História Angel Eyes - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Motionless In White
Personagens Christopher "Chris Motionless" Cerulli, Personagens Originais
Exibições 21
Palavras 1.472
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Smile's of day


Os dias passaram e a jovem não tirava seus pensamentos daquele homem, sentada no jardim da mansão em uma cadeira perto as flores, todas lembravam a flor que ele dera a ela, ela se decepcionou porque a rosa murchou e ela adorava pensar apenas nos momentos marcantes da noite, todos diriam a ela que isso é amor, mas ela tem medo, medo de ser mentira e de nunca ser correspondida de tal maneira que a levasse a morte ou a morte do indivíduo.
   O vento que vinha a fazia ficar calma, o clima de sua mansão não é das melhores mas é como deve ser. Até que ela chegou uma conclusão.

   — Eu quero esse homem na minha cama e já! — se envergonhava do que disse mas era a verdade, tudo que ela desejava era que ele tomasse conta do seu corpo enquanto ela “ainda” está viva.

   Saiu de onde estava e entrou pela porta dos fundos, andando fazia som de estaladas do salto alto que ecoava pela mansão, chegando ao escritório de seu pai ela abre a porta e fecha deixando ela e seu pai a sós.

   — Quero a lista de todos os homens de 30 anos para baixo que vieram nessa festa. — seu pai com cara de “o quê” não tinha entendido muito bem mas ia fazer tudo que sua filha pedia.

   — Só veio uns 13. — a garota pegou o papel ofício e viu que era mesmo que seu pai disse, assim seria fácil, porém ela se lembra que ele tem tatuagens e piercings e ela sabia muito bem qual era o nome do seu amado e seu coração bateu forte quando viu o nome dele na lista, tudo foi real.

   — Chris Motionless mora aonde? — o pai a olhara de cara feia, sabia quem era esse cara e o que ele aprontava.

   — Filha, eu só o convidei por gentileza, não confunda isso com amizade, aquele homem só vai se aproveitar de você, eu o conheço e sei o que ele será no futuro, no nosso futuro. — ela o olhou sem preocupação alguma, apenas pensando que seu pai a quer bem, mas ela não está bem, ela quer ele e com ele ela se sentirá bem.

   — Depois nós conversamos. — a garota disse indo a porta e saindo sem olhar para trás, só queria apenas ele em sua vida e para ser literal, entre suas pernas.

   Foi para seu quarto e ligou o PC, ia caçar esse homem até ele pedir uma ordem de restrição. Sem sucesso falou para suas amigas o que tinha rolado o ela guardou para ela, óbvio que ela ia desabafar para poder ser salva pela sua trupe de “apaixonados”, e quando ela disse, uma das amigas se dispôs a ajudar e disse como achar ele sem que ele saiba, a jovem respirou um “finalmente” para si e seguiu as instruções de como achar esse homem difícil de ser achado.
   O plano falhou e a menina ficou mais triste do que já estava, tudo que lhe restava era seguir ele em suas redes sociais e ver no que dava, escutava músicas do mesmo e sua voz estuprando seus tímpanos até ela pegar no sono e dormir na sua cama.
   Sentiu algo beijar suas pernas perto de sua parte íntima e abriu os olhos para ver e o viu alisando suas pernas, estando vestida de lingerie preta não sabia aonde estava, só queria ficar ali para sempre. Ele de calça e sem nada por cima a excitava mas pela não sabia reagir mas queria se mexer e tocar, o estranho que ele a olhava de um modo provocativo ao ponto de rasgar sua roupa íntima de baixo, ele a olhara nos olhos e não desviava do que queria fazer, se aproximando para a beijar a jovem abre os olhos, tudo não se passava de sua imaginação a ajudando a ter um pouco de satisfação, parecia real, mas não o suficiente.
   Percebeu que ainda estava deitada na sua cama, do que adiantava ter uma cama de casal sem ter um casal? A cada dia se decepcionava ainda mais consigo mesma, se arrependendo de ter deixado ele ir, até que recebeu uma notificação em seu celular, por incrível que pareça, coincidência ou não, era ele a chamando para um encontro. A mesma se levantou e viu se era verdade, não acreditava que era ele mesmo, respondeu exatamente assim “Aonde você quer ir?” para ela, estava confusa mas iria continuar para que tudo que tenha passado em seu sonho pudesse ser um dia real.
   E então o dia do encontro chegou e ela estava ajeitada, tudo que lhe confortava estava em seu corpo, um simples vestido tomara que caia, botas que iam até os joelhos, uma gargantilha preta de camurça, meia calça totalmente preta e uma bolsinha caso o celular prejudique a ação da pequena caso ele a beijar, É MELHOR PREVENIR DO QUE REMEDIAR! Vai que o celular dela cai no chão e quebra? Não que que fosse reclamar mas depois não ia ter como falar com ele. Saiu do quarto e foi para porta e quando abriu viu seu pai, todo sorridente afinal, sua filha só saía para o Halloween e olhe lá!

   — Boa tarde papai, agora saia da minha frente.

   — Você não precisa se preocupar comigo, aceito que você escolha sua vida, seu caminho, sua mãe diria isso também, só quero garantir que estou no seu lado. — o que ele pretende? A jovem pensou.

   — Tanto faz, apenas não me atrapalhe. — a menina desviou dele e saiu dali, não olhando para trás porque sabia que ele não se importava assim com ela, não tanto assim.

   Olhando para seu celular, ela não sabia o que fazer em seu primeiro encontro, estava com frio um pouco por causa do clima confuso, mas gostava de temperaturas baixas mas o que sentia era bem forte, nervosismo ao ponto de tremer de medo. Chegando ao local de encontro dos dois, ela se sentou em um banquinho de uma praça e ali ficou pensativa, pensamentos negativos rodeavam a mente da pequena, pensava que ele não viria, que não perderia tempo vindo apenas para ver uma “criança” apaixonada por ele, talvez ele se aproveitasse de sua confiança e usasse contra ela.

   — Oi, está pensativa? — ele agachou para vê-la melhor com suas roupas, enquanto ela não sabia como agir.

   — Sim... — a pequena se levanta e ele também, ela se sente mal ao ver o tamanho do rapaz, sorridente ela o via como amável e carinhoso ao seu ponto de vista.

   — Vamos? — a pequena aceita e vai ao lado dele.

   No caminho ela só olhava para o chão, só segurava sua bolsa simples preta nas mãos agarrando como se pedisse socorro por dentro.

   — O que foi? — ela paralisou, o que ele pensara? Ele a queria ver feliz pelo menos, só o incomoda ela estar tão quieta. Insatisfeito ele pega a mão dela, ele pensou que ela estaria assim por falta de carinho mas era o oposto disso, supresa o olhou e o sorriso dele a fez pensar de um modo completamente diferente.

   Pensava que ele nunca ia deixá-la, que iriam ser felizes juntos, porque ficar depressiva numa hora de felicidades? Colocou um sorriso amoroso no rosto e ficou assim durante toda a viagem, conversaram e falaram seus tipos e gostos de todos os temas, jantaram não em um restaurante mas em um estabelecimento de fast food, ela riu das mancadas que Chris dava, poderia ter um cara terrivelmente assustador mas também sabia ser engraçado ao ponto de fazer ela feliz.
   Andando para ir na praça para cada um ir para casa, ficaram andando em silêncio mas com um clima de satisfeitos, só havia som de passos altos da bota da jovem moça, até que chegaram.

   — Esse foi... — a mesma dizia. — o melhor encontro que já tive, sendo que foi meu primeiro!

   O rapaz estava feliz mas com um sorriso sereno, ele se aproximou da jovem que se distanciava até encostar em um poste de luz, ao ver ele se aproximar mais do seu rosto ela fechou os olhos e sentiu o toque quente dos lábios do mesmo nela, sua respiração fazia o coração da pequenina acelerar, após o beijo ele ficou observando os olhos da menina, castanho escuro porém excitante para ele. Ele sorriu, se afastou dela e se despediu.
   Ela ficou tão perplexa que chegou em casa sem saber como se comportar, chegou em seu quarto e depois de fechar a porta ela se deitou, seu dia foi o mais esquisito e perfeito possível, não sabia como agir e como pensar nisso tudo, apenas que Chris Motionless havia pego seu coração de uma forma que ninguém poderia entender, nem mesmo ele.



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