História Angel - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Comedia, Ficção, Jikook, Romance, Vkook, Yaoi
Exibições 323
Palavras 805
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá o/
Era para termos postado três horas mas imprevistos acontecem, nos perdoem :)
Gostaria de apresentar a nova autora de Angel, a Ana que me ajudou pra caramba no plot e organização.
User dela: @ArmyInspirit
Ela tem ideias incríveis e estava apenas me ajudando, aí eu convidei ela pra ser uma autora junto comigo ;o; Então, agora, Angel não é apenas meu, e sim dela também. Deem muito amor à ela, ela merece.
Capa feita pela staff do @PrismEdits, e banner por @DemonhaDoYoda.
Espero que gostem.

Capítulo 1 - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Angel - Capítulo 1 - Prólogo

O clima em Busan se encontrava frio e gélido, aprisionando todos os moradores em suas casas, debaixo de cobertores enquanto tremiam com um copo de chocolate quente em mãos. As notícias sobre árvores caídas no meio de estradas e casas, predominavam todos os sites e canais de notícias, avisando a população que não seria uma boa ideia sair de casa para trabalhar ou qualquer que seja o motivo. A chuva caía freneticamente sobre toda a cidade, enquanto o vento agredia as árvores e postes.

Estavam no começo do inverno, vulgo dezembro, mas era repentino todo aquele temporal. Aliás, o inverno do sul da Coreia trazia um clima agradável, diferente do Japão, que continha um inverno mais frio. O inverno de Busan costumava ser seco, com uma frequência regular de sol, mas naquele ano, as coisas estavam acontecendo um pouco fora do costume.

A janela de vidro da casa de Jeon Jungkook, permitia a visão de todo o temporal e a situação que o mesmo estava deixando as ruas da cidade. O garoto de dezenove anos desenhava — com um dos dedos no vidro da janela de seu quarto, que se encontrava embaçada pela chuva, coberta por gotículas de água — alguns círculos, os preenchendo juntamente.

Poderia desenhar mais um dos personagens de anime que Kim Taehyung, seu namorado, o pedia para que pudesse colar na parede de seu quarto, mas estava tão vazio por dentro, que não conseguia ver a magia — que via antes — em seus desenhos, ou qualquer coisa ao seu redor.

Se sentia uma criança pequena e indefesa, sendo dependente da proteção e as decisões dos pais, que guiavam o filho de acordo com o que achavam melhor.

Ou o que achavam que lucrariam melhor.

Jungkook pertencia a uma família rica e bem sofisticada, com um bom reconhecimento em toda a cidade em que morava. Sua mãe, Lee Sandara, vivia com joias espalhadas por todos os seus dedos, pescoço e braços, contando com todos os vestidos longos e exagerados que a mulher alta usava. Céus, como Jungkook odiava aquela obsessão por chamar a atenção. Já seu pai, se vestia apenas de ternos preto, cinza e até mesmo branco. Jungkook entendia aquilo como uma imitação mal feita do Michael Jackson. Só faltava Baekho inventar de usar ternos brilhantes.

Suspirou, estava cansado e já passava das duas da manhã. Mas não queria voltar para cama, o motivo era o loiro ali, dormindo encolhido entre as cobertas de veludo que pertenciam a Jungkook. Se sentia mal, aliás, não o amava — conclusão tomada por sua mínima ideia do que é o amor —, só continuava com toda aquela farsa pela ordem dos pais.

Gostava de Kim Taehyung — mas não da forma que o obrigavam a gostar —, e por isso se sentia mal por não poder amá-lo do jeito que merecia. O loiro era maravilhoso aos olhos do mais novo, sempre um bom companheiro e um ótimo amigo, mas simplesmente não passava de uma amizade — não para Jungkook.

Suspirou novamente, sentindo o odor delicioso que predominava o quarto escuro, cheiro de terra molhada — que se formava pela chuva lá fora —, e o creme hidratante que usava em seu corpo — o que costumava passar todos os dias, após o seu banho. O cheiro agradável de seu creme estava um tanto reduzido, por conta do suor que seu namorado havia o passado pouco tempo atrás; quando o envolvia em seus braços. Claro que Jungkook se sentia mal por fazer aquilo — o que queria fazer por amor; verdadeiro amor —, mas quando começava, não queria mais parar. Bem, Taehyung era bom em levá-lo a loucura.

Era frenético e algo no qual já estava se acostumando: Quando começava, não queria terminar, e quando terminava, se remoía por ter acontecido.

Não tencionava por isso. Queria algo que tivesse certeza, algo que não causasse o seu arrependimento e que não fosse forçado a fazer, e sim que tomasse decisões por si próprio.

— Jungkookie? — Seu corpo se estremeceu ao perceber os olhinhos puxados de Kim Taehyung, abertos e brilhantes no meio daquela escuridão. — Teve algum pesadelo? — Indagou mostrando uma face preocupada, se sentando na cama e possibilitando a visão de seu abdômen (antes coberto pelo cobertor) pouco definido.

Encarou por segundos a figura totalmente sexy e despida em sua cama, que o chamava para mais perto apenas com o olhar negro. Jeon sorriu minimamente e forçado, deixando a janela para caminhar até a cama e se deitar no peito magro do loiro, que logo afagou suas madeixas negras nas mãos esguias.

— Você anda distante. — Sussurrou o mais velho, trazendo o corpo de Jungkook para mais perto do seu, sentindo os fios finos e macios se enturmarem com os seus dedos.

Jungkook pensou um pouco em qual resposta poderia dar, aliás, sempre foi distante o suficiente para Taehyung ter percebido há tempos. Por que agora?

— Talvez.


Notas Finais


UMA COISA QUE QUEREMOS RESSALTAR
NÃO DEEM SPOILER CASO TIVERMOS LEITORES NOVOS, agradecemos.


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