História Anatomia Musical - Capítulo 2


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Categorias Life Is Strange
Personagens Chloe Price, Kate Marsh, Maxine Caulfield, Personagens Originais
Tags Life Is Strange
Exibições 26
Palavras 794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Violência, Yuri
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HEY GHOST!

Capítulo 2 - Ela está indo


Fanfic / Fanfiction Anatomia Musical - Capítulo 2 - Ela está indo

Dali em diante eu praticava todos os dias, não no braço do violão e sim no meu próprio braço. A professora já falou que um dia provavelmente não teríamos o violão por perto pra praticar, então recorreríamos ao nosso próprio braço. Foi o que eu fazia. 

Um mês treinando, não eu não tava fera, parecia até que não tinha adiantado nada, mesmo ela passando um exercício diferente a cada dia. Em um mês, cerca de seis a oito aulas, dava pra saber que não ia render mesmo. 

O dono da farmácia percebia meus dedos machucados e começava a fazer piadinhas com os outros funcionários. Bem, eu não ligava.

Hoje de manhã fiquei com a terrível tarefa dos clientes insatisfeitos. Aí eu tive que argumentar que nós apenas seguimos as receitas médicas que eles nos apresentam, questionamos? Sim, questionamos, pois nós farmaceuticos temos muito mais conhecimento de anatomia humana do que um próprio médico que apenas fica sentado receitando medicamentos falhos. 

Médicos tremem na base quando o assunto é anatomia, pois só sabem falar no que aprenderam a mexer, e nós farmaceuticos ficamos recebendo ligações até de madrugada quando eles tem dúvida sobre algo, somos obrigados a saber tudo que é tipo de coisa e de cabeça. Médicos e famarceuticos tem uma grande rivalidade, as pessoas não deveriam perguntar se um gostaria de fazer o papel do outro. E é claro, ser farmaceutico é muito melhor.

 

- Você nunca vai se tornar uma muisisista, Max. -  A professora me solta uma dessas pra me desmotivar quando eu estava saindo.

- O que te faz pensar que eu quero? - Fui ousada em lhe perguntar.

- Bom, você tá deixando parecer isso. Mas no final não passa de uma farmaceutica. O que você tá fazendo aqui? - Ela estava ajeitando partituras e as guarda em sua bolsa.

- Quer saber mesmo? Eu resolvi tentar porque eu quero conquistar alguém.

- Ah é? - Ela cruzou os braços. - Bom, do nível jeito que tá indo a pessoa vai sair correndo, tá péssima.

- Isso é trabalhoso, como você mesmo disse no início. Por que tá pegando no meu pé heim? 

- Aqui não é lugar pra você. - Negou com a cabeça e pegou sua bolsa. 

Saí da sala e depois ela tranca a porta. A professora não tinha carro, mas sim uma moto, e pelo jeito todo desleixado dela, provavelmente ainda era solteira.

 

Voltando pra casa, a vejo... Linda! Me deu vontade de falar com ela, mas travei. Ela estava caminhando do outro lado da rua e chamava a atenção de alguns homens que assobiaram pra ela, claro, ela ignorou. Estava ainda seguindo o meu percurso pra casa, coincidentemente ela estava indo na mesma direção que eu. Quando chegou em uma determinada rua, ela atravessou indo na mesma faixa que eu.

Ela está indo... Indo... Fiquei com cara de boba e não prestei atenção no sinal, consequentemente fui atropelada, logo fui socorrida e ela quando se deu conta do acidente atrás dela foi junto comigo, acho que ela se sentiu na obrigação.

- O que você é pra ela?

- Eu sou amiga dela, posso ir?

- Vem. - Os paramédicos a deixaram entrar na ambulância.

Nós não podíamos nos falar nada, senão eles notariam que ela não era amiga coisa nenhuma.

Apenas quando fui avaliada e os médicos me atenderam que ela pôde entrar no quarto.

- Moça, tá tudo bem?

- Tô meio lenta pra processar as coisas... Daqui a pouco eles fazem outra bateria de exames.

- Está bem nas pernas?

- A direita tá toda ferrada, mas na esquerda tá bem.

- Hum... Que bom. - Ela balançou a cabeça assimilando tudo.

Nós não tinhamos nada pra conversar, nem tinhamos alguma afinidade nos assuntos pelo que deu pra perceber. Mesmo assim ela continua não perdendo o encanto, e agora que notei eu finalmente cheguei perto dela. Que coisa doida que foi desse jeito!

- Qual o seu nome?

- Chloe.

Houve silêncio, mas na hora que nós duas íamos falar nos enrolamos. 

- E qual o seu? - Diz quando eu permito que ela falasse.

- Meu nome é Max.

- Parece que você é a super Max! Já que escapou dessa com vida. - Ela estava bem humorada depois de ouvir o meu nome, eu ri daquilo.

- É, sou mesmo. - Silêncio constrangedor de novo. - Não quero te perturbar, ou não querendo te expulsar... Mas não tem problema ficar aqui? Você não deveria estar em casa?

- Eu moro sozinha.

- Ah que legal! Eu também... - Não consegui dizer nada melhor, tava concentrada naqueles olhos azuis.

- Eu vou ficar mais um pouco se não tiver problema pra você. - Ela sorriu de leve.

- Sem problema.



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