História Angel Eyes - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Akatsuki, Anime, Artes Marciais, Drama, Konan, Mangá, Mentiras, Naruto, Revelaçoes, Romance, Sadness, Tristeza
Visualizações 11
Palavras 3.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mecha, Mistério, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Canibalismo, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Necrofilia, Nudez, Sadomasoquismo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


OEEEEE, BEM-VINDOS A MAIS UM CAPITULO!
Espero que gostem e boa leitura!
Qualquer dúvida coloque nos comentários.
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Leia as notas finais antes de começar a ler o capitulo!

Capítulo 2 - She And Her Darkness


Fanfic / Fanfiction Angel Eyes - Capítulo 2 - She And Her Darkness

Trovões faziam barulhos altos enquanto raios cortavam o céu, deixando um grande rastro. Konan, no Olímpio estava revoltada.

CASA DE MARGOT  JOHNSON, 03:00 AM

Se debatia contra sua cama, enquanto soava incontrolavelmente.

— Não! — A garota disse, enquanto apertava seu travesseiro.

— Shh... você também será igual a ele. — Uma risada baixa sussurrava na frente da cama aonde a garota estava.

— Eu não quero!  — Ela respondeu enquanto se debatia, de olhos fechados, como se estivesse num sonho qualquer.

— Você poderia ser a Princesa da Luma, porque está negando isso? — Perguntou a voz nas sombras.

— Eu só quero ser uma pessoa normal, me deixe em paz, não faça comigo o que fez com ele! — A garota gritou, ainda de olhos fechados.

— Pra ganhar tudo do bom e do melhor, o preço é a dor. — A voz que era sussurro, se tornou feminina.

— Não, por favor! Não! — Os gritos de Margot ecoaram de sua casa até a esquina da mesma.

 DEPOIS.

Margot acordou suando e com a respiração ofegante, como se ela estivesse acabado de acordar de um pesadelo, tipo daqueles que estamos se afogando ou coisa do tipo.

— Ah! — Ela olhou em volta, e reparou bem nas sombras de seu quarto, para concluir se não tinha ninguém. — Foi tudo um sonho... — Ela suspirou fundo sorrindo fraco enquanto voltava à se deitar, fechando os olhos novamente.

HOJE, Sábado (09/06/2013)
                                       Capitulo 02 – Ela e a sua escuridão.

Os gritos que haviam sidos encerrados na vizinhança começaram novamente, as pessoas que passavam na frente daquela casa se assustaram na mesma hora imaginando o que poderia estar acontecendo lá dentro.

CASA.

A casa estava vazia, porém, existia uma garota em seu quarto, ela encarava seu rosto no espelho, tentando se lembrar da noite passada, aonde provavelmente nasceram suas orelhas de gato, sim orelhas de gato que estavam costuradas em sua cabeça, mesmo assim os pontos não eram muito legíveis por conta do cabelo da garota.

— Como isso aconteceu? — Ela chorava na frente do espelho. — Ninguém pode me ver com isso, isso não é nada fofo, e nem legal, está costurado, e está doendo! — Ela resmungou enquanto chorava. — Como vou limpar esse sangue que grudou no meu cabelo?! — Ela suspirou sentando-se em sua cama de cabeça baixa. — Isso não pode estar acontecendo... — Ela suspirou, suspirou e suspirou mais uma vez.

Nesse mesmo dia, a garota decidiu-se ficar em casa, sem sair e dar as caras pela janela, porém, ela tinha de devolver seu livro na livraria e seu prazo venceria em  1 hora, se não, a garota teria de pagar uma multa, e alta, pois a livraria, era uma das melhores do bairro inteiro, por ter bons livros e boa estrutura.

— Vamos lá. — Ela suspirou enquanto ajeitava sua toca em sua cabeça. — Acho que ninguém vai notar. — Ela deu uma ajeitada nas suas novas orelhas por baixo da toca, e deu um grito baixo. — Ai! Está doendo, droga... — Ela balançou a cabeça desanimada. — Quanto mais rápido eu for, terei mais tempo de ficar em casa e as pessoas não viram isso! — Ela apontou para sua cabeça enquanto falava de frente à frente ao espelho.

Ela saiu as pressas de casa, enquanto caminhava o mais rápido possível para chegar até a livraria, que era à 10 quarteirões para cima de sua casa. Quando ela chegou lá, correu até o balcão aonde estava a mesma secretária de sempre.

— Vim devolver! — Ela colocou o livro sobre a mesa.

— Margot! — Alguém tocou seu ombro por trás, a fazendo virar para trás rapidamente.

— A-Ah! — Ela corou por ele vê-la assustada. — Tommy! — Ela disse, simulando uma voz animada. — Você por aqui, de, de novo... — Ela o olhou de cabeça pra baixo, reparando em sua roupa, que era a mesma.

— Sim, você também. — Ele sorriu falso. — Estou feliz em te ver. — Ele falou, sem ânimo nenhum.

— Mesmo? — Ela virou seu rosto para secretária, entregando-lhe o livro delicadamente, parecendo estar calma.

— É sim, estou feliz em te ver! — Ele repetiu a frase, dessa vez com ânimo, e a garota riu.

— Entendi, também estou. — Ela sorriu para ele, e ele fez o mesmo.

— Prontinho. — A secretária falou, colocando o livro de Margot junto á uma pilha com vários outros livros.

— Obrigada. — Ela se virou, e deu de cara com Tommy ao seu lado, impedindo a passagem. — Bem, Tommy, eu vou indo... — Ela sorriu fraco.

— Porquê ir tão cedo? Geralmente você para aqui, devolve seu livro e pega outro para ler, naquela mesa ali. — Ele apontou o dedo para a mesa que eles estavam sentados um dia atrás, à fazendo arregalar os olhos por ele saber tanto.

— C-Como sabe disso? Nos conhecemos ontem... — Ela inclinou sua cabeça para ele.

— Eu sei sua rotina, eu venho aqui a um tempinho e já te vi várias vezes aqui. — Ele apoiou sua cabeça em sua mão.

— Nunca te vi por aqui. — Ela olhou em volta da livraria, para ver se reconheceria um lugar aonde ela poderia ter visto o garoto. — Bem, estou perdendo tempo, eu deixei o fogão ligado, preciso voltar correndo. — Ela riu forçado e ele a encarou por alguns segundos antes de responde-la.

— Não minta pra mim. — Ele revirou os olhos.

— Não estou mentido! — Ela o encarou e logo desviou o olhar, pois estava nervosa.

— Por quê o seu olhar está me evitando? — Ele se aproximou.

— Ele não está. Olha, pode me dar licença? — Ela disse, dessa vez, irritada de uma maneira que assustou o garoto.

— Como quiser. — Ele sorriu de lado, liberando a passagem para garota e encarando suas costas até a porta da livraria por onde ela saiu.

O garoto, por mais interessado que estava naquela hora, seguiu a garota, disfarçadamente até sua casa aonde ele à viu entrar. Tommy ficou observando à pela janela cujo ele não ouvia nada do que a garota resmungava lá dentro, e ele fez aquilo de novo.

— Visão do inferno! — Ele sussurrou alguma coisa, que parecia uma ordem, e logo sua visão natural o deixou, dando agora uma visão totalmente vermelha, os resmungos da garota dessa vez, ecoavam na cabeça dele, o fazendo escutar tudo.

— O quê eu vou fazer, não posso ser vista assim! — Ela berrou  se jogando na cama e sentindo alguma coisa puxar sua toca de sua cabeça à deixando desesperada. — Não! O quê? — Ela se assustou ao olhar em volta e ver que não havia ninguém em seu quarto. Quando ela olhou novamente para frente, se deparou com Tommy, deitado na mesma cama que ela, cara à cara com ela.

— Que droga é essa na sua cabeça? — Ele arqueou uma sobrancelha.

— T-Tommy! O quê ta fazendo aqui? — Ela vestiu sua toca rapidamente, e gritou de dor.

— O doida, calma! Se agir com brutalidade contra suas orelhas irá doer, já que parece que faz pouco tempo que isso... — Ele parou de falar pois foi interrompido.

— Apareceu né, eu sei. — Ela revirou os olhos cobrindo seu rosto. — Porque me seguiu? — Ela perguntou, resmungando.

— Eu sabia que tinha algo errado com você.

— E desde quando você se importa? — Ela revirou os olhos.

— Desde que te conheci. — Ele respondeu.

— É, me conheceu ontem, você nem me conhece direito, nem sabe sobre mim! — Ela se levantou, andando pra lá e pra cá sem saber o que fazer.

— Eu sei sim. — Ele deitou sua cabeça no cobertor.

— Uh, o que você sabe? — Ela parou de andar e perguntou olhando para ele.

— Não posso contar. — Ele à olhou.

— Como não? E porque mencionou no assunto se não pode falar? — Ela revirou os olhos batendo suas mãos contra sua coxa.

— É um segredo. Eu mencionei pra te provar, que eu sei.

— Ainda não provou. — Ela.

— É mesmo? — Ele perguntou, irônico.

— Sim!

— Uh, legal. — Ele deitou sua cabeça na coberta novamente, a fazendo bufar alto.

— Eu só queria saber, o porque... — Ela se sentou no chão, de cabeça baixa.

— O porque do que? — Ele perguntou.

— O porque isso tá acontecendo justo comigo! Tantas pessoas querendo essas coisas pra elas, mas eu não, eu queria apenas ser uma pessoa normal. — Ela disse, quase chorando.

— Eu também queria. — Ele disse.

— Como assim também queria? Vai me dizer que você já teve orelhas de gato? Como você às tirou? — Ela perguntou, um pouco animada.

— Ei, ei, não foi nada disso. — Ele revirou os olhos.

— Ah. — Ela suspirou voltando à baixar a cabeça.

— Tenho que te mostrar uma coisa. — Ele se levantou.

— O quê? — Ela o olhou.

— Venha comigo. — Ele estendeu sua mão pra ela, a fazendo pensar um pouco antes de segura-lá.  — Eu não mordo, nem nada, ta bom? — Ele revirou os olhos.

— Olha, eu vou confiar em. — Ela segurou a mão do garoto.

Tommy levou Margot até uma floresta, já era mais de 18:00 horas e já estava escurecendo. Então ela se espantou ao entrar na floresta.

— Porque estamos aqui? — Ela sussurrou e o garoto não à respondeu.

Ele pediu para que ela sentasse em cima de uma pedra, em frente à ele.

— Segure as minhas mãos. — Ele disse, e sua voz estava rouca, por conta da noite.

— Sua voz, ela, ta diferente... — Ela o olhou nos olhos.

— É normal. — Ele engoliu seco. — Ela fica assim à noite. — Contou a história pela metade.

Ele estendeu suas mãos para ela, que as segurou em seguida, o garoto fechou os olhos se concentrando.

— Tommy? — Ela perguntou, sem saber o que estava acontecendo.

— Não me interrompa. — Ele disse, grosso, à deixando sem resposta e tudo que restou foi o silêncio que já tomava conta do lugar.

As mãos de Tommy foram iluminadas por alguma chama roxa, fazendo Margot se assustar e querer soltar sua mão, mas ele à segurou forte.

— Tommy o quê é isso? — Ela disse, trêmula.

— Shh. — Aquela voz feminina dos sonhos de Margot ecoou por trás dela.

— Eu deixo com você. — Tommy falou com a voz, ainda de olhos fechados.

— Obrigada, Tommy! Você é um bom rapaz. — A voz respondeu enquanto se aproximava de Margot, tocando seus ombros por trás.

— Você de novo não, por favor, não! — Ela dizia em voz alta, tentando impedir que algo acontecesse.

Papéis tomaram conta do lugar, eles rodeavam Margot dos pés a cabeça, formando um tornado de papéis.

— Tommy! Por favor, impeça isso! — Margot esticou seu braço para fora daquele tornado de papéis  tentando tocar Tommy, mas ela passou perto e depois de tentar tanto, ela desistiu, deixando o poder tomar conta da mesma, mas, os gritos ainda ecoavam naquela floresta.

— Está rodeada pelo pecado da ganância. — Mais papéis apareceram, dessa vez formando uma forma humana que flutuava. Era a mesma garota de cabelos azuis e vestido de renda até a canela, suas mãos estavam entrelaçadas em frente sua barriga, mantendo uma pose que qualquer outra Rainha faria.

SUSANA KIMBERLLY.

— Pode me dizer o quê aconteceu com a minha mãe? — A menor perguntou para a mulher de cabelos azuis.

— Ela está no céu agora, pequeno anjo. — A mulher de asas de papel que flutuava respondeu.

— Eu quero ir pra lá também! — Susana disse animada.

— Seria um prazer te levar para lá, mas você ainda não tem a idade certa, talvez daqui uns anos eu te transforme em uma princesinha, entende? — A mulher acariciou o rosto da menor, que estava com os olhos cheios de lágrimas.

— Promete? — Ela perguntou.

— Eu prometo, e uma promessa minha, nunca é quebrada. — A mulher de cabelos azuis disse quanto se afastava, flutuando cada vez mais alto, voltando para o céu.

— N-Não me deixe! Traga minha mamãe de volta! Eu sinto falta dela... — A garota tentou puxar a mão da mulher de asas, mas sua tentativa falhou. — Por favor, eu imploro! — A garotinha se ajoelhou e estendeu as mãos para o céu, deixando a mulher impressionada pela garota querer tanto.

— Não poderei trazer sua mãe de volta, mas posso te dar o dom de vê-la sempre que quiser. — A mulher se aproximou, novamente.

— Eu vou poder abraça-lá? — Perguntou a garota com os olhos hipnotizados pela mulher.

— Sim, irá poder conversar com ela também e tocar nela. — A mulher respondeu estendendo sua mão até a garota.

— Por favor, tenha piedade de mim, não se vá antes de derramar uma gota do teu sangue sobre mim, porque sei que contigo, estou segura, tu és quem me protege de manhã, à tarde e à noite! — A garota falou em voz alta, clamando por misericórdia para sua salvadora.

— Eu farei você experimentar como é ter do bom e do melhor. — A mulher pousou os pés com cuidado no chão andando até Susana e erguendo a cabeça da mesma e encarando seus olhos. — Abra bem os olhos. —A mulher ordenou e Susana à obedeceu.

— Isso é preciso? — A menina perguntou, enquanto sentia suas lágrimas secarem em seu rosto.

— Sim. — A mulher respondeu enquanto sorria. A mulher de cabelos azuis ergueu um de seus braços contra a menina mostrando que iria ataca-la brutalmente.

— Konan. — Uma voz grossa por trás da mulher, disse.

— Ah, Tommy, você está aí. — Ela deu uma espiada para trás. — Veio aproveitar o show? — A voz da mulher havia ficado mais fina e alta, à tornando igual à de uma psicopata com sede de sangue.

— Na verdade, eu vim falar com você, à respeito dá garota que conheci. — Ele disse. — Mas pode ser, eu adoraria ver o espetáculo por primeiro. — Ele terminou.

— Rainha Konan. — A garotinha falou.— Vai doer? — Ela piscou um dos olhos.

— Bem, quando faço isso, geralmente gritam muito alto. — A mulher riu olhando para cima, deixando sua risada ecoando pelo beco inteiro.

Outra chama surgiu no punho que Konan iria usar, só que dessa vez, ela era vermelha e havia algumas pitadas de preto em sua chama. A mão de Konan se dirigiu automaticamente aos olhos de Susana, onde Konan tentava arrancar seus olhos, enquanto a garota, gritava e soluçava durante o processo.

— Pare! Por favor! Pare! — Era o que ecoava nas ruas à três quarteirões pra cima daquele beco.

DEPOIS.

SUSANA KIMBERLLY.

— A dor, a dor que estou sentido... ela é, é tão profunda e dolorida... eu mal consigo abrir meus olhos... — A garota sentada em cima da sua própria poça de sangue, falava, inocentemente sozinha. — Eu não sinto meus olhos. — Ela pensava. — Eu estou cega? — Ela gritou enquanto perguntava, pensando que alguém poderia estar ali vendo, para poder responde-la. — E-Eu não consigo, N-não consigo abrir os olhos... — Ela dizia tentando se levantar, quando conseguiu, ela iniciou sua primeira tentativa de abrir os olhos, e pela dor que estava sentido, ela falhou, com a desanimação ela caiu de joelhos no chão novamente, tentando chorar. Às lágrimas saíam, e iam escorrendo pelo seu rosto junto com o sangue que saia de seus olhos. — Que dor maldita! — Ela gritou, com raiva.

— Filha? — Uma voz delicada dizia se aproximando da garota.

— Mamãe? É você? Cadê você? — Ela perguntava enquanto balançava a cabeça pros lados, ainda com suas mãos em seus olhos, Susana estava com medo de tirar as mãos de seus olhos e se sentir horrível.

— Eu estou aqui minha garotinha. — A mulher de cabelos longos dá cor de mel disse enquanto se agachava, em frente à menina.

— Mamãe, ela mentiu pra mim, ela disse que eu poderia vê-la! Mas eu estou cega! — A garota dizia, com raiva.

— Não, nada disso querida, ela não mentiu, você ainda pode me ver, mas terá de aguentar a dor para abrir esses olhinhos! — A mulher tocou no rosto de sua filha.

— E-Eu não consigo... — Ela dizia chorando.

— Seja forte, minha menina. — A mãe disse tentando retirar as mãos da menina da frente de seus olhos. — Deixe-me ver, não precisa ter medo, sou sua mãe, Susana! — A mulher disse, e então Susana amoleceu seus braços, deixando à vista seus olhos que ainda estavam fechados. — Agora, abra-os. — A mulher disse, e sua filha começou a tentar enquanto gritava de dor, ela novamente levou as mãos ao seus olhos tentando esconde-los, e sua mãe a impedia.

Susana deu seu grito mais alto quando conseguiu abrir os olhos, que agora, eram novos olhos, eles eram vermelhos com suas escleras totalmente pretas, e vasos sanguíneos de sua esclera estavam totalmente evoluídos, eles começavam de suas párpadas inferiores e superiores, para dentro de seu olho.

— Mamãe, agora eu tenho os olhos iguais os seus? — A garota perguntou animada e em seguida abraçou sua mãe.

FLORESTA.

Tinta azul escura escorria dos olhos de Margot, eram suas lágrimas, que se tornaram tintas, sim, tintas. Seu rosto estava todo azul devido suas lágrimas, e o chão, já era uma poça de tinta que crescia cada vez mais.

— Tommy, faça ela parar de chorar. — Konan olhou para Tommy.

— Como quer que eu faça isso? — Ele perguntou se aproximando da garota.

— De um jeito, antes que ela alague toda cidade, já que ela tem essa habilidade nova como presente. — A mulher de cabelos azuis riu alto.

Tommy se ajoelhou em frente de Margot, manchando toda sua calça por conta da poça de tinta que havia em volta de Margot.

— Não chore, eu estou aqui. — Ele se aproximou do rosto dela, e ela estendeu a mão em direção ao rosto dele, acariciando o mesmo, o manchando de tinta também, ele parou o carinho que estava recebendo e experimentou lamber os dedos de Margot manchado por tinta com intenção de limpa-los. Quando ele começou, ele não parou mais de lamber, parecia que havia gostado do gosto que tinha. Konan sorriu olhando para os dois.

— Finalmente vocês tem um motivo para ficarem juntos agora. — Konan disse. — Ela não vive sem você e você não vive sem às lágrimas de tinta dela. — Konan acrescentou, aproveitando para falar aquilo já que Margot estava totalmente dopada, sem saber  o que estava acontecendo. Tommy se aproximou do rosto de Margot e começou a lambe-lo, limpando e apreciando o gosto da tinta que escorria de seus olhos, à fazendo aos poucos ela parar de chorar, mas a mesma continuou com o rosto manchado pela tinta que havia secado, e acabou deixando Tommy assim também. — Bem, vamos ver, o que eu posso usar para testar ela? — Konan pensou, e teve uma excelente idéia. Konan cria uma lança, toda feita de papel, que é atirada contra Margot, a lança também pode segui-la caso não acerte de primeira e ela tente fugir. — Kami Yari!— Konan ordenou quando atirou sua lança para cima de Margot. Tommy assustado olhou para lança que vinha em direção de Margot e não fez absolutamente nada.

— Konan sabe o que está fazendo. — Tommy pensou.

Margot virou sua cabeça lentamente para olhar a lança de Konan chegando até ela. Margot levantou seu braço contra a lança à fazendo parar no ar. De sua mão saia uma luz branca forte e poderosa. Margot fez a lança virar ao contrário deixando a parte afiada da mesma em direção a Konan que soltou um sorriso de lado.


Notas Finais


Espero mesmo que tenha gostado, e obrigado por ter chegado até aqui, acho que esse foi o maior capitulo que já escrevi, porque geralmente escrevo menor que isso, mas bem, sorry por qualquer erro, vou tentar melhorar dá próxima vez <3
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Trilha Sonora do capitulo ---> https://www.youtube.com/watch?v=1EdSGUIaJYQ (e sim, se reparar bem, nesse vídeo tem à parte da tinta em forma de lágrimas e o carinha lambendo à mesma, e sim eu me inspirei nisso para esse capitulo, porque eu criei uma história muito louca na minha cabeça baseado um pouco nisso, e essa música é como se passasse no momento das lágrimas da Margot).
outra música ---> https://www.youtube.com/watch?v=ubZhS-0l4wk&t=141s (isso se passa na parte da Susana e da Konan com a lança, pra formar um suspense e.e )
Sim porque eu trato a fanfic como uma série (manga) criado por mim :')


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