História Amuleto de Sangue - Livro 1 da Coletânea Van Helsing - Capítulo 7


Escrita por: ~

Exibições 8
Palavras 1.432
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Self Inserction, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ei beautiful,divirta-se!!

Capítulo 7 - Reencontro com o Passado


Da sacada do último andar do Palácio onde se hospedava ele observava o pô do Sol na França onde tudo que se refletia deles eram as luzes de tom laranja que contrastava com as nuvens brancas e o céu azul que já tomava seus primeiros traços de escuridão. A mesma onde Vlad Tepes escondia-se no vale das sombras e caçava suas presas sem deixar vestígios. Nada além dos corpos sem vida as portas da casa do Intendente e as notícias que esvai-se nos jornais que finalmente o povo teve suas preces atendidas. Deus em sua infinita misericórdia enviou um anjo para proteger-los da violência enraizada ali.

Mais no que desrespeito ao céu e o inferno Drácula era o último dos homens que se quer poderia levar o título de santo. Sua busca de redenção era contra a aqueles que profetizavam e usufruíam da maldade humana. Porque um sábio já disse uma vez: "Redenção feita com sangue não é pedir perdão é vingança." Incrível como estava plenamente certo sobre aquilo. Sobre tudo. Pois aquela frase lida em um livro apenas uma vez não sairia de sua memória tão cedo pelo simples fato de ser real.

"Senhor Tepes." Uma voz feminina tirou-o de seus devaneio fazendo-o voltar-se a pessoa que batia porta. Ele abriu-a deparando-se com uma das copeiras da casa que estava visivelmente nervosa.

"Posso ajuda-la?" Ele encarou-a que desviou o olhar bem trêmula.

"T-tem um r-recado p-para o Senhor." Ela estendeu-lhe um envelope preto com tons de dourado que ele encarou por alguns segundos. 

"Obrigado senhorita." A moça fez-lhe reverências e saiu rapidamente da porta deixando-o sozinho. Vlad fechou a porta e tocou o envelope negro analisando-o minuciosamente.

Pela estirpe do cartão com certeza era algo vindo da corte. O que o surpreendera um pouco. Como eles sabiam que estava ali?! Era certo que como um príncipe era conhecido e como um guerreiro era o dobro por passar tantos anos lutando ao lado dos turcos mas não havia como saber de sua chegada ali. Ah não ser... É claro! Como poderia não imaginar?! Até para um cego aquilo era visível. Ravache. Geórgia Ravache. 

FLASH BACK ON 

Os caçadores estavam alerta enquanto ele encontrava-se no alto de uma árvore tomando licor de sangue doce ao lado de Black que saboreava uma maçã como se fosse o mais belo néctar dos deuses e não era pra menos. Ele encontrou uma maça dourada. Encontrada somente nas províncias da Grécia normalmente banquete dos antigos deuses gregos,melhor que aquilo só aquelas doces e maravilhosas ambrosia que até um vampiro poderia comer.

"Vamos! Essas aberrações do inferno não devem ter ido muito longe. Logo o mundo saberá da existência da existência deles e eu serei um homem rico!" Ele percebeu o que havia dito e optou por refazer suas palavras já que era encarado por guardas confusos e furiosos. "Eu disse nós. Nós seremos homens ricos. Agora vão e não parem ate encontra-los! E tragam Black pra mim eu tenho planos especiais pra ele." Os homens começaram a dar seus gritos e avançarem rapidamente floresta a dentro em busca das "aberrações do inferno."

"Me conte quem é o imbecil?!" Vlad indagou vendo Siriús rir daquilo tudo.

"O imbecil se chama Ravache. Georgia Ravache. É filho de um caçador francês tão arrogante quanto o pai,mas sem o talento dele." Siriús riu. "E só pra completar tornou-se um furtante de quinta que faria vergonha ao Rei dos Ladrões." 

"Você fala como se o conhecesse." 

"É uma longa historia. Mas chega de conversa vamos a diversão." Vlad encarou-o imediatamente com a sombrancelha arqueada. Siriús apenas sorriu e pulou de um lado para o outro fazendo as árvores se movimentarem chamando atenção dos outros.

 E gostou disso continuando só que com movimentos mais rápidos fazendo as arvores se moverem com mais intensidade jogando folhas contra os guardas que pareciam confusos olhando para cima. Só que para a nova surpresa de todos ele parou e não havia mais nem um sopro de vento rodando o ar. Vlad quase sentiu ter de aguçar seus instintos para acha-lo,mas não foi necessário do momento em que começou a cair um monte de bombinhas do tamanho de uma cereja do alto assustando os guardas que pulavam como se dançassem o Velho Oeste.

"Anda Vlad deixe de ser um chato! Nós mal nos divertimos! Ande!" Siriús disse entregando algumas varias bombinhas nas mãos de Vlad. "Use os morcegos e divirta-se brincando com os guardas que foram para o leste,eu pego o Ravache."

"Quais são as chances de eu entrar nisso com você?!" 

"Nada alem desse sorriso maldoso,infantil e idiota que lhe dão plena certeza de que isso vai ser divertido." Ele riu encarando Vlad que parecia segurar o sorriso.

Vlad correu pulando em arvores e chegando rapidamente ao guardas e tacando bombinhas neles que gritavam e corria para todos os lados. Tepes quase desconcentrou-se ao ver alguns 4 deles jogarem-se no lago porque a bombinha entrou na roupa. Cômico. Era fato ele não se recordava da ultima vez em que tivera um momento feliz ou fez algo divertido desde a grande desgraça acontecida em sua vida. Estava sempre sozinho,recluso em seus pensamentos e pecados,pensando e revivendo lembranças de seu passado obscuro que esquecera-se que apesar de tudo a um futuro. E se existe reencarnação ele irar encontrar sua amada onde quer que ela esteja.

Siriús não perdia o menor tempo. Era rápido,ágil,estrategista e se divertia cada vez mais estando no chão e correndo na velocidade de um gavião voando. Ele passava como uma sombra entre os guardas que caiam em suas armadilhas e acabavam tropeçando nos próprios pés. Dois se jogaram na direção um do outro e bateram a cabeça como dois búfalos e pararam ao chão,mais três caminharam tao bem para trás que foram parar amarrados na arvore,um foi o suficientemente estupido para tentar tirar a adaga presa na bota e acabar fazendo-a entrar em seu pé,outro atirou para o alto e acertou um pássaro que caiu em cima de outro que dançava bêbado de tão tonto por procurar Siriús que girava em círculos controversos onde fazia alguns zig-zag só por diversão. Sem contar os outros dois que saíram correndo pela mata e por não olhar por onde anda baterem suas cabeças contras arvores caindo no chão.

Rir? Era o que Siriús mais fazia naquele momento. E a coisa só melhorou quando Vlad voltou com pó de mico pra jogar neles. Eles pareciam dois adolescentes aprontando como pestinhas que eram e Vlad não tinha nada para reclamar porque como dizia Zeus Van Helsing,o avô de Siriús: "A vida é bela meus amigos, e não foi feita para ser desperdiçada." Um ensinamento que Siriús levava ao pé da letra e se divertia bastante com isso. Mas um grande sábio já disse que "O jogo só acaba quando termina." E aquele estava longe de acabar,o melhor sempre fica pro final que começaria logo sem duvidas. 

Siriús encarou Vlad e olhou para Georgia que encontrava-se sentado em seu cavalo tremendo de medo enquanto xingava seus estupido exercito de bananas. A ideia surtiu como um raio na mente dos dois filhos do inferno levando-os a rir daquela ideia toda. Vlad e Siriús foram ao chão e jogaram-se um contra o outro na direção de Georgia pegando-o em cada braço e correndo de volta pra vila não tão distante dali. E depois prolongou a diversão pondo Georgia de pernas pro ar em praça publica e fazendo ele e seus comparsas não só pedirem perdão como devolverem tudo que foi roubado do povo. Isso quase mudou drasticamente o nome de Van Helsing para Hobby Wood a Travessas. E claro como fato inegável aquilo apesar de brincadeira de adolescentes pestinhas foi uma das mais divertidas que fez Vlad terminar o dia dizendo a Siriús que ele parece muito mais com seu pai do que imagina. 

FLASH BACK OF

Vlad não pode deixar de sorrir ao recorda-se disso e sem notar acabou retornando a sacada sorrindo com a noite,as belas luzes de Paris e a Lua que fazia-se presente para abrilhantar ainda mais aquela bela cidade. Mas tudo isso fora interrompido pelo aguçar automático de seus instintos que detectaram algo distante. Uma sombra escura de um homem encapuzado que sorriu ao se sentir detectado por ele. Este mesmo tirou o capuz e encarou pegando-o completamente de surpresa. Era ele. O demônio com quem fez pacto há muitos anos. Mais não é possível! Ele esta preso,condenado ao inferno eterno há anos! COMO?! Mas para sua infelicidade no minuto em que piscou os olhos o demônio sumiu como um passe de magica deixando-o confuso e atônito. Sera?!


Notas Finais


E ai,será?


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