História Angel Eyes - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Alice In Chains
Personagens Jerry Cantrell, Layne Staley, Mike Starr, Personagens Originais, Sean Kinney
Tags 90s, Aic, Alice In Chains, Anos 90, Grunge, Jerry Cantrell
Visualizações 7
Palavras 1.057
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


gente, duas semanas sem att KKKKKKKKKKKKKK mil desculpas!!! Mas não vou enrolar aqui.
Boa leitura galera!!

Capítulo 6 - Airport


Fanfic / Fanfiction Angel Eyes - Capítulo 6 - Airport

Eu estava na sala de Jerry, e a casa parecia estar silenciosa demais.

Encarei o telefone vermelho que estava em cima de alguns jornais e papéis antigos. Fui vencida pelo tédio e acabei o pegando e discando o número de Joanna.

– Joanna?

– Skye?!

– Sim, sou eu... Você tem alguns planos para hoje à noite? – fechei os olhos com força e pressionei os lábios, arrependida por ter feito a pergunta.

– Infelizmente... Eu tenho. – Bufou. – Minha vó, você sabe... – ela completou com um ar triste. – Está sozinha hoje, Reed? – riu – Que milagre.

– Pois é, eu te disse que estou tendo que ficar com o Jerry até eu achar um lugar pra ficar, e ele saiu para fazer alguns shows e tal... Sabe como é... A casa está vazia.

– E porque você não adota algum animal? O Jerry parece gostar de animais.

– Bom... Não seria uma má ideia. Eu acho coelhos fofinhos. – dei de ombros. – Todo mundo gosta de coelhinhos, né?

– Principalmente de fazer – ela gargalhou – Bom, por mim está mais que aprovado.

– Ótimo! – sorri. – Nos vemos por aí, Joanna! – me despedi feliz e desliguei o telefone, indo em rumo à loja de animais.

[...]

– Este gordinho se chama Tofu. – o atendente da loja apontou para o coelho branco.

Ele parecia simpático.

O coelho, claro.

O atendente estava com cara de torrada queimada.

– Ele é bonitinho. – sorri, pegando o bichinho. – Acho que ele gostou de mim.

– Verdade.

– Irei ficar com ele. – sorri novamente abraçando Tofu.

Comprei as coisas que o animalzinho precisaria e sai da loja feliz da vida. Abri a porta de passageiro do Ninety-Eight, colocando Tofu e as coisas ali, indo pro lugar do motorista depois. Tive uma surpresa ao ouvir meu celular tocar. Arqueei as sobrancelhas e o atendi, olhando Tofu brincar com uma cenoura de pelúcia no banco.

– Skye? – Ouvi a voz de Jerry do outro lado da linha.

– Oi, Jerry! – respondi feliz com a surpresa. – Pensei que demoraria mais tempo pra ligar. É que eu caso saudades mesmo. – Brinquei.

– Hahaha. Já pensou em fazer stand-up? – ele disse, provavelmente revirando os olhos, o que me fez sorrir.

– Já sim! Iria ser o maior sucesso. Por que ligou, Cantrell?

– Só queria saber se já deu tempo de você destruir meu apartamento.

– Bem... Não. Mas deu tempo de arranjar um amiguinho para nós dois, né Tofu? – eu falei com uma voz infantil, fazendo carinho no coelho.

– Quem é Tofu?

– Meu coelho.

– VOCÊ COMPROU UM COELHO?!

– Sim.

– Skye, esse bicho vai cagar no meu apartamento inteiro! Até na parede!

– Isso é um coelho, não um morcego, sua anta. E eu que vou cuidar dele. – revirei os olhos. – Ele é igual você, gordinho e fofo. – sorri ao imaginar a expressão de Jerry, enquanto eu dirigia ao caminho de casa. – Mas... Como vão os shows?

– Hoje à noite será o primeiro. ele respondeu animado. – Acho que vai ser legal, tirando a parte de ter que dormir com três homens fedidos junto comigo.

– Olha... É basicamente o que eu sinto quando vou dormir com você. – o provoquei, rindo.

– A diferença é que você gosta. – Ouço ele dar umas risadinhas e logo em seguida algumas vozes falando algo que eu não conseguia identificar. – Preciso ir agora, Skye. Nos falamos em breve. Beijos. – ele diz um pouco tristonho e desliga após eu me despedir também, exatamente na hora em que chego ao prédio.

– Parece que somos só nós dois agora, Tofu. – suspirei, pegando o animalzinho e o abraçando enquanto saía do carro.

[...]

Já haviam completado uma semana e meia desde que Jerry estava fora e tudo parecia ficar mais fora de ordem pra mim.

Jerry geralmente me ligava às noites, sempre me contando todos os detalhes dos shows e dos lugares, e claro que isso contava com algumas brigas bobas dele com os meninos ao telefone, que sempre me fazia gargalhar.

É claro que Tofu me fazia companhia quando eu me sentia sozinha, e eu tenho que aceitar o fato que adotar um amigo foi a melhor coisa que eu já fiz.

Eu continuava à ir ao bar mais frequentemente com Joanna, como faziamos antes. Não posso negar que eu acabei ficando com alguns caras, mas nunca parecia que eles conseguiam me completar como Jerry fazia.

E aquilo estava me preocupando. E muito.

[...]

Os dias se passaram lentamente e foi torturante esperar todo esse tempo. Porém, hoje era sexta feira e Jerry voltaria amanhã. Eu estava dando um jeitinho na casa, até porquê ela estava totalmente virada de cabeça pra baixo.

Quando chegou a noite, eu já estava praticamente morta de cansaço. Jerry havia ligado mais cedo, dizendo que estava com saudades e essas coisas. Arrumei as coisas de Tofu e fui tomar un belo banho, afinal eu merecia.

Coloquei meus pijamas e peguei meu coelho, e assim deitei na cama para dormir com ao meu lado.

Como seria meu dia de amanhã?

Acordei com o mini despertador que ficava ao lado da cama e resmunguei.

– Bom dia, amigo. – sorri acariciando Tofu. – Pronto pra conhecer o cabeçudo do Jerry?

Ri e sai da cama, confessando que adoraria que Jerry pudesse vir mais tarde. Tomei meu banho e fui fazer meu café, que era basicamente algumas panquecas e o café preto. Coloquei uma jeans preta e o moletom vermelho de Jerry, que ainda tinha seu cheiro. Terminei de pôr minhas botas e saí de casa em rumo ao aeroporto cheio e frio de Seattle.

As ruas estavam calmas e vazias, típicas de uma manhã de sábado. O caminho até o aeroporto era curto, então eu aproveitei para comprar umas flores para o loiro – Rosas vermelhas, mais especificamente – Em forma de parabenização da banda. Meu Deus, eu estava parecendo uma garotinha.

Eu estava sentada em uns dos bancos balançando as pernas por conta da demora do avião.

– Vôo 343, Texas para Seattle desembarcando agora. – A mulher dos altos falantes anunciava, o que me fez dar um pulo da cadeira e correr em direção ao local de desembarque.

Eu segurava as flores com uma mistura de ansiedade e nervosismo, mesmo querendo transparecer o mais normal possível. As pessoas começavam a sair e nem sinal do Cantrell. Vi uma cabeleira loira no fundo do tumulto das pessoas e meu coração quase saiu pela minha boca. Eu pedia licença para as pessoas e assim eu conseguia me espremer por ali, conseguindo passagem.

Foi aí que eu senti meu coração se partir em vários pedaços.

Quem era aquela?


Notas Finais


Esse capítulo foi meio complicado de escrever por ter muitas quebras de tempo (mais do que eu queria) e não ter muito diálogo. Mas eu tenho que confessar que amei escrever sobre o Tofu shuahsus


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