História Amores imperfeitos - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias MasterChef Brasil
Personagens Ana Paula Padrão, Erick Jacquin, Henrique Fogaça, Paola Carosella, Personagens Originais
Tags Romance
Visualizações 272
Palavras 2.345
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oi bebês. Turo bom? Espero que sim. Vim trazer mais um capítulo graças a deus. Queria me desculpar por nunca responder os comentários de vocês, mas é que eu sou muito ocupada fazendo nada. Muito obrigado.
Espero que vocês gostem desse capítulo, pois levei horas pra escrever. Me digam o que estão achando por favor por que eu fico aflita se vocês fazem a esfinge e não falam nada. Beijinhos, boa leitura.

Capítulo 7 - Tua


Já disse que meu ponto fraco são mulheres? Pois é, a um dia eu estava querendo matar a Paola e agora já estou caindo de amores por ela de novo.

Combinei com ela de ir em casa tomar um banho e depois ia para o estúdio, no final da tarde iríamos juntas de volta a casa dela. 

Peguei meu carro e coloquei uma música aleatória qualquer. 

Cheguei em casa e fui direto para o banho. Lavei meu cabelo com muito ódio no coração por que eu odeio ter que secar ele. Mas vida que segue. Vesti uma calça jeans, uma blusa solta e calcei uma sapatilha. Peguei algumas coisas que precisava levar para a casa de Paola e logo depois fui direto para o escritório pois ainda estava cedo, não tinha nada marcado para hoje por que era pra ser apenas mais um dia exaustivo de gravações, mas infelizmente a 'minha'  pequena princesa ficou 'dodói', e eu fiquei quase a noite toda preocupada bancando a enfermeira. Agora que esse enorme susto passou eu quero mesmo é brincar de médica com a mãe da princesa. 

Percebi que não tinha nada para fazer no escritório além de alguns papéis que precisavam da minha assinatura. 

Peguei meu carro e fui ao shopping, numa loja de langerie e comprei uma peça especial por que hoje a noite promete. 

Existe coisa mais sexy que calcinha fio dental de renda preta? 

É aquele ditado não bati a gilete na parede do banheiro pra nada né. 

Depois das compras fui direto almoçar e em seguida para o estúdio. Chegando lá dei de cara com Marcella e Paola no meu camarim. 

–Posso saber o que as 'madame' fazem no meu camarim? 

–Eu tava te esperando pra fazer a maquiagem a Paola tá aqui de intrometida mesmo que ninguém chamou ela aqui.

–Você disse o que? –Paola fez uma cara de indignada. –Vou até me retirar depois dessa. Passar bem. –Disse indo em direção a porta. 

–Passa você, sua ridícula. –Eu disse fazendo graça. 

–Ah é assim, vai dormir do lado de fora hoje! 

–Vocês duas já tão assim de DR? Que rápidas. –Marcella disse rindo. 

–Que dr garota, tá na viajando é. 

No fundo eu realmente queria que Marcella estivesse certa. 

Seguimos com aquele dia do qual eu já previa que iria ser muito cansativo, e por falar em cansaço juro que se a Paola virar pro lado e dormir eu desisto de minha vida amorosa. 

O último relacionamento que eu tive durou muito pouco, apenas alguns meses e depois eu decidi que não iria mais ficar com alguém que eu não gostasse de verdade. 

Já era quase final de tarde quando o diretor nos deu um pequeno intervalo de meia hora. 

Entrei no meu camarim, tirei os saltos e me atirei no sofá, só pensava no cansaço e como as minhas pernas estavam doendo. Peguei meu celular e tinha uma mensagem de Paola. 

'Prefere dormir no sofá da sala ou o da varanda?' 

'Prefiro dormir com você' 

'Ela é safada ela.'

'Nao viu nada.' 

Não deu dois minutos depois da minha última mensagem e logo depois ela apareceu na porta. 

–Acho que vou deixar você dormir no sofá da sala. A varanda é muito longe do meu quarto. 

Ela disse e saiu em direção ao diretor pois logo iríamos voltar a gravar. 

Eu estava tão cansada e só tinha mais 25 minutos para ficar ali deitada naquele sofá onde eu queria ficar pelo resto da minha vida. 

–Anda levanta, tá na hora

–Paola sai daqui que faltam 18 minutos. 

Ela sentou na ponta do sofá e começou a massagear meus pés. Meu Deus, como aquilo era bom. Eu poderia passar o resto do dia deitada naquele sofá e recebendo aquela mensagem maravilhosa nos meus pés. 

–Ana, não dorme tá na hora. 

–Eu não tô dormindo não se preocupa. 

–Eu tô falando sério, não dorme. 

–Tá bom. 

Eu estava quase dormindo quando Jacquin chega na porta e começa a gritar.

–PAOLA ESSAS COISAS SE FAZ EM CASA NÃO NO ESTÚDIO. 

Eu dei um pulo do sofá, que susto. 

–É o que sua safada? –Disse o diretor chegando na porta de meu camarim. 

–Não pode entrar, que a Ana tá em momentos íntimos aqui com a Paola –Disse Jacquin rindo. 

–Gente calma a Paola só tava fazendo massagem no meu pé. O que tem de errado nisso?  

–O que tem de errado nisso? Tem tudo errado nisso, sempre começa só com uma massagem e depois... –Disse Diogo, o diretor. 

–Depois o que? –Disse Fogaça terminado de abotoar a camisa e Marcella logo atrás. Nem me pergunte o que os dois estavam fazendo pra Marcella estar com o batom vermelho todo borrado. 

Eu automaticamente ativei o modo 'ranço' ao ver Fogaça. Sempre nos damos muito bem, ele é um cara legal e embora tenha aquela cara de bad boy ele tem um bom coração. Ele tem um bom humor incrível e sempre nos faz dar risada. Mas ultimamente tudo o que eu queria era ficar longe dele. Sei que eu não devia ficar assim com ele, mas uma hora todo esse ranço passa. Assim eu espero. 

Voltamos a gravar e saímos de lá por volta de 21:30. Fomos direto para a casa de Paola. A mesma ligou para o arturito e pediu para entregar nosso jantar na sua casa, pois estávamos muito cansadas para cozinhar qualquer coisa. Meus pés doíam de uma maneira absurda. Não quero nem imaginar a dor que Paola deve estar sentindo pois ela usa salto menos vezes que eu e não é tão acostumada assim. 

Deitamos no sofá da sala enquanto Fran terminava de pintar um desenho. 

Paola deitou sobre o meu peito e eu fiquei fazendo cafune no cabelo dela enquanto nos duas observavamos a pequena loirinha pintar o que parecia ser nos três. Paola alta e magra, ela no meio e eu do outro lado não tão alta assim. 

–Filha, não acha que a mamãe tá precisando de mais umas gordurinhas aí? –Ela disse com uma voz sonolenta. 

A menina virou para ela e deu um sorriso lindo, mesmo faltando um dente. 

–E a Ana tá muito alta, ela é uma smurf, tá grande demais. 

–Fran, não ouve a sua mãe, ela tá fazendo bullying comigo. 

–Minha mãe sempre diz que você é a smurfette dela. –As palavras de Fran soaram como música em meus ouvidos e eu fiquei repetindo aquela frase em meus pensamentos por alguns segundos. 

Fui interceptada de meus pensamentos pela campainha que tocava indicando que nossa janta havia chegado. 

Paola pos a mesa e jantamos quase que em silêncio. O cansaço tomava conta de nós, e a pequena ainda se recuperava da cirurgia da noite passada. 

Limpei a louça enquanto Paola deu banho em Fran e a colocou para dormir. Depois de tudo limpo passei no quarto dela para dar um beijo de boa noite. Fui para o banheiro e tomei um banho. Logo após eu sair do banheiro Paola foi tomar seu banho. 

Enquanto a esperava respondi alguns comentários nas fotos do Instagram que eu compartilhei e percebi que o celular dela não parava de chegar notificações do twitter. Provavelmente a essa hora ela responde os fãs. Ela veio do banheiro com o cabelo preso num coque e enrolada na toalha. Pegou um hidratante que estava em cima da penteadeira e voltou para o banheiro. 

Minutos depois ela voltou já vestida com seu pijama. Deitou do meu lado na cama e começou a responder várias perguntas dos fãs. Ela se diverte muito, é um momento onde esquece todos os problemas e se dedica a apenas aquilo. Tem perguntas sérias e outras que não tem nem o que responder apenas dar risada. Ela ia respondendo e me mostrando as perguntas. Rimos até a barriga doer. Sinceramente acho que o brasileiro tem um dom enorme pra fazer piada e meme. Ela levantou e colocou o celular a carregar e depois voltou. 

–Não tá com frio hoje? –Disse se referindo a última noite em que dormimos juntas. 

–É, talvez um pouco. 

–Só um pouco? –Ela disse colocando as mãos geladas no meu pescoço. 

–Isso é covardia Paola. Para. –Disse me afastando dela.

–Sabe o que eu tô pensando? 

–Não, você fica fazendo a esfinge, ninguém consegue nem imaginar o que você tá pensando. –Falei sendo irônica. 

–Eu tava pensando sobre o que o Diogo falou sobre começar com uma massagem e depois... 

–Ah então eu acho que você tá pensando o mesmo que eu. 

Ela me puxou e me beijou. Um beijo quente que me deixou toda arrepiada. 

Eu passei a mão no seu cabelo desfazendo o coque e a trouxe para cima de mim. Ela me beijava tão intensamente e minhas mãos passeavam por todo seu corpo tirando o pijama e revelando sua langerie vermelha, que sinceramente contrastava muito bem na sua pela fina e macia.

Ela inverteu nossas posições e eu fui diretamente em seu pescoço. 

–Se deixar marcado eu te mato. –Ela disse com uma voz rouca e logo em seguida soltou um gemido abafado. 

Cheguei até o ouvido dela e sussurei

–Não se preocupa, que eu vou me ocupar chupando é outra coisa. –Disse mordendo seu lóbulo. 

Fui beijando seu pescoço até chegar nos peitos. Tirei o sutiã revelando os fartos e delicados peitos de Paola. Minha boca passeava pelo seu corpo enquanto ela tentava conter um gemido. Gosto de provocar, então comecei a beijar e morder um de seus peitos, e logo em seguida fui em direção ao outro. 

Minha mão foi passeando por suas curvas até chegar nas suas pernas e logo em seguida em sua bunda. Desci meus beijos em direção a seu ventre e depois fui beijando o interior de suas pernas. 

Parei alguns segundos apenas para observar suas expressões de prazer. 

–Continua Ana. –Ela falou com a voz rouca. 

Lentamente fui chegando mais perto dela, o suficiente para ouvir sua respiração ofegante e a beijei. Suas mãos pessearam por meu corpo e logo retirou meu sutiã. Ela me beijou novamente e eu apertei seu peito com má das mãos, enquanto ela estava ocupada tirando a minha calcinha. Ela deu um gemido abafado e eu novamente fui indo em direção do seu pescoço e descendo aos poucos. 

Cheguei até sua minúscula calcinha e a retirei com cuidado. Ela já estava úmida com as preliminares. 

Fui beijando-a até chegar em seu clitóris, comecei a chupar ela e sua expressão pedia mais, a penetrei com um dedo e logo em seguida ouço o som da sua voz trêmula e rouca. 

–Fode essa buceta, Aninha. 

Não pensei duas vezes e coloquei mais um dedo. Ela gemia alto e se contorcia na cama. Logo em seguida ela começou a rebolar me deixando mais excitada ainda. Dei total atenção ao seu clitóris e não demorou muito para que ela gozasse. Que delícia. Que mulher maravilhosa, eu poderia transar com ela o resto da minha vida. Sua respiração era ofegante e pesada. Tentou falar alguma coisa, mas eu a calei com um beijo. 

–Sabe o que eu quero agora? –Sussurrei em sei ouvido.

–Não o que? –Ela disse com a voz trêmula. 

–Você rebolando bem na minha cara, enquanto eu te chupo todinha. 

–É o que eu mais quero. 

Ela me puxou para si e me beijou, sua língua travava uma incrível batalha com a minha e então ela veio para cima de mim. Aquela visão do paraíso. Toda molhada e entregue a mim. Comecei a chupando levemente e fui aumentando o ritmo conforme ela ia rebolando aquela bunda deliciosa. Talvez eu tenha aranhado um pouco a bunda dela, mas isso é um detalhe que só nos duas íamos perceber depois. Ela se apoiava na cabeceira da cama enquanto gemia me deixando com mais vontade de dar prazer a ela. A penetrei com dois dedos, mas acho que agora não seriam o suficiente. Ela pedia mais e eu fiz sua vontade, três dedos em perfeita sincronia com a minha língua e seu corpo. Ah Paola, você não tem noção do quanto é gostosa. 

Meus movimentos em perfeita armonia com os dela, e então o bendito orgasmo. Me deliciei com seu líquido. Lambi meu dedos para sentir ao máximo seu sabor e ela se atirou na cama cansada. 

–Ana... Paula... –Ela tentava falar totalmente ofegante e cansada. –Você quer me matar? 

–Quero sim, te matar de tanto fuder. 

–Então continua, por que o seu plano tá dando certo.

Ela me olhou como quem implora por algo, e eu sabia exatamente o que ela queria. 

Fiquei em cima dela e envolvi suas pernas no meu corpo. Sentia ela totalmente entregue a mim naquele momento. Eu a beijava enquanto suas unhas arranhavam e apertavam minhas costas, a dor de sentir ela me arranhar acabava se tornando prazer.

E o melhor para o final. Encaixei nossas pernas deixando nossos clitóris beijar um ao outro, ela instantaneamente começou a rebolar e eu fiz o mesmo em sincronia. Ela gemia apertando o lençol, uma onda de prazer invadiu todo meu corpo. Sentir Paola tão perto de mim, gemendo me deixava mais excitada ainda. Tudo que eu queria era que aquele momento durasse para sempre. Eu sentia como se estivesse flutuando nas nuvens, tudo o que eu precisava para esquecer do dia cansativo que tivemos. 

Sem demora nos duas, que já estávamos molhadas, gozamos juntas. Aquele orgasmo que me fez cair do seu lado na cama e implorar por ar. Não conseguia pensar em outra coisa além de como aquela noite estava sendo maravilhosa. Uma sensação de paz adentrou meu corpo me fazendo sentir realizada com aquele momento.

Ela me olhou com um cansaço no olhar. 

–Acho que eu nunca transei assim com alguém. Até por que eu nunca tinha transado com uma mulher antes. 

–E o que você achou dessa primeira vez? 

–Foi a melhor transa da minha vida. E se você quiser repetir a dose eu aceito. Mas amanhã de manhã por que agora eu tô morta de cansada. –Ela veio pra perto se mim, me abraçando e eu a abracei de volta. Não demorou muito para que caíssemos no sono uma nos braços da outra. 


Notas Finais


Espero que vocês tenham gostado em nome de Paola e Ana Paula. Não esqueçam de dizer o que estão achando da fic por favorzinho ❤️❤️❤️


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