História Amsterdã - Capítulo 6


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Categorias Seventeen
Personagens Boo Seungkwan, Hansol "Vernon" Chwe, Junghan "Jeonghan", Seungcheol "S.Coups"
Tags Jeongcheol, Verkwan
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Palavras 2.747
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Lemon, Musical (Songfic), Romance e Novela, Seinen, Slash, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


tradução do título: liberdade

Capítulo 6 - Vrijheid


Fanfic / Fanfiction Amsterdã - Capítulo 6 - Vrijheid

Vrijheid

 

Chwe sentou-se na própria cama, pensando como iniciar a conversa. Já havia se passado alguns dias desde a apresentação de Boo naquele concerto para amadores e a dúvida ainda perturbava seus pensamentos. A ideia de ter seu colega chateado ou triste por amor não correspondido preocupava o mais novo de certa forma. Não queria que Seungkwan se distraísse por coisas bobas como aquela. Caso fosse preciso, Hansol o ajudaria.

Olhou para trás, encontrando a figura inexpressiva do colega olhando algo no celular. Hesitou antes de abrir a boca, pois tentava encontrar palavras para iniciar aquele caminho sem volta.

- Se quer me dizer algo, diga logo – o próprio colega o tirou de seu transe, fazendo-o levar um leve susto. – Você está estranho esses dias, Vernon.

Hansol hesitou novamente.

- Boo... Você está se sentindo bem? – Hansol enxergou o quão era péssimo naquilo. – Quer dizer, eu notei um pequeno desconforto em você há uns dias.

Seungkwan largou o celular de repente, olhando pro nada antes de encarar o mais novo com o olhar falsamente confuso.

- Do que está falando? – ele perguntou, desconfiado.

- Não se finja de desentendido – Hansol jogou sem se importar com mais nada. – E, aliás, você tem uma voz muito bonita.

Seungkwan corou completamente, fazendo Hansol segurar o riso.

- Você estava lá? – ele questionou, assustado. – Meu Deus... – e afundou a cabeça nos braços.

- Então é verdade que você está sofrendo por amor...

Seungkwan o encarou com expressão raivosa, mas ainda era uma figura fofa por conta do rosto corado.

- Não ouse a ficar comentando isso por aí!

O americano sorriu e se sentou ao lado do mais velho, que lhe lançou um olhar assassino. Não ligava, afinal, era o mais forte ali mesmo.

- Eu não sou capaz de fazer isso – disse, olhando as pernas do Boo. – Só me deixa ajudar você.

Boo pareceu ficar mais relaxado, mas ainda assim havia algo estranho nele que Chwe tentava descobrir. Algo... Muito profundo e quieto.

- Impossível, desista – ele disse, deitando-se de costas para o mestiço, mas este o obrigou a virar-se de novo. – Para, Hansol.

- Não vou parar até você jogar toda essa dor pra fora do peito... – Hansol disse sincero. – Boo, não é bom a gente guardar coisas ruins.

- Eu sei, mas eu não quero falar disso, ‘tá? – Boo tentara ser grosso e firme, mas não adiantou. Hansol percebeu certas lágrimas querendo escorrer pelo rosto fofo do colega e não hesitou em puxá-lo para um abraço. Apertou o corpo esguio – que muitos ousavam dizer que era gordo somente pelo quadril e coxas serem trabalhados – e beijou o ombro coberto pelo pano de algodão. – Hansol...

- Shh... – o mais novo sussurrou ao pé da orelha do mais velho. – Você sabe que precisa disso.

Seungkwan deixou as lágrimas caírem de seus olhos, agoniado pela pessoa que ama estar lhe oferecendo uma ajuda que não iria funcionar. Queria demais dizer tudo à Vernon, mas o mesmo ainda parecia um pouco abalado pelo término de seu relacionamento com o rapaz de cabelos longos.

E também não imaginou que o americano fosse perambular pelas ruas e que, acima de tudo, fosse ficar para lhe ver cantar com todo seu coração. Havia despejado todos os seus sentimentos em cima dele sem ao menos perceber – e não queria que o outro pensasse na possibilidade também. Já bastava estar sofrendo por outro alguém, não precisava de outro o amando e não poder corresponder.

Todavia, o garoto de Jeju não se via na obrigação de ter que ser forte o tempo todo. Tanto que deixara claro que iria chorar. Seu corpo queimou ao sentir o abraço repentino do Chwe – ou Choi em coreano – e por breve minutos teve vergonha de seu corpo.

Foi tirado de seus devaneios ao ter os lábios de Hansol encostados em sua testa. Espasmos percorreram seu corpo, principalmente quando as mãos do americano pousaram em suas bochechas, fazendo-lhe carinhos.

- Mais calmo agora? – o mestiço perguntou de repente.

Não.

- Um pouco – mentiu. – Preciso dormir.

Não queria dormir, queria que as luzes se apagassem para poder chorar o mais silenciosamente possível. Tentaria sufocar seus soluços mordendo os lábios e, quando seu corpo finalmente alcançasse o limite, dormiria.

Hansol sabia que o colega estava mentindo, mas resolveu não insistir. O mínimo que podia fazer era dar carinho à ele em vez de força-lo a dizer alguma coisa. A última coisa que queria era que o amigo ficasse chateado ou pior do que estava.

E quando foram dormir, Hansol pôde perceber o Boo tentando esconder gemidos e soluços. Era má ideia ir deitar-se com ele, então preferiu ficar onde estava e quieto.

 

 

 

 

Jeonghan acordara num leito de hospital. Sua cabeça doía conforme levantava a coluna para se sentar. Coçou os olhos tentando se acostumar com a claridade local. Ao contrário do que pensou – que era se achar sozinho ali –, o rapaz de cabelos longos se deparou com a figura de outro rapaz sentado ao lado da cama, de olhos fechados.

Aos poucos as lembranças da noite anterior iam ficando claras em sua mente. Tinha tomado chá na casa de Choi e começara a passar mal no meio da rua. Contudo, fora salvo por aquele rapaz antes de qualquer acidente trágico e congelante.

- You must lie down (você deve se deitar) – ouviu o rapaz dizer com a voz sonolenta. Olhou para o lado, vendo-o se levantar lentamente. – Are you better?

- Yes, I am – Jeonghan respondeu preguiçoso. – My name is Yoon Jeonghan, by the way.

- Jeonghan… Coreano? – o rapaz indagou em coreano mesmo. – Oh, me desculpe, eu devia ter perguntado.

- A culpa é minha por não ter dito – era uma pena. Mesmo odiando ter que falar em inglês, Yoon havia adorado o sotaque californiano do rapaz de cabelos rosados. – Muito obrigado, apesar de tudo.

O rapaz sorriu.

- Sou Hong Jisoo – ele respondeu, colocando as mãos no rosto e pescoço do Yoon. – Parece que você já está melhor.

Porém, Yoon ainda sentia leves dores de cabeça. Não sabia se era por conta do clima extremamente frio ou culpa do chá mais aquele clima extremamente frio.

- Bom, eu não preciso te receitar remédios pra dor – ele disse simpático. – Porém... – ele escreveu várias coisas numa folha específica do hospital. – Esses são alguns nomes, caso precise.

Yoon ficou aliviado pela caligrafia perfeccionista do Hong. Assentiu com a cabeça assim que o olhou, ainda incomodado pela claridade do lugar.

- Obrigado, Hong... – disse cansado. – Acho que eu poderia ter morrido congelado se não fosse por você.

- É natural quando não se está aqui por muito tempo... – o Hong semicerrou os olhos. – Ainda mais quando se está acostumado com o clima do seu país.

- Sim, estou aqui há pouco tempo, mas espero que eu me acostume.

 

 

 

O celular de Yoon vibrou quando a noite se aproximava. Estava melhor graças aos remédios que Hong havia lhe passado. Sempre que algo ocorresse o Yoon iria para aquele hospital, visto que vários estrangeiros trabalhavam ali.

                Choi (11:40 AM): te liguei hoje, por onde andou?

                Choi (13:02 PM): Hyohan perguntou por você várias vezes e não sei qual desculpa intentar agora... me dê uma resposta D:

                Choi (16:56 PM): Yoon?

Jeonghan riu. Choi não era muito de falar por mensagens, mas aquelas demonstravam completamente o desespero do rapaz por Yoon. Pensou no que responder. Ele com certeza ficaria se culpando direto pelo modelo quase ter morrido congelado na noite anterior.

                Jeonghan (17:09 PM): Desculpe, tive alguns problemas hoje...

                Jeonghan (17:10 PM): Ela perguntou por mim? Algo deve ter acontecido... Será que ela dormiu bem?

Não demorou muito para que o aparelho vibrasse de novo. Dessa vez uma mensagem mais longa do Choi.

                Choi (17:13 PM): Yoon!! Puxa, achei que não fosse responder hahaha.. ela me perguntou, apenas isso.. deve ter sido à respeito de ontem, ela estava bem agitada e feliz

Jeonghan sorriu engraçado e bobo.

                Jeonghan (17:15 PM): se quiser eu posso passar aí daqui há pouco.

                Choi (17:16 PM): sim, claro!

Mal demorou para Jeonghan colocar outras roupas. Estava louco para conhecer aquela menininha e o Choi melhor. Nunca havia se sentido tão ansioso na vida.

Porém, Chwe invadira sua mente de novo com uma chamada por wi-fi.

- Chwe? – atendeu com certa estranheza. Mal haviam terminado e o mais novo já estava atrás de si. – Aconteceu algo?

“Aconteceu, Jeonghan...”

- Sua voz está estranha...

“Boo está estranho ultimamente... Ele cantou uma canção de amor com todo o coração dele, quase como se estivesse fazendo uma declaração de amor e então vem agindo diferente... Yoon, eu não sei o que fazer.”

Yoon ficou confuso e feliz ao mesmo tempo.

- Ah, Chwe... Eu queria muito te contar, mas acho que você tem que fazer ele se abrir pra você.

“Como assim? Vocês dois mantêm contato?”

- Não mantemos contato, mas eu sei de bastante coisa, Chwe. Quero dizer... Tenho suspeitas quase certas sobre ele.

“Me conte, por favor...”

- A única coisa que posso confirmar é que sim, ele está sofrendo por amor – Yoon brincou com a cabeça do mais novo. – O resto não posso dizer, aliás, não seria educado de minha parte. Entretanto, recomendo que não o force a dizer nada, apenas dê-o todo o carinho do mundo.

“Mas... Eu não sou assim, você sabe disso.”

- Então dá um jeito de ser – Jeonghan riu. – O que você iria querer se estivesse no lugar dele?

Silêncio do outro lado. Jeonghan relaxou o sorriso, olhando para o relógio. De fato queria estar com Seungcheol, mas achava importante dar aquelas pistas par o Chwe.

- Chwe? – chamou, recebendo um resmungo como resposta. – Chame-o para sair à noite, tenho certeza que as coisas vão se resolver.

"Eu não sou bom com essas coisas, mas obrigado, Yoon.”

- Aproveite bem.

Ligação encerrada, então.

Jeonghan olhou para o aparelho, encarando a foto de contato de Chwe. Desejava que o mesmo não fosse tão lerdo. Só assim poderia perceber que aquele garoto o amava. Nem sequer havia se esforçado um pouco pra decifrar a tal música que o mesmo havia cantado. Naquela hora o Yoon queria ser amigo do outro, mas sabia que poderia arranjar problemas.

Caminhou apressadamente pelas ruas cobertas de neve da cidade holandesa. Por mais que fosse agoniante estar tão frio, a imagem ainda era bonita. Provavelmente Choi deveria estar tirando a neve de certos locais.

O viu retirando a neve da porta de entrada, mas de um jeito diferente. Ele e Hyohan estavam atirando bolas de neve um no outro e Jeonghan não ousou a segurar o riso. Ficou observando a cena querendo entrar na brincadeira, mas sua alergia e o pequeno trauma da noite anterior o impediram.

Hyohan foi a primeira a notar sua presença, correndo até si e lhe dando um grande abraço. Jeonghan pegou a menina no colo e andou até Seunghceol, que lhe lançava um sorriso envergonhado. Talvez por ter sido pego no flagra num momento engraçado e íntimo.

- Desculpe, não queria atrapalhar os dois – Yoon disse, sem se incomodar com Hyohan mexendo em seu cabelo. – Eu poderia ter esperado, mas não consegui conter o riso.

Choi se levantou, limpando vestígios de gelo da roupa.

- Não tem problema, só fiz isso pra a mocinha aí se distrair um pouco – ele apontou para Hyohan, que trançava os cabelos loiros de Yoon. – Mas parece que ela já vai parar.

- O que você disse ontem funcionou! – ela exclamou não tão alto. – Sonhei com unicórnios e adivinha quem era o cavaleiro?

- Quem? – Jeonghan indagou curioso.

- O Cheol! – apontou para Choi, sorrindo sapeca. – Ele vestia umas roupas estranhas...

- Não quero nem saber, então... – Choi levantou as mãos, entrando em casa. Yoon se sentiu livre para entrar também, pois estava frio do lado de fora e não era bom crianças ficarem muito tempo na neve. – Chá ou café, Yoon?

- Café – disse, se lembrando da noite anterior. – Ontem tive um pequeno acidente por conta do chá – revelou, amaldiçoando-se imediatamente.

Choi o encarou, preocupado.

- Acidente? – já havia largado a garrafa de café. – Ai meu Deus, Yoon...

Jeonghan sentiu o corpo gelar. Não queria que o Choi se sentisse culpado pelo o que acontecera.

- Que nada, não é culpa sua, Choi... – tentou se explicar. – Apenas não esperei o corpo esfriar um pouco antes de ir embora. Quando eu estava prestes a morrer congelado, um médico me ajudou e então acordei hoje no hospital me sentindo melhor.

- Oh... – ele voltou a pegar a garrafa de café, despejado o líquido marrom em duas xícaras de porcelana vermelha. – Espero que se lembre disso pro resto da sua vida, então... – ele riu sem graça, sentando-se.

Jeonghan corou com o comentário.

- Sim, claro... – e bebericou o café que, a propósito, era muito bom. Se pudesse iria sempre na casa do Choi só pra beber chá e café. – Parece que ela se acalmou, não é?

- É – Choi respondeu meio seco, terminando de beber o café. – Daqui há pouco uma amiga dela vem a buscar.

- Entendo... – Jeonghan foi impedido pelo som da campainha. – Deve ser ela, não?

- E é – Choi riu, indo abrir a porta para a pequena garota e sua irmã mais velha. Jeonghan encarava a cena engraçada de a menina desconhecida indo abraçar Hyohan. – Se comporte, Hyohan – Choi ditou olhando sério para a garotinha.

- Vou sim! – ela afirmou animada, correndo para o lado de fora junto com a outra menina.

Choi se virou para Jeonghan, fazendo sinal para que esperasse um minto. Jeonghan fez sinal de positivo com o polegar, aguardando pacientemente.

Passou exatamente o um minuto que Choi havia pedido e o mesmo estava de volta. O mesmo parecia um pouco irritado e Jeonghan não teve coragem de perguntar a razão. Talvez fosse melhor que ele dissesse por ele mesmo.

- Tudo bem, foi apenas um minuto de perturbação – Choi resmungou baixinho, deixando assim Jeonghan curioso. – Nem queira saber, Yoon...

- Desse jeito é que eu vou querer saber – riu, achando graça mesmo não devendo. – Conte se quiser.

O moreno suspirou pesado, provavelmente tentando relaxar os músculos.

- Essas meninas de hoje em dia... – Jeonghan queria rir, sua face denunciava tudo. – Não é pra rir, Yoon!

- É que essas coisas são engraçadas pra mim, Choi... – riu deliciosamente. – Ela era menor de idade, não é?

- Sim, era. Nem de menor, era menor de idade mesmo. Eu não sou pedófilo, poxa!

- Eu sei que não é, fique tranquilo.

Choi suspirou aliviado, Jeonghan ainda rindo da situação pela qual o moreno acabara de passar.

- Bom, acho que agora eu tenho que esperar meu corpo esfriar, não? – Yoon pensou alto ao encarar a xícara vermelha em cima da mesa de madeira clara. – Fiquei com trauma de ontem.

- É melhor... Só não sei quanto tempo se espera – Choi olhou para os cantos, avoado. – Talvez uns trinta minutos.

A noite veio, deixando os dois jovens exaustos por tanta conversa jogada fora. Mal sabiam de onde vinham tantas coisas para conversar, sequer ontem conversaram direito. Yoon cogitou ter sido a falta de costume para com a casa do Choi e o caso da menina havia fechado a noite com chave de ouro.

O modelo acabou experimentando outras coisas que Choi fazia, como, por exemplo, bolo de cenoura – que era um pouco diferente. Nçao havia tomado mais nada quente, querendo evitar outro desastre. Hong o salvara por pura sorte e não porque ficava rodeando a rua o tempo todo.

- Agora sei porque Hyohan gosta de morar com você – Jeonghan riu.

- Não é pra tanto, Yoon.

- Nem é tanto! Crianças gostam de comer e beber coisas gostosas, Choi.

- Minha comida sempre foi a mesma até eu ter que morar nesse país congelante.

- Então você fazia coisas melhores na Ásia...

- Yoon!

- Tudo bem, vou parar por aqui e-

Antes que pudesse terminar, uma rajada de vento passou correndo pela rua e um barulho veio do fundo da casa. Jeonghan e Seungcheol se entreolharam, indo correndo ver o que havia acontecido. Por um segundo Hyohan veio à mente apressada de Yoon, mas mal sabia onde a garota estava naquele momento. Provavelmente dormindo ou brincando de boneca na casa da amiga.

Passaram por todos os cômodos até chegar ao quarto de Seungcheol, onde tiveram a visão de várias coisas jogadas no chão e uma janela aberta. O moreno praguejou, indo à cozinha pegar uma vassoura para limpar alguns cacos de vidro espalhados pelo chão.

- Vou ficar pra te ajudar, sim?



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