História Angel Beautiful - Imagine V (BTS) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Anjo Caído, Imagine, Você
Exibições 460
Palavras 3.647
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


RELOOU PIPOOUS!
Meus amores, eu estava mega super ausente esses dias
ESTAVA tendo uns probleminhas pessoais...
MAS voltei com esse pequeno imagine do v
Hoje colocarei a primeira parte e amanhã a II oks
Terá participação de dois garotos do GOT7~~
E atualizarei as duas fics que estão em adiantamento amanhã
Espero que gostem... levei um pouco de muito tempo para termina~~
Xeruu pra oces~~
e me desculpem qualquer erro.

Boa leitura~~

Capítulo 1 - Chapter I. Mesmerizing Eyes


Fanfic / Fanfiction Angel Beautiful - Imagine V (BTS) - Capítulo 1 - Chapter I. Mesmerizing Eyes

Eu estava sentada na cadeira da cafetaria, na mesa mais afastada de todas, havia pelo menos dez minutos. E eu podia sentir olhares dos outros em mim. Os meus cabelos estavam pingando devida a chuva que eu peguei, assim como as minhas roupas que estavam totalmente encharcadas. Porém, eu não sentia frio; não sentia nada, na verdade.

Meus cotovelos estavam apoiados em cima da mesa, enquanto analisava o cardápio. Bolos, doces, salgados... nada me chamava atenção. Não estava sentindo fome. O coloquei delicadamente sobre a mesa e observei o estabelecimento. Não era tão grande, havia muitas mesas e cadeiras ocupando o espaço que raramente eram cheias. Tem uma longas vidraças enfeitadas com o nome da cafeteria.

A porta da cafeteria tocou. Rapidamente desviei os olhos até lá e encontrei um cara vestido de preto. Os seus cabelos eram negros e lisos, caiam em seus olhos que eram igualmente negros, o seu semblante era sério.

Ele veio até a minha mesa. Logo esbocei um sorriso debochado para si. Ele puxou uma cadeira e se sentou, pegou o cardápio assim que atendente apareceu.

- você deseja alguma coisa? – Ela pergunta.

- Um café, por favor. – Ele disse com a sua voz grave. A atendente anotou o seu pedido e saiu. Ele olhou para mim, sem sorrir. – Andou espantando as atendentes?

Eu soltei uma risada.

- Fiz com que eu parecesse uma ameaça para elas. – Digo com orgulho, cruzando os braços até o peito.

- Você tem que parar com os seus truques psíquicos, ________. Isso ainda lhe arranjara problemas. – Ele fala com a voz baixa, para ninguém ouvir.

- Quais tipos de problemas? – Pergunto com um tom de deboche. – As atendentes ter que virem com os seus bloquinhos para cima de mim? Eric, tenha dó.

- O que eu quero dizer... – Ele diz calmamente. – É que você prometeu a Frank que não iria usar os seus poderes, se ele descobrir que você está o usando para besteiras ________, você irá voltar para onde veio.

- Tudo bem, agora desembuche. – Digo com rapidez.

A atendente aparece na mesa, colocando a xicara de café na frente dele. Logo tomando um gole.

- Um demônio de uma das legiões infernais em Seul. Ele está fazendo uma bela chacina lá, veja isso. – Eric tirou um jornal do seu casaco e o jogando sobre a mesa. A manchete era chamativa, tinha uma foto de uma garota em seus dezoito anos de cabelos pretos, o seu rosto era angelical. Ela era linda.

- Mas que merda...? – Murmurei ao ler a notícia.

O corpo da 5ª adolescente 

Raptada é encontrado.

 

Logo folheie o jornal. Comecei a ler silenciosamente. Se tratava de estupros contra essas adolescentes, que após que foram usadas as mesma eram mortas. Quem será o monstro de Seul?

Eu estava perplexa diante disso, não estava ciente desses acontecimentos, tampouco ouvir falar – onde eu estava durante esse tempo?

- E pelas informações um anjo talvez esteja também envolvido.

- Um anjo caído? – Perguntei.

- Sim. – Ele disse. – Não sabemos qual deles é. Com certeza ele não está sozinho nessa parada. Esses anjos caídos apenas tem relações sexuais, já que foram expulsos por serem impuros, não vão até elas em questão físicas; e tampouco matam.

- Nunca se sabe Eric. – Digo dobrando o jornal e entregando para ele. – Talvez eles não se satisfazem com apenas desejo carnal.

- Você já está o tratando como um anjo assassino.

- Não tenho dúvidas que ele seja. – Digo firmemente.

- Ele pode ser apenas um anjo caído que os demônios estão o usando, para que ele possa ser o culpado e não eles. Ainda não temos certeza.

- Tudo bem, tudo bem. A parte da morte com certeza pode ter sido um demônio. Mas o estupro? Nem todos tem necessidade carnal.

- Falou bem. – Eric diz. – Nem todos.

- Ora essa, há milhões de demônios por ai, Eric. – Digo. – Quer que eu investigue a vida sexual deles só pra saber se o causador disso também é um anjo caído?

- Não. – Ele disse. – Apenas quero que você pegue eles e se eles forem os culpados, mate-os. E se for preciso corte suas cabeças.

- Você sabe que nunca matei um anjo e isso seria meio impossível também.

- Eu sei, mas pelas informações dos outros caçadores, disseram que ele continha asas e que estava junto com um dos demônios. Mas mesmo assim não é o suficiente se é eles ou não que esteja fazendo isso. Ela era a minha filha, ________.

O meu queixo foi para o chão.

- Desde quando você tinha uma filha, Eric?

Ele suspirou.

- Eu conheci a mãe dela há dez anos atrás, quando eu tinha entrado para a Associação. Nos apaixonamos e casamos. E por fim, ela teve Kim Josey. Eu tive que as deixa, os demônios iriam pega-las, caso eu fica-se. E agora conseguiram, levando a alma da minha filha para o submundo. E ainda abusaram dela!

- Shhh! – Sibilei para ele, algumas pessoas nos olhava curiosas. – Mas o que lhe faz pensar que um anjo esteja envolvido? – Pode ser que seja apenas o demônios que fez isso como Eric falou, até porque me lembrei, que eles vivem atrás dos anjos caídos. Há não ser que o anjo tenha se entregado para servi a Lúcifer.

- Eles deixaram uma mensagem. – Respondeu me entregando um papel. – Para todos nós.

As letras eram escritas em uma língua morta, mas muito entendida para nós caçadores – era a linguagem que Lúcifer usava para comunicar com a gente.

Se preparem, mortais! Lúcifer há de vir ao trono e dominar todos vocês; ele irá mata-los, corta-los em pedaços e dar para o cães do inferno. Preparem-se! O fim está perto, muito mais perto do que vocês imaginam.

Pela primeira vez, senti um arrepio na espinha.

- Aish, mas que caralho! – Grunhi. – O que tenho que fazer em Seul, além de, procurar pelo demônio e esse anjo? – Eu digo. – Por que não vou sair em Seul procurando por eles. – Reclamei.

- Nós não temos a mínima ideia de onde eles possa estar.

- Você está de brincadeira! – Retruquei indignada. – A cidade é enorme, e no meio de tantos cheiros, vai ser difícil achar o cheiro do demônio no meio daquele povo! E principalmente desse anjo, se é que ele tem cheiro, levarei meses para encontra-los!

Eric suspirou.

- Além do mais, até lá, quantas meninas eles já vão matar?

- Apenas faça. Procure o demônio e o anjo. Só isso. E estou falando sério ________, quero justiça pela morte da minha filha.

- Não diga que não estou louca de vontade para destruir um demônio e esse anjo caso ele esteja envolvido.

- Você está? – Perguntou ele.

- É claro que estou. – Respondi.

- Pois não parece.

Ele se levanta da cadeira e estreito os olhos para ele.

- Frank mandou lembranças. – Ele disse.

- Mande ele ir pro inferno. – Respondi entre os dentes.

Ele apenas riu.

- Apenas faça isso, por favor ________. – Ele murmurou, colocando o dinheiro sobre a mesa e sair da cafeteria.

Agora eu passaria meses atrás de um demônio e um anjo numa cidade gigantesca como Seul.

Aish, mas que merda, pensei antes de se levantar e sair da cafeteria.

❋❋❋

 

Mesmo sentindo prazer em andar nessa moto, eu odiava viajar com esse veículo. Primeiro, porque não posso levar muita coisa; e eu precisava de muitas malas, pois tinhas a minhas armas para levar. Armas que poderia matar demônios assustadores e poderosos, com chifres, asas... só basta aperta o botão e um puxar do gatilho. Mas eu apenas estava com uma pistola e algumas facas escondidas em minha calça.

Ao chegar na cidade, me hospedei num hotel barato de Seul. Não me importo se é de luxo ou pobre mesmo, mas sim do meu trabalho. Assim que coloquei os pés no quarto, logo senti um cheiro podre, acompanhado de enxofre vindo do meu lado. Rapidamente olhei.

- Há quanto tempo irmãzinha.

Estreitei os olhos para Youngjae. Sua pele era pálida, sua aparência era mais saudável do que a minha. Seu cabelo escuros, olhos negros e um sorriso travesso. Ele não deixava de ser bonito, pelo contrário Youngjae sempre foi deslumbrante. Talvez por ser filho de demônios – ou até mesmo, por ser o próprio demônio.

- O que você quer Youngjae? – Perguntei soltando a mochila em cima da cama.

- Levar você para casa. – Ele deu um sorriso. – Nossos pais estão com saudades de você ________.

Uma corrente elétrica percorreu pelo meu corpo.

- Eles não são meus pais! Desde que eu decidi sai daquele inferno e vir para terra, eu realmente não me importo!

Ele balançou a cabeça negativamente.

- Você é um caso perdido irmãzinha. – Ele disse. – Mas saiba que Lúcifer está realmente sentindo sua falta, afinal, você é a princesinha do papai.

- Chega! – Eu falei. – Não irei voltar para lá, que fique bem claro.

- Provavelmente ele não escute. – Ele deu de ombros. – Jinyoung virá para convence-la talvez.

Soltei uma risada amarga.

- Ele é um idiota. Ele e ninguém vai me convencer. – Digo.

- Não custa tentar. – Diz ele. – Jinyoung adora você, você sabe. E Lúcifer provavelmente mandara suas sombras lhe pega.

- Pois não ligo. Ultimamente eles estão sendo tão...

- Sem graça? – Concluiu ele.

- Fracos. – Falei.

Ele riu.

- Esperava isso de você irmãzinha.

- Felizmente terei que ficar aqui, tenho que acabar com todos os demônios que tentam passar para esse mundo.

- São milhares, ________. – Ele diz. – Você nunca vai acabar com isso.

Eu sorri.

- Mas quero está o tempo que me resta aqui. Para acabar com todos eles que tentam possuir as pessoas, fazendo-as sofrer pelas posseções, que chega até a morte. Isso não está certo.

- Nunca está certo. – Ele falou enquanto se encostava na parede. - Enfim, eu estou indo.

- Tudo bem, vá logo para casa. – Enfatizei. – Antes que Lúcifer mande as suas sombras, por pensar que você passou para o meu lado e resolveu ficar comigo.

- Não é uma má ideia, irmãzinha. – Ele sorriu. – Viver com você deve ser divertido. Matando demônios, fazendo exorcismos. Diga-me, segura uma cruz dói?

Comecei a rir com a sua pergunta.

- Não seu idiota, você sabe que sou uma hibrida.

Ele deu um meio sorriso.

- Eu já vou então. Quer que eu mande lembranças?

- Se quiser mandar, mande. – Digo. – Sinto sua falta Youngjae.

- Eu também sinto a sua irmãzinha.

Ele deu o seu melhor sorriso, que eu amava nele. E, num piscar de olhos ele desapareceu da minha vista – e pela primeira vez nunca me senti tão sozinha, desde que entrei pela aquela porta.

❋❋❋

 

Sai do hotel sentindo a brisa gelada daquela noite bater em meu rosto. Aquela era uma ótima hora para encontrar o demônio e talvez eu possa ver esse anjo caído, o que existe vários outros também.

Decidi ir de pé – por mais que não economizasse tempo, ajudava a captar o cheiro dos demônios e eu podia sentir sua aura sombria também. Fechei os olhos e respirei fundo, me concentrando.

Certo, o demônio está à procura de adolescentes bonitas. Ok. Que vivem aqui em Seul. Ok. E que são virgens, eu acho. Ok.

Continuei andando pelas ruas. Esse demônio com certeza era mandado pelo Lúcifer, se não ele não teria mencionado ele na carta. Mas nem todos os demônios eram aliados a ele, na verdade, grande parte o odiava. Alguns respeita por conta das suas legiões, e outros se destruíam. E eu faço parte dos que o odeia, ele simplesmente pegou a minha mãe e a engravidou, e aqui estou eu sendo uma hibrida. Depois a própria esposa dele tinha matado a minha mãe quando descobriu toda a história. Eu realmente o odeio.

Andei por mais umas ruas, afastando todos esses pensamentos. Preciso me concentrar no trabalho. Por mais que fosse complicado, por mais que demora-se, preciso matar esse demônio e encontrar esse anjo. Para dizer a verdade, eu nunca tinha visto um anjo, principalmente os caídos. Apenas sei que Lúcifer está a procura deles até hoje, o que me deixa intrigada agora. Esse anjo não deve estar envolvido com as sombras, porque os mesmos vivem atrás dele e dos outros.

Percebi algo se mexendo nos arbustos. Andei, silenciosamente até o local. Não tinha vento naquele estante. Me aproximei mais. E mais, e mais.

E então eu vi um braço. Um braço branco, cheio de hematomas e ensanguentado.

Levei a mão até a boca. O cheiro de enxofre invadiu minhas narinas. O rastro era fresco. Era nesse momento que eu iria pega-lo e iria destruí-lo.

A garota no chão estava roxa e com muito sangue em todo o seu corpo. Outra pessoa morta. Engoli em seco, com cuidado passei por cima do seu corpo e fui de encontro com um campo que havia por trás dos arbustos e das arvores que enfeitavam a rua.

Eu vi alguém atravessando a rua, com passos apressados. Ele usa uma capa preta e longa. Usei a minha velocidade sobre-humana para seguir a pessoa. Ao me aproximar, ele virou o rosto para trás e deu um pequeno sorriso. Em seguida saiu correndo, desaparecendo da minha visão.

Funguei. Correndo naquela velocidade sobre-humana e não me importei com as pessoas presentes. Até que eu o alcancei. Ao chegar perto dele, desferi um soco em suas costas. Ele tropeçou e saiu rodando no chão. Eu pude ver suas asas, assim que o veste que ele estava abriu a visão delas. Estávamos parados em um beco sem saída. Ele bateu contra a parede e se levantou, passando as mãos nas costas. Eu estava ofegando, estava feito. Só preciso de respostas, caso ele seja o causador disso também, terei que mata-lo.

Olhei para ele, pela primeira vez. Eu me perdi.

Mergulhei na imensidão dos seus olhos e me deliciei no loiro dos seus cabelos. Por um momento, eu quis me encontrar presa em seus braços e queria me encontrar no conforto de seu peito. Queria poder colar meus lábios aos dele e poder sentir a sua essência.

Me pergunto quando foi a última vez que me senti assim. E descubro que não houve nenhuma vez. Porque simplesmente não aconteceu. Nunca. Em nenhum momento.

Mas eu tinha que resistir – devia resistir. Resistir à sua beleza angelical. Talvez, só talvez, eu estivesse atraída desse forma – pelo fato de ele ser o fruto proibido; um anjo perigoso. Porque no fundo eu sabia, que desde do primeiro momento, mesmo antes de vê-lo agora, eu sabia que ele era proibido. E pelo fato dele ser proibido e perigoso – eu já estava completamente excitada de todas as maneiras possíveis.

No momento que ele deu um sorriso torto e seus olhos fixaram-se nos meus, tive absoluta certeza que seria impossível resistir ao irresistível.

- Oh. – Ele disse. – Então eu finalmente pude ter a honra de conhecer a caçadora ________.

Uma corrente elétrica percorreu o meu corpo. Mas a minha missão é acabar com isso logo, antes que algo a mais aconteça. Evitei de responde-lo. Porém, no momento em que eu iria dar um passo em sua direção, não consegui.

- Intrigante, não? – Ele perguntou dando três passos em minha direção, cruzando os braços. – Nunca lhe disseram para evitar de manter contato visual com um anjo, ________? – Seu sorriso era malicioso. – Eles também podem lhe hipnotizar. E isso vale para você que é uma hibrida se não me engane.

Ele deu alguns passos a mais, ficando centímetros de distância. A sua mão foi até uma mecha do meu cabelo. Pegou-a entre os dedos e a levou até o seu nariz, cheirando-a, dando um sorriso. Senti um arrepio ao sentir a sua mão tocar em meu rosto. Os seus dedos cariciaram levemente o meu rosto. Traçando uma linha imaginaria até parar em meus lábios. Senti meu coração falhar.

- Você é mais linda do que eu imaginava. – Ele disse. – Mas é claro, não? Filha de Lúcifer com uma humana que ainda por cima era linda.

- Você está servindo a ele? – Pergunto a ele.

Ele solta uma risada.

- É obvio que não, eu e os meus irmãos fugimos de suas sombras até hoje. – Ele fala sério. – O que? Você está achando que foi eu que me matei aquela garota?

- E por que eu não acharia? – Digo sarcástica. – Ficamos sabendo que você estava junto com os demônios.

- Muito pelo contrário, estou me afastando deles. – Disse ele sério. – Você sabe que eles querem nos matar, irritar e até mesmo nos entregar para Lúcifer.

- Então me explique todos esses crimes? – Falo.

- Confesso que tive muitas relações... se é que você me entende, mais não foi eu que as matei e sim as sombras, quando elas descobriram sobre os nossos atos; elas começaram agir de uma forma irritante para nos prejudicar e por fim eu ser o culpado ou meus irmãos. E agora você está aqui para me matar, certo?

- E essa última menina que foi estuprada e morta?

- Não fui eu. Foram os demônios, na verdade sempre foram eles. – Ele fala indignado.

Estreito os olhos para ele, será que ele estava falando a verdade?

- Mas eu tenho que ir, querida. – Disse ele. – Tenho coisas a fazer. Meu nome é Taehyung, caso você queira saber ou me procurar para... nos divertimos algumas vezes se é que me entende.

O anjo deu mais um sorriso malicioso, suas asas estavam descobertas agora, elas eram negras. Em um piscar de olhos ele já tinha sumido de vista.

- Merda! – Gritei irritada. – O que eu faço agora? Tenho que encontra esse demônio o mais rápido possível.

Peguei meu celular, fui na discagem rápida e liguei.

- Jihyun?

❋❋❋

 

- Pelo amor de Deus, o que esse anjo lhe fez? – Jihyun disse em tom alto. Me sentei na cama, sentindo-me exausta.

- Ele meio que me hipnotizou assim que olhei para ele. – Digo cansada. – Me falou algumas coisas e... foi embora.

- E você o deixo ir embora?! – Ela gritou. – ________! Eu esperava mais de você! – Ela bufou. – Pensei que fosse mais inteligente!

Suspirei passando a mão no rosto. Senti os meus olhos pesarem e o meu corpo dolorido. Ah, como eu queria dormi neste momento!

- Eu não sabia o que estava acontecendo. – Digo. – Não, espera. Eu sabia. Mas a ideia de ele me hipnotiza nem passou pela minha cabeça... é algo tão antigo. A maioria dos anjos nem sabem como hipnotizar alguém, nem eu sei. E olha que era do meu tempo esse negócio...

Jihyun suspirou.

- Tudo bem. – ela disso puxando uma cadeira. – Como ele era?

- Um anjo deslumbrante.

Ela revirou os olhos.

- Eles sempre são.

- Não, ouça... era diferente com ele. Ele era deslumbrante de uma maneira... muito deslumbrante. Sério. Ele tem uma beleza diferente. Mais humana e mais surreal, mas ao mesmo tempo ele parece ser tão... – Parei de falar, mas continuei. – Ele era diferente. Eu sentia isso, havia algo nele. Algo que não sei explicar, tudo nele me atrai. Entende? Desde dos pés até o último fio do cabelo, ele era... irresistível.

A boca de Jihyun estava aberta.

- Ah, nossa senhora de todos os pecados. Não... – Ela fala.

- O quê?

- Você está atraída por ele.

- Mas é claro que não sua louca! – Rebati. – É claro que não estou. Ora essa. Eu? Atraída por um anjo? – Eu disse de maneira debochada. – Tenha dó, Jihyun. Apenas achei a beleza dele muito diferente, se bem que nunca tinha visto um anjo em toda em minha vida.

Jihyun me olhou de maneira desconfiada. Eu sabia o que se passa na sua cabeça neste exato momento, apenas pelo seus olhos, eu podia ouvir a sua voz em minha cabeça. “Vamos lá, admita, que você está caidinha por ele. Não é feio. Amar é bom, sabia?”

- Eu não estou apaixonada. – Digo.

- Mas ele é o seu crush.

- Ele era bonito, tá legal? – Eu disse. – Apenas isso. Fiquei atraída, sim, pela beleza dele. Mas isso não vai me atrapalhar nos planos. Vou evitar de olhar em seus olhos e tudo ficara bem. – Olhei para ela. – Estou falando sério.

- Ok, se ele era tão bonito, descreva-o.

Cruzei as pernas. E comecei a descreve-lo. Porém, eu acabava acrescentando sem querer. Me senti uma adolescente com hormônios a flor da pele contando para a melhor amiga como foi o seu primeiro encontro com aquele garoto. Não consegui amenizar quando o assunto estava em seus olhos.

- Eles eram tão... – Digo. – Lindos. Completamente lindos. Acho que foi por isso que me deixei levar, Eram atraentes, brilhantes. E também acho que é por isso que as garotas se entregam facilmente para esse anjo caído.

- Então ele as hipnotiza para se entregarem facilmente para ele. – Jihyun disse.

- Eu acho que não. – Logo digo. – Acho que elas se entregam para ele. Digo, ficam atraídas, ele tem uma beleza inacreditável, Jihyun. Nem você acreditaria se o visse. – Eu fiz uma pausa. – Aliás, ele e os seus outros irmãos estão fugindo de Lúcifer até hoje. Ele disse que não foi ele que fez aquilo e sim os demônios para tentar prejudica-los.

- Para então você mata-los... entendi. – Ela disse. – Mas você encontrou o demônio?

- Não, eu senti o seu cheiro, mas não o vi. Com certeza ele tinha matado a garota que eu tinha visto e o seu rastro ainda estava pelos arredores.

- Então o que esse anjo estava fazendo por lá?

- Eu não sei, talvez ele estava lá para verificar o que os demônios tinha feito. – Digo para ela. – Bem, eu preciso dormi Jihyun.

- Tudo bem. – Jihyun disse. – Vou informa a Eric sobre o que aconteceu. Eu vou indo. Um bom sono.

- Obrigada. – Digo.

Jihyun saiu do quarto, fechado a porta. Suspirei e deixei o meu corpo cai sobre a cama. Me sinto exausta. Não me dei ao trabalho de tirar a roupa. Apenas adormeci.

 

Continua...


Notas Finais


O que acharam GLITTERS??
estou exausta jesus...
Mas então amores, comentem, façam o que quiserem kkk
até amanhã para a continuação!!
E fiquem com esse Taetae impuro com oces <3

Kissus~~


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