãos no peito, o gorducho andava de um lado para o outro, preocupado com algo que ainda faltava contar.
_É... Foram aqueles porco! Porco Maledeto! Se eu pego um desses filho de uma...
_Olha a boca Mário! As crianças vão te ouvir! - gritou a Tia.
_Foram os Barchella! Aqueles porco! Eles mataram o Gino, deixaram só o Vitto pra trás porque pensaram que o menino tava morto. - contou o Tio.
_Pobrezinho... - lamentou Tia Nina.
_Eu vou trazer o Vitório pra viver com a gente, somos a única família dele agora.
Fechei a janela, eu estava pasmo, conhecia Gino, era um bom homem, embora desconhecesse o trabalho do irmão mafioso acabou pagando por um preço que não era pra ele... Mas eu estava com um frio na barriga, não conhecia o filho do Gino, como era o nome dele?
_Vitório... Vitório... - murmurei pensativo - Já ouvi esse nome. - estalando a língua, subi a escada e lavei o rosto.
Vesti uma camisa branca e uma calça escura com suspensórios, já descia as escadas quando dei de cara com Tio Mário.
_Tony, pega tua mala, vamos pra cidade. - avisou Tio Mário.
_Algum problema Padrinho? - questionei e ele acenou com a cabeça.
_Desocupa o quarto que era do Gino, meu irmão foi assassinado! - e subiu a escada como um furacão.
Fiz o que ele pediu e tirei as fotos e coisas pessoais do irmão do Tio Mário do quarto, larguei tudo no sótão da casa grande e fiz a mala, coloquei umas mudas de roupa limpa e a escova de dentes, não sabia quando iríamos voltar nem quanto tempo demoraria a ida à cidade, mas era bom obedecer ao Tio. Enquanto descia a escada, ia pensando: Vitório... Eu conheço esse nome...
O Casarão ficava a apenas alguns quilômetros da cidade, Napoli era movimentada demais para Tio Mário, preferia viver no interior da cidade, assim poderia ficar longe do barulho e de vizinhos intrometidos. Tio Mário mal parou o carro e já estava saltando para lhe abrir a porta, ele se levantou e deslizou o corpo roliço pela porta, eu estava tentando formular a imagem de Vitório na cabeça: seria uma criança? Ou um jovem? Ou um homem adulto? Talvez fosse gorducho e atarracado como Tio Mário ou alto e robusto como Francesco, o guarda pessoal de Tio Mário que estava sentado no banco de trás com um revólver escondido dentro do terno de linho... Quando me deparei com tal criatura, jamais poderia ter imaginado algo do tipo: um rapaz pouco mais novo e muito mais baixo que eu, não sei se tinha 1,70 de altura, o cabelo era castanho escuro e escovado em um topete, estava com um hematoma no rosto, mas isso não tirava a simetria do mesmo, o nariz pequeno, a boca miúda, os olhos grandes, jamais imaginaria que Vitto fosse um homem tão bonito.
_Meu filho... - começou Tio Mário, ele o abraçou e afagou os cabelos abundantes - Eu sinto muito, eu não sei o que lhe dizer agora.
_Obrigado Tio... - a voz dele saiu fraca e embargada.
_Eu vou cuidar de você agora, meu filho, como se fosse seu pai. - Vitto e Tio Mário se viraram na minha direção - Esse é Antônio, meu afilhado, ele quem vai ficar responsável por cuidar de você. - garantiu ele, Vitto sorriu tímido e fez uma careta em seguida, talvez o hematoma ainda doesse.
_Acho que já nos conhecemos. - disse estendendo a mão.
_Já? - questionei - Não tenho certeza, eu sempre guardo um rosto.
_Nos vimos só uma vez, quando éramos muito pequenos. - agora tudo fazia sentido, lembrava de Vitto de tempos atrás, mas para mim ele ainda era uma criança pequena.


Notas Finais


Bom, espero que tenham gostado, mas mesmo que não tenha, deixe um comentário dizendo o que posso melhorar! 😊
Obrigada pela atenção, beijos, e até a próxima.
By: Red


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