História And I Love Her - Capítulo 13


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Categorias The Beatles
Personagens George Harrison, John Lennon, Paul McCartney, Personagens Originais, Ringo Starr
Tags George Harrison, John Lennon, Ringo Starr, Romance, The Beatles
Visualizações 19
Palavras 1.586
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hello! Primeiramente, PARABÉNS PRO VOVÔ PAUL, COMPLETANDO *pera deixa eu pesquisar no google pra ter certeza* 75 FUCKING ANOS AEEEEEEEE *palmas para o vovô paul*
Quando eu terminar de escrever já vai ser dia 19, mas ainda é dia 18 agora, RIGH NOW entao o parabéns tá valendo.
Falando em vovô, stou pensando em fazer uma fic do Paul velho (HEURUSHEIEHRI3 CALMA) sei lá, tive essa idéia aí e quis fazer HEUHIEHRIE
Mas só depois que eu acabar essa, não consigo escrever mais de uma fic ao mesmo tempo :c enfim,
Boa leitura!

Capítulo 13 - Let It Be


Fanfic / Fanfiction And I Love Her - Capítulo 13 - Let It Be

Outubro

-Paul! -Pattie chamou assim que entrou na sala de aula -Vou dar uma festa no Halloween, festa à fantasia, você está convidado. - deu um sorriso meigo enquanto se aproximava da minha mesa.

-Obrigado, Pat. Eu vou sim.

-Leve a Leigh, já chamei os outros do grupo, só faltavam vocês dois. - Falava animada e se virou para se sentar na mesa ao lado.

-Okay. -respondi baixo.

-Aconteceu algo? -Pattie tocou no meu ombro, preocupada. -Você está cabisbaixo...

-Estou bem, só com falta do John. -afirmei, e era verdade, sempre faltava algo nessas semanas e esse algo era o John.

-Oh... vocês eram bem próximos, não é? - assenti. -Bem, é impossível não sentir certa tristeza com ele longe, mas com o tempo essa tristeza só vira saudade.

Assenti lentamente, processando suas palavras. Pattie sabia consolar alguém.

-Vai dar tudo certo, Paul - sorriu - John vai voltar, e até lá, tente não lembrar dele o tempo todo, se distraia, pense em coisas boas. Isso ajuda.

-Obrigado, Pattie. Você é a melhor conselheira de Liverpool. 

Pattie riu e olhou para a porta, onde George entrava sorrindo para Pattie. Olhei para a mesma, que sorria toda boba.

Ri comigo mesmo, lembrando da Leigh. Ah, esses romances de colegiais...

-Oi, Pat - George a deu um selinho -Oi, Paul.

-Oi. - respondi. -Atrasou hoje? Não tava no ponto de ônibus...

George olhou maliciosamente para Pattie e ela olhou para baixo, rindo.

-É, me atrasei - explicou com um meio sorriso- e Leigh não me acordou.

Dei risada. Leigh não se dava ao trabalho de fazer nada para George, tenho pena dele às vezes.

As aulas estavam sendo um sofrimento sem John pra zoar comigo. Sentia falta dele desesperado para copiar minhas lições, jogando papéizinhos em mim e me chamando toda hora só pra me irritar. 

"Macca. Macca. Macca. Macca. Macca? Macca! Macca! MACCA!"

"Que foi, cara?"

"Nada!"

Quando o sino tocou, nós três saímos da sala pra ir ao refeitório. No caminho dele, percebi Yoko debaixo das escadas conversando com alguém. Franzi o cenho e me aproximei um pouco para ouvir direito. Ouvia risadas e destingui Pete Best e Stuart, o que diabos estão fazendo com a Yoko? 

-Tome - Stuart lhe entregou um saquinho - tem mais alguma coisa pra me contar?

-Não, não... - Yoko o respondeu, pegando o saquinho e se recuperando das risadas. -Mas você não vai fazer nada... pesado, né? 

-Ei Paul! -George me chamou na porta para o refeitório, no fim do corredor, e imediatamente saí da vista dos três embaixo da escada, olhando para George com os olhos arregalados. -Vamos!

Gesticulei um "já vou", tentando escutar mais da conversa, mas perdi uma parte. Droga!

-Oh, certo. - Yoko assentiu - Agora, a Pattie vai dar uma festa de Halloween, é a sua oportunidade.

Stuart olhou para cima, pensativo. O que esses dois estão tramando? E porquê Yoko está ajudando?

-É uma boa - concordou -Só espero que aquele McCartney não fique na minha cola.

Ele falava da Leigh.

-Também tem o irmão dela - Yoko avisou - e o Ringo também é bem próximo dela.

-Bem - suspirou - pelo menos aquele Lennon não está aqui pra me atrapalhar.

Continuei olhando enquanto eles falavam. O que essa desgraça quer com a minha Leigh?

Percebi que Pete me olhava e me retirei dali na hora, com medo dele vir atrás de mim depois. Pete é muito estranho, nunca o vi dar uma palavra, sempre na sombra de Stuart...

Corri para o refeitório, ainda revirando aquela situação na minha cabeça. Não vou deixar Stuart fazer nada com Leigh, eu vou protegê-la!

• • •

-Mãe, socorro. -Falei assim que entrei em casa e minha mãe se virou pra mim, assustada com a frase.

-O que aconteceu, meu filho? -Ela se virou para mim, enxugando as mãos. Eu me sentei na mesa da cozinha, largando minha mochila no chão. 

-Lembra que eu falei do Stuart?  - Ela assentiu. - Ele, Pete e Yoko estão tramando algo contra Leigh.

-Yoko? - Arqueou a sobrancelha - mas ela não é to "grupo"?

-É, mas parece que ela mudou de lado. - comentei, chateado com a Yoko. - eu ouvi a conversa deles. Ela está ajudando eles a fazerem sei lá o que com a Leigh - suspirei - Não gosto nem de imaginar.

Vi minha mãe sorrindo e caminhando até mim, se sentando na minha frente.

-Você gosta mesmo dela, não é, Paulie?

-É claro - apoiei o queixo na mão e resmunguei - demais.

Ela me analisou um pouco antes de voltar a falar.

-E você sabe o que eles pretendem?

-Não sei... mas vai ser na festa se Halloween da Pattie.

-Então fique com Leigh o tempo todo na festa, ou não a leve. - ela disse, como se fosse o óbvio. Realmente, a solução era simples, mas algo ainda me incomodava.

-Mas e se acontecer alguma coisa, mãe? 

Ela deu um sorriso amarelado e sussurrou:

-Deixe estar, filho. Não se preocupe, você sempre vai a proteger. E se algo acontecer, Leigh é uma menina forte.

-Certo. - me levantei, menos preocupado. - Obrigado, mãe. 

Ela acenou com a cabeça  e eu peguei minha mochila e subi pro meu quarto, pensando naquelas palavras. Deixe estar.

Depois daquilo eu saí pra ir no Cavern com Ringo e George. Claro que faltou John, mas costumamos sair só os meninos, às vezes. Jantei e fui pra cama, pensando na semana que vem: a semana da festa. 

Rolava na cama, incomodado com Stuart. Tinha vontade de lhe dar um castigo, mesmo que não tenha feito nada ainda. E Leigh, sinto uma necessidade de protegê-la de tudo. Sei que ela não é, mas parece tão frágil, sensível. Não gosto de imaginá-la sozinha.

Bufei, não conseguindo dormir. Olhei para o relógio, que marcava 12:30. Já estava tarde e eu sem sono.

De repente, me lembrei das palavras da minha mãe e imaginei um rascunho de uma música de formando na minha cabeça. Resolvi me levantar e sentar na escrivaninha, acendi a luminária ali e comecei a escrever. Compus uma música tão rápido e tão facilmente que me surpreendi de ter ficado tão boa. Eu sempre compus com John, foi meio... estranho, compor sem ele, e além disso, nem vamos mais continuar com os Beatles sem ele, mas não desperdiço uma inspiração. 

Apanhei o papel, criando um ritmo na cabeça, me preparando pra cantar baixinho.

"When I find myself in times of trouble, Mother Mary comes to me

Speaking words of wisdom, let it be...

Parei ao ouvir um barulho na minha janela e a olhei imediatamente, vendo apenas as folhas da árvore balançando. Voltei a me concentrar na música, tentando recuperar o ritmo que eu criara.

"Let it be, let it be

Let it be, yeah, let it be

Whisper words of wisdom, let it be"

Ouvi um barulho mais uma vez e encarei a janela, já pensando em voltar para a cama e me esconder nas cobertas. Me levantei e fui até a cama e ouvi três batidinhas na janela. Caminhei lentamente até ela e abri, botando a cabeça pra fora e olhando para os lados, vendo Leigh agachada no telhado, do lado da janela. Gargalhei baixo ao vê-la ali.

-O que está fazendo aí? - sussurrei rindo e Leigh se apoiou na janela, ficando cara a cara comigo.

-Briguei com George. Nem pergunte. - respondeu prontamente. O vento jogava seus cabelos para o lado e a lua a iluminava - Posso dormir aqui? - pediu meiga.

-Claro. - sorri e estendi minha mão pra ela, que a segurou adentrando no meu quarto. Estava escuro, mas pude ver que vestia um shortinho e uma blusinha de seda que me deixaram encantado.

-Você compôs agora? - Leigh perguntou, se referindo à música.

-Uhum. - assenti levantando as sobrancelhas. - Você ouviu?

-Ouvi - ela dava passos lentos até mim enquanto falava. Seu olhar era maroto e seu sorriso tímido -É muito boa. - por fim, parou na minha frente, com a cabeça erguida devido à nossa diferença de altura. Dessa vez a luz da luminária clareava seu rosto corado, seus olhos estavam quase que semicerrados de sono e as sardas nas bochechas destacadas.

-Gostou? - perguntei, nem pensando mais no assunto que conversávamos e sim nela.

-Gostei. - sussurrou, já bem próxima de mim e me causando arrepios. 

Abracei sua cintura e a beijei, o mais gentil possível, e Leigh correspondeu da mesma forma.

A guiei até a cama enquanto a beijava, me rendendo aos seus toques, suas carícias e seu beijo doce, mais doce que vinho, um sabor de mel.

A deitei na cama ficando sobre ela, esticando o braço para desligar a luminária, que ficava na escrivaninha do lado da cama e continuei a beijando. Desci um pouco minhas mãos para sua coxa e apertei ali a fazendo soltar um gemido baixo, e aquilo já estava me deixando excitado. Resolvi parar antes de fazer alguma besteira.

-Hora de dormir, milady. - ela riu baixinho e eu me deitei ao seu lado, puxando a coberta. Não falamos mais nada, apenas fechei meus olhos lentamente, o sono quase chegando, até eu ouvir a voz de Leigh de novo.

-Paul?

-Diga, kitty. - ela riu com o novo apelido.

-É que eu... eu acho que eu te amo.

Meu coração bateu forte e eu sorri na hora, mas antes que pudesse responder ela se prontificou:

-Mas não precisa responder se não me ama - ela falava rápido - Não me iluda.

Ri com a última frase, refletindo. Afinal, como eu sei que eu amo alguém? Por estar à vontade porque esse alguém te faz bem, doar-se por completo pra ele sem medo do que ele possa ou não fazer com você e aceitá-lo do jeito que é, é querer essa pessoa contigo o tempo todo e nunca se cansar dela. Se isso for amar, então eu a amo.

-Pois eu também te amo, Leigh.


Notas Finais


Acharam que ia ter hot hoje né? HEHAHHAHA safadenhas, ainda não
Eu ia falar alguma coisa mas esqueci AAAAAAAAAA socorr
Então é isso, tchau


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