História Angel - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Emeraude Toubia, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Personagens Originais, Ryan Butler
Tags Justin Bieber
Exibições 110
Palavras 1.830
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Esse tem música para acompanhar, hein! "Talking Body" da Tove Lo. Cês já perceberam que eu sou fã da Tove né? Ainda terão muitas músicas dela aqui minha genteeeee. Aproveitem o capítulo! <3

Capítulo 10 - Raining


[ LINK DA MÚSICA PARA ACOMPANHAR:https://www.youtube.com/watch?v=AzRyxGBGiAE ]

Parte II

Segui Justin e subi por uma escada extensa. O vi parando em frente a duas portas que se conectavam e abri- las como se fosse o paraíso.

Ele me olhou antes de dar o primeiro passo dentro da sala e estendeu a mão em movimento para que eu entrasse primeiro. Fiz o que pediu e assim que adentrei o ambiente, vi praticamente todos os jogos possíveis. Não era apenas uma tela gigante com um PlayStation ou XBOX, tinha uma mesa de sinuca, de ping pong e de poker. Além da cesta de basquete numa versão menor e dos tacos e discos de hóquei.

Eu fiquei boquiaberta com a grandiosidade daquele lugar.

- Uau... quer dizer... uau. - eu não sabia o que dizer claramente.

- Legal né? - me perguntou. - Quer começar por onde?

- Eu até gostaria de começar pelo GTA, mas eu me apaixonei por aquela mesa de sinuca.

- Então vamos porque o tempo é curto. - respondeu empolgado.

Corremos para a mesa de sinuca e Justin pegou e em seguida me entregou o taco. Ele pegou o dele e foi alinhar as bolas.

- Vou começar ok?! - pergunta.

- Tudo bem. - respondo.

Ele deu a primeira tacada e acertou duas bolas. Ele era bom... nisso também.

- Sua vez.

Fui me alinhar para ficar na posição a bola branca e dei a primeira tacada. Acertei duas bolas também. Estávamos quites agora.

- Você é boa. Já sabia jogar? - me perguntou.

- Eu jogava algumas vezes com meu ex-namorado. Tinha uma mesa dessas na casa dos pais dele, e toda vez que íamos lá ele me ensinava um pouco. - respondi simples.

- Ah sim. Minha vez. - E deu outra tacada, acertando uma bola.

- Uou, desafiador. Mas ainda tem que aprender com a mamãe aqui. - E me posicionei. Acertei as últimas bolas. Me virei para Justin e fiz cara de vencedora.

- Impressionante senhorita. - disse ele, batendo palmas para mim.

- Obrigada fãs e... Justin. - brinquei com ele fingindo ter mais pessoas nos olhando. - Agora vamos para o GTA, huh?

- Vem. - disse, indicando para que eu fosse ao puff gigante que estava a frente da tela, também gigante. - Qual deles? - me perguntou se referindo ao jogo.

- O melhor. - respondi.

- Vou colocar o mais atual. - me avisou e eu assenti.

Ele me deu um dos controles e ficou com o outro. Sentamos em um dos puffs gigantes e o jogo começou a rodar.

Ali tinha um frigobar e uma prateleira com guloseimas e besteiras, pegamos alguns doces, RedBull e doritos. Acho que tomei uns dois Red Bull's, assim como Justin e dividimos o pacote família de Doritos.

Estávamos matando vadias e cinquenta pessoas para salvar uma quando de repente...

A luz fica fraca e volta. O jogo desligou e acontece novamente a mesma coisa.

- Acho melhor a gente descer. - avisa Justin.

Concordo, pego a minha bolsa e descemos para a sala de estar.

- O que aconteceu com a luz? - pergunto.

- Não s... - ele é interrompido por um de seus empregados.

- Senhor Justin, a chuva está muito forte e tivemos que ligar o gerador.

- Ok. - responde.

Chuva?

- Justin, que horas são? - perguntei.

- Sete e meia? - respondeu naturalmente.

- SETE E MEIA? - gritei. - Como não percebemos o tempo passando? E porque está chovendo? E por que ainda não fui para casa? Meu Deus.

- Não percebemos porque estávamos tão entretidos que nem lembramos dos celulares e relógio que está no seu pulso para ver as horas. Está chovendo porque Deus quis mesmo, e você não pode ir para casa nesse temporal porque você pode morrer. - disse tentando me acalmar. Não deu certo, mas valeu a tentativa.

- Mas eu não posso ficar aqui Justin. Se eu não morrer tentando sair daqui, eu morro no arco íris que vai vir depois dessa chuva pelos meus pais. Eles vão fazer questão de enfiar o pote de ouro do duende no meu... Não posso, não dá. - disse preocupada.

- Calma. - ele colocou as mãos em meus ombros. - Liga para eles e avisa.

- Super inteligente da sua parte hein, usar o telefone com o mundo acabando lá fora.

- Verdade. Então espera um pouco, se acalma e depois veremos o que iremos fazer. - disse me empurrando para o sofá, me fazendo sentar ao seu lado.

- Acho que vou tentar mandar mensagem. - falei.

- Ok. - disse Justin jogando minha bolsa para mim.

A abri e procurei meu celular.

Mensagem para Mãe <3

"Mãe, eu estou bem. Ainda estou na casa do Justin, mas é porque nós divertimos tanto que nem percebi o tempo passar. Nem ele percebeu. Acho que vou ter que ficar aqui até a chuva acabar ou o suficiente para voltar. Beijos, te amo."

E enviei.

Não demorou muito para que ela me respondesse.

Mensagem de Mãe <3

"Ok, eu estava mesmo preocupada. Me dê mais notícias se possível. Se cuida, te amo."

Bloqueei o ecrã e olhei para Justin na esperança que ele tenha alguma ideia para nos tirar do tédio.

- Hm... já que não podemos mexer em nada eletrônico, podemos então contar coisas nossas um para o outro. Pode ser? - sugeriu.

- Acho que sim. - respondi. - Você começa.

- Ah... - ele ficou um pouco pensativo sobre o que diria. - Minha cor favorita é roxo.

- Legal, a minha também. E eu sou muito indecisa, tenho sempre que ter duas opções. Por isso que além de roxo, minha outra cor favorita é verde- água. - contei e vi Justin dando uma risadinha.

- Nem imagino o tempo que você demora para se arrumar.

- Hey! Eu posso demorar um pouco mas em compensação eu me visto bem. - afirmei.

- Com isso eu vou ter que concordar. - ele disse e eu fiz uma cara desconfiada.

- Mas você só me viu duas vezes, Justin.

- Que foram suficientes para perceber isso. A começar pela sua roupa na reunião. Eu ainda quero você com aquele batom na gravação. - afirmou. - Mas enfim... Meu prato favorito é macarronada, principalmente à bolonhesa.

- O meu também, mas sem a bolonhesa porque eu não como carne moída, prefiro com queijo branco porque eu amo do fundo do meu útero queijo. - respondi.

- Você é vegetariana? - me perguntou.

- Não. Na verdade MC Donald's e Subway são minhas redes de fast food favoritas, mas é porque eu não gosto de carne moída mesmo. É bem complicado, mas é porque nos fast foods a carne vem toda juntinha e não parece moída. Tanto que evito olhar para o sanduíche. Tenho tripofobia. - expliquei.

- Complicado mesmo, mas compreensível. E minhas redes de fast food favoritas são as mesmas que as suas, gostei disso. E o que é tripofobia?

- Tripofobia é a fobia daqueles buraquinhos pequenininhos juntinhos, sabe? - ele assentiu. - Vamos parar de falar nisso porque só de pensar me dá um coiso aqui.

- Ah tá. E quais se você pudesse ressuscitar cinco artistas, quais seriam? - questionou.

- Hm... Whitney Houston, Marilyn Monroe, Elvis Presley, Marie Curie e Michael Jackson, claro. - respondi.

- Uou, só gente importante. E eu nunca ouvi falar nessa Marie Curie. E por que a Marilyn Monroe?

- Nossa quantas perguntas - rimos juntos - Mas bem, um dia eu te explico sobre Marie Curie se quiser, mas já vou avisando que vai ser uma longa história, mas se não quiser, pode procurar no Google mesmo. E quanto a Marilyn Monroe, bem... Eu sou uma pessoa apaixonada por coisas antigas com todo meu coração, e ela é um ícone para mim. - respondi simples.

- Se você realmente gosta dessa Marie Curie então ela deve ser muito importante, ainda quero saber. - disse empolgado.

- Outro dia te explico, é realmente muita coisa.

- Ah - ele pareceu um pouco desapontado.

- Minha vez. - avisei. - Você pegaria algum menino? - perguntei e juro que se os olhos do Justin não estivessem grudados na cabeça, eles pulariam. Ri da cena até não sentir mais minha barriga. Quando olhei para Justin, ele também estava rindo comigo. Ou de mim, não sei.

- Não Morena. - por fim respondeu. - E você... alguma menina?

- Com certeza aquela deusa da Candice Swanepoel. Sem pensar duas vezes.

- Boa escolha. - deu uma risada. - Mas...

Fomos interrompidos novamente pelo mesmo empregado.

- Senhor Justin, a chuva já passou, se quiser voltar ao que estava fazendo anteriormente está em segurança.

- Tudo bem, obrigado. - respondeu a ele.

- Acho que agora já posso ir, certo? - perguntei. - Mas antes, que horas são? 

- Pode. E já são nove horas.

- Meu Deus. Tchau Justin. - me levantei e fui abraçá- lo.

- Tchau nada. Se aquieta aí. Onde você pensa que vai?

- Para casa né, vou pegar um táxi ali na esquina. - respondi como se fosse óbvio.

- Sozinha? Essa hora? Eu tendo trezentos carros aqui? Nem em sonho. Eu te levo em casa. - rebateu autoritário. - E nem adianta falar que não precisa porque precisa sim, não discute e vem comigo.

Não estava afim de começar mais uma discussão com Justin. Coisa que fazíamos com frequência. E olha que é a segunda vez que nos vemos. Mas fazer o que se ambos éramos debochados, mas admito que eu ainda era um pouco pior.

Segui ele e chegamos a garagem.

Tinham no mínimo uns dez carros ali, sem exagero.

- Escolhe um. - me despertou do meu transe.

- O menos chamativo possível.

- Então vamos de Range Rover. - disse simples e pegou as chaves do carro. - Vamos.

Ele abriu a porta para que eu entrasse e apertou um botão que abria a porta da garagem, entrando no carro em seguida. Os seguranças fechariam a garagem depois.

Deu partida e saímos da mansão.

Em pouco menos de dez minutos eu já estava em frente a minha casa. Abri a porta do carro para sair, mas senti uma mão segurando meu braço esquerdo.

- Não vai nem se despedir, senhorita? - arqueou a sobrancelha.

- Hasta luego, Bieber. - E dei um abraço nele, que me surpreendeu dando um beijo em minha bochecha. - Admito que até foi legal hoje.

- É, eu também. Ainda quero te ensinar a fazer várias coisas. Se você quiser, claro. - falou.

- Tipo?

- No dia você vai saber. - respondeu com um sorriso.

Abri a porta e desci do carro, mas antes de fechar, sussurei um "Obrigada, boa noite escrotiano." pra não perder o costume, e ele sussurrou de volta um "Obrigada você, boa noite morena". Fechei a porta e o vi voltando para sua casa.


Notas Finais


NÃO ME MATEM LALALALA
xx


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