História And if it's love, LOVE? - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Bickslow, Cana Alberona, Evergreen, Freed Justine, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel
Tags Fraxus, Freed Justine, Laxus Dreyar, Laxus X Freed
Exibições 49
Palavras 3.339
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Lemon, Magia, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


É isso,voltei!
Relevem a irmã aqui ok. Foi um caminho dificil até aqui, só tenho isso a dizer.
Mentira vou contar, eu estava em semana de provas e doente então eu meio que tive que usar magia mesmo.
Não faltei um dia mesmo com febre (FOI DIFICIL)
Mas passou... então nosso tempo tbm esta chegando. Esse aqui é o penultimo capitulo (eu tenho quase certeza disso kk)
E espero que gostem. O ultimo esta quase pronto mas ta chato de editar, mas vou tentar n demorar muito.
Boa leitura e comentem q eu quero saber o q acharam e o que esperam para o ultimo.

Capítulo 12 - Barreiras quebradas


Fanfic / Fanfiction And if it's love, LOVE? - Capítulo 12 - Barreiras quebradas

Injusto. Ele simplesmente era bom demais em qualquer coisa relacionada a sexo. E eu até achava isso incrível antes, mas agora acho meio injusto. Eu estava decidido a esquecer o Loiro e seguir com minha vida então era errado ele vim e querer acabar com todo meu plano, principalmente usando sexo para isso.

Droga!...

Eu já nem podia pensar e eu tenho quase certeza que é o primeiro pau que o Laxus chupa. Ele não deveria ser tão bom nisso, não que eu fosse um mestre, longe disso.

Minha boca se abriu novamente enquanto eu gemia rouco, já sem voz, sem controle! Minhas bolas inchadas foram massageadas novamente e a sucção da sua boca pareceu ainda melhor. Larguei tremulo seus cabelos com uns bons fios loiros em minha mão e agarrei o futon, seus movimentos tão rápidos que eu tenho certeza que seu objetivo era me enlouquecer de vez.

- Laxus!... Lax...

Ele se afastou, suas mãos terminando o que sua boca começou. Me contorci mais rolando os olhos fechados gozando forte na sua mão. Antes que eu abrisse os olhos para contemplar sua face avermelhada senti sua boca invadindo a minha com força e gemi pelo gosto.

- Sempre pensei como seria chupar um cara... Não é tão ruim, será que é por ser você? – Perguntou debochado com o rosto do meu lado, parecia estar se divertindo.

Apertei mais o futon ainda tentando voltar a terra. Quando acalmei minha respiração pude tirar o suor da minha testa.

- Por quê?... – Minha voz saiu muito baixa, mas ele se afastou me olhando detalhadamente enquanto eu apertava meus próprios cabelos. – Eu não te entendo... Por que esta fazendo isso comigo? – Finalmente recuperei minha voz.

Laxus suspirou.

- Achei que fosse obvio.

- Não, não é! Você ta com a Mira! O que quer comigo? Acha que eu sou um brinquedo? – Aqueles sentimentos ruins já me agoniavam. Ele não podia fazer isso, não podia brincar assim comigo!

Laxus ainda ficou me encarando por um tempo que eu já estava achando interminável, depois se afastou sentando-se suspirando novamente e bagunçando os cabelos.

- Eu nunca te vi dessa forma Freed... Mas que porra! O que eu tenho que fazer para que acredite em mim? – Disse e bateu no chão com o punho fechado.

Bufei tentando me vestir rapidamente e não, de jeito algum, encarar a grande elevação marcada na sua calça. Minhas pernas ainda estavam bambas então vesti minha cueca e calça e fiquei ali mesmo de braços cruzados sem camisa.

- Não precisa fazer o que não quer... – Reclamei e ele me interrompeu se aproximando.

- Esta se comportando igual um birrento!

Me afastei para trás. Se ele voltar a se aproximar eu vou usar magia! Laxus me encarou por dois segundos antes de resmungar alguma coisa incompreensível e começar a se levantar.

Ele continuou resmungando feito um velho resignado, se virou e se afastou até sair pela porta, parou e me olhou.

- Você não vai sair daqui! – Praticamente mandou e fechou a porta de papel com uma força exagerada.

Ok. Isso me surpreendeu! Achei que ele fosse terminar o que começou. Não que eu fosse permitir, é claro, mas achei que seria o que ele faria. O que ele esta pensando?

Voltei a me deitar de repente exausto nem me importando muito com a sujeira. Eu deveria sair daqui, com minhas coisas ou sem, mas se Laxus não deixasse eu duvidava muito que conseguiria ir muito longe.

- Merda... – Expelir antes de acabar apagando.

...

Acordei sentindo frio e percebi que já era noite, tudo ali se encontrava no mais profundo breu. Todo o lugar estava fechado, mas quando dia a luz do sol passava pelas paredes de papel, mas agora nem parecia ter lua. Procurei minha blusa no escuro e conseguindo achar a vesti e tentei achar a tal porta de correr. Quando me levantei minha barriga roncou alto igual da outra vez, eu estava meio desorientado pelo lugar ser desconhecido mesmo assim conseguir achar a porta a abrindo e a luz fraca da noite nublada me possibilitou perceber que eu estava em uma casa, grande demais por sinal tradicional japonesa.

Sair na varanda com seu corredor extenso no qual eu percebi portas iguais as que eu tinha acabado da sair, porem a maior parte estava escuro demais para eu ver. Observei o jardim com um pequeno lago e uma fonte na minha frente, no centro de toda aquela área aberta, as águas desciam finas sumindo por debaixo da casa. Um quintal bonito por sinal. Finalmente me lembrei de que Laxus também estava por ali e que só ele poderia me explicar onde estávamos.

- Você deve esta com fome.

Me virei me deparando com o mago relâmpago parando do meu lado.

- Onde estamos? – Digo estranhando tudo aquilo. Ele apenas se virou; a expressão ainda fechada, porem mais tranquilo que antes.

- Me segue.

Ele começou a andar por aquele corredor escuro e quando eu já não pude mais ver suas costas foi que me mexi dali. Paramos na frente de uma porta com uma luz forte amarela refletindo de dentro, ele a abriu entrando e eu fui atrás vendo a mesa baixa com algumas comidas já por cima no meio de uma sala espaçosa. O cheiro de arroz cozido e da carne fritando fez um reboliço no meu estomago e eu coloquei a mão na barriga para tentar acalmar a fera. Laxus sentou-se em um travesseiro achatado ao lado da mesa todo esparramado e eu o segui me sentando de frente para ele.

- Laxus o que é... – Parei de falar quando percebi uma mulher mais velha entrando ali trazendo uma bandeja com saladas. Ela sorriu gentil para mim fazendo referencia o qual eu retribuo, deixou a bandeja na mesa e saiu por outra porta de correr.

- Ela trabalha aqui. – Laxus disse indiferente buscando uma carne da pequena grelha e comendo. Antes que eu perguntasse mais alguma coisa ele voltou a falar. – Essa casa é minha, quer dizer era do meu pai, mas o idiota não liga então ficou pra mim... – O tom de desgosto ao pronunciar ‘pai’ foi enorme.

Espera, desde quando Laxus tem uma casa?

- O Makarov...

- Não liga também, eu também não já que não me serve de nada então deixei alguém para cuidar daqui... Não vai comer?

Acho que é a primeira vez que ele me encarou realmente esperando eu o olhar de volta. Acenei sentindo minhas bochechas esquentarem e passei a preparar meu prato.

- Então... Essa era a cabana na montanha... – Comentei depois de um tempo e ele sorriu.

- Não. Estamos mais perto da guilda do que minha cabana.

Ninguém voltou a falar então o silêncio foi estranho, pelo menos para mim. Quando me senti satisfeito permaneci apenas ali calado até Laxus se levantar e eu fiz o mesmo o seguindo para fora da sala. Me arrepiei de frio assim que pisei no corredor externo, eu ainda só estava de calça e minha blusa branca de mangas longas. Cruzei os braços tentando me esquentar e Laxus andou até a beirada e se sentou olhando a fonte de água.

- Onde estão minhas roupas? – Perguntei e ele virou o rosto me olhando, estava tranquilo e relaxado e eu franzi o cenho para isso. Me aproximei e sem consegui me impedir me sentei ao seu lado. – Laxus... Por que me...

- Suas roupas e sua mochila estão no meu quarto depois te entrego. – Voltou o olhar para o céu como se procurasse algo depois suspirou e se levantou no corredor. – Já sabe onde é seu quarto.

Não levantei a cabeça para encara-lo, eu estava confuso demais, tentava pensar em qualquer coisa que fizesse Laxus me trazer para esse lugar em vez de simplesmente me deixar ir. Droga! Ele disse que me ama e isso ainda soa em meus ouvidos todas as vezes que eu tento o odiar! Eu não quero me preocupar tanto eu só quero... Afundei meu rosto em minhas mãos e quase que no mesmo momento senti minhas costas sendo cobridas pelo pano grosso me aquecendo e sentindo o cheiro acolhedor que era o seu, e sua mão foi ao meu rosto com uma leve caricia na minha bochecha antes de se afastar completamente.

Me encolhi me agarrando ao seu casaco talvez mais perdido que antes.

-Quebra de tempo-

  Mesmo só tendo ido dormi algumas horas atrás acordei hoje cedo e novamente me sentei no corredor de frente agora do que eu poderia chamar de “meu” quarto. Fiquei ali vendo o dia amanhecer e admirando todo aquele jardim e quando me cansei disso decidi conhecer o lugar (quase meu cativeiro, por mais que não tinha nada parecido com um). Abrir algumas portas, mas eram apenas salas vazias e no final do corredor percebi uma porta de lado, essa diferentemente era de vidro e toda a parede de madeira diferente das outras que só eram revestidas parcialmente.

Fiquei curioso com o vidro completamente abafado e pensando que talvez pudesse ser uma sauna entrei vendo que na verdade eram águas termais. A piscina que era muito parecido com um lago natural deixava o ambiente todo calorento e o casaco sobre mim tornou-se quente demais (É. Eu ainda estava agarrado a ele). Passei meus olhos pelas águas e finalmente percebi a concentração de massa do outro lado com certeza dando trabalho para aquela senhora uma hora dessas. Não consegui desviar meu olhar do seu rosto relaxado, seus olhos fechados. Seu peito nu estava úmido enquanto a parte de baixo era coberto pela água escura, seus braços grandes abertos sobre a beirada.

Prendi minha respiração por alguns segundos com um bico nos lábios sentindo que aquilo tudo só podia ser armação! Me virei.

- Não vai entrar? – Ouvir a voz rouca ecoar e engoli em seco voltando a olhá-lo vendo seus olhos abrindo para me encarar. Ele sorriu e voltou um braço usando o punho de apoio para sua cabeça. – Tá com frio? – Perguntou confuso olhando o casaco e eu o puxei negando.

- Não, vou te esperar lá fora. – Digo colocando seu casaco em cima de uma pedra ali. Eu não queria mais brigar, eu só queria conversar e era isso que eu faria.

- Pode entrar Freed, você deve ta louco por um banho. – Disse e eu não precisei de muito para concordar completamente com ele.

Isso é tortura, sequestro seguido de tortura!

Mesmo assim me afastei um pouco para o outro lado e tirei minha roupa. Encarei Laxus irritado por ele não parar de me olhar e ele riu um pouco voltando a fechar os olhos virando o rosto. Entrei na água e realmente estava perfeita, encostei-me ao canto e me cobri até o queixo sentindo meu corpo inteiro relaxar. Ah, isso é incrível!

 Abri meus olhos olhando o mago ainda na mesma posição de braços e joelhos abertos e as cenas do que aconteceu ontem pesaram em minha mente: seu corpo no meio das minhas pernas e suas mãos apertando minhas coxas, minha cintura enquanto... Balancei um pouco minha cabeça tentando tirar aquilo, mesmo assim não pude deixar de observa-lo.

- Pare de me secar Freed, eu não tenho o melhor controle do mundo. – Disse mais serio e eu muito envergonhado me virei rapidamente colocando meus braços na beirada apoiando minha cabeça neles. Escutei seu riso e mordi o lábio inferior. Droga!

- Cala a boca, eu ainda estou irritado com você.

Ele arfou preguiçoso.

- Isso é por que você é um cabeça dura.

- Isso é por que você é um idiota! – Rebati com toda a certeza e ouvir o barulho da água, ele se aproximando, mordi meu lábio inferior novamente me virando o tendo na minha frente em pé e eu tive que me levantar também tendo seu rosto muito perto do meu.

- Me diz então senhor sabe tudo por que eu que sou o idiota se é você quem esta se fazendo de difícil por algo que eu nem sei! – Disse incrédulo.

- Você sabe o que fez!... E será que dá pra colocar uma roupa? Como vou brigar com você assim?! – Digo frustrado.

- Eu não quero que brigue comigo! – Ele segurou meu pulso com uma força exagerada ainda falando serio. - O fato de você não confiar em mim esta me deixando bem puto com você Freed. Não vou repetir mais minhas palavras.

Tentei puxar meu pulso, mas ele não deixou. Apertei meus punhos de cabeça baixa.

- A Mira me contou, ela disse...!

- Vai acreditar nela e não em mim? – Perguntou me interrompendo e eu tentei novamente puxar meu pulso. O clima relaxante já tinha todo se esvaído e eu só queria negar aqueles sentimentos que me inclinavam sempre a ele.

- Para! A Levy te viu entrar no quarto da Mira depois daquele bilhete idiota!

- Ei, que bilhete? – Perguntou e eu bati em seu peito com a outra mão de raiva só de lembrar daquilo.

- A merda do bilhete pra gente se encontrar! Eu passei a noite te esperando, como quer que eu te perdoe se escolheu transar com a albina em vez de pelo menos, pelo menos me falar na minha cara que tudo não passou de uma ilusão!

 Pude encara-lo com toda magoa que eu sentia. Ele soltou minha mão ainda parado ali e eu rapidamente limpei uma lagrima que desceu pela minha bochecha. Laxus olhava fixo algum ponto do meu lado até voltar a falar me encarando.

- Vê se entende uma coisa, eu não recebi bilhete algum, a única vez que eu vi a Levy foi quando eu pedir para ela te pedir desculpa por mim por toda aquela cena! – Explicou calmamente.

- A levy entregou...

- A Mira pode se transformar em qualquer pessoa Freed, você sabe disso.

Coloquei a mão no meu queixo confuso demais e ao mesmo tempo com muita raiva daquela mulher, ela sim tinha força suficiente para quebrar uma runa! Laxus suspirou e eu me afastei para o lado querendo sair dali, mas meu braço foi segurado me parando.

- O que...

- Me deixa ir Laxus! – Pedi e ele demorou uns três segundo antes de me soltar.

Vestir um roupão branco que havia sobre um balcão e rumei para o quarto no final do corredor me fechando nele. Passei uma boa parte da manhã ali até que vi refletido pela porta o mago deixando algo na minha porta e depois sair. Abri a porta rapidamente vendo minha mochila e espada e as puxei para dentro.

Ele estava me deixando ir? Era isso, não era?

Apertei o roupão sobre meu peito, o coração doendo naquelas batidas e olhei a mochila percebendo conter uma roupa em cima. A levantei parar ver melhor e não demorei a vestir e sair do quarto. Consegui mais ou menos me lembrar da porta que entrei ontem para jantar e a abrir encarando Laxus sentado próximo a mesa. Ele me olhou um pouco surpreso depois para a roupa e sorriu.

- Sempre fica bem em você. – Disse e eu abaixei minha cabeça vendo a yukata verde com detalhes brancos em mim. – Vamos comer.

- Sim. – Sorri minimamente me aproximando.

...

Fiquei a maior parte do dia sozinho. Laxus estava em alguma parte daquela casa, eu só não sabia aonde, também me concentrei em conhecer melhor todos os cômodos e acabei encontrando a banheira de madeira e no mesmo momento a senhora chamada Hana apareceu do meu lado do nada e ofereceu me preparar um banho e é claro que eu aceitei. Voltei a vestir a yukata por que era gostoso de usar e Laxus gostava, mas não têm nada a ver, é só que a casa é dele e ele falou que fica bem em mim. O banho foi ótimo e eu pude lavar meu cabelo então voltei cantarolando para “meu” quarto.

...

Quando já era tarde da noite eu e o mago relâmpago nos sentamos no corredor externo. A noite de hoje estava estrelada e com uma lua bonita, fiquei observando a fonte na qual a água estava refletindo algumas cores coloridas pelos peixes. Laxus estava calado, ele já estava assim desde que saímos da sala de jantar. Lá ele ficou falando por um bom tempo sobre a casa e que ele tinha decidido vendê-la quando a ganhou, mas acabou se esquecendo até da existência dela. Então ela era basicamente da Hana que morava e cuidava daqui. Não achei legal a ideia de vender, mas era realmente espaçosa demais para um mago, e Laxus é daqueles que se tiver um chão para dormi, já esta bom.

- ...Eu te dei suas coisas, não vai embora? – Perguntou de repente não me encarando. Não voltamos a falar sobre isso ou sobre qualquer coisa envolvida durante todo o dia, quase como se ambos evitassem o assunto e só quisessem ficar juntos algum tempo em paz.

- Quer que eu vá? – Perguntei temeroso abaixando o olhar.

- Você quer ir? – Respondeu com outra pergunta e me olhou. Neguei com a cabeça.

- Não sei mais de nada. – Sorrir fraco e encostei meu ombro no dele sentindo meu coração querendo sair pela boca de tanto que batia forte, mas o engolir de volta. Laxus abraçou meus ombros me cobrindo com o casaco e eu abracei sua cintura sentindo seu calor que tanto sentir falta mesmo negando.

Ele me encarou e segurou o canto do meu rosto passando o polegar por minha bochecha e deslizou minha franja para trás e eu segurei sua nuca quando ele se aproximou me beijando. Sua mão desceu para meu quadril me puxando para mais perto de seu corpo e eu arfei com o beijo quente e profundo. Eu precisava dos seus lábios, precisava demais do seu olhar amável e suas mãos me apertando contra seu corpo. Ele era único, éramos completos quando juntos e eu não sei o que farei se isso mudar. Mas agora eu só vou me preocupar em ama-lo.

Quando as coisas já estavam ficando sem freio algum Laxus parou voltando a me abraçar e voltando os olhos para o céu. Eu já fiquei o observando, principalmente aquele curto sorriso tranquilo até me acomodar mais. Eu estava caindo de sono já que realmente era tarde, e só percebi que tinha dormido quando acordei ouvindo suas palavras.

- Não é ilusão, nunca foi... – Ele as murmurou e eu me senti sendo erguido do chão de madeira e sendo acomodando em seu peito e ombros segurando minhas pernas do seu lado enquanto se levantou caminhando para o que eu percebi depois ser “meu” quarto. Queria continuar nos seus braços, mas ele me deitou no futon e se afastou, claro, só até eu segurar sua mão.

- Fica... Se-e quiser, fica. – Digo apertando sua mão, e mesmo escuro eu sei que ele sorriu.

Soltei sua mão quando ele voltou e se aproximar e deitou ao meu lado e eu me segurei para não me prender a ele que nem um gatinho carente e fiquei ali olhando para o que deveria ser seu rosto, mas a luz meio acinzentada da lua não era tão clara. Laxus bufou e meio segundo depois senti o braço contornando minha cintura e me trazendo para seu peito de lado. Sorri sonolento afundando meu rosto ali e percebendo que ele não estava com seu casaco, mesmo assim estava quente.

- Dorme bebê. 

 

‘...Ei,
É ok dizer que não está bem
Não é ok se virar e fugir
Tínhamos problemas que tínhamos que enfrentar
Se me ama então diga
Se confia em mim então me mostre
Se não tem certeza, não diga
Se você tem certeza, faça o melhor
Você tem que ser feliz sozinho
Para ser feliz com alguém
Tem que perder algo que você conhece
Para aprender como se tornar melhor.
[...]
Eu penso em você
Eu sonho com você
Eu sorrio pensando em você
Eu choro pensando em você
Eu minto pensando em você
Estou bem sem você...
Eu menti, isso não é verdade
Eu morreria sem você...’

                                -Tell me it’s okay - Gnash


Notas Finais


Foi fofo... eu achei fofo!
A casa pra quem não teve uma ideia boa joga lá no tio google depois e vê ta
Laxus teve uma boa paciência aqui e mds até no boquete o cara manda bem! E como eu fico com isso? Inveja do Freed.
Fiquei muito contente em ter finalmente voltado (quem achou que eu pararia preocupa n), as ideias só iam passando na minha cabeça enquanto eu fazia as provas. Super estimulante.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...