História Analgésico - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Got7
Personagens JB, Personagens Originais, Youngjae
Tags 2jae, Choi Youngjae, Im Jaebum
Visualizações 14
Palavras 1.536
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


desculpem a vergonha de cap pequeno mas é pq eu queria terminar ele onde terminei, entom to contente com ele assim
espero que gostem

Capítulo 2 - Frágil.


Youngjae sabia que havia prometido a mãe dias atrás que sairia mais com Hoseok, mas ele não conseguia simplesmente levantar da cama ou do sofá ou seja onde estivesse jogado pela casa, não tinha motivação nenhuma para tal, ele queria, queria muito fazer isso pela sua mãe mas não conseguia. Parecia que havia algo que sugava todas suas energias e vontade de viver. Bom, de certa forma havia, ele tinha a tristesa como empecilho e todos sabiam que era mais que isso. Choi Youngjae tinha o psicológico fraco.

Ele tentava arranjar coragem de onde não tinha para se levantar daquele sofá antes que Soojin chegasse do trabalho. Mas droga, ele não coonseguiu e sua mãe acabara de passar da porta de entrada da casa e o Choi já se preparava psicologicamente para o tanto que iria ouvir.

— Boa tarde meus bebês! — A mulher comprimentou o filho e o neto enquanto se dirigia ao seu quarto para quardar sua bolsa.

— Boa tarde mamãe! — Youngjae gritou para que a mãe escutasse do quarto dando graças a todos os Deuses possíveis por sua mãe não ter-lhe perguntado nada sobre o mesmo sair.

Mas como felicidade de pobre dura pouco, a sua não foi muito diferente. —Youngjae você saiu com o Hoseok hoje, como você havia prometido? — a mãe de Youngjae perguntou agora na sala encarando o próprio.

— Não mãe, desculpa, se a senhora quiser eu vou agora, não esta muito tarde mesmo. — Disse esperançoso de que a mulher o entedesse e não dissese nada, afinal em sua cabeça ele estava se prontificando a ir, e isso já era muito.

— Por que você não foi? Toda vez eu vou ter que falar? Você não tem mais palavra não, Youngjae? Se você compromete-se a algo tem de fazer sem os outros terem que mandar.

— Foi mal, essa é a ultima vez que isso acontece, eu estava com preguiça mas já estava para sair. — Ele já não aguentava mais escutar e realmente estava para sair, e se Soojin continuasse a falar em seu ouvido tão alto o Choi sentia que podia surtar a qualquer momento.

— Toda vez Youngjae, toda vez você está com preguiça. Mas eu sei que seu problema não é apenas isso meu filho. Aceita ir num' psiquiatra, é pelo seu bem. — No apelo final a mulher abaixou seu tom de voz para que o filho arcodasse e percebesse que isso era apenas para seu bem psicológico. 

— Caralho, eu não sou nenhum doente para ir em psiq- — Ele até iria continuar se seu pai não tivesse saído de algum lugar da casa e o enterrompido. 

— Youngjae sua mãe já disse que não quer você xingando e Soojin pare de gritar com o garoto, esta assustando Hoseok. — O homem disse com o neto no colo que provavelmente acordou pela gritaria. — Youngjae vai sair com Hoseok agora mesmo e se não melhorar você vai se consultar com um psiquiatra sim. Se você não é nenhum maluco não haja como um; seja mais sociável e cuide de seu filho como um verdadeiro pai.

Escutar aquilo de seu pai doeu, doeu como o inferno, não porque seu pai era um carrancudo que vivia falando asneira, não mesmo, muito pelo contrário, seu pai nunca abria a boca para brigar consigo mas Youngjae sabia que quando JungHoon o fazia era para falar a mais pura verdade e por isso aquilo o atingiu de tal maneira, seu pai estava certo.

Ele precisou escutar aquilo da boca do pai a qual sempre saía coisas boas para que pudesse ter um choque de realidade, e nessa hora Youngjae não se sentiu exatamente melhor e com mais vontade de fazer aquilo tudo da certo, ao contrário da intensão dos pais ele se sentiu muito pior e mais incapaz ainda. Talvez realmente devesse procurar um psiquiatra ou quem sabe acabar com tudo de uma vez. Pensamentos e mais pensamentos inundavam sua cabeça, mas fez de tudo para se livrar de todos e não chorar, não chorar mais do que já havia chorado naqueles dias, semanas e meses.

Como foi dito Youngjae pegou a mochila de Hoseok, e antes de pegar a criança que ainda estava no colo do avô se dirigiu ao banheiro para jogar uma água no rosto antes que começasse a chorar de verdade. Não era hora disso. Quando pegou o filho do colo do pai deu um abraço apertado no mesmo e soltou um obrigado meio sôfrego pela situação toda e após deu mais um abraço desajeitado na mãe pela criatura pequena em seus braços e disse a mulher que a ama; e então finalmente saiu pela porta principal da casa. 

Quem o olhasse saindo daquela forma diria que Youngjae estava mais forte e pronto enfrentar as coisas de maneira mais correta, mas a verdade era que estava mais frágil que nunca e não sabia porque exatamente agradeceu ao pai e disse a mãe que a ama.

Ao chegar a praça se sentou e fez de tudo para esvaziar a cabeça, colocou seu filho no chão enquanto segurava o mesmo pelo braço pequeno e gordinho para que não caísse. Começou a observar ao redor, olhar o parquinho que tinha ali, a faculdade, as pessoas e o pequeno quiosque que vendia sorvete ali; ele não era o maior fã de sorvete mas não podia negar que uma vez ou outra uma enorme vontade de comer um o consumia, ainda mais em momentos tão críticos.

Enquanto observava ao redor não pode deixar de ver um antigo amigo de escola passar por ali, não se permitiu pensar em coisas como o fato que largou a escola e tinha um filho. Youngjae abandonou todos os amigos como se fosse o ser humano mais repudiável do mundo, mas não era. Yugyeom era um de seus melhores amigos e nunca o julgou de nada, ele sempre ia o fazer visitas junto de Bambam um outro amigo seu depois de  Youngjae ter que sair da escola, mas ele sempre negava as visitas dos amigos, até que eles desistiram de o visitar, mas quem sabe ainda não fosse tarde para reatar a amizade? E eles o aceitassem como amigo de volta?

De tão concentrado que ficou naquilo, acabou tirando a atenção do filho e o mesmo caiu, por sorte sentado, no chão e simplesmente deu a hora dos alunos da tarde saírem e seu amigo acabou sumindo de sua vista e ao cair no chão Hoseok começou a chorar. Nessa hora a cabeça de Youngjae deu um nó, por que aquilo tudo tinha que acontecer justo num' momento tão crítico seu? E Youngjae então acabou fazendo o que se segurava a não fazer já a algum tempo, e fez da forma mais escandalosa possível.

O fato de ter perdido o amigo de vista e toda aquela barulheira de conversas dos alunos que acabaram de sair da universidade somado a mais o choro irritante do neném a sua frente, o deixou extremamente nervoso. Então Youngjae abriu o berreiro junto do pequeno e começou a chorar ali, na frente da faculdade em uma praça antes vazia mas agora movimentada pelos estudantes.

Ao olhar Hoseok ele percebeu que não, ele não poderia reatar amizade nenhuma e nem fazer uma nova, ele era a porra de um adolescente deplorável com um filho. Coisas e mais coisas negativas rondavam toda sua cabeça e todos os pensamentos ruim que tentava afastar vieram com tudo.

— Eu te odeio, eu te ode- — Gritava com o pequeno a sua frente ainda no chão que com a gritaria e a movimentação começara a chorar mais ainda e Youngjae fez o mesmo, chorou e gritou ainda mais.

Ele podia até não odiar o filho de verdade mas naquele momento a irritação por tudo que estava e está acontecendo o consumiu fazendo com que não medisse seus atos.

Jaebum, Im Jaebum ou o moreno de pequenos olhos negros que atraíram tanto Youngjae dias atrás, era um dos estudantes que acabará de sair da faculdade e parado onde também estava na outra vez ele não pode deixar de ver o Choi chorando escandalosamente e gritando com um bebê que estava no chão.

Aquilo deixou o Im extremamente puto, na sua cabeça a única coisa que se passava era que aquilo era apenas um adolescente mimado que ganhou um irmãozinho' e não estava lidando bem com isso por não poder ser o centro da atenção ou receber tudo dos pais; apenas um adolescente egoísta sem escrúpulos por fazer um show daquele numa praça pública. Mas o que mais o irritou foi o fato daquele bebê estar no chão, que diga-se de passagem, sujo. 

Sempre fora filho único e quando criança sempre teve o sonho de ter um irmãozinho, e mesmo que aquilo não fosse a vontade do garoto chorando não tinha o porquê dele fazer aquilo. Mas também não era esse o motivo da indignação toda do Im, até porque já estava no auge da sua vida acadêmica, e em breve seria ele a ter filhos. Jaebum adorava criança; essa era a verdade.

Sempre fora uma pessoa calculista, mas naquele momento não pensou muito antes de pegar o bebê que estava sentado no chão chorando e chamar a atenção do garoto escandaloso que ainda chorava e resmungava coisas sem nexos.


Notas Finais


é isso
tentarei não demorar muito e escrever um capítulo maior
eh nois


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