História Amour chassé-croisé - Capítulo 35


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Mestre Fu, Nathalie Sancoeur, Nathanaël, Nino, Nooroo, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain, Wayzz
Tags Adrienette, Ladrien, Ladynoir, Marichat
Visualizações 396
Palavras 1.493
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, FemmeSlash, Fluffy, Hentai, Luta, Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


NÃO ESQUEÇAM QUE O NINO E A ALYA NESSA FANFIC JÁ TEM 18 E 17 (respectivamente) e que namoram a mais de três anos fato que foi comentado no primeiro especial deles, se não me engano.
enfim boa leitura

Capítulo 35 - Nossa Vida toda de paz e amor - Alyno


Fanfic / Fanfiction Amour chassé-croisé - Capítulo 35 - Nossa Vida toda de paz e amor - Alyno

Alya PoV's off

Sera que o Nino sabe? Não, ele ja me chamava de raposinha antes. Suspirei e olhei no espelho do banheiro. Estava só de calcinha e sutiã e por pouco tempo. Sorri passando as mãos pela recente trilha de beijos do Nino.

-Pensamentos promíscuos Alya? -Trixx falou vindo ao meu encontro.

-Normal Trixx. -Sorri pra raposinha. Ela revirou os olhos e suspirou.

-Por que minha mestra tem que gostar tanto de copular? - ela perguntou dramática.

-Ora, por que eu sou uma coelha em forma de raposa! -Brinquei e ela riu.

Dei uma barrinha de chocolate amargo pra ela e a deixei no banheiro. Trixx me acompanhava em todos os lugares. Ajeitei a calcinha, lavei as mãos e sai do banheiro, dando de cara com um Nino com cara de peixe.

-Ja disse que eu amo teu corpo?

-Só um milhão de vezes. Mas pode dizer de novo, amor. -ele passou as mãos pelas laterais da calcinha, dava certinho a mão dele aberta. Adoro essas calcinhas de cós largo.

-Amo teu corpo. -ele sorriu e me dando um tapa na bunda foi pra cozinha pra pegar pratos e condimentos.

Ri baixo, já faziam três anos que estávamos namorando sério. Passei os olhos pelo seu peito e barriga nus. Nino era gostoso. Não era mega bombado, até porquê acho isso broxante. Tinha músculos sutis, o suficiente pra me levantar do chão e fazer rir.

-Quer que eu passe ketchup em mim? Porquê você está quase me comendo com os olhos! -Nino veio sorrindo pro meu lado e ligou a Netflix.

-Quero te comer de outra forma. -Brinquei abrindo meu lanche. - Yeeey bacon! Você me conhece bem demais.

-Sempre.

Olhamos um pouco de desenho animado na Netflix e comemos nos lanches. Empilhei a louça na pia e voltei pro sofá, me enrolando na coberta junto com Nino. Nosso relacionamento era bom, estável e gostoso. Tinha minhas crises de ciume e ele também, mas nunca tivemos uma briga séria. A maior briga foi sobre quem fica do lado da parede na cama. Por que eu levanto pra ir no banheiro de madrugada e Nino pra tomar água. Ri baixo pensando nisso.

-O que foi?

-Só to pensando que hoje eu durmo na ponta da cama. -apoiei a cabeça no seu peito.

-Nem pensar. Semana passada foi a sua vez. -ele acariciou meus cabelos de leve. -Você vai dar um jeito de ficar na ponta ne?

-O que acha amor? -passei uma perna por cima do corpo dele.

-Que você joga sujo. -ele passou a mão pela minha coxa e bunda.

-Sou a sua raposa, não posso jogar limpo. -Sorri e subi em cima dele mordendo o pescoço e beijando o queixo.

-Aly... -ele gemeu baixo.

-Meu nome. -Sorri mordendo o lóbulo da orelha dele. Nino apertou com vontade a minha bunda me fazendo dar um gritinho e rir. Ele tirou meua oculos e os dele e colocou na mesinha.

-Como a gente sempre acaba na cama? -ele riu. -Mantendo o relacionamento bem. -respondi sorrindo.

-Feliz três anos de namoro Alya. -ele falou passando os dedos delicadamente pelas minhas bochechas.

-Feliz três anos de namoro Nino. - Lhe beijei suavemente.

Suas mãos passeavam livremente pelas minhas costas, ele parou no fecho do sutiã e abriu o mesmo. Escorregando delicadamente pelos meus ombros e o atirando de qualquer jeito num canto da sala. Da ultima vez ele foi parar no ventilador de teto. Sorri e senti suas mãos passando com mais liberdade, causando arrepios onde tocavam. Suspirei e gemi baixo. Senti algo duro contra minha intimidade e sorri pra ele.

-Já, amor? -Com você, sempre. Sorri e desci uma trilha de mordidas e beijos desde o lóbulo da sua orelha até a clavícula. Ele estremeceu e gemeu baixo. Me segurando firme trocou a posição ficando em cima de mim.

-Cabelo! Cabelo! Cabelo! - Falei sentindo meu cabelo ser puxado pelo cotovelo dele.

-Desculpa... -ele jogou meu cabelo por cima da almofada e fez a mesma trilha de beijos que eu, mas não parou na clavícula.

Ele desceu até o bico do meu seio e olhou a ponta escura e ja durinha. Sorrindo ele passou a lingua e chupou o esquerdo, enquanto brincava com os dedos com o direito. Eu ofegava e gemia baixo. Odiava esse controle que ele tinha sobre meus pontos fracos. Ele inverteu as coisas chupando o direito e brincando com o esquerdo. Ficou um bom tempo ali, me deixando um lindo roxo entre os seios. Olhei feio pra ele é ele sorriu descendo mais a trilha de beijos, passando pela minha barriga e parando nas minhas ancas, as quais ele mordeu gentilmente me fazendo soltar um misto de gemido com gritinhos de surpresa. Era tão bom. Senti seu halito cálido roçar a minha pele e me arrepiar.

-Eu amo o teu corpo. -ele tirou as próprias calças as largando num canto. Ficando só de cueca. Sorri. Ele sabia que eu ia reclamar. Beijou as minhas coxas me fazendo rir e suspirar. Tirou devagar a minha calcinha, já encharcada e a jogou em direção ao banheiro. Nem queria pensar no que Trixx deveria estar pensando de mim. Nino se abaixou e de repente eu me senti em perigo, ele beijou o monte de Vênus e tocou gentilmente meu clitóris, me fazendo dar um pulo e gemer. Descendo suavemente os dedos ele sorriu ao colocar um dentro da minha intimidade, lambuzando o mesmo. Corei de leve o que fez seu sorriso alargar mais.

-Você corada é tão linda.

-N-Não! - ofeguei entre os gemidos que saiam pelos meus lábios toda vez que ele movia o dedo.

-Sim!

Ultilizando o dedo lambuzado ele começou a massagear meu clitóris, enviando ondas de prazer pelo meu corpo. Gemi e agarrei a coberta, afundando as unhas na mesma. Eu estava entregue a ele. Descendo quase numa reverência ele passou a língua macias, mas firme, no meu clitóris e na entrada da minha intimidade, me fazendo gemer alto, suas mãos brincavam com os bicos dos meus seios e sua língua castigava me clitóris sem parar. Minha cabeça rodava e eu ouvia meus próprios gemidos entrecortados. Puxei Nino pra cima e inverti mais uma vez as posições, tirando sua cueca esfreguei minha intimidade molhada contra seu membro. Ele jogou a cabeça pra trás e gemeu. Sorrindo desci um pouco e prendendo os cabelos num coque passei as unhas de leve no seu períneo, vendo-o se contorcer e suspirar. Sorrindo passei a língua pela cabeça do seu membro, ele gemeu e apertou a espuma do sofá. Coloquei devagar a cabeça na minha boca e desci até onde consegui, subindo em seguida. Nino gemia e suspirada a cada subida e descida que eu dava, massageei de leve suas bolas e recebi uma especie de rosnar da garganta dele. Gostando do som parei com o boquete para chupar, delicadamente, uma das suas bolas e ele reagiu gemendo alto. Segurando meus cabelos ele colocou o membro novamente na minha boca e fez uma leve pressão pra que eu continuasse. Bati com a língua na cabeça e suguei gentilmente, o tanto quento pude, deixando lubrificado.

Estendi a mão pegando o pacotinho preto da mesinha e coloquei a proteção no meu parceiro. Montando nele encaixei seu membro na entrada e deixei meu corpo cair suavemente de encontro ao seu. Nino gemeu e ofegou, segurando meu quadril com ambas as mãos ele repetiu o processo com mais força e rapidez. Entendi o recado, eu tinha provocado ele de mais. Nossos corpos se moviam em sincronia, descendo e subindo, logo uma fina camada de suor começou a cobrir meu corpo, eu massageei meu clitóris enquanto as investidas de Nino ficavam mais rápidas e mais violentas, ele levantou e abocanhou um dos meus seios me fazendo gemer alto e ofegar. Não demorou muito o mundo explodiu em um milhão de fogos de artifícios. Tremi e cravei as unhas nas costelas dele. Nino aumentou ainda mais o ritmo, sussurrando meu nome até parar de olhos abertos e começar a tremer, chegando ao clímax. Me debrucei sobre ele, nossos corpos trêmulos e escorregadios. Ele me abracou e puxou a coberta sobre nós. Sai de cima dele e ele retirou o preservativo, dando um nó no mesmo, colocou junto com a embalagem. Me abracando ele tocou meu corpo sensível pós orgasmo, me fazendo arrepiar. Sorri sonolenta pra ele.

-O lado de fora da cama é meu.

-Como desejar. -ele sorriu e me pagou no colo, me levando até a cama. Nino me cobriu e trouxe um pouco de água. Olhei pra ele.

-Bela bunda amor. -brinquei quando ele pegava o copo vazio da minha mão, ainda nu.

-Digo o mesmo raposinha. -ele se deitou do meu lado e me abraçou.

-Te amo Alya.

-Te amo Nino.

Me senti culpada por não contar sobre Trixx e que eu sou Volpina... mas uma hora ele entenderia. Sorrindo me aconcheguei no seu peito e me deixei embalar pela batida do seu coração.

Alya PoV's off


Notas Finais


então.... o que acharam?


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