História An Angel Among Us - A Cidade dos Anjos (Livro Dois) - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags An Angel Amoung Us, Anjos, Cupidos, Guerra, Magia, Mistério, Nephillim, Rivalidades, Saga, Sobrenatural
Exibições 18
Palavras 1.421
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oláá Docinhos! Bem vindos a nova temporada de An Angel Among Us (´∀`)♡
Antes que comecem a ler, quero dar um pequeno recado:

Lis não é mais a narradora da história ~le se prepara para a chuva de pedras~

"COMO ASSIM AUTORA?!"
C-calma, ela continua na história, e terá seus POVS, mas não serão iguais na primeira temporada.
Não se preocupam, logo,logo ela vai dar as caras, juntamente com os demais ~risada animada~

*Imagem do Personagem - Parker Müller

Capítulo 1 - Uma nova Vida em uma Cidade Desconhecida


Fanfic / Fanfiction An Angel Among Us - A Cidade dos Anjos (Livro Dois) - Capítulo 1 - Uma nova Vida em uma Cidade Desconhecida

 

Sabe, às vezes acho que a vida ama brincar comigo. Sempre que acho que tudo está bem, lá vem à vida me surpreender de um jeito novo.

Desde que tive um “desentendimento familiar”, eu passei a morar em um orfanato. Um orfanato enorme e cheio de coisas legais, mas continuava sendo um orfanato. Eu simplesmente acordei. Não entendi como, ou por que exatamente, mas acabei acordando aqui – numa cidade que nunca havia ouvido falar até então, em uma casa enorme, com outras crianças birrentas e idiotas e adultos me dando a “triste” noticia.

Sei que nunca fui um filho perfeito ou tipo que adorável ou até mesmo educado, mas realmente mereci passar pelo que passei? Ser jogado na rua, como um cão vira-lata? Meu pai – o cara que eu via como exemplo, não se importar com meus sentimentos e simplesmente me colocar pra fora?

Não culpava totalmente meu pai por isso, até porque, ele nunca teria tido essa iniciativa. Tinha uma pessoa por trás e, sabia exatamente quem era sem coração. Ainda Me vingaria deles por terem feito isso comigo.
 

Agora já fazia quase três semanas e meia desde que vim para cá. Estava parado em frente ao laguinho que ficava dentro da enorme propriedade. Bem, a primeira vista, o orfanato parecia ser um lugar meio caído, pois era rodeado por muitas arvores, desde pinheiro até algumas arvores já mortas, o que dava um ar meio de filme de terror antigo. Porém, por dentro, era algo bem decorado, com muitos moveis e eletrônicos caros, tudo, financiado pelas diretoras do local, Senhorita Matsumoto e Krieger- essa que nunca vi a cara desde que vim para cá.

Em um dos meus devaneios, alguém se aproxima de mim e antes mesmo que eu pudesse impedir, sou jogado bruscamente no lago.  Quando imerjo novamente, olho para o imbecil que me empurrou.

- Ih, foi mal “Parque”. Não vi você – diz o garoto alto, de cabelos meio alaranjados e sardas. Sean Wayne. Ele era o tipo de “valentão” daqui e todas as outras crianças seguiam suas ordens, com exceção de mim, é claro – Quer uma mãozinha?

- Aproxime sua mão e juro que a arranco! – rebato irritado. Sean sabia que eu era do tipo pavio curto, e se divertia em me ver explodir de raiva. Se eu tentei revidar? Não, mas não é por que tinha medo dele, e sim por outro motivo – E para de me chamar de parque! Meu nome é Parker! P-A-R-K-E-R! Seu troglodita analfabeto!

- Eu o chamo pelo nome que EU quiser, “parquinho” . Lembre-se quem é que manda aqui – diz o ruivo em tom de zombaria e ele se retira rindo de mim.

- Argh! Idiota! – resmungo enquanto ia até a margem e saio do lago.

Minha vida estava uma completa porcaria! Meu pai? Preferiu uma mulher do que a mim. Minha mãe? Nunca conheci. Esse lugar é bom- melhor do que minha antiga casa, mas sofria bullying quase todo santo dia... Droga, se minha vida está assim com 13 anos, imagina quando eu fizer 20?

Enquanto torcia minha blusa, resmungando inúmeros insultos, sinto alguém tocar em meu ombro e me viro.

- Olha aqui Sean, cansei de... de... – eu acabo gaguejando um pouco quanto encaro a garota a minha frente. Era um pouco mais alta do que eu, com a pele pálida, cabelos longos, quase platinados com muitas mexas pretas e olhos que mudavam gradativamente de cor.  Ela me estendia uma toalha e me encarava sorrindo nervosamente – E-Enid?

- Oi Parker... senti sua falta.

☁❆☁

Depois de recuperar do meu ‘choque’ ao rever Enid novamente, a levo para meu dormitório, percebi que algumas das outras crianças me olhavam com um jeito estranho, como se nunca vissem um garoto correr ao lado de uma garota – mesmo essa, não sendo uma “garota” comum.

Ao chegar lá, percebo que estava vazio então acabo trancando a porta e a encaro irritado. Ainda continuava ensopado, mas não estava mais me importando com isso.

-... Por quê? Por que você está aqui? – digo tentando controlar minha raiva e ansiedade. A vejo caminhar entre as camas, mexendo em tudo.

- Uau... isso aqui é tão... diversificado – disse a garota se jogando em uma da cama e em seguida sobe em cima dela – Olha um pula-pula! Vem Parker! – ela começa a pular na cama, a bagunçando toda.  Quando ela percebe que eu não iria me juntar a ela na bagunça, acaba parando. Enid desvia o olhar e seu tom começa a ficar manhoso – Parker... eu...

- “Eu” o quê? Sente muito? Sente pelo o quê, exatamente? Por me abandonar do nada? Por não me mandar nem uma carta, dizendo: “Ei idiota! Estou bem sem você, achei uma outra pessoa mais interessante e menos problemática”? Por ter feito eu vim parar aqui?! É isso que sente muito? – exclamo enquanto a fuzilava com o olhar. Começo a respirar profundamente e tento controlar meu excesso de raiva – Tá, pode parar com a ladainha. Conheço esse discurso.

- Eu... fiz você parar aqui? – fala ela surpresa descendo da cama e se aproximando de mim. Ela me olhava como se fosse chorar a qualquer segundo – Parker eu... eu não sabia... me... me perdoa, por favor! – Enid se ajoelha diante de mim e começa a suplicar – Não me abandone! Por favor, não quero ser rejeitada novamente!

Ela me olhava com lagrimas nos olhos e tento desviar o olhar, mas infelizmente não consigo.  Uma das coisas que eu detestava nela é que, sempre que eu tentava ficar com raiva dela, nunca conseguia. Enid conseguia ser adoravelmente irritante, até sua bipolaridade era fofa. Simplesmente era impossível sentir raiva de alguém assim, e isso me enlouquecia.

-... Tá... e-eu te perdoo, mas para de me olhar assim! – digo gaguejando um pouco e no mesmo instante ela para de chorar – S-se levante do chão! Me sinto desconfortável.

- Ah Parker... obrigado! Obrigado! – fala Enid animadamente me surpreendendo com um abraço e começa a beijar meu rosto várias vezes - Prometo não fazer isso novamente! Prometo, prometo.

- M-me... larga!  - digo me desgrudando dela e Enid começa a rir baixinho. Quando eu olho para um espelho perto de uma das cama, vejo meu rosto vermelho de vergonha. Quando eu ia falar algo, ouço o som da de chave e a porta se abre.

- Parker... você está bem? Me disseram que o viram correndo – disse uma moça entrando no quarto e me olha com preocupação.  Ela tinha um pouco mas de 20, asiática, de cabelos castanho-escuros com franja, e olhos pretos. Charlotte Matsumoto, a proprietária e também diretora do orfanato e, a moça mais bonita que já vi em toda minha vida – Meu deus! Olha como estão suas roupas! O chão está todo molhado! O que aconteceu com você?

- Um incidente... senhorita Matsumoto – digo baixo. Apesar do seu jeito calmo e aparência angelical, Senhorita Matsumoto conseguia dar medo só pelo olhar – Eu limpo a poça se isso é o problema.

- Não estou brigando Parker, não precisa se intimidar, só fiquei... surpresa com seu estado. E já disse que quero que me chame de Charlotte – fala ela calmamente se aproximando de mim e toca em meu ombro me fazendo corar – Confie em mim, querido. Esse incidente tem nome não é? – mesmo não querendo ser delator, eu não conseguia mentir a olhando nos olhos – Ele por acaso é ruivo e seu sobrenome é Wayne? – mais uma vez eu concordo. Ela passa a mão em meus cabelos antes de se afastar – Acho melhor se trocar querido, eu falo com Sean.

- Sim senhorita... digo, Charlotte – digo piscando algumas vezes e volto a olhá-la enquanto ai até a porta. Antes de se retirar, Charlotte olha para mim e fala:

- Parker, olha, se quiser falar com alguém, me procure, tá legal? Não gosto de ver você falando com as paredes... não é muito saudável. Até daqui a pouco querido – dito isso ela volta a fechar a porta e olho para Enid, que olhava para o outro lado, meio desconfortável.

- Charlotte não falou isso por mal... você sabe que... só eu posso vê-la.

- É... só você... acho tão chato ser comparada com o nada – diz suspirando e em seguida olha para mim, sorrindo fracamente – Bem, a moça tem razão, melhor você se trocar ou senão vai pegar uma gripe. Eu te espero do outro lado, assim você me mostra o local...

- Ei, Enid esp... – antes que eu pudesse impedir, a garota some diante dos meus olhos e suspiro amargurado – Por onde você andou por tanto tempo...?

[...] 


Notas Finais


Mal começou a temporada e já tem treta, adorey
Bem, o que vocês acharam do Parker, nosso querido esquentadinho? rsrs
E essa "Enid", hein? Meio familiar, vocês não acham? O que será que ela esconde? ~le faz pose de pensador~
Sei que vocês devem está meio "wtf", mas não se preocupem, no final tudo será explicadinho.

Byebye♡♡


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