História And if everything was different - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Categorias A. J. Cook, Criminal Minds, Matthew Gray Gubler
Personagens Aaron Hotchner, David "Dave" Rossi, Derek Morgan, Dr. Spencer Reid, Emily Prentiss, Jennifer "JJ" Jareau, Penelope Garcia, Personagens Originais
Tags Criminal Minds, Matthew Gray Gubler, Novela, Romance
Visualizações 94
Palavras 1.434
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Bissexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oie Galerinha!!!😀😀
Aqui vai mais um capítulo, espero que gostem!
Boa leitura!!!😊

Capítulo 12 - Noite incrível


Fanfic / Fanfiction And if everything was different - Capítulo 12 - Noite incrível

3 semanas depois

       A equipe tinha acabado de chegar de um caso  de sequestro que aconteceu em NY, foi um caso difícil, pois quando a equipe achou a vítima ainda viva, o sequestrador tentou mata-la antes do FBI poder pega-lo, ele estava armado e toda equipe estava no local tentando negociar para que ele não atirasse em ninguém, porém foi em vão, ele acabou disparando, e a bala pegou de raspão no braço de Reid, mas não foi nada grave, ele já estava com um curativo.
        Estavam todos exaustos, e com razão pois já passava das 1:30 da manhã.

- Eu preciso da minha cama urgente. - Morgan reclama saindo do elevador junto a equipe toda.

- E eu preciso de um bom banho! - JJ fala.

- Eu só quero meu whisky. - Rossi diz e todos riem.

- Você toma whisky de madrugada? - Reid pergunta confuso.

- Não há hora certa para whisky garoto. - o mais velho responde dando um tapinha em seu ombro.

           Todos vão em direção a suas mesas, Hotch e Dave vão para suas respectivas salas, já que eles cuidam de uma papelada maior sobre os casos.

- Então Reid, Charlie ainda não cansou de você? - Morgan não perde uma oportunidade.

- Não Morgan, ela não é igual as garotas de uma noite que você pega. - O garoto responde ironicamente.

- Depois dessa eu calava a boca pro resto da semana. - Emily que só escutava a conversa resolve falar. - aceite Derek.

- Ah, qual é Prentiss, vai me dizer que não acha estranho o garoto namorar sua irmã caçula?

- Não posso fazer nada, não escolhemos por quem nos apaixonar.

- É tão difícil assim de acreditar? - Reid pergunta rindo, ele não estava desconfortável naquela conversa, pelo contrário, ele estava achando engraçado.

- É! - Morgan e Emily respondem em uníssono.

- Você vai ter que ir ao hospital trocar esse curativo, o que Charlie vai achar de outra mulher tocando no nerd dela?! -Morgan fala apontando para o braço de Spencer, cujo o curativo já estava cheio de sangue novamente.

- Eu não preciso ir ao hospital Derek, tenho uma médica particular em casa! - Spencer responde dando uma piscadela e um sorriso de canto para Morgan, e logo depois vai embora.

- O que? Quando ele deixou de ser tímido? - Derek perguntou a Emily que apenas sorriu.

           Imediatamente Spencer pediu um taxi, tinha conversado com Charlie mais cedo e dito que chegaria hoje, e provavelmente ela estaria o esperando em seu apartamento.
        Chegou em seu prédio, pagou a corrida e foi correndo para casa, destrancou a porta e teve a visão mais fofa que poderia ter, Charlie estava no sofá, dormindo, vestida em uma das camisas sociais dele, na verdade era a preferida dele. Riu e ficou a encarando. Colocou sua bolsa em cima da poutrona, foi para perto de Charlie e acariciou seu rosto fazendo-a despertar.

- Spence, você chegou! - ela fala sorrido e coçando os olhos.

- Eu disse que chegaria tarde, porque não ficou no quarto? - ele pergunta, ela se sentou para ele sentar ao seu lado no sofá.

- Eu queria ver você chegar, mais acabei pegando no sono. - ri - Spencer o que foi isso no seu braço, está sangrando. - ela pergunta já começando a tirar o curativo.

- Eu levei um tiro de raspão. - ele não havia contado a ela.

- Porque não me contou? - ela se levanta e Vai pegar um kit primeiros socorros.

- Não queria preocupar você. - ele faz uma cara de culpado.

- OK, vamos limpar isso então querido. - ela fala, coloca um pouco de soro numa gase e começa a passar pelo ferimento, Spencer faz algumas caretas por conta da ardência, ela enfaixa e guarda as outras coisas.

- Você é a melhor médica do mundo,sabia?! - ele fala e começa a beija-la.

- Disso eu sempre soube. - responde e corresponde o beijo.
           Charlie se senta no colo de Spencer, ainda o beijando e começa a desabotoar a sua camisa, ele estava sem gravata então facilitou, Spencer faz o mesmo com a camisa que Charlie está vestida, revelando o corpo da garota que logo ao notar o olhar de Reid em seus seios, sentiu suas bochechas esquentarem.

- Amo o rubor das suas bochechas! - Spencer fala baixo, passeando com as mãos delicadamente por cada centímetro do corpo de Charlie.
            Ela então deitou no sofá e Reid ficou por cima dela, se apoiando para não ficar com o peso todo em cima da garota, começou a beija-la, só que dessa vez de forma lenta, começou a descer os beijos pelo pescoço e indo em direção aos seios, abocanhando um e massageando o outro, Charlie deixou escapar alguns gemidos, vez ou outra a garota puxava levemente os cabelos de Spencer.
            Ele enlouquecia ao ver Charlie pedindo cada vez mais por ele, enquanto tirava a calcinha a deixando completamente nua, ela já não estava mais envergonhada, ela apenas o queria, seus beijos, seus carinhos, seu corpo colado no dela; ele logo se livrou de sua calça e voltou a se posicionar por cima de Charlie, olhando nos olhos um do outro, puro desejo, ele começa a penetra-la lentamente a fazendo gemer baixou, mas ele queria ouvi-la gritar de prazer, e então começou movimentos mais rápidos, Charlie cravou suas unhas nas costas de Reid, e a cada estocada ela gemia mais alto, assim como Spencer queria, e ela pedia por mais, e então chegaram ao limite, juntos.
            Se encaram e sorriem, a saudade havia tomado conta dos dois naquele momento, o tornando o mais perfeito até agora, depois de 4 dias longe, aquela havia sido a melhor forma de tentar acabar com a saudade.

- Eu te amo Charlotte. - Spencer fala, sem hesitar, ele não queria perder tempo, queria viver e para ele tinha que ser com Charlie.

- Eu também te amo Spencer!! - Ela sorri, e o beija.

       Dia seguinte

        Spencer acorda com a claridade em seu rosto, "droga, devia ter fechado a janela" pensou, sentiu um peso em seu peito, era Charlie que ainda dormia tranquilamente, automaticamente sorriu observando-a, ao lembrar da noite anterior, Charlie havia adormecido no sofá enquanto Reid fazia carinho em seu cabelo, mas ele a levou para o quarto e logo depois se deitou também.
           Ele levanta com cuidado para não acorda-la, olha no relógio e são 9:05 da manhã, ainda bem que era sua folga, algo raro, agora que tinha Charlie em sua vida, as folgas e os tempos livres eram mais valorizados. Se vestiu apenas com uma calça, foi em direção a cozinha preparar o café, quando escuta um telefone tocando, não era o seu, provavelmente era o de Charlie, pegou e olhou o número, desconhecido, ficou pensando se atendia ou não, ele não queria invadir a privacidade de sua amada, mas decidiu atender, talvez tenha sido uma má ideia.

- Alô? - ele pergunta.

- Onde está Charlotte? - uma mulher pergunta, parecia com raiva.

- Quem fala?

- Uma velha amiga dela, posso falar com ela? - a pessoa pergunta impaciente.

- Não dá, ela está dormindo! - Reid responde simples.

- Quem é você?

- Spencer, namorado dela! - Ele responde firme.

- ah, então você é o Spencer, aposto que ela já falou de mim! - Reid estava confuso com aquela conversa. - Sou Diane. - imediatamente seu sangue esquentou.

- Sim, ela falou algumas coisas, você a machucou, mas não perca seu tempo, ela está bem melhor agora graças a mim. - ele fala um pouco alterado.

- Aposto que sim. Diga pra sua namoradinha que vou tirar tudo o que é mais importante pra ela. - ela falava entre os dentes.

- Não ouse encostar um dedo em Charlie, sua vadia. - Spencer só xinga quando está extremamente zangado, e essa era uma desses situações.

- ah não, não vou nem precisar encostar um dedo nela para machuca-la, espere e verá. - desligou.
          Ele estava furioso, como essa garota ousa ligar e ameaça-la dessa forma, mas ele não ia deixar barato, mandou o número para Garcia tentar rastrea-lo, mas pediu que ela não contasse a ninguém sobre, ele mesmo iria resolver isso, ainda bem que essa ligação não foi o suficiente para faze-lo esquecer da noite incrível que teve com Charlie, continuou a fazer o café, iria levar na cama para a garota, por um dia ele iria esquecer que aquela conversa havia acontecido, mas por enquanto, já que aquilo só deixou Diane mais furiosa ainda.
 


Notas Finais


Até o próximo! 😊


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