História An Black in Korea <3 - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Black Girl, Cacheada, Coréia, Dança, Kim Namjoon, Romance
Exibições 59
Palavras 1.589
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


OI MEUS BABY, OMMA VOLTOU
Desclupem pelos erros, obrigada pelos favs e comentários.
Aceito sugestões na fic
Bjaum

Capítulo 15 - Profissão diferente


Fanfic / Fanfiction An Black in Korea <3 - Capítulo 15 - Profissão diferente

~ ___ ON

  Fui em direção ao jardim de trás da casa, quando cheguei lá pude ver o céu  com o degradê do por do sol e da noite chegando. Me sentei em uma cadeira em frente a piscina, perto de um balcão branco com algumas bebidas atrás, como se fosse um bar.
  Fiquei bem quieta, não houvia nada além do som do vento leve balançando as folhas de alguns arbustos. Algumas lembranças vieram a minha cabeça, não sei o motivo mas comecei a me lembrar da minha família e de como gostaria de rever todos.

"Que saudade de poder ouvir e falar meu idioma"- pensei, dificilmente conversava com alguém que fosse brasileiro além da minha família.

  Fui despertada de meus pensamentos por uma sombra que pude ver com minha visão periférica. Quando olhei para me certificar se era realmente uma pessoa, tomei um susto muito grande, havia um homem alto, negro, com um cabelo afro bem baixo, ele se vestia todo de preto, tinha armas na cintura, como facas, canivetes e até um revólver. Me assustei muito, pois não sabia quem era e comecei a gritar desesperada e saí correndo dalí, mas ele era muito mais rápido que eu, parecia um atleta. Ele me agarrou e tampou minha boca com força, ele abafava meus gritos desesperados e lágrimas escorriam rapidamente pelo meu rosto. Supliquei algumas vezes para que parasse, em meio ao choro, mas minha voz saia abafada e não era possível decifrar as palavras. Ele me levou até a sala e me virou de frente para ele, ainda com a mão em minha boca.

- Eu vou tirar a mão da sua boca e você não vai gritar, entendeu? - ele disse com sua voz grave. Fiquei pasma ao ouvir ele falar português. Como ele sabia que eu falava português?

  Não respondi nada na hora pois fiquei fitando seu rosto... ele parece alguém. Mas quem? Seu rosto é tão familiar, realmente muito familiar, mas mesmo assim não consigo saber quem é...

- Te perguntei se entendeu? - Ele disse chamando minha atenção

  Assenti com a cabeça e ele retirou sua mão bem devagar.

- Quem é você? Eu já te vi antes. - eu disse sem gaguejar. Por algum motivo não me sentia com medo em sua presença.

- Não se lembra de mim, ___? - ele disse me olhando incrédulo

- Não consigo me lembrar, mas sei que te conheço - disse chegando mais perto e analisando seu rosto melhor

- Pense mais... você sempre foi esquecida, mas não nesse nível - disse com um tom de deboche, mas ainda sério

  Analisei seu rosto, olhei atentamente, como posso não me lembrar? É como se eu o conhecesse minha vida inteira... espera... não acredito.
  Arregalei meus olhos, ele percebeu que eu já sabia quem ele era e soltou um sorriso largo.

- Tio? Eu não acredito... - minha voz saiu quase inaudível

- Se lembrou, pirralha...

  Pulei e o abracei forte, não podia acreditar que meu tio, que me deu o meu carro antes de eu vir pra Seul, que sempre me cobria de presentes e brincava comigo, meu tio que era o adulto mais liberal que eu já conheci, meu tio que sempre apoiou minhas escolhas e ficou do meu lado nas brigas de família, meu tio que quando eu fazia algo errado na escola ou entrava em uma briga, ele me acobertava. Ele estava tão diferente... parecia que ele havia ficado mais forte, mais bruto, com o rosto mais másculo. Estava realmente diferente. O que ele estava fazendo alí? Ele havia ficado no Brasil. E o mais importante... o que ele estava fazendo na casa do meu namorado, e com armas?
  Quando esse pensamento surgiu, afastei o abraço e o encarei com dúvida.

- O que o senhor está fazendo aqui? Com armas? Vestido totalmente de preto? Como sabia que eu namorava? - falei enchendo ele de perguntas e ví sua expressão mudar.

Ele tirou o cinto onde estavam suas armas e jogou sobre a mesa de centro da sala, fazendo um barulho um tanto alto.

- ___, vamos conversar... - ele disse se sentando no sofá, e eu me sentei ao seu lado

~ CRIOULO ON

  A ___ me encheu de perguntas e percebi que teria que explicar tudo a ela, sem mentiras.

- ___, você é minha sobrinha e eu te amo muito, e você sabe disso. Se fosse qualquer outra pessoa da nossa família que me perguntasse isso, eu inventaria uma história absurda, e você sabe como eu sou bom em mentir, já que te cobria na época que você estudava - falei tirando um riso dela por causa do final da frase, mas logo nossas expressões voltaram a ficar sérias

- Lembra que eu sempre te trazia presentes caros, que você adorava, não gostava de falar do meu trabalho, sempre aparecia com carros de luxo novos, coisas caras, presenteava a todos? - disse e ela assentiu com a cabeça

- Então ___, eu ganhava esse dinheiro todo devido ao meu trabalho, que eu ainda exerço...

- Que trabalho, tio?

- ___, eu sou matador, gangster e já vendi drogas, mas nunca usei - Eu disse e ví sua expressão mudar. Ela abaixou a cabeça e pude ouvir ela chorar

- ___, por favor me perdoa, me entende, não fica brava comigo - eu disse me aproximando com a minha voz falhando um pouco, fiquei surpeso. Minha voz nunca falhava

- Não tio, eu não quero que você se desculpe, eu entendo, mas eu quero que me prometa uma coisa, por favor - Ela disse levantando o rosto pra mim e eu sequei suas lágrimas

- Prometo, qualquer coisa, pode dizer - falei meio receoso com o que ela iria me pedir

- Eu não quero que o senhor venda drogas, nunca mais, e não precisa mentir pra mim, sei que pessoas como você usam algum tipo de droga, mas quero que pelo menos diminua um pouco, ok? Por favor, faça isso por mim - ela disse e eu concordei, eu usava algumas drogas, apenas algumas leves, diminuiria, e já parei de vender faz dois anos

- Claro, sem problemas, farei isso

- E tem mais uma coisa...

- Pode dizer

- Quero que antes de prestar seus "serviços", ouça os motivos, e que faça isso apenas se concordar com os princípios da pessoa...

  Pensei por um tempo. Perderia alguns clientes mas o pedido dela era justo. Eu nunca fui casado, e nunca tive filhos, mas a ___ eu sempre tive como uma filha e sempre a protegi, mesmo que as vezes de longe, ou indiretamente. Faria isso por ela.

- Tudo bem...

~ ___ ON

  Meu tio fez as promessas e disse que cumpriria. Depois de me acalmar parei de conversar com ele e o questionei seriamente.

- Tio, o que o senhor estava fazendo aqui? Alguém mandou matar o Namjoon? - Falei preocupada

- Quem? Ah, não importa, me mandaram te dar um susto, não te matar, mas quando te reconheci, parei na hora.

- Quem fez isso? - falei assustada

- Uma garota chamada Sook, filha de um homem amigo meu de longa data...

  Eu não acreditava no que estava ouvindo, como aquela menina teve coragem de fazer isso? Ela tem algum problema? Como ela teve coragem de fazer tal coisa?

  Uma expressão de raiva severa tomou meu rosto e ví que meu tio havia percebido.

- ___, você quer que eu resolva? - ele disse com uma expressão séria

- Não, vai ser na minha mão que ela vai sofrer - falei friamente

  Estava tomada de raiva, mas não queria colocar o Namjoon no meio dessa história.
  Escrevi um bilhete pra ele dizendo que voltava logo, puxei meu tio que colocou seu cinto novamente, o escondeu debaixo da camisa e saiu de casa comigo. Entrei no carro e nem me dei o trabalho de me despedir. Não conseguia pensar em mais nada, apenas na raiva absurda que tomava minha cabeça.

  Coloquei uma muda de roupas preta que sempre levo o carro em caso de emergência. Me dirigi até o shopping que havia mais perto dalí, esperando que ela ainda estivesse lá. Quando chego em frente ao shopping já estava escuro e percebi que cheguei na hora certa, pois ela estava saindo de lá. Entro em uma rua meio estreita e escura, que era o caminho mais rápido pra chegar até a casa do Namjoom. Me escondi e apenas a esperei, tinha tanta raiva que era uma tortura ficar esperando alí, mas tinha que fazer isso. A rua estava vazia e ninguém ouviria nem veria nada.
  Logo ouço passos de salto alto e reconheço a Sook. Quando ela pasou na frente de onde eu estava eu me levantei com calma e encarei suas costas. Andei em sua direção e ela rapidamente se virou.

- ___?

- Sua vagabunda... - falei baixo mas com uma grande peso na voz

  Antes que ela pudesse falar qualquer coisa, entrelaçei meus dedos em seu cabelo como se fosse uma corda, puxei até o chão fazendo ela gritar e se recusando a deitar, como eu queria.

- Você ainda acha que tem alguma chance, cadela?

  Dei uma rasteira em seus pés fazendo ela cair no chão e soltar um gritinho de dor.

- ___, calma, por favor, fica calma - ela disse me olhando desesperada

Mas eu não liguei pro olhar de súplica dela...


Notas Finais


EITA CÚ, VOU MATA SÁMACONHERA
(O tio dela é mencionado no cap 2)
Fica aí o suspense...
Digam o que acharam do cap, em nome de G-dragão
FICO MUITO FELIZ QUANDO VOCÊS COMENTAM 💜


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