História Angel Eyes - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Akatsuki, Anime, Artes Marciais, Drama, Konan, Mangá, Mentiras, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sadness, Tristeza
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Palavras 2.465
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


HEY!
BEM-VINDOS A MAIS UMA FANFIC MINHA!
Essa eu retirei do coração, planejei tudo pois vai ser criação minha, espero que gostem u.u
~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Tá, vocabulário:
トミートンプソン : Tommy Thompson em Japonês, pois a história se trata no Japão na cidade de Tóquio.
Qualquer dúvida coloque nos comentários se caso eu esquecer de colocar algo aqui.

Capítulo 1 - Bad luck girl


Fanfic / Fanfiction Angel Eyes - Capítulo 1 - Bad luck girl

—  A capa dele. É a primeira coisa que me lembro. Estava claro, estava frio, e eu estava com medo.

O COMEÇO.

Página 01 

Leia este livro, para obter sabedoria e saber como subordinar um humano.

1. Mostre sempre um largo sorriso no rosto, isso com certeza, mostrará que você é amigo.
2. Use algumas gírias se for falar com adolescentes, tipo: mano, velho, tá ligado?
3. Cuide de sua aparência, se você não for bonito, as pessoas não gostaram de você, lembre-se, humanos só ligam para sua aparência.

Fechou o livro indignado, pisando fundo na neve no chão.

— Que porcaria, porque tenho que seguir as regras desse livro? — Ele revirou os olhos entediado.  — Uh, os humanos, é tão difícil de lidar com eles.  — Bocejou enquanto se aproximava de uma livraria, talvez, largar o livro ali mesmo.

— Aonde posso deixar isso aqui? — Perguntou o garoto de olhos negros a secretária.

— Hã? Esse livro é daqui? — A senhora de óculos perguntou.

— Não, bem, talvez, eu quero me livrar dele, mas não quero joga-ló. — Ele se apoiou no balcão.

— Deixe-me dar uma olhada. — A mulher se inclinou, tomando o livro de suas mãos e suspirando após ler um trecho do livro. — Que tipo de livro é esse? Não está no nosso regulamento, livros desse tipo não são aceitos aqui. — Ela entregou-o.

— Como assim velhota? — Perguntou em voz alta.

— Fale mais baixo garoto, esse tipo de livro sem sentido não vai fazer diferença aqui, explicando como entender os humanos e subornar eles? Somos todos humanos aqui, nenhum ET iria vir buscar o livro, né? — Ela perguntou balançando a cabeça dizendo que não.

— Saco! — Ele pegou o livro e sentou-se em uma das mesas por ali, abrindo o livro novamente.

— Com licença, posso me sentar aqui? — Uma voz delicada falou, fazendo o garoto olhar para cima rapidamente.

— Pode ser. — Deu de ombros e decidiu voltar a ler, mas rapidamente, ele voltou os olhos a garota se sentando em sua frente, sua visão estava total vermelha e a garota estava  contornada de azul. — É ela? — Ele perguntou para si mesmo.

— Disse alguma coisa? — Ela o olhou enquanto retirava um livro de sua mochila.

— Não. — Ele disse curto e grosso, fazendo a garota se assustar pelo seu jeito. Logo ele lembrou sobre seu livro, e a primeira regra, e então nasceu um sorriso falso em seu rosto, fazendo a garota sorrir de volta.

— Bem, se é assim. — Ela soltou uma doce risada baixa, abrindo seu livro e começando a ler.

SEMANA PASSADA, QUINTA-FEIRA.

Cantarolava uma doce voz, entre as árvores da floresta, uma inocente garota de olhos castanhos e cabelos até o ombro da cor do mel, Susana era seu nome.

— Susana? Volte aqui querida! — Uma voz gritou, por trás de Susana.

— Já vai, mamãe! — A garota apressou os passos, cada vez mais se afastando da voz que à chamava. Eu estava a seguindo, e pude vê-la tropeçando em algo maior que uma pedra, que à fez cair no chão, em seguida pude ouvir seu grito. Ela se levantou rapidamente e me dando a visão completa de seu vestido de renda todo manchado de vermelho, ela gritou novamente ao olhar no que ela tinha tropeçado, era um corpo de uma mulher coberta por sangue e em seu olho esquerdo estava fincado um martelo, e o outro olho, se manteve aberto.

— M-Mamãe? — Ela gaguejou olhando para o corpo.

— Estou aqui, querida. — A mulher da mesma aparência que a morta tocou no ombro da menor.

— M-Mas, como? — A garota se virou para ver sua mãe, e notou que ela não tinha olhos, e sim buracos negros no lugar deles.

DIAS DE QUINTA-FEIRA

“ Mais um crime acontece nessa quinta-feita(07/06/2013) às 17:00 horas, o corpo foi encontrado em uma floresta próxima a um parque de diversões, uma garota de 07 anos encontrou o corpo de sua mãe, que pelo relato das autoridades e da jovem garota, a mulher estava com um martelo em seu olho esquerdo. A garota é mantida bem na casa de seus avós e precisará de apoio profissional, pois ela ainda alega que vê sua mãe naturalmente em casa.” — Jornal.

Toda quinta-feira isso anda acontecendo, assassinatos, geralmente acontecem entre as 05 da tarde e a meia noite. Lembramos de como tudo isso começou, no dia 29/01/2013, até os dias de hoje, não encontraram vestígios do cara que anda matando que nem louco por ai, ou da criatura. A cidade de Tóquio já ficou conhecida como a cidade das mortes, e isso diminuiu bastante estrangeiros virem viajar pra cá. — TV.

TOMMY THOMPSON.

Sequestrado numa segunda-feira(29/05/2013), foi encontrado morto às 22:30 numa quinta-feira(03/06/2013)
Causa da morte: Esfaqueado trinta vezes no coração.
Caso fechado, não encontramos o criminoso, achamos que é o mesmo que anda matando todas as quintas-feiras.

O QUE REALMENTE ACONTECEU.

Tommy Thompson, é meu nome, e eu estou morto, bem, para sociedade. Ninguém sabe o que realmente aconteceu comigo, nem eu, pois não lembro mais de nada, minhas memórias foram sugadas e jogadas na lata de lixo, e agora eu sou programado pra uma missão, depois disso, não sei o que irá acontecer comigo, meu palpite é que eu me autodestrua. Eu lembro daquela maldita noite, onde tudo aconteceu, eu caminhava em direção a minha casa de noite de cabeça baixa, chutando algumas pedras, foi quando eu ouvi um barulho, numa lata de lixo por trás de mim, me virei e a lata de lixo estava girando no chão, e não tinha ninguém lá, dei de ombros e voltei a andar tranquilamente chutando a mesma pedra, foi quando eu parei, eu não sei porque eu parei, eu devia ter continuado, vou ter esse sentimento de culpa pra sempre, eu fui bobo de ter ficado parado por tanto tempo. Uma folha pousou sobre minha cabeça, tomei um susto e logo à peguei. “トミートンプソン” era o que estava escrito.

— Thompson. — Disse alguém.

— Uh? — Arregalei os olhos olhando para uma mulher de um cabelo azul claro até as costas que estava em minha frente, ela era iluminada pela luz da lua.

— Venha comigo, deixe-me ter como servo. — Ela estendeu sua mão, que obtinha um brilho forte.

— Quem é você? — Me afastei, ainda com o papel em minhas mãos.

— Konan, é meu nome, e eu sou um anjo. — Ela me olhou sem expressão, ainda esperando que eu pegasse em sua mão.

— Só porque tem cabelo azul, não significa que é um anjo! — A insultei, isso só poderia ser piada.

Uma enorme multidão de papel se aproximou sobre ela, o que estava em minhas mãos foi o primeiro, eu tentei segura-lo mas não adiantou. Cada papel se fundiu, formando asas de anjo nas costas dela, me fazendo abrir bem os olhos para ver se aquilo era mesmo real.

— Tommy, venha comigo, no meu Reino, você terá do bom e do melhor. — Ela se aproximou, pude notar seu vestido branco e roxo nas rendas, seus olhos eram azuis de um tom claro, e quando olhei diretamente para eles, fiquei hipnotizado. — Tommy, confie em mim, e eu confiarei em você, não irei fazer nenhum mal a você, só quero que me ajude com algo, se for bom comigo serei boa com você. — Ela tocou meu rosto com suas mãos macias, me fazendo esquecer de todos os meus problemas e me deixando puro e com a mente aberta.

— O quê quer que eu faça? — Tentei desviar de seu olhar, mas eu estava preso.

— Uma simples coisa, e pra isso, terei que te dar um pouco do meu poder. — Ela sorriu, mostrando seus dentes brancos como a neve.

— Eu serei poderoso?

— Se concordar e sempre me obedecer, te darei poder a mais do que dou para os meus outros servos. — Ela disse que sim com a cabeça.

— Eu não acredito! Como saberei se está mentindo ou não? — Desviei de seus olhos, por mais impossível que foi.

— Irei te provar, e assim confiará em mim. — Ela se virou e começou a andar. — Siga-me.

Eu a segui até um certo beco, aonde ela me prendeu contra a parede, me segurando pelo pescoço e me erguendo para cima, me deixando sem ar.

— O-O quê ta fazendo? — Gaguejei com dificuldade para falar.

— Desculpe, Tommy, eu preciso fazer isso, não guarde rancor. — Com sua outra mão ela apontou para minha barriga, se preparando para me dar um soco, fiquei debatendo os pés contra a parede, mas isso não mudou nada, eu só estava em desespero total. — Colisão celestial! — Ela falou alto, como se fosse uma ordem, e em seguida seu punho obteve uma luz branca tão forte que não aguentava olhar. Uma chama roxa surgiu em seu punho, diminuindo aquela luz, e então pude finalmente olhar, e vi aquilo, que parecia ser extremamente poderoso. Eu a olhei nos olhos antes dela me dar um soco, que eu já estava prevendo, e seus olhos haviam mudado de cor, eles estavam roxos e sua pupila agora era um desenho de uma engrenagem, se eu não estivesse naquele aperto todo, eu falaria, “ que olho foda!”. Sua mão rapidamente foi impulsionada para meu abdômen, me fazendo cuspir sangue, era uma dor horrível, parecia que duraria horas, até ela começar a mexer em meus órgãos, eu gritava de dor, e cada vez mais, eu cuspia sangue. Pude sentir que ela implantou alguma coisa em meu estômago, como se fosse uma peça, ela soltou sua mão em meu pescoço e logo retirou seu punho do meu estômago, deixando-me livre para cair no chão me fazendo sentir mais dor ainda por minha barriga ter sofrido o impacto, eu não parava de cuspir sangue no chão, eu estava me contorcendo de dor e gritando quando sentia necessidade, ela com piedade olhou para mim e se agachou ao meu lado.

— Tommy, me desculpe, era preciso. — Ela alisou meus cabelos castanhos com as pontas ensangüentadas.

— V-Você é um monstro. — A olhei segurando em minha barriga, para impedir que saísse mais sangue, mas era inútil.

— Eu não sou, acredite, pra ganhar tudo de bom e do melhor, o preço é a dor. — Ela fechou os olhos. — Eu vou fazer isso parar. — Ela acariciou meu rosto e sua mão brilhou, me fazendo fechar os olhos de uma maneira que me dava sono, eu já não estava sentindo mais dor, pois eu havia caído no sono.

DEPOIS.

A garota de cabelos roxos e asas feitas de papel voou até o céu e seu novo servo veio em seguida. Um brilho amarelo em formato de coração saiu do peito do garoto loiro fazendo o mesmo se dirigir rapidamente até uma caixa feita de ouro nas mãos dela, Konan. Ela fechou a mini caixa e guardou em seu bolso direito. Já no olimpo no céu, o garoto coberto por sangue foi deixado no chão na frente do altar de Konan, aonde a mesma se sentou observando o garoto e seu rosto. Ela estendeu sua mão esquerda em direção ao corpo dele, e logo depois o corpo do garoto foi iluminado por uma luz branca no chão, depois de Konan ter abaixado sua mão, o garoto estava limpo, sem nenhum arranhão no corpo e nem se quer uma pinta de sangue no corpo. Tempo depois o mesmo acordou sem saber de nada.

— A-Aonde estou? — Ele colocou a mão sobre os cabelos olhando em volta.

— Se lembra de mim, Tommy? — Ela perguntou, fazendo o garoto olhar rapidamente para ela.

— Rainha Konan! — Ele se levantou rapidamente de olhos bem abertos, pronto para qualquer coisa, ele se curvou para a mesma, fazendo nascer um sorriso nos lábios dela.

HOJE, Sexta-feira (08/06/2013)
                                                            Capitulo 01 – Menina de má sorte.

— Como se chama? — Ela perguntou a ele, retirando a atenção dele do livro e voltando para ela.

— Bem, me chame de Tommy. — Ele sorriu falso.

— Prazer Tommy, meu nome é Margot!— Ela estendeu a mão para ele, que à apertou em seguida.

— Margot, nome diferente. — Ele disse após dar uma olhada no livro.

— É porque é Francês. — Ela sorriu.

— Francês é? Difícil nome assim no Japão, veio da frança? — Ele perguntou, fingindo estar interessado.

— Não, meus pais apenas gostam do nome. — Ela riu, o deixando pensativo. — Tudo bem? — Ela parou de rir e encarou ele por alguns segundos.

— Como faz isso? — Ele perguntou de olhos bem abertos.

— Isso o quê? Eu não fiz nada demais. — Ela sorriu se inclinando de volta para trás.

— Você. Você fez sim, como fez? — Ele se inclinou na mesa para chegar mais perto do rosto dela, analisando sua boca, fazendo a menina ficar rosada nas bochechas por vergonha.

— Eu só ri. — Ela arqueou a sobrancelha.

— Riu... Eu acho essa palavra um pouco familiar, mas não entendo porquê não consigo lembrar. — Ele ficou cabisbaixo.

— A bem, sabe o quê eu fiz? — Ela perguntou.

— Não. — Ele a olhou pensativo.

— Eu ri. — Ela se inclinou para falar mais próximo dele.

— Como você consegue? — Ele perguntou, dessa vez, demonstrando interesse.

— Eu não sei, eu não entendi, você não sabe rir, é isso? — Ela começou a rir, caçoando dele, o fazendo dizer que sim com a cabeça, e a fazendo parar de rir e se preocupar por ter magoado o garoto. — Bem, sorria. — Ela levantou a cabeça do garoto para ela e o mesmo obedeceu. — Muito bem, isso, agora, faça um som igual o meu. — Ela riu para ele, e o mesmo tentou imitar o mesmo som sorrindo. — Não, não, quando fizer isso, deixe a boca mais aberta e assim irá fazer som! — Ela o corrigiu, sorrindo.

— Eu não consigo... — Ele ficou cabisbaixo mais uma vez.

— Consegue! — Ela ergueu sua cabeça novamente o dando esperança, ele tentou várias vezes, mas não conseguia, ele não achava jeito para rir.

— Desculpe. — Ele a olhou cansado por tentar.

— Tudo bem! — Ela riu —. Um dia você consegue, garanto isso. — Se virou para olhar para o relógio, que mostrava seis horas da tarde. — Está ficando tarde, preciso ir. — Ela fechou seu livro que nem estava lendo e guardou sua jaqueta em sua mochila.

— Tem que ir?

— Sim, se der sorte, encontrarei você de novo. — Ela riu. — Não esqueça de treinar mais sobre rir!

— Não esquecerei. — Ele sorriu, ainda forçado. Margot se levantou e caminhou até o balcão aonde estava a secretária, ele ficou á observando de longe e então notou cada parte de seu rosto, as sardas e o nariz meio pontudo, os olhos castanhos e o cabelo até o ombro, de um tom de castanho claro também. Ele pode vê-la mexendo sua boca, dialogando com a secretária enquanto a mesma registrava seu livro. Tommy havia voltado a ler seu livro em cima da mesa, e se assustou ao ouvir barulho da porta da livraria se fechando, ele olhou rapidamente para a porta e viu que Margot já tinha ido embora.

— “Se der sorte, encontrarei você de novo.” — Ele sussurrou pra si mesmo. — Se der sorte? Uh, garota de má sorte, hein. — Suspirou enquanto apoiava sua cabeça em sua mão —.


Notas Finais


Eu espero mesmo que tenha gostado, e até o próximo capitulo, que em breve estará aqui!
Me desculpem qualquer erro, please! <3
Muita calma para algumas revelações que ainda chegaram, já que talvez não tenham entendido algumas coisas na fic, é só pra dar um suspense de anime mesmo, huehue.


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