História An undertale, the two oposits - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Undertale
Personagens Alphys, Asgore Dreemurr, Chara, Frisk, Papyrus, Sans, Toriel, Undyne
Tags Chara, Frisk, Papyrus, Sans, Toriel, Undertale, Undyne
Exibições 8
Palavras 617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Escolar, Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


olá! o segundo vem vindo, espqero que eu tenha DETERMINAÇÃO para completar a historia, pois muitos dos escritores que eu vejo, acabam ficando com preguiça.

Capítulo 2 - O dia de Frisk


Fanfic / Fanfiction An undertale, the two oposits - Capítulo 2 - O dia de Frisk

POV: Frisk on

 Eu estava com a Toriel, como sempre,  hoje era o grande dia, nos íamos voltar ao subsolo e fazer uma visita ás ruinas onde nós nos encontramos a primeira vês, eu estava louca de animação, eu ia aproveitar para encontrar com alguns amigos que preferiam morar no subsolo.

-Toriel, Toriel! Já esta na hora, Toriel!-minha empolgação transborda na minha voz, nos já havíamos retornado a superfície, Toriel havia se tornado professora, graças a minha assistência como embaixadora, claro, foi difícil manter um tratado de pás após uma guerra como aquela (quando o rei que causou tudo ainda é o rei), porem eu consegui segurar as pontas, graças a deus. Eu ainda acho estranha a minha incrível sorte em diálogos(mesmo Asgore dizendo que é apenas minha determinação), porém, o numero de monstros que podem sair do subsolo(legalmente, pelo menos) é bem pequeno, mesmo depois de longos anos de negociação.

-calma Frisk, eu já estou indo. –diz Toriel, se apressando comum sorriso, ela esta usando a mesma roupa que ela estava usando no dia em que nos encontramos, o que me trás memorias, como sempre, ela parece um urso de pelúcia (na forma cabra).

-vamos então!-digo , pulando em cima dela quando ela desce as escadas.

-calma minha pequena, você não acha que já cresceu o suficiente para parar de fazer isso?- reclama Toriel.

-mas eu só tenho quatorze anos!-argumento.

-e faz quinze na semana que vem!-exclama ela, já saturada, euu olho para ela, quando ela ficava assim ela era completamente assustadora, Toriel respira, faz uma cara de assustada, e pergunta.

-Eu fiz aquela cara de novo?

-sim

-oh droga!

-Agora... Vamos as ruinas!

Nos moramos na vila perto de onde ficava a barreira, por isso o caminho e bem grande, mas fica bem curto se nós pegarmos um barco no submundo, quando nos estávamos saindo de casa, porém...

-humana, o que você acha da minha nova barraquinha. Eu comecei a vender- uma das iguarias humanas que nós não conhecíamos... cachorro quente.

Nós topamos com Sans que estava se esbaldando de comer cachorro quente na sua barraca.

-você não tinha uma de cachorro quente lá em baixo?

-apenas detalhes, humana.

-Sans!-fala Toriel, que não tinha reparado ele, já que ele era meio baixo pra barraquinha, ele não era muito visível eu já era mais alta que ele.. –onde esteve esses meses?!

-dando uma olhada no mundo dos humanos, e vendo os melhores lugares pra tirar uma soneca.

-isso é a sua cara Sans!-falo

-bom se não forem comprar podem seguir o seu caminho, e não se preocupe com o Papyrus, ele tá ajudando na sua escola, moça. –diz Sans enfiando um cachorro quente na boca

-obrigado por emprestar seu irmão de zelador Sans. a escola estava precisando de uma limpeza.- diz toriel com um sorriso, indo embora, um sorriso atravessa a minha cara, e eu começo

-Toriel, nos vamos nos atrasar para o passeio nas ruinas!

 

Algumas horas depois...

 

Eu passei o passeio inteiro repetindo essas palavras , tanto que Toriel começou a ficar emburrada, e quando nos já estávamos quase lá...

-calma! As ruinas não vão a lugar nenhum!-

Enquanto eu rio, ela olha para mim, e termina rindo também. Ela olha para trás de mim, e de repente, ele fica preocupada , ela fala:

-Frisk, minha pequena, chegue pra traz de mim que eu vou dar uma olhada ali.- os olhos dela mostravam calma, mas só eu que convivi com ela sei, ela estava com medo, eu olho para trás, eu vejo um garoto, ele é extremamente parecido comigo, eu estranho, pois ele não era um parente da minha antiga família, eu coloco um grande sorriso no rosto, e digo:

-olá! Quem é você?


Notas Finais


bom... é isso, eles reamente se falam no proximo capitulo, eu tento upar ele amanhã


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