História Angel Beautiful - Imagine V (BTS) - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais, V
Tags Anjo Caído, Imagine, Você
Exibições 293
Palavras 3.809
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá my GLITTERS!!
Como vocês estão? Espero que estejam bem.
Voltei com a segunda parte, que será a última
infelizmente :c
Não sei se ficou tão legal... mas espero que gostem
ultimamente estou um cocô atolado na privada kkkk
Mas logo desço khajdbjak

Me desculpem qualquer erro.
Estou viciada na voz do Omma Jin em >Awake<, mds alguém me ressuscita Kkakasjak

Boa leitura meus S2
kissus~~

Capítulo 2 - Chapter II. Saved his life


Fanfic / Fanfiction Angel Beautiful - Imagine V (BTS) - Capítulo 2 - Chapter II. Saved his life

Eu estava na rua, pela qual não tinha movimentação. Os cheiros dos humanos não se misturavam com o de enxofre que eu procurava. Isso facilitaria o meu trabalho de procurar o demônio.

Primeiro, tenho que procurar em lugares onde várias adolescentes bonitas frequentavam. A palavra boate venho em minha mente. É claro. Mas isso é tão clichê, a maioria da vítimas iriam acompanhadas das amigas e ficavam por lá e quando encontrava um cara bonito, logo estavam em cima. Se caso um sumisse as amigas iriam colocar a culpa no rapaz, mas elas devem estar tão bêbadas que nem se importam, nisso pensei.

Parei assim que ouvi o som da música alta que vinha da esquina. Havia uma fila de entrada. Um segurança alto, carrancudo e feio com uma cara fechada. Esbocei um sorriso torto, começarei a procura por lá. Segui rapidamente até o segurança que estava na porta, parei em sua frente e coloquei um sorriso simpático.

- Boa noite. – Digo olhando para ele. – Eu gostaria de entrar.

Ele olhou para as minhas roupas e depois para mim. Estreitando os olhos.

- Você tem a entrada?

- Não.

- Então vá para o caixa e compre. – Ele gesticulou com a cabeça. – E vá para o final da fila.

Sorri para ele.

- Mas eu quero entrar agora.

Naquele momento ele me olhou em meus olhos no mesmo estante ele me permitiu entrar. Reprimi um sorriso.

Uma vantagem de ser uma hibrida eu tinha poderes psíquicos, não posso ler suas mentes, mas posso entrar nelas e força a fazerem algo que eles não queiram.

- Divirta-se, milady.

- Obrigada.

Atravessei o hall da entrada e logo chego na pista principal – que estava lotada. Respirei fundo e andei meia volta, esbarrando em alguém que ficou reclamando, revirei os olhos e andei um pouco mais. Procurei por algum tempo o cheiro de enxofre e nada.

- Talvez eu esteja procurando pelo lugar errado. – Disse para mim mesma.

Me virei para ir embora e quase senti o coração saltar da boca pelo susto.

- Jinyoung! – Exclamei.

Jinyoung era completamente diferente de Youngjae; tinha cabelos castanhos e olhos pretos, pele branca saudável e um ar um pouco infantil. Tinha um belo corpo – aquele corpo que todo modelo de propaganda mataria para ter ou aqueles ratos de academia que tanto lutam.

- Oi ________. – Ele deu um sorriso gentil. – Então irmã, eu vim aqui para lhe levar para casa. Papai não está satisfeito com a sua recusa quando Younjae veio.

- Pouco me importa. – Digo tentando passar por ele, mas ele tranca minha passagem. – Dá pra me dar licença?

Ele olha para os lados e depois para mim.

- A trabalho? Numa boate? – Ele assobiou. – Ok, ________, pare de brincar. Vamos?

- Não. – Digo começando a ficar nervosa.

- Vamos lá... o que você está fazendo aqui? Nada. – Ele deu de ombros. – Você vai ter que parar com isso uma hora ou outra. Não pode impedir todos os demônios.

- Não posso impedir todos. – Concordei. – Mas alguns eu posso.

Jinyoung revirou os olhos.

- Alias, quero lhe fazer uma pergunta. – Disse.

- Pergunte.

- Você sabe de algum demônio que saiu do inferno e veio para cá? – Perguntei.

- Eu não sei, existe vários ________. – Ele respondeu.

- Você está mentindo.

- Não, não estou. – Ele disse. – Além do mais, se eu soubesse você acha que eu lhe contaria? – Seu sorriso debochado cresceu.

- É, como pude pensar algo assim? – Me perguntei. – Enfim, estou indo. Pode me dar licença? Tenho coisas a fazer.

Tento novamente passar por ele, mas ele segurou com força meu pulso.

- ________... não vá, por favor. – Ele disse com uma voz rouca. – Não quero que você se machuque, você é minha irmãzona.

- Não se preocupe. – Digo com uma voz suave. – Eu vou ficar bem, pode ir para casa em paz, Jinyoung. Nada ira me afetar; além do mais, eu sei me proteger. – Olhei em seus olhos. – Acredite em mim.

Seus olhos brilharam por alguns segundos, senti seus braços me envolverem num abraço confortável. Jinyoung... era tão fraco, fazia-se de forte feito pedra na frente das pessoas, mas não passava de uma manteiga derretida.

- Eu vou indo, então. – Ele murmurou. – Cuide-se, ________.

Eu o assenti com a cabeça.

- Cuide-se você também. – Disse.

- Eu vou me cuidar. – Ele falou. – Apenas estou preocupado com você.

- Eu sei Jinyoung. Mas é isso que eu quero. – Disse. – Me desculpe.

Ele assentiu esboçando um sorriso e depois desapareceu na minha frente, com um piscar de olhos. Suspirei indo embora.

A rua estava silenciosa – muito silenciosa. Algo me deixou intrigada. Olhei para os prédios ao redor, e vi que havia poucas janelas com a luzes acesas, também era quase meia-noite. A maioria das pessoas estariam dormindo. Precisei dar apenas dois passos para sentir o cheiro de enxofre. Me virei para o lado, vendo de onde vinha o cheiro. Era o demônio.

- Olá ________. – Ele disse, abrindo um sorriso gentil. Suas roupas eram negras. Cabelos negros bagunçados, olhos castanhos. Rosto angular, ele era bonito?

- Olá. – Grunhi.

- Acho que deve saber por que estou aqui. – Ele disse. – Não é?

- Imagino. – Eu disse. – Mais uma garota?

Ele balança a cabeça.

- Fiquei sabendo que você está atrás de mim. – Disse ele.

- Por que matou aquelas garotas? – Perguntei. – Eram adolescentes boas, sem dúvida. Tinham tudo para viver daqui pra frente. Por que você as matou?

Ele esboçou um sorriso.

- Diversão? – Ele deu de ombros. – Eu gosto de garotas santas. O fruto proibido. A sensação de estar dentro delas... é tudo de bom, e os gritos... ah! Os gritos.

- Cale a boca! – Eu gritei. – Pare! Você é um monstro. Eu vou conseguir pegar você!

- Na verdade não, ________. Você é que não vai conseguir me pegar.

Ele me deu uma piscadela e desapareceu da minha frente, como um explosão de fumaça. Ele era um demônio nascido da fumaça; ele pode se transportar para qualquer local onde tinha fumaça. Podia também soltar fumaça, criar fumaça, graças aos seus poderes sobrenaturais.

Olhei para os lados o procurando. Não tinha como ele ter ido embora, ele também queria me pegar agora. Logo senti um braço passar em torno do me pescoço, puxando-me para trás com força. O seu braço apertou ainda mais o meu pescoço, senti minha cabeça encosta-se ao seu peito.

- Peguei você. – Ele murmurou.

Reprimi um sorriso, logo pensei o quanto ele era burro. Dobrei o meu braço um pouco para frente e o joguei com tudo para trás, acertando com o cotovelo em sua barriga. O mesmo tossiu e me largou. Rapidamente sai de perto dele e busquei a minha arma em meu capote.

Empunhei a arma cheia de balas com a mais pura água benta. E apontei para ele.

- Não se aproxime.

Ele sorriu.

- Você acha que uma arminha de nada vai me machucar?

Dessa vez, eu sorri.

- Acho.

Atirei e a bala atravessou o seu corpo, como se atravessasse apenas um nada. O peito dele se acinzentou-se e abriu-se para bala passar e depois se fechou. Meus olhos se arregalaram; não pude esconder o espanto.

- Droga! – Murmurei.

Um sorriso malicioso se formou em seus lábios. Ele não poderia morrer. Ao menos que eu o pegue de surpresa, o que seria muito difícil. Com certeza ele estava preparado para as balas que eu tinha feito. Como eu iria mata-lo?

- Eu não posso morrer. – Ele disse. – Acho que você percebeu isso.

- É claro que percebi. – Grunhi.

- Mas você pode. – Seu sorriso repuxou-se para cima, como um sorriso maléfico. – Ah! Minha cara, você está totalmente fodida.

Ele desapareceu novamente. Olhei para os lados e corri, ainda com arma na mão. Eu não poderia morrer, estou acostumada a matar demônios, mas nunca tinha enfrentado um de fumaça, por isso eu não sei como mata-lo. Sou uma incompetente, até Eric saberia como destruí-lo.

Ouvi uma pequena explosão de fumaça atrás de mim, ele estava lá, mas não olhei para trás. Continuei correndo. Virei uma equina e pude ver uma pequena movimentação a alguns metros à frente. Dei a meia volta e corri para a outra rua. No momento que atravessei o meio fio da outra rua, a onda de fumaça me atingiu como uma parede de tijolos e acabei caindo no chão, rolando. Senti uma ardência no lado esquerdo do meu rosto e pode sentir o próprio cheiro de sangue que começava brotar no local ralado.

- Inferno. – Reclamei em voz baixa.

- É para onde você vai, ________. – Ouvi ele fala.

Um sorriso malicioso brotou nos meus lábios.

- Não. – Eu disse. – É para onde você vai voltar.

Me levanto rapidamente e acerto em seu rosto ou pelo menos tentei. Meu braço atravessou o rosto dele, como se atravessasse apenas... fumaça.

Droga! Ele está fazendo isso de novo!

Eu não conseguiria mata-lo, de maneira alguma, não sei em que pensar. Assim que tirei o meu braço do meio do rosto dele. O demônio rapidamente se aproximou com um soco forte. Eu caí no chão sentada, com as mãos na barriga.

Porra, como dói!

Estou puta da vida, respirei fundo, tentando manter a calma. Porém, senti um cheiro que talvez eu conhecia bem, um cheiro que lembrava, água, sol e céu. Reprimi um sorriso, levantei os olhos para o rosto do demônio.

- Tudo bem. Faça. – Disse.

Ele arqueou uma sobrancelha, sem dizer nada.

- Me mate. Vamos lá, você pode fazer isso, não pode? Eu tentei lhe matar. Então vamos lá. – Digo. – Me mate. Eu não aguento mais lutar. Estou exausta.

O demônio deu um sorriso abafado.

- Desistindo tão fácil, ________? – Ele disse com deboche. – Imaginei que fosse mais difícil, sabia? Todos falam que você toca o terror, mas vejo que não passa de uma merd...

O sangue negro jorrou em meu rosto. Fechei os meus olhos rapidamente, sentindo a gosma negra em meu rosto, escorrendo. Abri novamente os olhos, sentindo as pálpebras grudando. A barriga do demônio tinha explodido. Ele tinha sido pego de surpresa. O seus olhos estavam arregalados para mim e sua boca se abriu em um perfeito “o”. Suas mãos partiram para a barriga, onde uma lança branca com manchas negras o atravessava. Ele fechou os olhos, perdendo a consciência e tombou para o lado, caindo no asfalto.

Pisquei várias vezes, com a cena que acabara de acontecer. Fiz uma careta olhando para o homem a minha frente. Era ele. O anjo caído.

Ele estava com a roupa coberta de sangue do demônio. Sua pele branca, seus cabelos loiros e os seus olhos brilhantes. Ele tinha um sorriso angelical e grandes asas negras em suas costas.

- Taehyung. – Disse me levantando, com a mão no abdômen.

- ________.

Estreitei os olhos para ele. Ele trouxe a lança para perto de si e deu um sorriso gentil.

- Não posso evitar... – Ele disse. – Tinha que salvar você.

- Dane-se. – Reclamei. – Tem um isqueiro?

Ele riu.

- Me desculpe, mas eu não fumo. – Ele falou.

Revirei os olhos, desistindo de querer fumar.

- Valeu. – Digo querendo referir o que ele fez por mim.

- É “obrigada, Taehyung querido do meu coração, por ter salvado a minha vida”. – Ele disse inutilmente afinando a voz.

Joguei a cabeça para trás rindo.

- Ah claro. Vai nessa, Taehyung. – Digo com sarcasmo. – Mas estou mesmo grata por salva a minha vida.

- Acho que estou aqui para isso.

- Não tenho dúvidas agora, eu acho.

Ficamos em silencio e olhamos para o local onde segundas atrás estava um corpo. No local, havia agora apenas um monte de pó preto misturado à gosma negra no asfalto.

- É incrível como queimam rápido. – Digo. – Mas demoram um inferno para morrer.

- Sim – Taehyung disse com a voz grave. – Acho que você me deve desculpas.

- Hein?

- Você queria me matar por que achava que eu estava ajudando ele, não é mesmo.

- Ah! Desculpa cara, achamos que você ou os outros estava com o dedo nisso.

- Tudo bem. – Ele solta uma gargalhada gostosa. – Vamos antes que outros demônios voltem. – Ele diz me oferecendo sua mão. Estreitei os meus olhos para ele confusa.

- Você vai me levar?

- O que você acha? Vamos logo.

Peguei em sua mão, ao mesmo tempo ele passou um de seus braços em minha cintura.

- Está pronta?

- S-sim. – Digo fechando os olhos, mas poderia escuta uma risada abafada.

 

❊❊❊

 

Paramos em frente a uma extensa porta. O anjo abriu ela, revelando uma grande sala da mansão. No meio dela, havia um extenso tapete negro veludo e grosso, tinha uma lareira em frente ao tapete e três sofás cinzas. E, em um deles, encontrava-se um anjo.

Ele era um anjo belo, um corpo bem definido através das roupas que usava e um belo rosto. Seus cabelos era rosa, bem aparados e olhos castanhos claros.

- Oh, ________. – Disse o garoto que estava sentando.

- Como sabe meu nome? – Pergunto sendo direta.

- Você é uma caçadora de demônios não? Sabemos muito sobre você. – Disse ele com um sorriso gentil.

- Hm... entendo.

- Meu nome é Seokjin, mas me chame de Jin.

Uma risada veio das escadas.

- Então essa é a corajosa ________. – Comentou o outro anjo de cabelos acinzentado que descia das escadas com diversão. – Corajosa demais para o próprio tamanho.

- Como se você fosse alto, seu nanico. – Disse Tae ao meu lado, rindo. Não pude deixar escapar uma risada também.

- Deixe a menina em paz, Jimin. – Disse o de cabelo rosa sorrindo.

O tal de Jimin apenas fechou a cara, sentando ao lado do Jin.

- Você iria matar um de nós? – Disse Jin olhando para mim.

- N-na verdade, a gente pensou que um de vocês estaria envolvidos com as mortes. Me desculpem.

- Está tudo bem ________, você não tem culpa. – Disse Jin.

- Hoje matei o demônio que estava nos prejudicando. – Disse Tae, guardando a lança no canto da parede.

- Graças a Deus, essas pragas nunca desistem facilmente... – Disse Jimin com cara de tedio.

- A onde estão o restante dos anjos? – Pergunto.

- Eles foram fazer algumas coisinhas... acho que você não quer saber. – Jimin respondeu malicioso.

- Estamos subindo. – Disse Tae pegando em minha mão, subimos as escadas, passamos por um corredor extenso. Com várias portas, até chegarmos na penúltima delas. Ele abriu aporta e se afastou para que eu pudesse entrar.

A porta se fechou por trás dele, ele tira a camisa que estava cheia de gosma, fiquei parada no meio do quarto, olhando para o chão agora. 

- Olhe para mim. – Disse ele pegando em meu queixo. Na sua outra mão tinha um pano úmido. – Vejo que se ralou bastante.

- Aquele infeliz me fez bater em uma parede de tijolos. – Grunhi.

- Eu vi como você ficou assim que bateu. – Disse ele sorrindo. Desviei o olhar para os seus lábios, não quero correr o risco dele me hipnotizar.

- Então, você estava o tempo todo lá. – Digo.

- Na verdade, eu estava de passagem, também estava a procura dele. – Disse ele, percebi os seus olhos em cima de mim, mas não o olhei. – Está doendo?

- Um pouco, isso queima como um inferno. – Digo rindo.

Ao mesmo tempo senti o meu corpo se arrepiar com suas mãos firmes que se encontravam em minha cintura, em seguida, ajeitei a minha postura ficando estática. As suas mãos subiam e desciam levemente, indo da altura dos meus seios até o meu quadril.

- O-o que você está fazendo? – Digo encarando os seus olhos que brilhavam.

- O que eu sempre quis desde que te encontrei. – Sua voz sussurrou.

Sinto o seu nariz na curva do meu pescoço. Os lábios dele tocaram com suavidade a minha pele, seus lábios passaram pelo lado do meu pescoço indo até o lóbulo da minha orelha. Ele mordiscou e suspirou. Tentei evitar está arrepiada com isso, mas não consegui; os pelos do meu braço se eriçaram no mesmo segundo, pois ele percebeu – porque ele riu roucamente em meu ouvido.

- Você está me devendo uma, sabia? – Disse com a sua voz grave e rouca.

Respirei fundo.

- Por você ter salvado a minha vida? – Pergunto.

Taehyung respirou fundo, suas mãos ficaram mais firmes em minha cintura. Ele deu um daqueles sorrisos sedutores.

- Sim.

- Então por que fez isso?

- Apenas por que que você vale muita coisa para ter morrido, tão cedo.

- E quanto eu valho?

O seu sorriso gentil se tornou malicioso.

- Muita coisa. Acredite em mim.

- Ninguém lhe colocou uma foice no seu pescoço para me salvar. – Digo secamente.

- Verdade. – Ele sorriu. – Eu quis lhe ajudar por que quis, sem ninguém me obrigar.

Revirei os olhos colocando minhas mãos em minha cintura, tocando as mãos brancas dele. Tentando o afasta de mim. Mas a tentativa foi falha. Ele aproximou o seu rosto ainda mais do meu, roçando seus lábios na minha bochecha direita.

O silencio permanecia entre nós. Tae me olhava de maneira intensa e profunda, o que fez meu estômago se revirar, eu estava nervosa. Não sabia direito como era essa sensação, mas eu precisa dele...

- Que tal ficarmos quites? – Sussurrou ele, colando os seus lábios com os meus.

Em seguida, me encontrei sentada na cama. Ele subiu na cama, ficando de frente para mim, pôs se de quatro, com as pernas ao meu redor. Sua mão estava apoiada, próxima de onde o meu braço estava e ele ergueu uma mão para o meu queixo, colando nossos lábios novamente aos poucos fui correspondendo o seu beijo, minhas mãos foram subindo até a sua nuca intensificando o beijo, aprofundando cada vez mais. Suas mãos agora apertavam a minha cintura colando nossos corpos.

- O que está acontecendo? – Sussurrei contra os seus lábios, nossas testas estavam encostadas uma na outra, ele sorriu puxando a minha capota e em seguida a minha camiseta e as jogando em qualquer lugar do quarto, me deixando apenas de sutiã.

- O que está acontecendo é que você não resistira a mim, minha cara. – Murmurou contra o meu pescoço que estava sendo preenchido de chupões e beijos delicados. Uma de suas mãos apertavam minha coxa por cima da calça que estava.

Voltei a beija-lo com desejo, ele se vira me deixando ficar sentada em seu colo. Minhas mãos percorriam cada canto do seu corpo, suas mãos tatearam minhas costas abrindo o meu sutiã, deslizando lentamente a peça até que ela esteja no chão. Minha mão esquerda foi até o seu cabelo o puxando-o com uma certa força, estava adorando fazer isso. Ele se vira ficando por cima de mim entre as minhas pernas, mordendo sem pudor meu ombro, massageando meus seios com as suas mãos. Fechei os meus olhos sentindo aquela sensação carinhosa.

Sua boca abocanhou um dos meus seios, os chupando, gemi arqueando as costas. Encarei o seu rosto, seus olhos estavam me encarando com luxuria, mordi meus lábios. Ele foi descendo até a minha calça que a mesma foi retirada junto a calcinha, deixando-me exposta para ele. Sua língua lentamente passava em meu clitóris.

- A-ah Ta-aehyung... – Gemi sem corta o nosso contato visual.

Ele segura minhas pernas enquanto chupava minha intimidade, a mordiscando intensamente. Senti minhas pernas tremerem ao senti seus dedos me penetrando, ele me beijava feroz enquanto me estocava com uma certa velocidade.

Arranhei suas costas com cada estocada deliciosa que me preenchia, seus dedos escorregavam facilmente em minha intimidade.

- Ta-aehyng... A-ah – Sussurrei contra os seus lábios.

Minhas pernas tremeram novamente quando senti o meu orgasmo me preencher, ele leva seus dedos até a sua boca, os chupando logo depois.

- Você é deliciosa, ________.

O beijei mordiscando seus lábios. Minhas mãos ao poucos retiraram sua calça o deixando apenas de cueca. Passo uma delas por cima do pano, apertando o seu membro, fico em seu colo rebolando devagar, o vendo gemer rouco.

- Você está me deixando louco, ________. – Ele me puxa para um beijo afoito.

Ele já se encontrava por cima de mim, com o seu membro me penetrando aos poucos.

- A-ando logo com isso Ta-taehyung... – Murmurei para ele, até ele me preencher completamente com o seu membro.

Seu quadril se movimentava com velocidade. Não conseguia conter os meus gemidos que estavam muito altos.

- Shh... – Sibilou ele, tocando os seus lábios nos meus, os beijando.

Taehyung estocava mais rápido e fundo, revirei várias vezes os olhos. Apertei a sua bunda o pressionando mais contra mim. Ele me beijava com ternura, apertando com uma mão minha coxa e a outra estava entrelaçada com a minha. Joguei a cabeça para trás sentindo todas as partes do meu corpo tremer, o vi fechar os olhos com força mordendo os lábios, nosso orgasmo tinha chegado juntos e intenso, suas asas relaxaram cada lado do nosso corpo.

- Isso foi uma completa loucura. – Digo tentando recuperar o meu folego.

Ele solta uma risada gostosa.

- Oh se foi... – Disse ele se deitando ao meu lado.

Os seus dedos começaram a passear pelo meu braço. Seus olhos estavam fixos nos próprios dedos que lá se encontravam. Ficamos em silêncio durante um tempo – estávamos meio surpresos ou chocados demais para falar alguma coisa. Olhei para seus olhos, que logo saíram da direção dos seus dedos e partiram para os meus olhos.

Nos encaramos por alguns segundos, até eu respira fundo.

- Vejo que estava completamente enganada em relação a você. – Digo sorrindo.

Ele recolheu a mão, trazendo-me para mais perto de si.

- Creio que deveremos nos ver bastante, não acha?

Eu o assenti.

- Também acho. – Digo passando meus dedos em seu rosto. Meu coração estava palpitando no peito, talvez Jihyun estivesse certa em relação aos meus sentimentos por esse anjo tão impuro.

- Há algo que você precisa saber. – Ele disse calmamente. – Eu sei que não nos conhecemos por tanto tempo e mesmo que pareça... mas tem algo que eu preciso dizer para você.

- Sim? – Digo nervosa esperando o que ele irá dizer.

Ele deu um sorriso torto e se aproximou mais de mim, colando nossas testas.

- Estou amando você.

As palavras saíram tão claras, calmas e puras de seus lábios que eu fiquei sem palavras. Como? Eu havia escutado bem? Ele estava me amando?

Por um momento, perdi a concentração com as palavras. Meu corpo se relaxou, senti uma felicidade inundar todo canto do meu coração e da minha consciência. Respirei fundo, tendo coragem de falar algo para ele.

- Eu também Taehyung. – Disse depositando um selinho em seus lábios.

Taehyung é fruto proibido para mim, um anjo perigoso e impuro. Mas ele me fez sentir sensações que nunca tinha provado em toda a minha vida e agora eu estava disposta a protege-lo mesmo que seja ao contrário. Estou disposta a enfrentar qualquer coisa que vier contra o nosso mundo.

 


Notas Finais


Obrigado a você que leu esse imagine
do nosso purpurino Taetae >.<

Indico a nossa querida amiga ~SrtaJungKookie
e a sua fic aqui no spirit https://spiritfanfics,com/historia/cooler-than-me-6590248
Agradeço a todos que for dá uma olhada em sua pagina :D

E para os que tive K-pop Amino > me segue lá >> Tmy << Seguirei todos dvolta oks meus amores

Kissus no ❤


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