História Anelise - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Ellen Page
Exibições 46
Palavras 1.559
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, vocês devem estar se perguntando se eu já não tinha postado o capítulo antes. Sim eu o postei, mas o site travou e ele acabou sendo excluído, por isso, estou postando novamente, me desculpem o erro.
Boa leitura.

Capítulo 3 - 1874


Fanfic / Fanfiction Anelise - Capítulo 3 - 1874

Justin Bieber:

Eu não havia visto Chaz desde o acontecido e não queria. Ele havia sido um babaca, mas, isso me serviu para algo: Me distrair de Ane e Ryan.

Estamos na festa de casamento de Ane e ela já está no fim. Ela estava em cima do palco do salão e um grupo de mulheres solteiras ocupava a pista de dança. Ryan ria do desespero de todas aquelas mulheres para pegar um simples buquê, mulheres. Ane já estava de costas e balançava o buquê para cima e para baixo, contando até três. E então ela jogou... passou pelo grupo de mulheres e indo em... minha direção. Minhas mãos, que seguravam uma taça com alguma bebida fina servida na festa, agarraram o buquê por instinto.

Olhei constrangido para as pessoas, eu estava com muita vergonha agora, mas, eu quis ficar com o buquê. Caitlin, irmã de Cris, correu até mim, tentando pegar o buque de minhas mãos.

—Vamos Justin, me dê isso!

Eu tentava a afastar de mim a todo custo.

—Eu peguei, é meu! Sai daqui Caitlin.

—Você nem é mulher Justin! Me dê logo!

Cris veio até Caitlin e disse algo em seu ouvido. Ela recuou e se sentou emburrada. Olhei para o palco e Ane sorria para mim, rindo do meu pequeno mico em público.

—Parece que tem alguém desesperado para casar, não é mesmo?

Ela brincou no microfone, arrancando risadas dos presentes. Você não faz ideia!

Eu sorri nervoso e quase fiquei vermelho de vergonha. A festa ficou por conta dos pais de Ane, já que a mesma tinha que pegar um avião para sua lua de mel. Ela e Ryan haviam se retirado para trocarem de roupa. Miranda, mãe de Ane, me pediu para retirar os presentes do carro deles e coloca-los no de Ryan e Ane.

Fiz o pedido e me dirigi para fora do salão. Apesar de estar de terno, estava frio. Ela conseguiu me fazer usar terno.

Logo eu abria o porta-malas de ambos os carros e tirava a pilha de presentes e colocava no outro carro. Até eu ver algo me deixou curioso, “Pertences de Anelise, não mexer”.

Peguei a caixa média, ignorando o aviso. Abri e sorri. Tinha fotos de quando éramos crianças e algumas cartas de suas amigas. Uma das fotos continha Ryan, Ane, eu, Chaz e Cris com a cara cheia de sorvete. Eu me lembro desse dia, parque de diversões.

Eram lembranças boas, mas, me faziam sentir saudade daquela época. As outras fotos eram de Ane com Ryan, então, nem fiz questão de olhar. Comecei a olhar as cartas, até uma me chamar á atenção, Para: Justin.

Franzi o cenho, eu nunca havia lido aquela carta, se eu pegar não vai ter problema nenhum, certo? A carta é endereçada a mim, não tem problema nenhum em eu pegar para ler e depois devolver na volta de Ane para casa. Guardei a carta no bolso do meu terno caro azul.

Aprecei-me em arrumar aquela bagunça antes que me procurem. Terminei meu trabalho e avisei a Miranda de que eu já havia realizado seu pedido e ela me agradeceu com um beijo na testa. Ela é como uma mãe para mim.

Na parte da frente do salão, Ryan e Ane se despediam dos convidados. Me apressei em encontra-los. Ane vestia um vestido creme, um pouco acima dos joelhos e Ryan havia somente tirado o paletó. Abracei-a de surpresa, ela pulou de susto se virando para mim.

—Justin, que susto.

—Desculpe, queria ser o primeiro a me despedir.

Ela sorriu doce.

—Obrigada, por tudo, você é o melhor amigo que qualquer menina poderia ter. Eu te amo!

Aquilo não surgiu um efeito bom, só fez meu coração apertar, era um “Eu te amo” de amigo, não o que eu queria.

—Eu também te amo, se cuida. Se precisar de qualquer coisa, me liga, qualquer hora, está bem?

A abracei forte, me despedindo tão internamente quanto externamente.

Anelise, você é a mulher que está em todos os meus sonhos por anos e eu nunca tive coragem de te dizer isso, essa pode não ser a hora perfeita para isso, mas, eu preciso pedir: Venha comigo, me ame e eu vou te fazer a mulher mais feliz do mundo, eu prometo! Por que eu...

—Tudo bem, eu ligo. Eu te amo, não se esqueça disso e saiba que eu não te culpo.

Te amo!

Ela se afastou, me dando um beijo na bochecha, eu franzi o cenho e ela sumiu de minha vista. Senti um abraço me pegar de surpresa. Era Ryan.

—E ai? Vai sentir saudades do seu melhor amigo favorito?

—Claro que vou, viado!

Nós rimos e fizemos um toque. Nos desfazendo do abraço, eu repeti basicamente a mesma coisa que eu disse a Ane. Ele e Ane se despediram de seus respectivos pais e partiram em direção ao aeroporto.

Eu senti um vazio, eu me sentia solitário, como se eu fosse á única pessoa que havia sobrado na terra. Eu já estava de saco cheio daquela festa, então, me despedi de alguns conhecidos e fui para casa.

Em meia hora eu já estava no meu quarto, somente com uma box da Calvin Klein. Deitado na minha cama, eu encarava a carta de Ane. Pensando nos possíveis motivos para ela não ter me entregue essa carta antes. Abri e comecei a ler:

                                                                                                                 “Ontário, Canadá. 11/03/2007.

Querido Justin:

Não sei se um dia eu terei coragem para lhe entregar esta carta e se eu entregar você me aceitará. Eu sempre gostei de você e não só como um melhor amigo. Estamos no colegial desde pequenos e eu sempre quis que você olhasse para mim de outra forma.

Nesse momento, você acabou de chamar a Louiza para ser seu par no baile de primavera, e minha vontade agora é de jogar um piano em cima de você de tanta raiva que eu sinto, eu não te culpo por nunca ter percebido meu amor, mas, a Louiza? A menina que eu menos suporto na face da terra? Por que?

Você sempre foi desatento a tudo mesmo, mas, eu me apaixonei por você e não posso mudar isso. Você tem manias engraçadas como, jogar o cabelo para o lado o tempo todo e nunca conseguir ouvir os meus suspiros. Você se lembra de como nos conhecemos? Eu não trouxe os sapatos corretos exigidos pela escola e você me cedeu os seus. Você, que tinha tão pouco, fez um gesto tão bondoso e ainda levou uma suspensão por mim. Depois disso viramos amigos e você me apresentou Cris, Chaz e Ryan.

Momentos assim não aconteciam todos os dias na minha vida e você mudou isso. Quando eu estou dormindo, e começa uma tempestade, você aparece na minha janela, já sabendo que eu estaria com medo. Você me abraça forte e deita comigo. Você vira a noite do meu lado e me aperta em seus braços.

Esses são momentos que eu não vou esquecer! Mesmo que você nunca corresponda esses sentimentos, e que você me rejeite, eu vou aceitar. Sabendo que esses momentos foram tão importantes para mim quanto pra você e sabendo que talvez você nunca leia esta carta, eu não tenho medo de dizer que...

Eu te amo.

Anelise”

Minhas lágrimas faziam um rio em meus olhos, eu me sinto tão vazio quanto antes. A carta tinha algumas palavras borradas. As lágrimas de Anelise. Ela deveria ter me dito que me ama, eu deveria ter percebido. Eu era um garoto na época, não pensava nesses tipos de sentimentos. Ela me olhava de forma tão apaixonada e eu nunca dei importância.

Eu saltei da cama e comecei a pegar as minhas roupas. Eu vou atrás de Ane. Peguei as chaves do carro e caminhei apressadamente até a porta. Então eu parei. Essa carta foi escrita a mais de dez anos, ela mudou, eu mudei, ela é casada agora. Ryan está no meu caminho e os sentimentos de Ane também. Oque eu iria fazer? Eu iria aparecer na porta do hotel de Ane e diria o que?

Oi, eu li a sua carta de dez anos atrás e estou aqui para te dizer que também te amo!

Eu sou ridículo!

Atirei as chaves do carro no canto do quarto e gritei frustrado. Eu tremia e tentava controlar as inúmeras lágrimas que escorriam do meu rosto. Eu nunca tomei nenhuma atitude sobre isso e quando eu quero, eu não posso. Uma tempestade começou e eu fechei os olhos pensando no quão azarado eu sou.

 Me joguei na cama e dessa vez... desabei, adormecendo entre lágrimas.

 

O céu era iluminado pelas estrelas da noite, meus pés flutuavam, sobre a nuvem branca e eu sorri sabendo que esse era o primeiro sonho o qual Anelise não aparecia. O céu se clareava entre uma trovoada e outra, uma tempestade.

—Você deve ser o Justin, certo?

Dei um salto e me virei assustado. Aquela voz era... minha?

—Não seja medroso, vou te ajudar!

Aquele era... eu? Uma cópia fiel de mim me olhava curioso, ele parecia ter uns quinze ou dezesseis anos.

—Pena que eu não vivi o bastante para poder malhar.

Ele riu.

—Quem é você?

Eu me manifestei pela primeira vez, olhando assustado para o meu clone com... assas brancas?

—Eu? —Ele riu— Eu sou você! Mais precisamente Jason, prazer!

Ele esticou a mão e me olhou sorrindo cínico.

 

 



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